Pinterest – Uma nova rede social está chegando

Você já ouviu falar do site de relacionamento que está bombando nos EUA e que promete cair no gosto dos brasileiros em 2012, chamado Pinterest?

Será que vai bombar aqui também? Existe usuários suficientes movimentar mais um site de relacionamento?

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Para quem ainda não conhece, o Pinterest é uma espécie de mural virtual, cujo nome vem da soma das abreviaturas das palavras pin (alfinete) e interest (interesse), onde as pessoas criam seu perfil, seguem outras de seu interesse, como no twitter, e compartilham conteúdos diversos, separados por categorias (moda, gastronomia, arquitetura, fotografia e música são algumas das mais populares) através de links (chamados de pins), vídeos ou imagens, que podem ser transformadas em quadros temáticos. Os outros usuários poderão curtir e ou republicar o conteúdo.

O Pinterest foi lançado nos EUA em março de 2010, e segundo os formadores de opinião da web, como o comScore, possui mais de 4,8 milhões de usuários e vem conquistando gradativamente mais internautas interessados em coletar e compartilhar conteúdos considerados interessantes.

No mês de dezembro de 2011 o Pinterest recebeu mais de 7 milhões de visitantes únicos, conforme dados da Experian Hitwise, foi listado pela revista Time como um dos 50 melhores sites de 2011, além de levar o prêmio The Crunchies Award, ofertado pelos blogs VentureBeat, GigaOm e TechCrunch, como melhor nova startup.

A parte mais interessante é que nos EUA, o site já gera mais tráfego que o Twitter, Google + , linkedin, Youtube e MySpace.

De olho nesse potencial, já é bastante usado como Loja Virtual, onde as empresas utilizam o canal para expor e vender seus produtos, direcionando os acessos para seus respectivos sites.

Diante deste cenário, aparentemente promissor, temos a impressão de que em breve o Pinterest cairá na graça do usuário brasileiro.

Mas se formos analisar que, de acordo com muitas pesquisas realizadas, a produção e movimentação dos conteúdos online vem de uma grande minoria, cerca de 7% dos usuários.

Ou seja, o número de usuários que realmente dedicam seu tempo interagindo de fato e formando opinião nas redes sociais é muito pequeno em relação ao universo online, onde cada vez mais surgem novas redes sociais que prometem bombar, fazendo com que essa pequena elite do conteúdo fique ainda mais diluída em meio a tantas novas opções.

Diante desta realidade surge a questão: Existe realmente usuário suficiente para fazer bombar tantas redes sociais?

Por Marcio Eugênio – Sócio fundador da D Loja Virtual www.dlojavirtual.com

Google+ : Brasil tem o 6º maior número de usuários

Brasil é o sexto país em acessos da rede social Google+, diz estudo

Site teve mais de 20 milhões de acessos desde o lançamento no final de junho.

Estados Unidos registrou mais de 5 milhões de visitas ao Google+.

Google+ registrou 20 milhões de visitantes desde seu lançamento.

Uma pesquisa divulgada pela ComScore colocou o Brasil sem sexto lugar no número de acessos do Google+, nova rede social do Google, e que foi lançada no dia 28 de junho.

No país, mais de 621 mil pessoas acessaram o site, que já tem um total de mais de 20 milhões de acessos em todo o mundo.

Na frente do Brasil, de acordo com a ComScore, estão Estados Unidos (com mais de 5 milhões de acessos únicos), Índia (com cerca de 2,8 milhões), Reino Unido (com 866 mil), Canadá (com 858 mil) e Alemanha (com 705 mil).

O estudo mostra que 60% do público que acessou o Google+ tem entre 18 e 25 anos e que 63% são homens.

Os dados, no entanto, não representam o número de usuários da rede social do Google.

G1


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Redes sociais, ditaduras e liberdade de expressão

Os recentes acontecimentos na Tunísia e no Egito, além de porem fim a ditaduras hereditárias, vieram demonstrar a importância das mídias sociais como instrumento relevante na mobilização das massas a revelia da censura impostas pelos déspotas.

Nesse contexto, as novas tecnologias, notadamente celulares e internet, tornam obsoletas as truculentas tentativas das ditaduras de impor censura.

Redes sociais como o Twitter e o Facebook estão cada vez mais burlando o autoritarismo dos Estados com governos assentados no autoritarismo.

A geração que cresceu com essas novas mídias, faz fotos dos protestos nas ruas, grava declarações e testemunhos dos manifestantes, e posta tudo no Facebook e/ou Twitter, tornando obsoleto o cerceamento a informação imposto pelos ditadores de plantão.

Segundo a empresa de pesquisas comScore, dos estimados 2 bilhões de internauta em todo o mundo, 72% participam de alguma rede social.

Para se ter idéia do tamanho da “encrenca” armada contra os ditadores e demais “donos oficiais da verdade”, somente o Facebook tem 596 milhões de usuários, os quais compartilham mensalmente 30 bilhões de notícias, fotos, links e vídeos.

O Editor


Censura: USA Hillary anuncia US$ 25 milhões para ajudar internautas a driblar censura

Dias depois de Facebook e Twitter ajudarem a mobilizar manifestantes no Egito, os Estados Unidos anunciaram uma nova política para a liberdade na internet, injetando mais US$ 25 milhões este ano para ajudar cyber dissidentes a burlar a censura on-line.

Na Universidade George Washington, a secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que os EUA vão aumentar seus apelos por direitos humanos e democracia.

Na semana passada, o governo americano já havia lançado posts no Twitter em árabe e farsi, e agora vai mirar também em internautas em China, Rússia e Índia.

Hillary sugeriu que governantes repressores poderiam ter o mesmo destino de Hosni Mubarak.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

– A História nos mostra que a repressão lança as sementes para a revolução – disse Hillary.

– Aqueles que ergueram barreiras contra a liberdade na internet vão acabar se vendo encurralados. Vão enfrentar o dilema do ditador, e terão que escolher entre deixar as paredes caírem ou pagar o preço para mantê-las de pé.

Esse preço, segundo ela, tanto pode ser a opressão maior quanto se fechar a novas ideias econômicas e políticas.

Em seu segundo grande discurso sobre internet, Hillary disse que as manifestações mobilizadas pela rede em Egito, Tunísia e Irã mostram que os governos não podem escolher que liberdades oferecer aos cidadãos.

Os US$ 25 milhões vão se somar aos US$ 20 milhões já destinados a tecnologias, ferramentas e treinamento para derrubar barreiras impostas por governos repressores.

Segundo Hillary, os EUA veem a liberdade na internet como um direito, embora lide com as consequências, como o vazamento de documentos pelo grupo WikiLeaks.

Ela defendeu a busca de um código de conduta, sem limitar a liberdade.

– O Irã não é terrível porque as autoridades usaram o Facebook para capturar membros da oposição.

É terrível porque seu governo rotineiramente viola os direitos de seu povo.

O Globo

Internet e jornalismo: web obriga jornais a uma narrativa mais visual

A internet como mídia de alcance universal está mudando alguns paradigmas do jornalismo tradicional.

Contudo é preciso conter a tentação de que textos simplistas são suficientes para complementar narrativas visuais.

Nem sempre uma imagem sobrevive sem uma explicação textual com maior densidade.

O Editor


A expressão jornalismo visual é quase uma redundância porque a maior parte do que lemos e vemos é percebido pelo nosso cérebro por meio do sentido da visão.

Mas a diferença se faz necessária por conta da idéia de que o texto não é uma imagem, o que é falso, mas acabou sendo validado pela prática das redações.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Tudo isto como um esclarecimento prévio à entrada no tema do post, que é o aumento acelerado do uso de imagens como canal para acesso a notícias e informação. O jornalismo que até agora era quase um sinônimo de texto começa a ser cada vez mais visual, graças principalmente à vertiginosa expansão de serviços online como o YouTube, Hulu e Vimeo.

Os primeiros a embarcar na nova onda do visual online foram os publicitários e marqueteiros que passaram a incorporar o vídeo como peça fundamental de qualquer publicidade na Web. Em 2009, nada menos que 187 bilhões de vídeos foram visualizados por usuários da rede em todo mundo e as previsões para 2010 já passam dos 200 bilhões.

Segundo pesquisas feitas pela empresa norte-americana ComScore, entre 70 a 80% dos usuários da internet no mundo inteiro já acessam regularmente vídeos, animações em 3D e infográficos publicados na internet. É uma tendência nova e surgida no bojo de inovações tecnológicas como a banda larga, processadores mais rápidos, memórias mais poderosas e sistemas de compactação de áudio e vídeo mais eficientes.

Isto está forçando os jornalistas a usar cada vez mais a narrativa visual como forma de transmitir notícias e informações. Acontece que a esmagadora maioria dos profissionais, aqui e no resto do mundo, está culturalmente formatada para produzir conteúdos em texto, mesmo que usem imagens.

A estrutura material e mental para produzir conteúdos jornalísticos em texto não é a mesma da narrativa visual. Um quadro mais detalhado das diferenças ainda está por ser desenvolvido, pois até mesmo o telejornalismo ainda se pauta basicamente pela mesma estrutura narrativa do jornalismo impresso.

A diferença mais óbvia, mas que nem sempre é respeitada, é a de que, no formato audiovisual, evita-se descrever o que as pessoas estão vendo. Além disso, o áudio e as imagens devem estar coordenados de forma a um complementar o outro. Mas na Web surgem dois novos elementos, que são a interatividade com o usuário e a estrutura não linear da narrativa online.

A combinação de todos estes fatores num ambiente multimídia conferiu características próprias e diferenciadas ao jornalismo praticado na Web. No início da história da internet, as limitações técnicas fizeram com que o texto predominasse, tanto que os noticiários eram uma mera transcrição da versão impressa em papel. Hoje, a generalização do uso da banda larga viabilizou as transmissões em tempo real, fazendo com que as imagens tirem cada vez mais espaço dos textos online, como o que você está lendo.

As técnicas de ensino de jornalismo nas faculdades ainda estão solidamente ancoradas na tradição textual impressa. Com isto, os profissionais autônomos, blogueiros e os cursos de especialização passaram a ocupar o espaço vago na experimentação de uma nova linguagem jornalística. Por enquanto é tudo muito empírico, especialmente no YouTube, onde predomina a preocupação meramente documental, quase sempre apoiada no excêntrico, paradoxal e espetacular.

Mas a saturação dos vídeos domésticos e amadores torna inevitável uma diferenciação e a abertura de espaços para material mais elaborado e com mais densidade informativa. Este diferencial pode ser alcançado por meio do uso mais intenso da interatividade com o usuário, tornando-o um parceiro no desenvolvimento da narrativa, bem como do emprego da narrativa não linear, que dá um caráter lúdico à montagem da história.

São virtudes especificas da Web que, aliadas à facilidade na manipulação e transmissão de imagens, permitirão aos jornalistas desenvolver narrativas noticiosas capazes de tornar ainda mais envolvente a imersão do público na informação.

Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

Publicidade em celulares une operadoras na Inglaterra

16 milhões de pessoas no Reino Unido acessaram a internet de seus celulares em dezembro de 2009.

As operadoras de telefonia celular da Inglaterra se aliaram com a empresa de pesquisa de mercado comScore para medir o uso da internet em dispositivos móveis, na primeira iniciativa do tipo que esperam ser capaz de lançar de vez o mercado de publicidade móvel.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Anunciantes tem mostrado interesse em atingir os celulares de consumidores, que trazem a vantagem de permitir um tipo de anúncio altamente pessoal como geograficamente dirigido, mas a intenção tem sido contida por fatores que incluem falta de dados sobre o consumo de mídia móvel.

Segundo a empresa de pesquisa de mercado Gartner, as receitas globais com publicidade em dispositivos móveis alcançaram 530 milhões de dólares no ano passado, podem saltar para 13,5 bilhões de dólares em 2013.

As operadoras celulares detém os dados sobre como seus usuários utilizam telefones, mas até agora vinham se mostrando relutantes em explorar essa informação por receio de levantarem questionamentos sobre privacidade dos clientes.

“Nos reunimos em uma coalizão de interesses e dissemos ´vamos tentar alguma coisa´”, afirmou Henry Stevens, que é responsável por publicidade móvel na GSM Association.

Stevens afirmou que levou quase três anos de conversas para tirar o projeto do papel e que as cinco operadoras celulares britânicas concordaram em fornecer dados anônimos de uso de Internet para a criação do produto.

Ele afirmou que a associação espera repetir o exercício em outros mercados depois da Inglaterra, que foi escolhida por seu tamanho e estágio relativamente maduro de desenvolvimento.

Os dados disponibilizados por O2, da Telefônica; Vodafone, Orange, T-Mobile e 3UK mostram que 16 milhões de pessoas no Reino Unido acessaram a internet de seus celulares em dezembro.

Os usuários visitaram 6,7 bilhões de páginas e gastaram 4,8 bilhões de minutos online a partir de seus aparelhos.

Os sites mais visitados foram Facebook, páginas do Google e da Telefônica, em termos de número de usuários. Com relação a número de páginas vistas e tempo gasto no site, o Facebook foi disparado o destino mais popular.

Compradores de espaço publicitário afirmaram que uma medição transparente poderá tornar possível o planejamento de campanhas de publicidade móveis e medir o sucesso dessas iniciativas da mesma forma com que fazem com outras mídias.

“Dados básicos de audiência é o ponto de partida”, disse Bob Wootton, diretor de marketing e publicidade da associação britânica do setor de propaganda ISBA, no lançamento de novo produto no final de ontem.

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