Tópicos do dia – 29/08/2012

08:29:23
Coligações partidárias. Esqueçam a pantomima do julgamento do mensalão e os novos heróis da moralidade.

Mas vamos lá. Como é o sistema político brasileiro?
1. Permite coligações de partidos os mais heterogêneos ? Sim.
2 O financiamento de campanha eleitoral é exclusivamente público? Não.
3. Os partidos são obrigados a passar o chapéu no empresariado, se quiserem concorrer com chances? Sim
4. Os pautados pela mídia acreditam que o mensalão é coisa de agora? Sim

08:55:02
Com os pés no chão, pois toga não levita!

A lei não prevê caixa 2, é claro, mas trata caixa 2 como infração menor. Essa excrescência permite que essa corrupção domine todas as eleições desde Deodoro.
Por conta disso é que o mensalão tucano teria passado despercebido e estaria funcionando até hoje, se a bandalheira do Lula e asseclas não tivesse vindo a lume.
Só quando descobriram a existência do cínico Delubio Soares e seu imoral “recursos não contabilizados” é que descobriram, por tabela, o mensalão tucano (e mesmo assim, com uma enorme má vontade em aprofundar as investigações, com medo de atingir Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin).
A lei é assim. É uma porcaria de lei, porque empreiteiras, bancos e até bicheiros (!) financiam campanhas, em geral buscando vantagens futuras nos governos.
O mais é por que a selecinha não ganhou a olimpíada, e descobriram que o Neymar só tem topete.

10:00:01
Serra não consegue mais dormir: Paulo Preto vai depor na CPI e ameaça contar tudo

Não tem Lexotan que dê jeito. José Serra não consegue se livrar da insônia desde que o ex-diretor da estatal paulista Dersa, Paulo Vieira de Souza, conhecido entre os tucanos como Paulo Preto, convocado para depor esta quarta-feira na CPI do Cachoeira, avisou que dirá à comissão que os seus atos à frente da empresa eram de conhecimento do então governador Serra, que hoje é candidato à Prefeitura de São Paulo.

Paulo Preto foi convocado pela CPI para esclarecer suspeitas de superfaturamento na obra de ampliação da marginal Tietê, uma das principais vias da capital paulista, contratada na gestão de Serra (2006-2010).
A ampliação da marginal era responsabilidade de consórcio liderado pela construtora Delta – empresa da qual o empresário Carlinhos Cachoeira é sócio oculto, de acordo com a Polícia Federal.

Reportagem de Cátia Seabra e Breno Costa, na Folha, revela que Paulo Preto antecipou a interlocutores a disposição de afirmar que Serra era sua “bússola” na Dersa e que, para comprovar, dispõe de documentos assinados por ele. Ele estaria também disposto a admitir que se valeu do prestígio entre empresários para ajudar a arrecadar, de forma legal, recursos para a campanha de Serra à Presidência, em 2010.

Além de se defender das acusações de que é alvo, o engenheiro decidiu dividir a responsabilidade de suas ações com o tucano após o fracasso de uma articulação com o PT para impedir que sua convocação fosse engavetada.
Há dois meses, petistas propuseram acordo pelo qual votariam contra a convocação de Paulo Preto desde que a oposição desistisse de chamar Luiz Antônio Pagot, ex-diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).
O líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), rechaçou a oferta, segundo tucanos, sob orientação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), desafeto de José Serra, segundo a Folha.
Informados da disposição do ex-homem-forte da Dersa, emissários tucanos tentaram reabrir as negociações com o PT. Mas já era tarde.

O depoimento de Paulo Preto ocorrerá um dia após o de Pagot, outra testemunha potencialmente explosiva. Ou seja, a fala de Pagot pode vir a pautar os questionamentos ao ex-diretor da Dersa.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

13:15:02
Mensalão e Ordenações Filipinas

Voltando ao tempo das Ordenações Filipinas que previa aplicação de pena cruel:
Caso condenado, cada mensaleiro deve ser condenado a ler as obras completas de José Sarney.

19:41:26
Mensalão: Thomaz Bastos muda o tom, mas diz que nenhum mensaleiro será preso antes de 2013

Como os primeiros resultados do julgamento do mensalão, o advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos mudou o tom, já não fala em absolvição da maioria. Em entrevista ao repórter Fernando Rodrigues, da TV Folha-UOL, o ex-ministro previu que o julgamento do mensalão só será concluído em 2013. E garantiu que, antes disso, nenhum dos réus, mesmo se condenado agora, será preso.

Bastos calcula o tamanho das penas

Em entrevista ao programa “Poder e Política”, projeto da Folha e do portal UOL, Thomaz Bastos calculou que no ritmo atual o julgamento tomará o mês de setembro e “poderia até entrar em outubro”.

Depois, só em “alguns meses” será publicado o acórdão –a compilação de todos os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal e com as eventuais penas para quem for condenado.

Traduzindo tudo isso: a Justiça brasileira precisa mudar suas práticas. Afinal, condenar um réu à prisão e deixá-lo solto, preparado para fugir, até a publicação da sentença (no caso, do acórdão), é um procedimento de uma estupidez sesquipedal, como se dizia antigamente.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa


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Tópicos do dia – 23/08/2012

07:58:36
Mesmo sem ter sido anunciado, iPhone 5 já começa a ganhar acessórios

Empresa Spigen já possui em seu catálogo alguns produtos criados especialmente para o novo smartphone da Apple.
Por  em 20 de Agosto de 2012

 Se todos os rumores se confirmarem, em menos de um mês teremos o anúncio oficial dos novos smartphones da Apple. Mas mesmo sem qualquer confirmação, algumas empresas já começaram a produzir os acessórios especiais para o iPhone 5. O exemplo mais forte que temos até agora é a Spigen SGP, que está prometendo películas para o novo modelo.

No site da empresa, há inclusive algumas imagens que mostram o novo aparelho – não há confirmação, mas a probabilidade é de que se tratam de conceitos criados especialmente para os anúncios. Além de estarem no site oficial da Sigen SGP, os acessórios também estão disponíveis na loja virtual Amazon. Tentamos encontrar dicas que comprovassem os rumores das telas de 4 polegadas, mas as especificações do produto não colaboraram para isso.
Renan Hamann/TecMundo

08:50:57
Afinal, qual é o problema de Cezar Peluso antecipar seus votos?

Os advogados de defesa dos mensaleiros, liderados pelo ex-ministro Márcio Thomaz Bastos, fazem um escarcéu com o fato de o ministro Cezar Peluso ter de aposentar dia 3 de setembro e participar do julgamento do mensalão pela última vez dia 31 de agosto, que cai numa sexta-feira. A se acreditar nos ilustres causídicos, haveria até inconstitucionalidade se o ministro deixasse de votar as últimas fatias do caso do mensalão.

Afinal, por que o ministro Cezar Peluso não poderá antecipar suas últimos votos. Em que dispositivo do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal está determinada esta proibição?

É tudo uma grande conversa fiada, que faz parte do jus sperniandi de advogados insatisfeitos e sem argumentação válida para apresentar. Justamente por isso, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, já afirmou que “fica a critério” do ministro Cezar Peluso decidir se vai pedir para antecipar o seu voto sobre o mensalão.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

11:37:53
 Meu sais! Ou como dizia um cantor que não lembro o nome, lá nos anos 70: Parem o mundo que eu quero descer!

Paulo Preto, aquele personagem sombrio do ainda não explicado “rolo” de doações a partido político, oriundo dos contratos do RodoAnel de S.Paulo, da lavra de Serra e Alckimin, declara que agora que “sonha em aparecer em programas do PT”. E mais:
“…Acha que seu depoimento do dia 29, na CPI do Cachoeira, oferecerá farto material aos petistas. Diz que não fará acusações, mas explicará aos parlamentares que nada fez, na direção da estatal Dersa e arrecadando fundos para o PSDB, senão “seguir a ética do Serra”.


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Eleições 2010: Aumenta o ‘anel’ de corrupção em torno do Paulo Preto no caso do RodoAnel em São Paulo

Brasil:da série ” me engana que eu gosto!”

Serra, durante o debate disse que em matéria de corrupção “o exemplo vem de cima”! Uáu!!!

Ato falho?

O tucano explicou com ênfase: “O Presidente, o Governador, o Prefeito não devem passar a mão na cabeça do subalterno”.

Uáu! Isso vale pro caso do Paulo Afrodescendente/RodoAnel?

O ‘aviso’ de Paulo Viera de Souza “não se abandona um companheiro ferido na estrada” será o motivo do silêncio de Serra, que ao contrário do que prega, tem passado a mão na cabeça do subalterno?
O Editor


Consórcio contratou a firma da família de Paulo Preto

Convertido em personagem da eleição pela campanha de Dilma Rousseff, Paulo Vieira de Souza volta às manchetes na beira das urnas.

Paulo Preto, como é conhecido, foi diretor de Engenharia da Dersa, a estatal rodoviária de São Paulo, entre 2007 e abril de 2010.

Entre as obras sob sua responsabilidade estava o Rodoanel.

Um dos consórcios contratados para tocar o empreendimento é o Andrade Gutierrez/Galvão.

Pois bem. Em notícia veiculada na Folha, o repórter Flávio Ferreira informa que, em 2009, esse consórcio contratou os serviços da firma Peso Positivo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Figuram como sócios da empresa Fernando Cremonini (99%) e Maria Orminda Vieira de Souza (1%).

Fernando é genro de Paulo Preto. Maria Orminda, é mãe do ex-diretor da Dersa. A Peso Positivo recebeu pelo contrato R$ 91 mil.

Para quê? Segundo informam o contratante e o contratado, para prover serviços de guindaste.

Cremonini, o sócio majoritário da Peso Positivo, é casado com Tatiana Arana Souza Cremoni.

Vem a ser aquela filha de Paulo Preto contratada para trabalhar no governo de São Paulo, sob José Serra.

Ouvida, a empresa da família de Paulo Preto disse, por meio do advogado José Luiz Oliveira Lima, que tudo sucedeu dentro da lei.

Segundo Oliveira Lima, a família de Fernando Cremonini atua no ramo de aluguel de guindastes há 38 anos.

O consórcio Andrade Gutierez/Galvão informou que, a exemplo de outros fornecedores, a Peso Positivo foi contratada “de acordo com a legislação em vigor”.

Em representação protocolada no Ministério Público estadual, o PT-SP requereu a investigação dos negócios da Peso Positivo.

Para sorte do tucanato, a eleição termina neste domingo (30). Paulo Preto já não pode ser levado à propaganda de Dilma como peso negativo para Serra.

Para azar, as investigações que enredam o personagem vão se prolongar no tempo.

Sempre que um tucano acusar um petista de malfeito, ouvirá a incômoda pergunta: E o Paulo Preto?

Assim caminha a política brasileira, em marcha batida para a autodesmoralização coletiva.

blog Josias de Sousa

Eleições 2010: Caso Paulo Preto ainda vai incomodar, e muito, José Serra

Antes do primeiro turno eu já havia publicado aqui no blog que duas bombas poderiam estourar no colo de José Serra. Uma seria o escândalo da compra dos trens da Aslom para o metro de São Paulo. Essa ainda não está com o pavio aceso.

A outra seria o caso do Paulo Preto, ex-superintendente da DERSA.

Paulo Preto apelido de Paulo Vieira de Souza, é o engenheiro que segundo denúncias do senador eleito pelo PSDB, Aloysio Nunes Ferreira, teria sumido com cerca de R$ 4 milhões, arrecadados para a campanha eleitoral de Serra. Logo Aloysio desmentiu a notícia e confirmou apenas que teria recebido um empréstimo de R$300mil de Paulo Preto, mas que já o tinha quitado.

Serra, no mesmo embalo disse em um dia que não conhecia Paulo Preto. No dia seguinte, pasmem, o mesmo Serra saiu em defesa de Paulo Preto.

O agora “desaparecido” engenheiro foi diretor de engenharia da Dersa, empresa estatal paulista responsável pelo Rodoanel (que custou mais de R$ 5 bilhões), e pela ampliação da marginal Tietê, na capital (obra orçada em R$ 1,5 bilhão).

De Valter Cardeal a Erenice Guerra, passando por Paulo Preto tudo exala mau cheiro!
O Editor


PT prepara ofensiva judicial contra PSDB e Paulo Preto

Ex-assessor de José Serra foi acusado de desviar R$ 4 milhões em doações para um suposto caixa dois da campanha

O líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE), e o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), preparam uma ofensiva judicial contra o PSDB e o ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), empresa do governo paulista, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto.

Ferro e Vaccarezza devem ingressar ainda hoje com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Eleitoral (MPE) em que pedem a abertura de investigação contra o ex-assessor do candidato do PSDB à Presidência, José Serra.

Paulo Preto respondia por grandes obras de infraestrutura do governo de São Paulo, como o Rodoanel. Ele foi acusado de desviar R$ 4 milhões em doações para um suposto caixa dois da campanha de Serra, segundo reportagem da revista IstoÉ.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Em entrevista ontem ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o senador eleito por São Paulo Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) rechaçou as acusações, mas confirmou que é amigo pessoal de Paulo Preto. Ele também admitiu que recebeu R$ 300 mil de empréstimo do ex-diretor da Dersa, mas declarou que já o quitou.

A denúncia passou a fazer parte da campanha depois que a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, levantou a polêmica no primeiro debate com seu adversário neste segundo turno, transmitido pela Rede Bandeirantes.

O PT passou a explorar a acusação contra o ex-assessor de Serra como estratégia para proteger Dilma das denúncias de corrupção envolvendo sua principal ex-assessora, a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra.

Ao recorrer ao Ministério Público, o PT repete estratégia amplamente utilizada pelos tucanos durante a campanha, em que protocolaram vários pedidos de investigação das denúncias de tráfico de influência na Casa Civil contra Erenice Guerra, veiculadas pela imprensa.

Ainda ontem, a oposição fez nova investida ao Ministério Público: decidiu pedir a investigação das recentes denúncias que têm como alvo Valter Luiz Cardeal, presidente do Conselho de Administração da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), ligado politicamente a Dilma.

Reportagem da revista Época afirma que uma empresa subordinada à Eletrobras teria sido usada para concessão de garantias de empréstimo externo para empresa privada de forma fraudulenta.

Andrea Jubé Vianna/Agência Estado

Eleições 2010: PT quer CPI do Paulo Preto para desgastar Serra

Autor: Laerte

Repete-se a velha cantilena. Quando se está no governo, “necas” de CPI. Quando se está na oposição, CPI a qualquer preço!

No meio do sanduiche da corrupção explícita, quedam-se os abestados Tupiniquins que acreditam haver algum farelo de decência na sarjeta onde se engalfinham PSDB e PT.

O Editor


PT quer abrir CPI para ‘investigar’ Paulo Preto, em SP

O PT de São Paulo deseja abrir na Assembléia Legislativa do Estado uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

Diz-se que o objetivo é o de esquadrinhar a gestão de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, na Dersa.

Lorota.

Minoritário na Assembléia, o petismo sabe que não reúne forças para abrir CPIs.

Precisa das assinaturas de 32 deputados. Dispõe de 23.

O partido de Dilma Rousseff sapateia em torno de Paulo Preto para tentar desgastar José Serra.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Em nota, o comitê de Serra desdenhou: “Quando não se envolve em escândalos, o PT aproveita o pouco tempo que lhe resta para fabricar factoides”.

Tachou de “ridícula” a ideia de CPI.

Isinuou que a legenda de Dilma deveria se ocupar de suas próprias encrencas:

“O PT tem um rol extenso de escândalos e muito com que se preocupar: a família Erenice, a família Cardeal, o libanês Cassel, o mensalão, os dólares na cueca…”.

Acusado de “sumir” com R$ 4 milhões de um suposto caixa dois da camanha tucana, Paulo Preto nega o malfeito. Serra também.

O pedido de CPI do PT-SP deve ter destino semelhante ao de um requerimento apresentado pelo PSDB no Senado: a gaveta.

O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) propusera que Dilma Rousseff fosse à Comissão de Justiça para explicar-se sobre o Erenicegate.

Dilma disse que, de Alvaro Dias, não aceitava convite “nem para um cafezinho”.

A tropa governista no Senado brecou a iniciativa.

Quem com maioria fere em Brasília, com maioria será ferido em São Paulo.

blog Josias de Souza

Serra nomeou filha de Paulo Preto em SP

Hããã!!! Cuméquié? Esse Paulo Preto é o mesmo cidadão que no dia do debate na TV Serra disse não conhecer, e no dia seguinte em entrevista declarou que o mesmo era inocente!!!
O Editor


Como assistente técnico de gabinete, salário de Tatiana Cremonini é de R$ 4.595, incluindo gratificações do cargo.

No primeiro mês como governador de São Paulo, José Serra (PSDB) nomeou uma filha do ex-diretor de engenharia da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, para cargo de confiança no Palácio dos Bandeirantes.

A jornalista Tatiana Arana Souza Cremonini foi contratada como assistente técnica de gabinete em decreto assinado por Serra em 29 de janeiro de 2007.

Ela atua no cerimonial, com salário de R$ 4.595, com gratificações.

Em nota, a Secretaria de Comunicação do governo informou que Tatiana foi contratada por sua formação profissional e pela fluência em inglês e espanhol.

Serra, por meio de sua assessoria, afirmou que todos os processos para nomeação de servidores de confiança “são instruídos pelas secretarias responsáveis pela indicação, chegando às mãos do governador após processo de avaliação criterioso, como ocorreu nesse caso”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A assessoria do candidato sustenta que “o governo de SP possui mais de 6.000 cargos de livre provimento” e, por lei, as nomeações são assinadas pelo governador.

Questionado, o tucano não respondeu se conhecia o parentesco de Tatiana com o ex-diretor da Dersa na ocasião de sua nomeação.

Fábio Zambelli/Folha de S.Paulo

Eleições 2010: Serra se irrita com pergunta sobre Paulo Preto, o suposto caixa 2 do PSDB

Esse misterioso Paulo Preto foi diretor do Dersa e foi acusado poelo hoje eleito senado pelo PSDB, Aloysio Nunes Ferreira, de ter “sumido” com 4 milhões de reais do caiza de campanha da campanha do tucano José Serra.

Como é que o José Serra ontem dizia que não conhecia Paulo Preto e que isso era um factóide da Dilma? Hoje já defende o “desconhecido” de ter desviado 4 milhões do caixa da campanha. O cara trabalhou no governo dele como diretor da Dersa e era o arrecadador de recursos para a campanha do tucano.

Esperemos para saber se a ‘imparcial’ revista Veja terá uma capa na próxima semana com a foto de Paulo Preto com a tarja ‘caixa2’, ou então com a manchete “a Erenice” do Dersa.
Estaremos diante de um novo Tucanoduto? O primeiro, antes do mensalão do PT, foi criado pelo Senado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) quando foi candidato ao governo de Minas Gerais, lá nos anos 90. Lembre-se que o senador Azeredo foi o inventor e o primeiro operador dos ‘serviços não contabilizados’ do notório Marcos Valério.
O Editor


No RS, Serra se irrita com pergunta sobre Paulo Preto

No domingo (10), Dilma levou às câmeras um ex-diretor de estatal rodoviária paulista.

Associou-o ao “sumiço” de R$ 4 milhões das arcas eleitorais tucanas. Serra, curiosamente, silenciou.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Ouvido pela repórter Andréa Michael, o acusado, Paulo Preto, chiou: “Não se larga um líder ferido na estrada”.

Com 48 horas de atraso, Serra resgatou o “líder” do meio-fio: “A acusação contra ele é injusta”.

Nesta quarta (13), decorridas 72 horas da mudez inicial, José Serra descobriu que parte do seu problema está na imprensa.

De passagem por Porto Alegre, Serra foi inquirido por um repórter do jornal “Valor Econômico” sobre Paulo Preto.

Crispou-se: “Isso é pauta petista”. Deu por encerrada a entrevista. Mais tarde, disse que, no embate com Dilma Rousseff, não irá à “rota da truculência”.

Manterá o tom. Se agredido, responderá, apontando “inverdades e falsidades”. E enfrentou a “pauta petista”:

“[…] A Dilma está preocupada com desvio de dinheiro na minha campanha que não aconteceu. Eu estou preocupado com o desvio de dinheiro na Casa Civil”.

Importunada pelos repórteres, Dilma talvez se anime a imitar o rival: “Sobre Erenice não falo. Isso é pauta tucana”.

Mais um pouco e os dois comitês ainda divulgarão uma nota conjunta à imprensa: “É proibido divulgar pautas inconvenientes”.

Um pedaço do tucanato está amargamente arrependido de não ter botado a boca no mundo em agosto, quando a “IstoÉ” tratou pela primeira vez de Paulo Preto.

A bala ficou quicando na grande área. Súbito, virou uma “pauta petsta”.

– Em tempo: O PT-SP protocolou no Ministério Público estadual um pedido de investigação de Paulo Preto.

blog Josias de Souza

Eleições 2010: José Serra e o misterioso Paulo Preto

José Serra: “Ele [Paulo Preto] é totalmente inocente”

“Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando”. José Serra

Vejam bem esta foto. Na frente dos trabalhadores, três personagens de uma estranha história.

No debate da Band, Dilma mencionou Paulo Preto (na foto a esquerda). José Serra interrogado após o debate pelos jornalistas afirmou não conhecer a pessoa. A batata quente concerne Rodoanel, propina, caixa 2 e outras maracutaias.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

José Anibal (na foto a direita) o conhece bem. Ele afirmou a Revista Istoé que Paulo Preto teria sumido para Europa, mas o homem esta aqui. Qual é o mistério que rodeia esses personagens, ao ponto de Serra negar a evidência e pretender que não o conhece?

Uma primeira explicação chegou agora pouco. Na Folha, Paulo Preto (entrevistado hoje no jornal) jogou no ar uma frase: “”Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”.

Bingo! José Serra recuperou a memória e reconheceu Paulo Preto. De repente o conhece tão bem, que se permite atestar com veemência “Ele é totalmente inocente”.

Quem é o desconhecido e agora inocente conhecido de José Serra? Porque tanto mistério?

A seguir algumas dicas que esclarecem uma das tantas caras do candidato tucano, a que mais procura esconder dos holofotes.

Três revistas se interessaram no personagem com certa antecipação. Época e Veja, esta última insuspeita de qualquer conivência com o lulopetismo, o denominou o homem bomba. Em 14 de maio 2010, a Veja.com publicou uma matéria explosiva que ligava Paulo Preto a propina recebida em ligação com as obras do Rodoanel. A Época também. Em 14 de agosto 2010, na Revista Istoé, Eduardo Jorge, vice presidente do PSDB afirma que Paulo Preto fugiu com R$ 4 milhões da campanha.

As matérias foram reproduzidas aqui no blog. Quando saiu a declaração de Eduardo Jorge, estranhei. Porque sair a público e lançar tamanha acusação contra o agora “totalmente inocente” Paulo Preto?

Não seria uma maneira de procurar afastar o assunto propina, do PSDB? Como reagiria o “bode expiatório”? Aceitará assumir sozinho?

Leiam a seguir às diferentes matérias publicadas sobre o “totalmente honesto” desconhecido de José Serra.

Os próximos debates permitirão seguramente que o candidato tucano recupere prontamente a memória.
->> mais no blog do Favre

O ‘homem-bomba’ do tucano Aloysio Nunes

14 de maio de 2010

Por Fernando Mello e Marina Dias – VEJA.COM

Continue lendo

Eleições 2010: Paulo Preto o ‘homem bomba’ do PSDB

Como é que o José Serra ontem dizia que não conhecia Paulo Preto e que isso era um factóide da Dilma e hoje já defende o “desconhecido” da acusação de ter desviado 4 milhões do caixa da campanha? O cara trabalhou no governo dele como diretor da Dersa e era o arrecadador de recursos para a campanha do tucano.

Os Tupiniquins aguardamos que a ‘imparcial’ Veja traga na capa da próxima semana, a foto de Paulo Preto com a tarja ‘Caixa 2‘ ou então com a manchete ‘A Erenice’ do Dersa.
O Editor


Folha de S. Paulo, hoje:

Citado por petista em debate por suposto caixa 2, engenheiro exige que candidata mostre provas e que tucanos o defendam. “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro”, afirma ele a dirigentes do PSDB.

Citado pela candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) como o homem que “fugiu” com R$ 4 milhões da campanha de José Serra (PSDB), o ex-diretor de Engenharia da Dersa, Paulo Vieira de Souza, cobrou em entrevista à Folha que a petista apresente provas e que o tucano o defenda.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Paulo Preto, como o ex-executivo da empresa estatal é conhecido, disse que todas as suas “atitudes” foram informadas a Serra. Por isso, afirma, o tucano deveria responder às acusações que ele vem sofrendo.

Leia mais em Ex-diretor da Dersa ataca Dilma e cobra Serra

O Globo, há pouco:

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, respondeu nesta terça-feira à declaração da sua adversária, Dilma Rousseff (PT), de que a campanha tucana teria sido alvo de desvio de recursos por parte do engenheiro Paulo Vieira de Souza, ex-funcionária da Dersa. Serra negou o fato e acusou a petista de tentar criar factóides para prejudicar a candidatura dele.

– Vamos deixar claro.

A candidata Dilma Rousseff chegou no debate e disse que tinha havido um desvio de R$ 4 milhões na minha campanha. Ou seja, que alguém contribuiu e não chegou à minha campanha. Isso não é verdade. Ele não fez nada disso. Ele é totalmente inocente.

Eu não pude responder no dia, porque ela aproveitou o final de uma fala e depois entrou outro assunto. Isso são factóides feitos para pegar na imprensa. Alguns funcionam, como estamos vendo agora. É um factóide que deu certo. Ela tentou dez, um ou dois acabam pegando – afirmou Serra.

com dados do blog do Noblat