Morre Anselmo Duarte. Diretor e ator

Personalidades - Artistas Aselmo DuarteDiretor e ator Anselmo Duarte morre aos 89 anos em SP

Ele estava internado após ter sofrido AVC; enterro será em Salto.

Com o filme “O Pagador de promessas” (1962), foi premiado Cannes.

Morreu na madrugada deste sábado (7) o ator e diretor de cinema Anselmo Duarte, de 89 anos, informa a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas em São Paulo. Duarte estava internado no hospital após ter tido um acidente vascular. A assessoria informou que iria apurar o caso para dar mais detalhes sobre a morte do ator e diretor.

Anselmo Duarte foi um dos mais prestigiados cineastas brasileiros. Com o filme “O Pagador de Promessas” (1962), ele foi premiado no Festival de Cinema de Cannes com a Palma de Ouro – a única concedida a um filme brasileiro.

Enterro

Duarte será enterrado no domingo (8) em Salto, a 105 km de São Paulo, onde ele nasceu. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade, o corpo chegará por volta das 14h deste sábado no município no interior de São Paulo. O velório acontecerá no saguão do Centro de Educação e Cultura que leva o nome do ator e diretor. O local fica na Rua Prudente de Moraes, 580, no centro. O sepultamento está marcado para ocorrer às 10h no Cemitério da Saudade.

Ainda, segundo a assessoria da prefeitura de Salto, Duarte morreu por conta de complicações ocasionadas após ter sofrido o AVC. Ele ficou em coma durante todo o tempo de internação no HC, informa o órgão.

O município de Salto informa que será decretado três dias de luto devido a morte de Duarte, que era separado e deixa um filho.

Cinema

A produção de “O Pagador de Promessas”, baseada no texto de Dias Gomes e protagonizada por Leonardo Villar e Gloria Menezes, também concorreu a um Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.

O filme, rodado em Salvador, é uma dura crítica à intolerância da Igreja e aborda a mistura de religiões no Brasil.O elenco também tem os atores Othon Bastos e Norma Bengell.

Além de diretor, Duarte também foi ator e roteirista de mais de 40 longas nacionais. Destaque para “O caçador de esmeraldas” (1979), “O marginal” (1974) e “Um certo capitão Rodrigo” (1971). Seu último trabalho no cinema foi como ator no filme “Brasa adormecida”(1987), de Djalma Limongi Batista, que também tem no elenco Maitê Proença, Edson Celulari e Sérgio Mamberti.

G1

Brasil – Da série “só dói quando eu rio” – Paraíba, Kafka e Sucupira

Hoje, “nun tá fácil”!

O surrealismo verde-amarelo se manifesta de uma forma que nem Kafka imaginaria em suas (dele) mais delirantes tramas, nem Dias Gomes faria acontecer algo parecido na impagável e hilária Sucupira.

Será o poema “Quadrilha” de Drummond, redivivo?

Então, lá vai.

O atual senador José Maranhão foi derrotado para governador da Paraíba. O vencedor, Cassio Cunha Lima, está indiciado na Justiça Eleitoral por crime de abuso financeiro, uso de máquina pública, etc., e portando ameaçado de perder o mandato.

Caso Cunha Lima venha a perder o mandato, sabem quem assume? Quem? Quem?

Ele mesmo. O derrotado Maranhão, que apesar de derrotado foi o segundo mais votado nas últimas eleições paraibanas.

Como diz a letra da música da extinta Banda Blitz “tá tudo muito bem, tá tudo muito bom, mas…” se o mesmo Maranhão, que estava cotado para suceder Renan Calheiros na presidência do senado, não tivesse sido alijado da disputa por “possíveis ou supostas irregularidades”.

Entenderam?

O cidadão não pode ser Presidente do Senado Federal mas pode ser Governador de Estado!

Simples assim.

Argh!