Tópicos do dia – 15/08/2012

10:18:38
CPMI do Cachoeira ouvirá Pagot dia 28

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), adiou por um dia o depoimento do ex-presidente da Construtora Delta Fernando Cavendish. Ele será ouvido no próximo dia 29. Para o dia 28, foi marcado o depoimento do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot. Os dois depoimentos vêm sendo cobrados por integrantes da CPI. Pagot já havia declarado sua disposição de colaborar com a CPMI. Ele deixou o Dnit em 2011, após denúncias de irregularidades e atribui a pressão pela sua saída ao grupo comandado por Cachoeira, que teria interesse de defender interesses da Delta no órgão. Em entrevistas Pagot disse que era procurado por partidos para captar doações ilegais com empreiteiras para campanhas políticas.

16:32:35
Perillo oferece secretaria em troca de apoio do ex-presidente da Valec.

Em diálogo gravado pela Polícia Federal, governador de Goiás faz oferta a Juquinha
As investigações da Operação Trem Pagador podem complicar ainda mais a situação do governador de Goiás, Marconi Perillo, que já está em apuros para explicar a natureza de suas relações com o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Numa das interceptações da Trem Pagador, autorizadas pela Justiça Federal, a Polícia Federal gravou conversas de Perillo com o ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha. Num dos diálogos obtidos pelo GLOBO, Perillo promete dar a Juquinha a Secretaria das Cidades, uma secretaria com muito dinheiro, em troca de apoio político. O governador fez a oferta mesmo sabendo que Juquinha foi afastado da Valec ano passado em meio a denúncias de corrupção na construção da ferrovia Norte Sul. A conversa entre os dois foi interceptada em 28 de junho. Sérgio Cardoso, um auxiliar de Perillo, liga para o ex-presidente da Valec e, depois de rápidos cumprimentos, passa o telefone para o governador.

– Aquele assunto, redondo, resolvido – avisa Perillo.
Juquinha, ainda incrédulo, pede mais mais detalhes.

– Aquele da secretaria da resolvido. Negociado com o PT. Arrumou outro espaço. Semana que vem podemos bater o martelo já – acrescenta o governador. Segundo a PF, o naco de poder negociado era a Secretaria das Cidades, um setor responsável pelo Detran e outros órgãos com orçamentos expressivos. Juquinha, que já era alvo de uma investigação sobre supostos desvios da Valec e crescimento patrimonial incompatível com a renda declarada, fica satisfeito com a oferta.
– Então tá ok – responde o ex-presidente da Valec.

Também satisfeito com o resultado na negociação, Perillo dá carta branca a Juquinha.
– Pode mandar quem você quiser – afirma o governador.

Neste caso, Juquinha poderia indicar qualquer pessoa para ocupar uma das pastas mais importantes do governo de Goiás. Juquinha concorda mais uma vez e, a partir daí, os dois começam a falar sobre a movimentação política de aliados com vistas as eleições municipais deste ano. Procurado pelo GLOBO, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, encarregado da defesa de Perillo na CPI do Cachoeira, confirmou o diálogo, mas disse que se tratava apenas de uma conversa sobre política.
– Não há nada demais além de uma conversa política. O Juquinha era presidente do PR e o governador estava tentando levar o partido a apoiar o governo – disse Kakay
Jailton de Carvalho/ Globo

16:36:21
Mensalão: ministro Cezar Peluso não antecipará o voto.

O regimento do STF permite a qualquer ministro da corte a antecipação de voto.
O Ministro Cezar Peluso que está a 17 dias da aposentadoria – todo ministro do STF é aposentado compulsoriamente ao completar 70 anos de idade – aparenta não estar preocupado com a contagem do tempo. Seja em dias, horas ou minutos. O ministro parece não ter certeza se haverá tempo para a apresentação de seu voto.
O Ministro já declarou textualmente que não tem “nada pessoal em relação a esse julgamento que me faça querer votar ou não votar.” E mais, “não sou dono do tempo”.
Caso o ministro não resolva antecipar o voto já se prevê uma feérica comemoração por parte de alguns réus do mensalão.


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

CPI do Cachoeira: o surrealismo do silêncio

A CPI do Cachoeira têm de tudo. Menos a intenção de apurar alguma coisa.

Não existem opositores na política. Somente cúmplices.

Não é por menos que a própria oposição relutou em assinar o requerimento da instalação do cahoeirento “imbroiglio”.
José Mesquita – Editor 


A surrealista CPI do Cachoeira, que andava devagar, quase parando, deu agora para inventar os depoimentos silenciosos.

Só depois de um acordo entre governistas e oposicionistas na CPI, garantindo o direito de permanecerem calados, foram convocados Fernando Cavendish, dono da Delta, Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Dnit, órgão do Ministério dos Transportes, e Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, empresa do governo paulista que cuida de obras rodoviárias.

No caso de Cavendish, acusado de ter ligações com o esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira, foi ainda mais constrangedor: seu nome só entrou na lista de convocados depois de ele próprio garantir que vai permanecer calado.

Para que servem, então estes depoimentos? O único dos três que pode romper o pacto de silêncio é Pagot, que ameaça se tornar um homem-bomba, com acusações ao PT e ao PSDB, desde que foi defenestrado do Ministério dos Transportes na “faxina” do ano passado, acusado de irregularidades diversas na direção do Dnit.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]O silêncio de Fernando Cavendish interessa tanto ao governo federal, já que a sua empreiteira recebeu a maior fatia das obras do PAC, como aos governos de São Paulo, do PSDB, e Rio de Janeiro, do PMDB, onde a Delta foi responsável por grandes contratos e recebeu verbas gordas.

O grande incômodo para os tucanos e a imprensa aliada é a convocação de Paulo Preto, um arrecadador de fundos para as campanhas do PSDB, acusado por membros do próprio partido de sumir com R$ 4 milhões destinados à campanha presidencial de José Serra, em 2010.

O assunto foi levantado pela então candidata Dilma Rousseff num dos debates com Serra durante a campanha presidencial, mas depois sumiu do noticiário.

Trata-se de um tema tão delicado que o Jornal Nacional, da TV Globo, teve que se desmentir ao final da edição, depois de ter relacionado Paulo Preto a José Serra na matéria sobre os convocados pela CPI.

No jornal impresso do mesmo grupo, o nome dele só aparece no sexto parágrafo e não foi incluído na manchete da página.

Já a Folha, cheia de dedos, só se refere à convocação do arrecadador tucano no sétimo parágrafo da matéria, sem explicar o motivo: “A CPI, controlada pelo PT, também decidiu investigar os contratos da Delta com o governo de São Paulo — daí a convocação de Paulo Preto, que trabalhou no governo do agora candidato José Serra”. Nada escreve sobre a participação dele na campanha de 2010.

Como o Congresso Nacional vai entrar em recesso na próxima semana, os depoimentos de Cavendish, Pagot e Paulo Preto só deverão ser marcados para o mês de agosto, bem no auge da campanha eleitoral e do julgamento do processo do mensalão.

Entre várias outras testemunhas convocadas junto com os três, está o prefeito de Palmas(TO), Raul Filho, expulso do PT em abril do ano passado, fato ignorado pela grande mídia, que foi flagrado num vídeo ao fazer acertos com Carlinhos Cachoeira durante a sua primeira campanha, em 2004.

Com estes depoimentos, embora silenciosos, a CPI quer mostrar que não morreu. Conseguirá?
blog Balaio do Kotscho

Tópicos do dia – 08/07/2012

12:19:03
CPI do Cachoeira e os argumentos para a convocação de Pagot e Cavendish.

Para quebrar a forte resistência do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) em aprovar na CPI do Cachoeira os requerimentos de convocação do ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, houve um encontro inusitado.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) alertaram que o adiamento desses depoimentos poderiam trazer desgaste a CPI. Vaccarezza aceitou o argumento. Mas ficou acertado que não seria marcada uma data para a convocação dos dois.
blog do Camarotti/G1

13:02:50
Serra pagou R$ 400 mil por ‘eu quero tchu, tcha’.

Candidato a prefeito de São Paulo, o tucano José Serra pagou R$ 400 mil reais para usar a música “Eu quero tchu, eu quero tcha” como jingle de campanha, segundo a assessoria da dupla João Lucas e Marcelo, que apresentou o sucesso para o Brasil. O valor foi firmado com a gravadora Som Livre, que detém os direitos autorais. O jingle ”Eu quero Serra, eu quero já” foi apresentado na convenção PSDB-PSD, sexta.

Direito de todos
Segundo assessoria da dupla, Serra está fazendo de tudo para ser o único a usar a música. A gravadora se nega a dar exclusividade.

Busca inserção
A escolha do jingle foi uma tentativa de Serra de se livrar da pecha de “candidato da elite”, e por maior inserção nas classes médias e baixas.


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Tópicos do dia – 05/07/2012

09:13:39
Paraguai pode, enfim, aprovar base dos EUA

Questão controversa há anos no Paraguai, a instalação de uma base militar no país poderá agitar as eleições marcadas para abril. Suspenso da Unasul e do Mercosul, além de abrir caminho para alianças econômicas com Europa, China e EUA, o Paraguai cederia espaço estratégico na fronteira da Tríplice Aliança, “reduto terrorista”, segundo os americanos. O Mercosul vetava qualquer discussão sobre o tema.
Olho no Aquífero
Com a pretendida base no Paraguai, os EUA pretendem monitorar a maior reserva de água subterrânea do mundo, o Aquífero Guarani.
Sonho antigo
O Paraguai tem acordo de treinamento militar com os EUA, mas o ex-presidente Fernando Lugo resistia à instalação da base militar.

11:43:59
CPI do cachoeira aprova convocação de Pagot, Cavendish, Paulo Preto e Raul Filho. Vixe!!!

Entre os convocados, também se encontra engenheiro acusado de fazer caixa dois para campanhas do PSDB pulista com recursos públicos.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira aprovou em bloco, por unanimidade (28 votos), diversos requerimentos de convocação de testemunhas, entre elas o ex-presidente da empreiteira Delta Fernando Cavendish, o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot e o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT).

Também foi aprovada a convocação do engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo “Preto”, acusado por Pagot de tentar fazer caixa dois para o PSDB paulista com recursos do Dnit; do empresário paulista Adir Assad, que atua nos segmentos de construção civil e eventos, dono de empresas pelas quais teriam transitado recursos da Delta; e a ex-mulher do contraventor Carlinhos Cachoeira, Andréa Aprigio.

Conheça as denúncias contra os convocados

Foi aprovado ainda convite ao juiz federal Paulo Moreira Lima, que deixou o processo contra Cachoeira depois de ter sofrido ameaças.

A única convocação polêmica foi a de Paulo “Preto”. O PSDB disse que só concordaria se fosse convocado também o deputado federal José de Filippi Junior (PT-SP), que teria procurado Pagot para que ele ajudasse na arrecadação de recursos junto a empreiteiras para financiar a campanha presidencial da então candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

Novamente, o PSDB acusou o relator da comissão, deputado Odair Cunha (PT-MG), de partidarizar as investigações e de desmoralizar a comissão. Cunha se defendeu, afirmando que a convocação de Filippi seria votada em seguida à votação do bloco de requerimentos.

Cunha defendeu a convocação de Paulo Vieira de Souza, apontado como arrecadador de campanhas do PSDB, com base em entrevista de Pagot à revista IstoÉ, em abril. “O Pagot imputa ao Paulo ‘Preto’ a prática de um crime. No caso do deputado José de Filippi não há imputação de prática de crimes”, afirmou.

A comissão está reunida na sala 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.
JB on line


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Pedro Simon cobra Pagot na CPI do Cachoeira

Falando na tribuna do senado, O Senador Pedro Simon cobrou o que o Brasil, exceto os partidos políticos, quer: depoimento de Luiz Pagot, ex-chefão do DNIT na CPI que investiga as maracutaias da quadrilha do Cachoeira.

Aliás, saliente-se que desde o começo das denúncias , Pagot se ofereceu para ir depor.

Mas os parlamentares de todos o todos os partidos fogem de Pagot como o diabo da cruz.
José Mesquita – Editor


Pedro Simon cobra convocação de Pagot e Cavendish pela CPI
Senador mencionou notícias de que teria havido um acordo com vários partidos pra evitar a convocação do ex-diretor do Dnit e do dono da Delta…

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (4), o senador Pedro Simon (PMDB-RS) defendeu a convocação imediata de Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e de Fernando Cavendish, dono da empresa Delta Construções, para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista que investiga as conexões políticas e empresariais de Carlinhos Cachoeira.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Pagot se colocou à disposição para ir à CPI para revelar detalhes sobre pressões da Delta para obter contratos do Dnit. A Delta – empreiteira de Cavendish, além de uma das maiores participantes de contratos do PAC – foi apontada pela Polícia Federal como envolvida com o esquema de Carlinhos Cachoeira, para o qual transfereria recursos por meio de empresas fantasmas.

Pedro Simon mencionou notícias que teria havido um acordo com vários partidos pra evitar a convocação de Pagot e Cavendish e, assim, encerrar os trabalhos da CPI.

O senador pediu ao presidente, ao relator e aos membros da CPI que não façam esse suposto acordo, pois isso seria uma humilhação para o Congresso Nacional.

– Uma decisão como essa é algo que eu não posso acreditar – lamentou Simon.

O senador disse que, com a repercussão das notícias sobre o acordo, talvez a CPI não reúna quórum para a sessão prevista para esta quinta-feira (5).

Ele chegou a dizer que pode pedir o fim da CPI e a fiscalização sobre sua atuação, se o acordo se confirmar. Simon lembrou que a CPI não foi pedida pela oposição, mas foi ideia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Agência Senado

Tópicos do dia – 15/06/2012

08:41:38
Desespero de causa: Demóstenes apela ao Supremo e alega que as fitas foram adulteradas.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, que representa o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e carrega o apelido de Kakay, ingressou quinta-feira com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para suspender o processo de cassação que tramita no Conselho de Ética do Senado.

Chama-se a isso “desespero de causa”, mostrando que o advogado Kakay se equilibra no espaço tentando evitar a queda do senador, que é mais do que esperada. A jogada do ilustre causídico é inteligente, mas delirante. Pretender que o Supremo interfira no Poder Legislativo é um sonho infantil.

Nem mesmo a provável decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que ameaça considerar ilegais as gravações telefônicas da Operação Monte Carlo, poderá interferir no Conselho de Ética do Senado. Seus efeitos serão internos, apenas no Poder Judiciário, anulando qualquer ação ou inquérito que esteja transcorrendo com base nas gravações.

Como se sabe, o desembargador Tourinho Neto, como relator no TRF da 1ª Região, considerou ilegais as gravações que servem de base de análise de integrantes da CPI. Para que as escutas sejam anuladas, a decisão dele ainda precisa ser aprovada por pelo menos outro juiz que integra a turma do tribunal, composta por três magistrados.

Em Brasília, especula-se que a composição da turma que julgará o tema é favorável ao voto que o desembargador e relator do caso, Tourinho Neto, já proferiu pela nulidade das escutas. A turma é composta por Tourinho, Cândido Ribeiro e o juiz convocado Marcos Augusto Souza.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

08:54:16
Quatro brasileiros em lista internacional de corrupção.

No momento em que os brasileiros acompanham o desenrolar de mais um escândalo de desvio de dinheiro público, o Banco Mundial lança um banco de dados em que cita 150 casos internacionais de corrupção.
São diversas ocorrências em todo o mundo.
E o Brasil não passa despercebido. Entre os representantes estão o deputado Paulo Maluf e o banqueiro Daniel Dantas.
Batizado de The Grand Corruption Cases Database Project, o projeto reúne informações de casos em que foram comprovadas movimentações bancárias de pelo menos US$ 1 milhão relacionados à corrupção e lavagem de dinheiro.
A ideia teve origem em um relatório publicado pelo Banco Mundial no fim do ano passado. Segundo o estudo, a corrupção movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo.
O banco de dados coloca à disposição documentos e informações dos processos de cada caso, mas não há um ranking dos mais corruptos ou de qual país concentra casos mais graves e onerosos aos cofres públicos.

Débora Alvares/Estadão.com.br
—>>> mais aqui

09:14:34
Fermentando a Pizza. Já é massa pan. PT e PSDB fazem acordo e poupam Serra e Dilma.

O líder do PT, Jilmar Tatto (SP), costurou acordo com líder do PSDB, Bruno Araújo (PE), para anular requerimento pedindo explicações à presidenta Dilma Rousseff sobre obras da Delta com o DNIT. Em troca, o PT vai retirar pedido de convocação de José Serra para esclarecer, na CPI mista do Cachoeira, o aumento de contratos com a Delta em sua gestão à frente da prefeitura e do governo de São Paulo.”

09:46:29
Miro denuncia ‘tropa do cheque’ e encontro secreto com Cavendish

Dois dos integrantes da CPI do Cachoeira estiveram em um restaurante em Paris, na Semana Santa, com Fernando Cavendish, então presidente da Delta. O encontro reuniu o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL).
Estava com os dois o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), que não faz parte da comissão de inquérito. Nesta quinta-feira, por 16 votos a 13, a CPI barrou a convocação de Cavendish numa sessão tumultuada. Ciro Nogueira fez discurso e votou contra a convocação. Maurício Quintella Lessa não estava presente.

O encontro do empreiteiro com parlamentares foi denunciado pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) e publicado em 1ª mão pelo site do GLOBO. Indignado com o adiamento da convocação do ex-presidente da Delta, Miro, sem citar nomes, pediu que a CPI investigasse se algum parlamentar tinha se encontrado com Cavendish na França. E alertou que poderia haver uma “tropa do cheque” em ação.
Demetrio Weber e Chico de Gois, O Globo
leia mais —>>>aqui

10:42:18
Simon adverte Vaccarezza: ‘Você entrou para a História de forma maluca’

Logo depois do PT  conseguir adiar as convocações de Luiz Antônio Pagot e Fernando Cavendish na CPI – como antecipou o blog -, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) teve conversa séria com o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Simon disse que Vaccarezza entrou para a historia “de forma maluca”. “Vaccarezza,  para líder do governo, você não serve; mas para fazer essa defesa maluca para evitar o depoimento de Pagot, você serve. Isso é muito ruim para a sua biografia”, disse o senador. Simon ainda disse ao blog que conversou com Pagot por telefone e que ele tinha se colocado à disposição para prestar depoimento à CPI. De acordo com o senador, ele reafirmou essa disposição do ex-diretor do Dnit na conversa com Vaccarezza e reforçou que seria um erro a CPI evitar a convocação.

Simon também relatou que disse a Vaccarezza que, “com a votação de hoje, nascia um novo PT, que não tem nada a ver o PT das suas origens, com a ética e com sua história”.
blog do Camarotti/G1

20:36:56
Juiz manda soltar Cachoeira, mas ele fica preso. Operação Monte Carlo a um passo do lixo.

O desembargador Fernando Tourinho Neto, do TRF-1, tribunal sediado em Brasília, concedeu liminar num pedido de liberdade para Carlinhos Cachoeira. A ordem só não foi cumprida porque há outro decreto de prisão em vigor, expedido pela 5ª Vara do Tribunal de Justiça do DF.

A equipe do criminalista Márcio Thomaz Bastos, que cuida da defesa de Cachoeira, já trabalha para derrubar esse último obstáculo que impede o líder da quadriha de ganhar o meio-fio. A liberação de Cachoeira tornou-se uma questão de tempo.

A ordem de prisão revogada pelo desembargador Tourinho Neto fora expedida no processo da Operação Monte Carlo, que esquadrinhou a ação da quadrilha de Cachoeira. Esse processo corre na 11a Vara de Goiás.

A outra ordem de prisão, ainda em vigor, refere-se à Operação Saint Michel, espécie de filhote da Monte Carlo. Aqui, apura-se a ação da quadrilha num esquema para favorecer a Delta Construções em licitação do governo do DF.

No despacho em que mandou soltar Cachoeira, Tourinho Neto anotou que o motivo invocado para a prisão já não faz sentido: “Não há mais a potencialidade, dita no decreto de prisão preventiva, que traga perturbação à ordem pública.”

A juíza que comanda a 5ª Vara do DF pensa de outro modo. Tanto que negou, também nesta sexta (15), um pedido de habeas corpus protocolado em favor de Cachoeira. Munida do despacho do desembargador do TRF, a equipe de Thomaz Bastos já prepara um pedido de reconsideração da decisão da juíza.

O recurso será protocolado no plantão do final de semana. “A Operação Saint Michel é um desdobramento da Monte Carlo e estão relacionadas. Se o magistrado do TRF entende que a prisão não é necessária, também não seria no caso do Distrito Federal”, disse Augusto Botelho, um dos membros da equipe de defesa.

O advogado Thomaz Bastos vai além. Afirma que “a investigação está completamente esvaziada.” Como assim? Para ele, as escutas telefônicas que escoram as conclusões da Polícia Federal e do Ministério Público seriam ilegais.

Nesta semana, o desembargador Tourinho Neto votou a favor da anulação das provas, numa sessão da da 3a turma do TRF. Um outro magistrado pediu vista do processo. O julgamento sera retomado na semana que vem. A turma é composta de três desembargadores. Quer dizer: mais um voto e a Operação Monte Carlo vai ao lixo.


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Pagot irá depor pra desespero da turma do cheque

Políticos da base do governo, seja lá o que seja isso, protagonizaram ontem, quinta feira, na sessão da CPMI do Cachoeira a mais vergonhosa pantomima do servilhismo explícito e da calhordice inconfessável.

A trupe que forma a bancada do PT, e demais figurinhas que apoiam o governo, votou contra a convocação para depor na CPMI do Cachoeira, do ex-diretor geral do DNIT, Luiz Antônio  Pagot.

Guardem os nominhos deles para as próximas eleições. Se forem reeleitos, não poderemos mais reclamar de calhordice de político algum. Não adianta essas ex-celências ciscarem a sujeira pra debaixo dos contaminados tapetes do Congresso Nacional. Tudo virá a lume. Lembrem-se que o mesmo ocorreu no caso do mensalão.Vamos continuar resistindo daqui, dessa trincheira, a internet, mídia que é a mais poderosa e a mais universalmente plural que qualquer tribuna atapetada.

As mais esfarrapadas justificativas foram tentadas. Em vão. Logo essa vergonhosa CPMI que reclamou de depoentes/investigados/testemunhas, que argüiram a CF e se recusaram a falar?
Agora não querem ouvir o Pagot que se declara disposto a falar. 
Indignação é pouco.

José Mesquita – Editor


CPI do Cachoeira está prestes a ganhar um afluente.

Um grupo de congressitas articula a realização de uma sessão paralela para colher, à margem da CPI, o depoimento de Luiz Antônio Pagot, o ex-diretor-geral do Dnit.

A articulação foi inaugurada no início da tarde desta quinta (14), depois que a CPI derrubou, por 17 votos a 13, requerimento de convocação de Pagot. Na mesma sessão, caiu o pedido de oitiva de Fernando Cavendish, da Delta Construções.

Coube ao deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) sugerir a composição dessa espécie de ‘CPI do B’ para ouvir o que Pagot tem a dizer. Convidado a presidir o grupo, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), que não integra a CPI oficial, aceitou.

“Vamos fazer a sessão. Agora só depende do senhor Pagot”, disse Miro ao blog. “Se ele disser que vem, será ouvido. Se não vier, então que vá para o inferno. Comunicaremos aqui que ele não quis vir.”

Na hipótese de ser viabilizada, a sessão ‘fala Pagot’ será aberta a qualquer parlamentar que dela queira participar, não apenas ao grupo de insurretos da CPI. A ideia de Miro é a de dar consequência ao eventual depoimento de Pagot.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

“Conforme o que ele disser, fazemos uma notícia-crime e remetemos à Polícia, pedindo que ele seja ouvido formalmente. Aqui, numa dependência do Congresso, com a presença de um delegado e a assistência dos parlamentares.”

O debate sobre Pagot e Cavendish eletrificou a sessão da CPI. Relator da comissão, Odair Cunha (PT-MG), propôs o “sobrestamento” da convocação da dupla. Alegou que não é o momento de convocá-los.

Sobre Cavendish, Odair argumentou que, antes de ouvi-lo, a CPI precisa destrinchar os dados referentes à Delta, cujos sigilos bancário, fiscal e telefônico já foram quebrados pela CPI.

Em relação a Pagot, o relator argumentou que a convocação deve obedecer à conveniência da CPI, não à vontade do personagem. Na véspera, em conversa telefônica com o senador Simon, Pagot reiterara o que já havia declarado em entrevistas: dispõe de informações “relevantes” e deseja depor.

Em tese, as alegações de Odair poderiam fazer sentido. Perderam o nexo no instante em que o relator fez ouvidos moucos a uma ponderação: a convocação seria aprovada e as datas dos depoimentos seriam definidas na hora própria.

De costas para a lógica, a maioria governista da CPI –liderada por PT e PMDB e adensada por legendas menores do condomínio— votou com o relator. Ficou entendido que a banda majoritária da CPI teme ouvir Cavendish e Pagot.

A voz de Cavendish, nunca é demasiado recordar, soou numa gravação feita às escondidas por dois ex-sócios. Ele disse coisas assim: “Se eu botar R$ 30 milhões na mão de políticos, eu sou convidado pra coisa pra caralho! Pode ter certeza disso, te garanto. Se eu botasse dez pau que seja na mão de nêgo… Dez pau! Ah… Nem precisava de muito dinheiro não, mas eu ia ganhar negócio. Ôooo…”

Ou assim: “Estou sendo muito sincero com vocês: R$ 6 milhões aqui, eu ia ser convidado. Ô, senador fulano de tal, eu tenho cinco convites aqui. Toma, tá aqui ó. Pá! Se convidar, eu boto o dinheiro na tua mão.”

São frases que, num Congresso feito de honradez, inspirariam um desejo irrefreável de ouvir o autor. Mas a CPI prefere fingir que os comentários não existiram. Inconformado, Miro disse na sessão desta quinta que a “tropa do cheque” impede a convocação do presidente licenciado e sócio majoritário da Delta.

Cândido Vaccarezza (PT-SP), contrário à presença de Cavendish na CPI, saltou da cadeira. Respondeu à provocação de Miro em pé: “Eu não integro nenhuma bancada do cheque.” Declarou que é preciso manter o “foco da CPI”, cujo objeto é a investigação da quadrilha de Cachoeira.

Sobre o ex-diretor do Dnit, Vacarezza ecoou o companheiro Odair: “Chamar o Pagot aqui é para discutir contribuições de campanha. Isso não é foco dessa CPI.” Numa das várias entrevistas que concedeu, Pagot acusou o tucano José Serra de fazer caixa dois e disse que foi acionado pela tesouraria da campanha de Dilma Rousseff para ajudar na coleta de fundos eleitorais junto a empreiteiras.

Na conversa com o blog, Miro explicou o sentido da expressão que cunhou: “Você tem uma CPI para investigar Cachoeira e seus negócios ilícitos. Tem a Delta botando dinheiro em empresas fantasmas do Cachoeira. E você não quer ouvir o presidente da companhia e o ex-diretor do depatamento que mais tem contratos com a empreiteira! O senhor Cavendish disse que, com R$ 30 milhões, resolve qualquer coisa. Com R$ 6 milhoes compra senador. É esse cara que não querem ouvir?”

Os líderes do PSDB, senador Alvaro Dias (PR) e deputado Bruno Araújo (PE), também protestaram contra o encaminhamento de Odair. A exemplo de Miro, Alvaro realçou o inusitado da não-convocação de Cavendish: “Ele afirmou que compra políticos e pode comprar um senador por R$ 6 milhões. É urgente, inadiável e imprescindível a oitiva desse homem. Estamos preparados, sim, para interrogá-lo.”

No microfone da CPI, o senador Pedro Taques (PDT-MT), como Miro um integrante da ala governista ma non tropo, evocou expressão ouvida de um colega: “O pagot é fio desemcapado”. Acrescentou: “A Delta recebeu R$ 4 bilhões do governo em menos de 10 anos, principalmente por meio do Dnit. Não ouvi-los neste momento é transformar isso aqui numa CPI café-com-leite, numa farsa.”

Sob o pretexto do adiamento, outras razões movem o bloco governista. Ouvindo-se Pagot, injeta-se na CPI o caixa dois das campanhas e as obras do PAC. Convocando-se Cavendish, vai ao banco da comissão um íntimo amigo do governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB). São coisas que não interessam nem ao PT nem ao PMDB.
blog Josias de Souza

Tópicos do dia – 02/06/2012

10:47:45
Ex-diretor do DNIT acusa Serra de caixa 2 e diz que pediu doações em nome do PT
Em uma longa entrevista à revista Istoé, o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antonio Pagot, denunciou o que seria o submundo das eleições presidenciais de 2010. Ele afirmou que a campanha do tucano José Serra teria sido financiada por recursos desviados da obra do Rodoanel, em São Paulo, e que teria sido aconselhado por lideranças petistas a procurar empreiteiras para conseguir doações à candidatura de Dilma Rousseff.

Segundo Pagot, o ex-diretor da empreiteira Dersa, Paulo Preto, pediu um aditivo de R$ 260 milhões para o trecho sul do Rodoanel, obra de infraestrutura na Grande São Paulo, a pedido de líderes tucanos. Para o ex-diretor do DNIT, o dinheiro era para grandes decanos do PSDB:
“Veio procurador de empreiteira me avisar: ‘Você tem que se prevenir, tem 8% entrando lá.’ Era 60% para o Serra, 20% para o Kassab e 20% para o Alckmin”, dispara.

Ele ainda afirmou categoricamente que o desvio de verbas da obra para o caixa 2 da campanha de José Serra era amplamente conhecido nos meios empresariais.

“Todos os empreiteiros do Brasil sabiam que o Rodoanel financiava a campanha do Serra”.

Tesoureiro do PT pediu para arrecadar recursos, garante Pagot

As denúncias de Luiz Antonio Pagot respingam também na campanha da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o então tesoureiro da campanha petista, o deputado José De Filippi (SP), teria o pedido para procurar empreiteiras de grande e médio porte, a fim de arrecadar doações legais para o partido, usando sua influência enquanto diretor de um órgão que administra bilhões em obras públicas.

“Cada um doou o que quis. Algumas enviavam cópia do boleto para mim e eu remetia para o Filippi. Outras diziam ‘depositamos’”.

Pagot apontou, com base na lista de doadores de campanha do PT, 15 empresas que teriam sido cooptadas por ele: Carioca Engenharia, Concremat, Construcap, Barbosa Mello, Ferreira Guedes, Triunfo, CR Almeida, Egesa, Fidens, Trier, Via Engenharia, Central do Brasil, Lorentz, Sath Construções e STE Engenharia.

Questionado sobre a moralidade de um administrador público procurar empresas para conseguir doações de campanha, ele respondeu com agressividade:

“Ora, qual agente público, ministro que nunca fez isso em época de eleição? Essa porra toda que você tá vendo aí é culpa do financiamento de campanha”, questiona.

CPMI do Cachoeira: “Muitos têm medo do que eu posso contar”

Pagot adota um discurso desafiador quando a CPMI que investiga os tentáculos da quadrilha do contraventor Carlinhos Cachoeira entra em pauta. O ex-diretor do DNIT se coloca à disposição da comissão, mas desdenha de seus participantes:

“Duvido que me chamem. Muitos ali têm medo do que posso contar”, argumenta.
Jornal do Brasil

11:20:55
Começou o arrego econômico. China e Índia desaceleram.
De Adam Smith a Keynnes, de Ricardo a Krugman, o mais elementar estudioso de economia sabia ser impossível um país, China, crescer a descomunais 10% ao ano. A ‘debacle’ viria mais cedo ou mais tarde. Na capitalista – há,há,há – China, 400 milhões vivem em guetos capitalistas – a maioria operários reduzidos a condições análogas as de escravos – enquanto 900 milhões de outros chineses vivem ainda a era do neolítico.
1. A China é campeã mundial de acidentes do trabalho
2. Os operários industriais trabalham jornadas esticadas e ganham o equivalente a US$ 400 ou US$ 500 mensais (e até menos), enquanto no Japão, EUA e União Europeia ganham mais de US$ 3 mil. Gerentes e técnicos de alta especialização – raros e bem pagos – recebem cerca de US$ 2.500 por mês (média), quando no mundo desenvolvido ganham acima de US$ 5 mil mensais.
3. Mesmo esse descompanso salarial está apavorando as multinacionais, que, acreditem, consideram que tais níveis salarias estão onerando o custo de produção, e já estão migrando para Tailandia, Vietnã e Bangladesh onde o salário médio de um operário industrial é de US$ 280 mensais (média), chegando no Vietnã a irrisórios US$ 100.
4. Capital não tem pátria nem compromisso com bem estar e desenvolvimento de nenhum país.
José Mesquita – Editor

15:24:06
Brasil: da série “A vida como não deveria ser”.
Perguntado como seu constituinte, Carlos Cachoeira, com todos os bens bloqueados pela justiça iria pagar seus (dele) milionários honorários – R$15 milhões de reais – o probo advogado Márcio Thomás Bastos deu a seguinte, e singela, explicação: “… em casos assim, amigos costumam liquidar a fatura”.
Ah é, é?

16:28:44
Brasil: da série “A vida como não deveria ser”
Na Veja que circula nesse FS: “PT orienta deputados a atacar ministros na CPI do Cachoeira”.
O documento teria sido preparado por petistas com o objetivo de coordenar ações dos companheiros que integram a CPI mista do Cachoeira.
Na lista de alvos:
Gilmar Mendes, e Roberto Gurgel, procurador-geral da República.
De acordo com a matéria da revista são ainda alvos preferenciais: oposicionistas, a imprensa e membros do Judiciário que, de alguma maneira, possar ter ou venham a ter alguma participação para que o mensalão seja julgado no STF. Para Gilmar Mendes estariam reservardos os seguintes assuntos: ‘O processo da Celg no STF’, ‘Satiagraha’, Fundos de Pensão, Protógenes’, ‘Filha de Gilmar Mendes’ e ‘Viagem a Berlim’.
O chefe, quer dizer, o líder do PT na Câmara Federal, deputado Jilmar Tatto, evidentemente, nega tudo.


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

Tópicos do dia – 16/05/2012

07:55:24
Em matéria de cara-de-pau, o governador Agnelo Queiroz é mesmo insuperável
Acusado das mais diversas irregularidades, desde os tempos em que ainda era filiado ao PCdoB e ocupava uma das diretorias da Anvisa (Vigilância Sanitária), passando depois pelo Ministério do Esporte até chegar ao governo do Distrito Federal, já pela legenda do PT e sempre acumulando cada vez mais denúncias, o governador Agnelo Queiroz agora diz que pode ir depor na CPI do Cachoeira para dar o “bom exemplo” de um contrato assinado com a construtura Delta, vejam só a que ponto chegamos.

“Se eu for convidado, posso ir à CPI”, disse ele ao repórter Filipe Coutinho, da Folha, acrescentando que poderia explicar como o contrato assinado com a Delta representou uma economia de 40% para os cofres públicos.

O governador é um cara-de-pau ou um tremendo gozador. Em Brasília, todos sabem que o PT está pouco ligando para ele. Pelo contrário, está dando as costas para o neopetista. Recentemente, o Planalto e o PT o obrigaram a nomear para a Casa Civil um ex-assessor de Dilma Rousseff e de Lula, Swedenberger Barbosa, braço direito da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. O motivo foi justamente a Operação Monte Carlo, que detonou o escândalo de Carlinhos Cachoeira.

O Palácio do Planalto já sinalizou, através do ministro Gilberto Carvalho, que entregaria Agnelo Queiroz à própria sorte. Mas a estratégia do PT comandada por José Dirceu foi a de nomear o interventor, como chefe da Casa Civil, na tentativa de estancar a sangria que Agnelo vem provocando na Capital da República desde a posse no início de 2011.

Outro agravante: o chefe de gabinete de Agnelo, Cláudio Monteiro, pediu afastamento do cargo após ser citado em conversas telefônicas de pessoas do grupo de Cachoeira. Em uma das conversas, é discutido um suposto pagamento de propina a Monteiro pelo sargento aposentado da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, e Cláudio Abreu, então diretor da Delta.

Monteiro também é citado com um dos que teriam celular antigrampo. Ele nega envolvimento com o grupo acusações, mas admite que se encontrou com Dadá por duas vezes, na condição de funcionário da Delta, empresa que faz a coleta do lixo em Brasília.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

08:33:28
CPMI do Cachoeira. O alvo é Marconi Perillo
O PT e demais membros da corja tentam usar todos os meios pra desviar a atenção do julgamento do Mensalão.
Non passarán”!  

PT: prioridade é atacar governador tucano na CPI
A bancada do PT na CPI mista do Cachoeira se reuniu para definir o alvo principal, nos próximos dias: o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Orientados pelo ex-presidente Lula, os petistas vão apresentar requerimento para convocar Leonardo Almeida Ramos, sobrinho do bicheiro, que teria emitido três cheques, no valor total de R$ 1,4 milhão, para a compra de um imóvel que pertencia a Perillo.
A explicação? Veja declaração revanchista do deputado Silvio Costa (PTB-PE) sobre o ataque do PT a Perillo na CPI do Cachoeira: “No mensalão, quem mais bateu em Lula foi Perillo”.

09:08:19
Esquerdoides são inacreditáveis! Petistas e demais viúvas do carniceiro Stalin.
Imprensa privada é negócio. Portanto a linha editorial segue os interesses dos acionistas. Quem não gostar disso, não leia a publicação. Simples assim!
Contra qualquer tipo de censura. Sempre!

11:36:42
O dom da síntese
Existem pessoas que têm o dom da síntese.
Navegando há vários meses sem que os marujos tomassem banho ou trocassem
de roupas, o que não era novidade na Marinha Mercante britânica, o navio
fedia.
O Capitão chama seu Imediato:
– Mr. Simpson, o navio fede. Mande os hom ens trocarem de roupa!
– Yes, Sir!
Simpson reune seus homens e diz:
– Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos
trocarem de roupa. David troque a camisa com John. John troque a sua com
Peter. Peter troque a sua com Alfred. Alfred troque a sua com Fred…
E assim prosseguiu. Quando todos tinham feito as devidas trocas, ele
retorna ao Capitão e diz: – Sir, todos já trocaram de roupa.
O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

Você acaba de entender exatamente o que é o Brasil no governo atual.
por Abraham Shapiro

15:05:25
Comissão da Verdade: se não é revanchismo, é o quê?
O revanchismo está implícito e explicito, dá para ver em todos lugares, não é de hoje que as Forças Armadas vêm sofrendo com os desfeitos concebidos pelo governo, o desmantelamento e sucateamento são provenientes desse revanchismo, a falta de investimento que vem gerando a decadência da tropa, vem matando nossos soldados. Desafio o Ministério Público a entrar nos Batalhões Históricos caindo aos pedaços.

Os militares, para se ter alguma regalia, têm que tirar dinheiro do próprio bolso e investir na própria unidade para ter um lugar decente para dormir e em muitas vezes para comer, os armamentos são obsoletos da década de 60, por mais que se faça a manutenção, vêm matando nossos soldados em todo o Brasil com disparos “acidentais”.

Quem não viu as viaturas do Exercito enguiçadas pela cidade? E o porta-aviões São Paulo, da segunda Guerra, que matou um soldado este ano com um acidente mal explicado, já é a segunda vez que se envolve nesse tipo de problema? A base de pesquisas da Antártida foi incendiada com a morte de dois militares por falta de investimento para se fazer o básico. A base de lançamentos de foguetes de Alcântara no Maranhão teve a plataforma  incendiada com 21 técnicos e engenheiros mortos, e muitos outros casos que vem ceifando vidas devido à falta de investimento, sendo claras as motivações políticas de revanchismo.

Não satisfeitos pelo corte de verba para as necessidades básicas de sobrevivência da tropa, os políticos se voltaram contra o pessoal diretamente, os integrantes da Forças Armadas, que nada tiveram a ver com os fatos ocorridos nas décadas de 60 e 70. Foram e estão sendo afetados, e mais se degrada o soldado, afetando-o diretamente através do corte dos salários que é refletido em sua família.

É verdade que o soldado apresenta uma simbiose  que faz desenvolver suas tarefas em qualquer meio por mais degradante que seja, mas quando afeta as suas famílias, não. O militar das Forças Armadas incorporava 1% do soldo a cada ano trabalhado, similar aos triênios que são concedidos, até hoje, às forças auxiliares. Foram cortados, a licença especial que tem direito a ficar seis meses de descanso a cada cinco anos trabalhados, idem, fato que é concedido as Forças Auxiliares até hoje. E o pior, o rebaixamento indireto sobre a patente, o aumento do interstício, tempo que o militar leva para ser promovido, que aumentou de 4,5 anos para 8 anos, ou seja, um aumento de 77,7% no tempo para ser promovido, entre outras ofensivas, que se descritas vão nos estender e muito.

O soldado Brasileiro recebe 900 reais por mês, o recruta menos de um salário mínimo, o soldado brasileiro está sobre fogo amigo constantemente mas me parece que os políticos não sabem o que eles são!

Todos os benefícios que são concedidos pelas forças auxiliares, como isenção de IPI na compra de carros, financiamento de imóveis a juros baixo, não são estendidos aos integrantes da Forças Armadas.
As forças auxiliares não tiveram redução de seus salários, pelo contrário adquiriram alguns benefícios, que não é o caso das Forças Armadas, evidenciando claramente um tratamento diferenciado que caracteriza o revanchismo que causa o desmantelamento e sucateamento. E, por consequência, mortes.
Assim são as Forças Armadas, subjugadas pela hierarquia!!!
Prentice Franco/Tribuna da Imprensa

17:00:02
Maranhão: Justiça Federal cassa licença de empresa de Eike Batista.
A Justiça Federal julgou procedente a ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) e Ibama decidindo anular todas as licenças ambientais dadas à empresa Diferencial Energia Empreendimentos e Participações Ltda, rebatizada de UTE Porto do Itaqui Geração de Energia, pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão. A ação civil pública apontava irregularidades como o descumprimento de etapas previstas em normas administrativas e deficiências no licenciamento e nos estudos apresentados pelo Ibama. Segundo a sentença do juiz federal Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, o estudo ambiental apresentado pela própria empresa sugere a ocorrência de impactos ambientais sobre a zona costeira, que integra o patrimônio da União. A Usina Termelétrica UTE Porto do Itaqui, antiga UTE-Termomaranhão, é um empreendimento promovido pela empresa Diferencial Energia, sendo esta 100% de propriedade da MPX Energia S.A., a qual por sua vez é controlada pela holding EBX. Ambas as empresas são controladas pelo megaempresário Eike Batista.
coluna Claudio Humberto

17:02:40
DNIT terá que pagar indenização de R$ 30 mil por buracos na pista
Um motoqueiro que se acidentou por causa de buracos na pista, deve receber indenização por danos morais e materiais. A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A segunda instância confirmou sentença que condenou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O acidente ocorreu em janeiro de 2008, no município de Joinville (SC). O autor estava em um viaduto e perdeu o controle da moto ao passar por um buraco, caindo e sofrendo várias lesões, sendo a mais séria a que resultou na imobilidade da mão esquerda. O DNIT recorreu ao tribunal após ser condenado em primeira instância a indenizar a vítima. Após analisar o recurso, a relatora do processo no tribunal, desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria, entendeu que o estado tem responsabilidade pelo ocorrido, já que as provas demonstram que o DNIT conhecia o estado da estrada naquele trecho e  nada fez para corrigir os defeitos ou alertar os usuários. O DNIT terá que pagar, por danos materiais, o valor de R$ 653,22 a ser deduzido do valor do seguro DPVAT recebido pelo autor, e por danos morais de 50 salários mínimos, ou seja, R$ 31.100,00.

17:10:26
‘Acesso à Informação’ entra em vigor
A Lei de Acesso à Informação, que dá direito aos cidadãos brasileiros a terem acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário, entra em vigor nesta quarta (16). Com esta nova medida, cada órgão público terá um Serviço de Informação ao Cidadão para garantir a transparência dos dados públicos. A partir de agora, o Brasil fará parte do grupo de nações, formado por 91 países, que reconhecem que as informações guardadas pelo estado são um bem público.
Informações do Conjur


[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]