Repúdio à visita do presidente do Irã Ahmadinejad

É compreensível o repúdio da comunidade judaica à visita do presidente do Irã, Ahmadinejad, ao Brasil.

Ahmadinejad prega a aniquilação de Israel, o que é inaceitável.

Sob o comando de Ahmadinejad, o governo do Irã, secretamente para evitar protestos, enforcou uma jovem artista plástica de 23 anos, condenada por um crime, cujas provas periciais indicam que ela não cometeu o crime.

Os judeus, os democratas e os humanistas, têm todo o direito, e o dever, de repudiarem pacificamente, a visita do “himileriano” presidente anti-semita iraniano.

O Brasil é um país democrático, membro da ONU e obedece às normas diplomáticas internacionais. O Presidente do Irã é o chefe de um estado com o qual o Brasil, e mais dezenas de outros países, matêm relações diplomáticas.

O Irã é um estado assassino, sensório, que enforca homossexuais e quaisquer outros dissidentes.

Portanto, não é compreensível que o Brasil receba com deferências exageradas, além das meramente exigidas pela diplomacia, um dirigente incendiário, que nega o holocausto e prega a aniquilação do Estado de Israel, esse, o único país democrático na conturbada região do oriente médio.

O editor