Lista do Fachin – Aloysio Nunes

Falta de aviso não foi

[ad name=”Retangulo – Anuncios – Esquerda”]Há quanto tempo escrevo aqui sobre esse comunista de ***** – foi, junto com a Dilma, da ALN e motorista do terrorista Calos Marighela – e sobre Soros, Bilderbergs, Conferência de Bretton Woods e Guerra Híbrida?

O listão do Fachin está longe de se esgotar.
Quantos entre os denunciado estarão dispostos a fazer novas delações? É fogo de serra acima, e água de morro abaixo.
Ps.Marina e Doriana sobreviverão até 2018? Enquanto isso ministra treina subir rampas.

Ministra do STF decide abrir inquérito para investigar senador do Agripino do DEM

Senador José Agripíno,Políticos,Blog do MesquitaDelator disse que José Agripino (RN) recebeu propina de R$ 1 milhão. Senador nega e diz que é alvo de denúncia que PGR já tinha arquivado.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para investigar se o senador José Agripino Maia (RN), presidente do DEM, cometeu crime de corrupção passiva.

A decisão foi tomada na sexta-feira (20), após pedido da Procuradoria Geral da República.

O inquérito foi instaurado na segunda (23) e tramita em segredo de Justiça.
Em acordo de delação premiada, o empresário George Olímpio afirmou que pagou R$ 1 milhão ao senador para tentar implantar o sistema de inspeção veicular no estado, governado pelo DEM. As informações foram veiculadas no Fantástico no fim de fevereiro.

saiba mais
Doação suspeita a senador foi paga com dinheiro de agiota, diz advogado
PGR pede ao Supremo abertura de inquérito para investigar Agripino

Nesta segunda, Agripino divulgou nota na qual afirma desconhecer “as razões que estejam ensejando a reabertura deste assunto”. “Este assunto, tratado em 2012, gerou processo de investigação pela Procuradoria Geral da República que, em 31 de outubro de 2012, o arquivou pela ‘inexistência de indícios, mínimos que sejam, que confirmem a afirmação de que o Senador José Agripino Maia teria recebido doação eleitoral ilícita do grupo investigado na operação Sinal Fechado‘”, diz o senador na nota (leia a íntegra ao final desta reportagem).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Procurador-geral pediu
O pedido de investigação foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot que também pleiteou a homologação do acordo de delação, pelo qual um investigado colabora com as apurações em troca de redução de pena. Como o empresário citou um senador, o acordo precisa do aval do Supremo, única instância que pode julgar parlamentares.

Assim como ocorreu na operação Lava Jato com as delações premiadas de Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa, o acordo de Olímpio tramita no Supremo como processo oculto, aquele extremamente secreto que não consta do andamento processual. Além de determinar a abertura do inquérito, a ministra Cármen Lúcia também homologou o acordo.

A partir de agora, a Procuradoria vai poder pleitear que a Polícia Federal cumpra diligências, como coleta de provas e depoimentos. Depois, o procurador vai decidir se denuncia ou não o parlamentar. Se isso acontecer e o Supremo receber a denúncia, Agripino passa a ser réu e responderá à ação penal. Ainda terá que ocorrer julgamento do parlamentar.

Após a fase de inquérito, o procurador poderá ainda optar pelo arquivamento, se considerar que não foram coletadas provas suficientes para a continuidade do processo.

Nota
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo senador José Agripino:

NOTA DO SENADOR JOSÉ AGRIPINO SOBRE CITAÇÃO NA OPERAÇÃO SINAL FECHADO

Não tenho qualquer informação sobre as razões que estejam ensejando a reabertura deste assunto. A meu juízo, trata-se do reposicionamento de uma pessoa que voluntaria e anteriormente foi ao cartório 7º Ofício de Notas de Natal (RN) declarar o contrário do que se supõe estar dizendo agora.

Este assunto, tratado em 2012, gerou processo de investigação pela Procuradoria Geral da República que, em 31 de outubro de 2012, o arquivou pela “inexistência de indícios, mínimos que sejam, que confirmem a afirmação de que o Senador José Agripino Maia teria recebido doação eleitoral ilícita do grupo investigado na operação ‘Sinal Fechado’”.

Coloco-me, entretanto, à disposição da justiça para os esclarecimentos que se venham a fazer necessários.

Senador José Agripino (Democratas-RN)
24 de março de 2015

Mariana Oliveira e Renan Ramalho/G1

Rosemary: secaram as denúncias?

Desânimo no Planalto. Acabou o estoque de denúncias contra Rosemary, a amiga de Lula. E agora, o que fazer?

Realmente, há motivos para desânimo. Não deu certo o esquema criado para “vazar” sucessivas denúncias contra Rosemary Noronha, ex-chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo, estratégia planejada e executada com objetivo de enfraquecer politicamente o ex-presidente Lula e evitar a candidatura dele.

Foi uma decepção. A presidente Dilma Rousseff e a equipe responsável por sua campanha estavam confiantes de que as acusações contra Rosemary teriam forte repercussão popular, desmoralizariam Lula e fariam com que desistisse de voltar a disputar o poder em 2014.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A manobra foi estruturada assim. Primeiro, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoiffmann, que apóia Dilma contra Lula, usou a Controladoria-Geral da União e a Comissão de Ética da Presidência, determinando que fosse feita uma rigorosa sindicância sobre as irregularidades atribuídas a Rosemary.

Depois, o Planalto começou a “vazar” para a imprensa os resultados dessa comissão, utilizando a revista Veja de forma preferencial. A repercussão da primeira denúncia (capa da Veja) foi excelente e o Planalto deu seguimento ao esquema.

REAÇÃO

O que não estava previsto é que os petistas ligados a Lula e que protegem Rosemary deram o troco de imediato, contratando dois experientes advogados, especialistas em improbidade administrativa – Fábio Medina Osório e Aloisio Zimmer.

Os novos advogados contra-atacaram, convocando para prestar depoimento uma série de autoridades federais, entre elas o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, muito ligado a Lula e à própria Rosemary.

O Planalto revidou imediatamente, “vazando” ao jornal O Globo a informação de que Carvalho teria organizado a formação de uma comissão alternativa de sindicância no Planalto, para defender Rosemary. Achavam que Carvalho iria pedir exoneração. Mas Lula o proibiu de sair e Dilma não tem coragem de demiti-lo.

VAZAMENTOS PARA O GLOBO

Desde então, a estratégia do Planalto passou a ser “vazar” as matérias exclusivamente para O Globo, na esperança de que a Rede Globo também se interessasse pelas denúncias contra Rosemary e as divulgasse no Jornal Nacional e na GloboNews. Mas isso não aconteceu, e o único interesse do Jornalismo da Rede Globo foi no sentido de entrevistar a própria Rosemary, mas os advogados dela ainda não deram o sinal verde.

Agora, o desânimo reina no Planalto, porque a munição contra Rosemary está completamente esgotada. Não há novas denúncias para “vazar” contra ela. E o ex-presidente Lula aparentemente não dá a mínima para o assunto. Por dentro, ele está revoltado e decepcionado com Dilma Rousseff e sua equipe, mas não demonstra.

Lula não esquece o caso Erenice Guerra, no final de seu governo. Em abril de 2010, por indicação de Dilma, Lula nomeou Erenice para a Casa Civil, mas a nova ministra logo se envolveu numa série de irregularidades, corrupção e tráfico de influência. O então presidente demitiu Erenice, é claro, mas não fez a menor pressão para puni-la, ao passo que Dilma, num caso muito semelhante, agora tenta de todas as formas destruir Rosemary Noronha.

Esta é a situação que hoje agita os bastidores do Planalto e vem sendo divulgada com exclusividade absoluta pela Tribuna da Imprensa. E tudo o que está narrado acima é verdadeiro. São fatos comprovados e inquestionáveis. Não se pode negá-los.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

Romero Jucá e dinheiro jogado pela janela

Foto Ag. Senado

Por quanto tempo ainda assistiremos esse cidadão circular pelos corredores  da impunidade?
A certeza da impunidade permite que se sucedam os casos de de desvios de comportamento nos mais diferentes escalões da Taba dos Tupiniquins.
Todo dia surge um caso de corrupção e nada acontece, e o caso Jucá certamente será mais um a ser arquivado pelo habitual motivo de “Falta de Provas”.
O Editor


Sobre o Jucá, as arcas e a grana que nasce em moita

Aportou no STF uma ação judicial que cuida de um dos mais inusitados casos da cruzada eleitoral de 2010.

Envolve as arcas de campanha do senador Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de todos os governos.

Chama-se Amarildo da Rocha Freitas o personagem central do inquérito.

Empresário, atuou como colaborador da campanha de Jucá.

Às vésperas do primeiro turno da eleição, Amarildo foi ao escritório de campanha de Jucá.

Na saída, carregava um envelope. Entrou no carro, virou a chave e saiu.

De repente, Amarildo notou que uma equipe da Polícia Federal o seguia. Lançou o envelope pela janela do carro.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Os agentes da PF recolheram o refugo num matagal. Dentro, havia R$ 100 mil. Repetindo: o colaborador de Jucá jogou R$ 100 mil pela janela.

Inquirido, Amarildo confirmou que recebera a grana de Jucá.

Lançou-a no mato, segundo disse, porque ficou “assustado” com o cerco policial.

Na época, Jucá reagiu assim: “Não entreguei dinheiro a ninguém, não é dinheiro meu, não é dinheiro de campanha, todo o nosso dinheiro está declarado.”

Agora, reconduzido ao Senado, Jucá diz que desconhece o processo.

Alega não ter sido notificado. A contabilidade da campanha foi aprovada, ele sustenta.

A existência humana, como se sabe, gira ao redor do dinheiro.

O pobre sua a camisa para ganhá-lo. O rico multiplica-o…

…O falsário falsifica-o. O ministro desonesto desvia-o. O ladrão rouba-o. Todo mundo ambiciona o dinheiro.

Maluco que arremessa pacote de dinheiro pela janela era jabuticaba jamais vista.

Súbito, brota nas adubadas cercanias de Romero Jucá.

Os R$ 100 mil do matagal permanecem retidos.

Por ora, ninguém se animou a reinvindicar o numerário. Espanto (!), pasmo (!!), estupefação (!!!).

Torça-se para que o STF autorize a continuidade das apurações.

Do contrário, ficará entendido que, em Roraima, dinheiro dá em moita. E não haverá quem segure a migração.

blog Josias de Souza

Presidente do STF: Cassação deve ser cumprida

Personalidades Ministro Gilmar MendesO presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, disse nesta terça (3) que a decisão do tribunal de determinar a cassação imediata do mandato do senador Expedito Júnior (PSDB-RO) deve ser “cabalmente cumprida” pelo Senado.

Segundo ele, não há brechas para se questionar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de cassar o mandato do parlamentar, uma vez que foi referendada pelo STF.

Questionado se o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), não deveria ter cumprido individualmente a decisão do STF, Mendes disse que “está chegando a hora” dos Três Poderes “se entenderem em relação a este tipo de matéria para que não haja perplexidade toda vez que se coloca um caso como este”.