Computação em nuvem: Dropbox avança

Dropbox adiciona álbum de fotos no app para Android

Companhia pode estar se preparando para entrar no segmento de compartilhamento de imagens
Dropbox adiciona álbum de fotos no app para Android
(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

Duas aquisições do Dropbox na semana passada – uma empresa de streaming e outra de compartilhamento de conteúdo – podem dar uma pista de que a empresa pretende expandir os seus serviços, indo muito além do simples armazenamento de arquivos na nuvem.

Uma nova versão beta do app do serviço para Android revelou uma função para criar álbuns de imagens, permitindo que os usuários possam gerenciá-las com facilidade, além de compartilhar qualquer uma das fotos por meio de um link.

A empresa não confirmou exatamente o que planeja fazer com os novos recursos, mas não será nenhum motivo de espanto caso o Dropbox se mostre mais ambicioso e queira conquistar espaço em outros mercados, como o de compartilhamento de imagens.
Por Wikerson Landim/TecMundo


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Dropbox do Google pode ser lançado em breve

Computação em nuvem - Cloud Computing

O Google pode estar mais próximo de lançar um sistema de armazenamento online de arquivos, semelhante ao Dropbox.

A informação foi publicada nesta terça-feira, 27, pelo blog GigaOm.

Fontes próximas do site disseram que o lançamento pode ocorrer já em abril.

O rumor sobre o serviço, que tem sido chamado de Google Drive ou GDrive, não é novo e se desenrola desde 2006.

Em janeiro, uma reportagem do Wall Street Journal retomou o assunto, alegando que o lançamento do serviço estava próximo.

Atualmente o Google já tem serviços que armazenam arquivos, mas eles não operam de forma sincronizada com o computador e integrados entre si, como seria a proposta do Google Drive.

O Picasa, por exemplo, permite guardar fotos online e o Google Docs também possibilita que o usuário faça o upload documentos e arquivos online.

“Se tudo ocorrer como planejado, desta vez devemos vê-lo (o GDrive) de verdade.

Eu ouvi que este grande dia será em algum momento na primeira semana de abril de 2012″, escreveu o jornalista Om Malik, fundador do GigaOm.

Segundo ele, o GDrive vai oferecer 1 gigabyte (GB) de espaço de armazenamento gratuitamente.

O Dropbox, um concorrente forte já estabelecido, oferece 2 GB gratuitamente.

Quem quiser mais espaço no GDrive, poderá comprar.

Ele também vai funcionar com o Google Apps, plataforma de aplicativos do Google para empresas, de acordo com o site.
O Estado de S.Paulo


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Amazon X iTunes: briga de cachorro grande

Amazon lança serviço para armazenamento de música na nuvem e desafia iTunes

A Amazon está lançando um serviço on-line que permite aos clientes armazenar seus arquivos de música e acessá-los remotamente por meio de smartphones e computadores.

A maior varejista da internet saiu na frente, já que as gigantes do segmento Apple e Google ainda desenvolvem serviços semelhantes.

Caso conquiste os usuários, o movimento da Amazon desafiará a supremacia do iTunes, da empresa de Steve Jobs, no setor de música digital.

O Cloud Service da Amazon, anunciado nesta terça-feira, deixa os clientes utilizarem os servidores da varejista, dispensando assim a uso de HDs locais – modelo genericamente chamado de computação na nuvem, do qual a Amazon é um dos líderes.

A Amazon também está lançando o Cloud Player, com o qual os fãs de música podem ouvir, baixar e criar listas de reprodução em qualquer navegador web ou em aparelhos com o sistema operacional Android, da Google.

Em comunicado, o vice-presidente da divisão de filmes e música da Amazon, Bill Carr, disse que o serviço poupará o tempo dos usuários que costumavam salvar músicas em vários aparelhos.

Inicialmente, os clientes terão acesso a 5 gigabytes de armazenamento gratuito.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O custo para armazenamento adicional será de US$ 1 por cada gigabyte. O cliente também pode receber um upgrade de 20 gigabytes com a compra de um álbum completo em MP3 na própria Amazon.

Arquivos de música comprados a partir de agora na Amazon e gravados diretamente no serviço de nuvem não entram na cota de armazenamento.

O serviço suporta os formatos MP3 e AAC, que é o padrão usado pelo iTunes, da Apple.

O Globo

Computação em nuvem: o que é e como usar

Mesmo sem saber, usuários já aderem à computação em nuvem.
Dados publicados na web vão parar em servidores invisíveis aos usuários.
Redes sociais e até mesmo conta de e-mail estão baseados nessa estrutura.

Você já está na nuvem, mas não sabe. Toda vez que você envia uma mensagem pelo Hotmail, busca um endereço no Google ou publica uma foto no Orkut, seus dados são processados e armazenados por um sistema conhecido como computação em nuvem. É a aposta de gigantes da computação, capaz de colocar do mesmo lado a Microsoft, criadora do Windows, e Linus Torvalds, gênio inventor do Linux. Todos querem sair do seu computador pessoal e partir para as nuvens.

“O mundo da tecnologia da informação passa por várias mudanças. Estamos agora evoluindo para uma estrutura de nuvem. O Google já nasceu na nuvem”, disse Francisco Gioielli, engenheiro do Google Brasil.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]De acordo com Gioielli, existem duas características básicas para definir a computação em nuvem. Primeiro: os aplicativos são acessados pelo navegador. Ou seja, o usuário não precisa ter o programa instalado no computador, apenas o browser. A partir do navegador ele poderá acessar sites e ferramentas, como editores de texto e imagens, tudo armazenado na internet.

Depois, explica Gioielli, os dados ficam hospedados em uma infraestrutura que está invisível para os usuários, os servidores, onde as informações de várias pessoas são compartilhadas e armazenadas. Alguns usuários que acessam a nuvem frequentemente não imaginam que estão colocando informações nesses computadores.

“No momento que uma pessoa acessa um site via navegador, significa que as informações não estão rodando na máquina. O que mostra que ela já está consumindo uma nuvem”.

Nuvem na máquina local

Usuários como o publicitário Felipe Salles, de 26 anos, acreditam que computação em nuvem é apenas o que funciona remotamente por meio da internet. Salles utiliza, diariamente, sites como Facebook, Orkut, Twitter, e-mail e mensagens instantâneas. Além disso, por trabalhar em frente ao computador, ele fica on-line em torno de 12 a 14 horas por dia.

“Para mim, computação em nuvem é poder usar um programa como o ‘Microsoft Office’ sem precisar instalar nada. Ou seja, é tudo que está remoto, que você não precisa ter na sua máquina”, disse Salles.

Otávio Pêcego, arquiteto de soluções sênior da Microsoft Brasil, explica que, nesse caso, para acessar a nuvem sempre será necessário um software local trabalhando na máquina ou no celular. “Os usuários veem de vez em quando o Windows Update entrar. Esse é um exemplo de programa na máquina local que conversa com a nuvem para saber as informações que precisam ser baixadas”.

Outro exemplo de interação entre a nuvem e o sistema local é o programa Google Earth, que a empresa chama de geobrowser. “O Google Earth trabalha instalado na máquina do usuário mas, para funcionar, ele precisa se conectar aos servidores do Google”.

As empresas cada dia mais falam e apostam nessa tecnologia. Porém, Pêcego acredita que o fim dos softwares locais não está tão perto.

“A tendência está mostrando o contrário. Estamos tendo uma grande explosão de aplicações voltando. Há muitas pessoas que utilizam o Twitter por meio do navegador, mas outras preferem instalar um aplicativo para acessar o microblog”.

O que pode acontecer, segundo Pêcego, é o disco local funcionar como um lugar temporário onde os usuários podem acessar rapidamente para trabalhar e, aos poucos, transmitir e sincronizar o que está na rede. A nuvem ganharia, então, a função de “backup” (cópia de segurança).

“Por causa da demora, o usuário vai trazer a informação, trabalhar ela localmente e depois enviá-la para a nuvem”, explica Pêcego.

Como se proteger

Agora que você já sabe que está na nuvem, é importante entender que há um risco inerente de colocar todas suas informações na rede. O primeiro passo é entender o que está se usando. Ou seja, muitas vezes o internauta publica um conteúdo na rede sem saber quem pode acessá-lo.

“Precisamos educar nossos usuários para que eles saibam usar esses serviços que estão na nuvem. Mesmo assim, é importante que os internautas conheçam as políticas de cada empresa”, disse Pêcego.

Para Gioielli, não se trata apenas de como o site trabalha aquele conteúdo, mas do usuário saber o que publica nele.

“Tem o aspecto das informações pessoais, como aquelas fornecidas em sites de relacionamento. O usuário deve evitar colocar dados, como o número do cartão de crédito, e até mesmo endereços”, disse.

Laura Brentano/G1

Google – A Geek, Marissa Mayer, fala sobre o futuro do buscador e novos produtos

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Basicamente todo produto trabalhado pelo Google passa pelas mãos de Marissa Mayer, a responsável por decidir se ele já está pronto para ser lançado ou se precisa de melhorias. Inclusive, é ela quem aprova cada um dos Google Doodles (logotipo do Google que muda sempre em datas especiais) que enfeitam as homepages do buscador ao redor do mundo.

Mayer está no Google há quase 10 anos. “No começo nossa equipe era bastante reduzida, apenas 20 pessoas”, conta ela, agora vice-presidente do segmento de produtos de busca e experiência do usuário. “Empregamos uma tremenda quantidade de energia, esperança e empreendedorismo. Nós realmente sentíamos que estávamos trabalhando em algo que realmente poderia mudar o mundo. Estávamos todos muito excitados em trabalhar em um problema tão importante e pensávamos que isso seria realmente impactante. Mas não sabíamos ainda que tipo de impacto seria esse.”

Atualmente Mayer chefia 150 gerentes e todo mês de 10 a 12 produtos são passados a ela para checagem. Fora isso, quase 2 mil projetos também precisam ser revisados. Ela precisa tomar decisões o tempo todo. Geralmente, cada equipe de colaboradores não tem mais que 10 minutos para apresentar seus projetos, mas nesse tempo, eles contam com toda a atenção de Mayer, que não atende ligações ou checa e-mails.

Além das reuniões oficiais, a porta do escritório de Mayer fica aberta diariamente por uma hora, para que os membros da equipe possam entrar e tirar suas dúvidas sobre os projetos em andamento. Ela é absolutamente empenhada às necessidades do usuário final e frequentemente utiliza a própria mãe como referência para saber se a idéia é simples o bastante para funcionar.

Quais outros critérios ela leva em consideração quando decide se o produto é realmente bom? “Presto atenção no interior e na inovação que envolve a ideia”, explica Mayer. “Também reparo na força e energia do time que a está apresentando. Depois eu espalho a todos um sentimento de confiança, que é bom tanto para o produto quanto para a equipe, que demonstra interesse em desenvolvê-lo. Se esses dois itens entram em harmonia, com certeza o produto fará sucesso.”

Inovação é sua paixão. 20% do tempo de Mayer é dedicado a pensar como o gigante das buscas pode continuar inovando à medida que desenvolve novos produtos.

Busca personalizada é tendência

Viciada em buscas, como se autodenomina, Marissa Mayer diz que ainda há muita oportunidade de inovar, mudar e progredir no mercado de buscas. No entanto, ela não entrega qual serão os próximos passos do Google.

“Nós acreditamos ser realmente importante progredir e abrir espaço às pessoas para perguntarem e acessarem conteúdo com mais facilidade pelos celulares”, diz ela. “nós também estamos trabalhando em uma forma de colocar novas mídias nos portáteis e como traremos livros, vídeos e notícias para dentro do universo das buscas.”

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