Novas regras do ICMS no comércio eletrônico entram em vigor hoje

Economia Vendas Internet ImpostosOs impostos estaduais das mercadorias compradas pela internet passam a ser repartidos entre estados de origem e destino do bem a partir desta sexta-feira (1º).

Estas são algumas das novas regras para a cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para o comércio eletrônico.

Em 2016, o estado de destino da mercadoria ficará com 40% do diferencial de alíquotas (parcela do imposto que ele tem direito a receber); e o estado de origem, com 60%. Já em 2017, a proporção se inverterá: 60% para o estado comprador e 40% para o estado vendedor.

O estado consumidor ficará com 80% em 2018, e a partir de 2019, o diferencial será integralmente cobrado pelo estado de destino.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A medida integra a Emenda Constitucional (EC) 87/2015, promulgada pelo Congresso em abril do ano passado, depois de três anos de discussões. A EC criou um cronograma para igualar a repartição do ICMS nas compras virtuais aos demais tipos de consumo.

Nas compras físicas, feitas nas lojas, parte do ICMS interestadual fica com o estado produtor e parte com o estado consumidor. A proporção varia de 7% a 12%, conforme o estado de origem da mercadoria.

Durante as discussões no Congresso, os parlamentares optaram por criar um cronograma de transição para reduzir a perda de arrecadação dos estados que sediam páginas de compras.

Inicialmente, estava previsto que 20% do diferencial de alíquota do ICMS fossem destinados aos estados consumidores a partir de 2015.

No entanto, por causa do princípio da anterioridade, alterações em impostos só podem ser aplicadas no ano seguinte à publicação da mudança.

Com a ascensão da internet, o comércio eletrônico tornou-se um dos principais focos de disputa entre os estados. Isso porque o ICMS de mercadorias compradas pela internet ou por telefone, até agora, ficava integralmente com o estado que abriga a loja virtual por causa da falta de legislação para regulamentar o consumo à distância.

A distorção trazia mais arrecadação para Rio de Janeiro e São Paulo, que abrigam a maioria dos sites de compra, e prejuízo para os demais estados, principalmente do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste.

O ICMS interestadual incide quando uma mercadoria é produzida (ou importada) por determinado estado e vendida a outro. O estado de origem recebe a alíquota interestadual e o estado de destino – onde a mercadoria é consumida – fica com a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota final, chamada de diferencial de alíquotas.

Dessa forma, se a alíquota final no estado de destino é de 18%, o estado produtor cobra os 12% de ICMS interestadual, e o estado consumidor fica com 6%.
JB/AG.Brasil

Consumo e Tecnologia: internet facilita a compra, a escolha e a economia

Economia - e-Commerce Blog do MesquitaNos dias atuais ninguém quer perder tempo e dinheiro na hora da comprar.

Muitas pessoas não querem mais ficar horas andando em busca de produtos e ofertas quando necessitam adquirir algo. Há também aquelas que simplesmente não têm tempo para perder em centros comerciais ou shoppings; outros gostam de pesquisar o melhor preço antes de adquirir ou preferem a comodidade de fazer tudo sem sair do lugar.

Por causa deste comportamento, em 2014 houve um crescimento de 200% nos acessos a lojas virtuais via celulares e tablets.

Os cinco Estados que mais recorrem à internet para comprar são, respectivamente, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

Os paulistas são os maiores adeptos a compras online e o Estado sozinho é responsável por 50% do total de pedidos e responde por 45% da movimentação financeira nos sites de comércio eletrônico.

É interessante destacar também que as pesquisas e estudos ainda demonstram que os consumidores brasileiros adquiriram o hábito de pesquisar antes de comprar pela internet.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Segundo dados, 58% das vendas foram realizadas após consulta dos compradores a um mecanismo de busca. Pela web, em pouco tempo, dá para conferir preços e produtos em diferentes ferramentas e até mesmo em redes sociais, onde os consumidores trocam informações de ofertas.

Há aplicativos que funcionam de forma totalmente gratuita, como é o caso do Dica de Preço, onde as pessoas trocam informações sobre valores e assim comparam o mesmo produto em locais diferentes, escolhendo sempre pela melhor oferta.

O mecanismo pode ser acessado em navegadores tradicionais, como Safari e Google Chrome, ou instalado nos sistemas Android e iOS, de smartphones e iPhones.

Além disso, a crise tem levado os consumidores a tomar mais cuidado com o que compram e quanto pagam pelos produtos. Mesmo quando estão dentro de lojas de centros comercias, estão consultando valores em aparelhos móveis.

Já os que são adeptos à compra pela internet, também avaliam o gasto da locomoção até o comércio e o tempo perdido em filas e trânsito encarecem um pouco mais o produto.

Fora isso, na correria da atualidade, principalmente em grandes centros, o tempo é realmente muito precioso e, quando bem administrado, pode ser usado para trabalhar, curtir momentos de lazer com a família, descansar, entre tantas outras atividades
JB

Social commerce toma forma no Brasil

Internet,Economia,Blog do MesquitaOlhou, gostou, comentou, comprou! Um número crescente de comerciantes vem transformando as redes sociais em vitrines de seus produtos. E um número ainda maior de frequentadores do Twitter, Facebook, e Instagram, tem se divertido comprando por impulso.

No mundo inteiro, muitos negócios B2C estão aprendendo a lidar com a agregação das redes sociais aos seus canais de vendas. E o Brasil está inserido nesse cenário. A estimativa de muitos analistas é a de que o social commerce movimente hoje cerca de R$ 100 milhões por ano no país.

Até 2018, a modalidade deverá responder por 6% do e-commerce, movimentando R$ 1,8 bilhão em transações.

São números otimistas, especialmente se consideramos que o social commerce tem se caracterizado, até aqui, por ser um canal destinado à impulsionar as promoções dos grandes do e-commerce e anabolizar as vendas dos pequenos varejistas, sem bala na agulha para sustentar grandes operações proprietárias de comércio eletrônico.

Mas com base nessas e outras projeções – como a da empresa de e-commerce canadense Shopify, que aponta o Facebook como líder em vendas, com 1,85% de cliques passagem que conduzem a uma compra, contra 0,77% do Twitter), as próprias redes sociais já começaram a investir em soluções nativas – os famosos botões “Comprar” – com o objetivo de tentar se inserir ainda mais no ecossistema e evitar perder dinheiro, já que hoje, o modelo de negócio mais bem sucedido as deixa de fora da melhor parte da transação: a efetivação da compra propriamente dita.

Que modelo de negócio é esse? Aquele de Social Shopping colocado em prática pela Amazon e o Twitter em maio do ano passado, e que permite a usuários dos dois serviços adicionar produtos ao carrinho de compras do site Amazon.com, sem sair do Twitter. Basta que o usuário responda ao tweet apresentado na sua timeline (contendo o link do produto à venda na Amazon e a hashtag #AmazonCart), com outro tweet contendo a mesma hashtag (#AmazonCart).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A mecânica é muito semelhante à usada hoje no Brasil pelas soluções das startups Boxbuy e Arco.
A solução da Boxbuy, que venceu recentemente a primeira edição do desafio MasterCard Digital Commerce SHIFT, permite que comerciantes e fabricantes iniciem a venda de seus produtos nas redes sociais usando os respectivos botões “Curtir” para que os consumidores possam adicioná-los a seus carrinhos de compra. Além disso, já possibilita também que as lojas online ofereçam seus produtos por meio de aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp.

No caso das redes sociais (Twitter, Facebook e Instagram), o Boxbuy identifica quando o consumidor curte algum produto à venda, uma vez que esse produto foi previamente cadastrado pelo comerciante no site Boxbuy.com. A partir dessa identificação, envia o produto para o carrinho do site Boxbuy, onde a compra é finalizada. Feito o pagamento, o comerciante recebe os dados do comprador e providencia o envio do produto. O Boxbuy cobra uma taxa de 2% caso a venda seja concretizada.

Já a Arco permite que o consumidor busque no Instagram pela hashtag #usearco para ver fotos de todos os produtos à venda, ou #arcoama para conhecer os produtos que o Arco está promovendo. A compra é feita a partir da inclusão da palavra “compra” no comentário feito na foto referente ao produto desejado. Para que o sistema funcione, o comerciante também precisa estar previamente cadastrado no site Arco.vc e utilizar a tag #usearco nas fotos dos produtos publicadas na rede social. O consumidor só paga o preço cobrado pelo vendedor por cada produto, sem adicionais. E os vendedores pagam uma comissão de 5,5% do valor da mercadoria para a Arco, como taxa de venda.

Na maioria das vezes, no entanto, em vez de clicar diretamente no anúncio de um varejista no Facebook para fazer uma compra, o consumidor vê a imagem do produto no Pinterest ou no Instagram e acaba comprando o produto na loja física, ou fazendo o pedido por e-mail ou telefone. A imagem é apenas o gatilho que dispara o processo da compra.

Um desafio das redes agora é fazer com que mais micros e pequenas empresas encarem o social commerce como uma ferramenta de geração de negócios.

Para crescer, educar

Não por acaso, no início deste ano, o Facebook iniciou um projeto piloto com a Unas, associação de moradores da comunidade de Heliópolis. A rede social está instalando um laboratório de inovação, com computadores e acesso à internet, onde serão aplicados cursos destinados a microempreendedores e usuários da plataforma em geral. O objetivo é mostrar de que forma esses “empresários locais” podem usar a rede social e seus serviços, como Messenger, o Instagram e o WhatsApp como ferramentas para impulsionar os negócios.

O potencial é grande. Hoje quase 90% da população de Heliópolis usa o Facebook. Embora a comunidade seja muito ativa, com mais de 5 mil pequenos empresários locais, incluindo comerciantes e prestadores de serviço, 86% deles ainda não têm uma página da rede social e desconhecem completamente como incrementar seus negócios por meio da plataforma.

O laboratório está em fase final de montagem, com provisão de começar a funcionar no início de março. Funcionários do Facebook darão cursos sobre melhor uso do da rede social, de modo geral, incluindo dicas de privacidade, segurança, criação de páginas, melhores práticas de conteúdo, noções de marketing digital e envolvimento com os potenciais consumidores.

Algo que os usuário da LikeStore já descobriram há tempos. O marketplace de social commerce tem mais 24 mil lojas, responsáveis por 5 mil transações mensais através do Facebook e, agora, também através do Instagram. O o sistema de criação da loja é gratuito. A LikeStore fatura cobrando 2% sobre as vendas. O lojista ainda paga uma taxa para o meio de pagamento usado – 7,4% para cartão de crédito e 2,9% para boleto ou transferência bancária, acrescidos de R$0,39 (fixo) por transação. No plano Pro é possível cadastrar até 200 produtos.

Atualmente, 2,1 milhões de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) mantêm páginas no Facebook, número que corresponde a um terço das empresas desse porte no Brasil e que usam a plataforma para fazer negócios.

A parceria do Sebrae com o Facebook já rendeu a criação de um curso online grátis e 30 mil Km percorridos em todo o Brasil capacitando empreendedores e aprendendo com eles. A equipe do Facebook admite que já aprendeu muitas coisas novas com esse contato mais próximo com comerciantes, empreendedores e microempreendedores. O dono de uma lanchonete na Rocinha (no RJ), por exemplo, recebe pedidos do delivery pelo chat de Facebook. Um uso inusitado da ferramenta.

Em Manaus, uma das primeiras brigaderias da cidade, a Brigadore Brigadeiros Gourmet, alcançou grande parte de sua clientela com divulgação no Instagram e no Facebook. Bons canais para despertar o desejo pelos produtos – o famoso comer com os olhos -, as duas redes se tornaram os principais canais para o envio de pedidos.

Apesar de investir em anúncios com links para vídeos desde 2012, a Kelly’s Megastore apostou em anúncios de vídeos nativos do Facebook para aumentar as vendas de sua linha de equipamentos para personalização de calçados. Desde novembro deste ano, a empresa vem promovendo uma campanha segmentada de vídeo com um tutorial de 10 minutos que ensina a personalizar calçados usando uma máquina e bijuterias vendidas pela empresa. Entre os resultados, a empresa conseguiu dobrar a chamadas no televendas e 20% de aumento na base total de clientes.

Entre os grandes, promoções
Muito incipiente, o Social Commerce no Brasil ainda não aparece nas pesquisas tradicionais sobre o varejo online brasileiro. Mas como o mobile commerce, que em 2014 respondeu por quase 10% (9,7%) das vendas online realizadas no país, segundo o 31º relatório WebShoppers, da e-bit, deve ainda em 2015 começar a ser mensurado.

“Hoje as redes sociais ainda são um canal de experimentação para o grande varejista, usado com sucesso para fomentar as promoções”, comenta Rodrigo Borer, CEO do Buscapé para América Latina. Segundo o executivo, as redes sociais têm sido um bom local para descobrir e iniciar a compra de produtos que não estamos precisando comprar. Das comprar por impulso, não das compras planejadas.

Apenas uma fração das vendas dos varejistas online está realmente sendo gerada diretamente através de uma referência em uma rede social. Mas o volume de comércio social está crescendo rapidamente. Três dígitos, em muitos casos, segundo relatório recente da BI Intelligence sobre como a mídia social está impactando todo o processo de compra.

No mundo, os 500 maiores varejistas ganharam 2,69 bilhões de dólares com social commerce em 2013, de acordo com a do Internet Retailer Social Media 500 um aumento de mais de 60% ​​em relação a 2012, quando o mercado de e-commerce como um todo cresceu apenas 17%.

Recomendação em alta
As mídias sociais também conquistam cada vez mais importância também para pesquisar opiniões ou recomendações de produtos. A maioria (72%) dos mil consumidores brasileiros ouvidos pela Deloitte no fim de 2014 para a tradicional “Pesquisa Natal – Revelação sobre o hábito de consumo dos brasileiros”, declarou que é influenciada pelas opiniões dos internautas no momento das decisões de compra. As redes sociais, microblogs e blogs são as ferramentas mais utilizadas pelas empresas para interagir com o consumidor final.
Outro estudo, da empresa Sophia Mind, aponta que 63% dos brasileiros só compram depois de consultar as redes sociais.
Cristina De Lucca/IDGNow

Internet: dicas para fazer compras com segurança

Economia - e Commerce Blog do MesquitaTem medo de comprar na web? Manual traz dicas de segurança. Cuidados ajudam a fazer compras on-line.

Segurança com computador, sites e pagamento estão entre as dicas.
Altieres Rohr* Especial para o G1

Está cada vez mais difícil ignorar as ofertas na internet. Às vezes, o valor é menor do que na loja física – apesar do custo do frete –, e a diversidade de marcas e modelos presente nas opções na rede é inigualável.

Se você ainda tem medo de realizar compras on-line, por qualquer motivo, este “manual” da primeira compra na internet pode ajudá-lo a fazer sua primeira aquisição na rede. Com essas dicas, você poderá fazer compras on-line com segurança.

Capítulo 1: O computador

Não há compra com segurança em computador inseguro. Tenha um antivírus instalado, atualizado e realize um exame completo antes de fazer o pagamento (porque é no pagamento que algumas informações podem ser roubadas). Não use computadores públicos.

Nesta época, uma série de golpes temáticos envolvendo natal e final de ano já circulam na rede: o G1 já mostrou os que circularam no ano passado. Esses golpes levam as vítimas a sites falsos que roubam dados ou contém vírus com a mesma finalidade. Evite-os para manter seu computador seguro.

Se você vai usar um notebook para a compra, faça-o em casa. A fabricante de antivírus Symantec alerta que você precisa tomar cuidado ao digitar senhas e dados bancários em locais onde pode ser visto por desconhecidos. Também não utilize conexões sem fio públicas ou inseguras.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Capítulo 2: A loja

A Symantec dá a seguinte dica: “não compre em uma loja virtual que você desconheça ou não tenha referência. Não se baseie apenas no número de opiniões positivas de usuários de sites de pesquisa de preços, pois algumas lojas turbinam os próprios números criando feedbacks positivos comentando sobre vendas que nunca ocorreram”.

Outro ponto importante – e aqui a coluna diverge da recomendação de algumas empresas de segurança – é ignorar qualquer “selo” que ateste a segurança do site. Não é possível verificar adequadamente a veracidade do selo, e um site falso pode colocar imagens de selo sem qualquer dificuldade. Por isso, embora alguns selos sejam de empresas ou organizações confiáveis, eles ainda não têm qualquer valor prático devido à facilidade com que podem ser abusados por criminosos.

Na verdade, apenas lojas legítimas – que precisam zelar pelo seu negócio e têm medo de sofrer processos – é que não podem usar os selos de forma indevida.

Tente pesquisar na web para descobrir referências sobre a loja. Use a dica desta coluna para verificar o cadastro do CNPJ da empresa. Fazendo uma pesquisa por um determinado programa de computador há algumas semanas, a coluna encontrou um site que vendia softwares e que estava com o CNPJ irregular por cinco anos.

O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (CAIS/RNP) dá também a seguinte dica: “sites sem reputação com preços bons demais são suspeitos. Você pode não receber o produto, colaborar com a sonegação de impostos ou ter seus dados financeiros utilizados por terceiros”.

Se você vai tentar arriscar com uma loja que ainda não conhece ou não tenha referências – o que não é recomendado, na verdade –, atente para o produto que está comprando. Alguns podem levá-lo mais facilmente a locais fraudulentos e pode ser preferível que, se quer um destes, que volte a buscar uma compra em uma loja mais confiável.

Capítulo 3: O produto

Segundo informações do CAIS/RNP, produtos populares como “MP3 players, câmeras digitais, smartphones, laptops, TV LCD e navegadores GPS” são iscas comuns para atrair possíveis compradores a lojas fraudulentas, que não entregarão os produtos ou roubarão os dados dos clientes.

Não quer dizer que você não possa comprar esses produtos na web. Você pode. Mas é necessário atenção redobrada na hora de fazer a pesquisa pela melhor compra.

Outra questão são produtos falsificados. Um levantamento da Symantec feito em parceria com a MarkMonitor aponta que 24% dos resultados de pesquisa por produtos na web, com base em sites de língua inglesa, levam a sites com produtos falsos ou piratas. É o caso de joias, acessórios ou bolsas “de marca”.

Seja qual for o produto do seu interesse, pesquise preços em vários sites, inclusive em sites especializados nessa tarefa. Não se limite a apenas uma loja. Assim você tem noção do preço do mercado e poderá desconfiar caso alguma oferta seja “boa demais”.

Capítulo 4: O pagamento

Enquanto estiver realizando a inserção de dados pessoais e do cartão, atente para a presença do “cadeado de segurança”. Isso significa que o site está usando a tecnologia SSL para proteger seus dados contra roubo enquanto eles estiveram em trânsito na rede. Mas importante: simplesmente a presença do cadeado de segurança não garante que a compra será segura ou que a loja é confiável.

Para as lojas que oferecem, Sedex a cobrar é sem dúvida a forma de pagamento mais segura. Você só paga quando recebe o produto. Cuidado com débitos diretos na conta. De acordo com o CAIS/RNP débitos automáticos não autorizados são uma “prática frequente”.

O cartão de crédito tem a mesma segurança. Se você não receber o produto, pode contestar a fatura junto ao banco, afirmando que nunca recebeu. Esse processo, conhecido como “chargeback”, garante que você terá seu dinheiro de volta caso a mercadoria não seja entregue. Gera alguns transtornos, mas nenhum dinheiro é perdido.

Por outro lado, criminosos também podem roubar os dados do cartão se o seu computador estiver com algum vírus. Se você quer evitar isso, pode pagar no boleto bancário. Porém, no caso de boleto, fica mais complicado contestar.

Se preferir, na maioria dos casos é possível realizar compra, ou pelo menos o pagamento, por meio de um LiveCD com Linux. Isso garante um ambiente seguro para a digitação dos dados do cartão de crédito.

Vale lembrar que, uma vez recebido o produto, independentemente da forma de pagamento, você pode, pelo Código de Defesa do Consumidor, pedir devolução do dinheiro em até 7 dias após o recebimento. Confira outras dicas de compras para o final de ano do CAIS/RNP.

¹ Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

Marketing Digital e a publicidade ‘analógica’

Economia Vendas Consumidor DigitalEmpresas erram ao usar modelo publicitário “analógico” no mundo digital da internet

O autor e especialista em marketing Seth Godin é conhecido por dar títulos hilários, criativos e provocativos às suas obras. Meatball Sundae (”Sundae de almôndegas”) é sua nova criação.

Na esteira de A Vaca Roxa e Todo Marqueteiro É Mentiroso (dois de seus livros anteriores), Seth criou a nova expressão para descrever o marketing tal como é praticado hoje na internet por 90% das empresas. Para Godin, almôndegas e sorvete são duas perfeições alimentícias, mas que, misturadas, dão uma braba indigestão.

Em sua analogia culinária, as “almôndegas” são os produtos médios, feitos em grande quantidade, a preços baixos, destinados ao “público médio”. Pense numa cerveja da Budweiser ou num carro da GM. Eles são as almôndegas, que prosperam num mercado de massa. O “sundae” seria o novo marketing – que utiliza as ferramentas da internet, como vídeos no YouTube, blogs e sites de relacionamento.[ad#Retangulo – Anuncios – Duplo]

O sundae de almôndegas, por sua vez, é o uso dessas ferramentas para promover produtos, marcas ou serviços do tipo “médio”. Exemplos? A tentativa frustrada da Budweiser de criar um canal próprio de relacionamento com o consumidor na internet, a BudTV. Lançado com estardalhaço, com meta de atingir 2 milhões de espectadores por mês, é acessado por meros 50 mil internautas mensalmente. Outro caso de insucesso digital é o do Wal-Mart, cujo site voltado ao público jovem, TheHub.com, encerrou as atividades em 2006 depois de uma seqüência de ibopes pífios. Lançado em janeiro, Meatball Sundae recebeu fartos elogios da Business Week e do Financial Times.

Por que o marketing na internet vira um sorvete de almôndegas? A resposta é simples, diz Godin. Na era da conectividade, regras fundamentais da era da comunicação de massa foram quebradas para sempre, e as empresas tradicionais terão dificuldade de se ajustar aos novos tempos. O ciberespaço virou arena de diálogo não só dos consumidores com a empresa, mas deles entre si. “A empresa sempre esteve protegida. Um presidente de banco não está acostumado a ouvir um cliente que perdeu a casa. Uma estrela do rock não está acostumada a lidar com 55 mil amigos do MySpace”, diz. Outra regra defunta é a da oferta limitada. O consumidor quer todas as opções à sua disposição. “Senão, ele nos deixa.”

Frente à nova realidade, o marketing canhestro das almôndegas tem uma causa comum: as empresas tentam implantar um modelo de comunicação “analógico” ao mundo digital. A Budweiser estava acostumada a ter seus divertidos comerciais de TV bem recebidos pelo público. Tentou criar um canal de TV pela internet que copiasse o humor debochado das peças publicitárias. Não vingou. Seria mais útil criar vídeos de marketing viral e disponibilizá-los no YouTube. Muitos se perguntam sobre o futuro das empresas do tipo “almôndega”.

Para Godin, um produto não é em si necessariamente uma “almôndega” ou um “sundae”. Isso depende de posicionamento estratégico. Dá o exemplo das companhias aéreas. “O que a JetBlue fez para conquistar o consumidor? Colocou TVs nos assentos, contratou pessoas que gostam de falar sobre o serviço. Quando lidamos com a JetBlue na internet ou por telefone, é um tipo de companhia aérea “sundae”. E ela está no mesmo negócio que a American Airlines” (empresa com serviço tipo “almôndega”, nas palavras do autor).

Empresas de ponta tornam-se líderes. Num podcast à Business Week, Seth citou o caso de uma pequena empresa do meio-oeste americano que abocanhou o mercado de EVDO (tecnologia que permite a conexão de celulares e laptops à internet por satélite). Além de contar com uma equipe especializada no formato, ela abriga em seu site o principal grupo de discussão sobre EVDO nos EUA.

Com a dupla tacada, virou um ímã da comunidade. “O negócio poderia ter sido iniciado por qualquer companhia de telecomunicação. E nenhuma o fez, achando que o formato não teria público ou que seria preciso criar uma cadeia de suporte ao consumidor. Tratava-se da velha abordagem a um novo produto. Seria transformar o EVDO numa almôndega”, afirma.

do IFD Blogautor: Álvaro Oppermann – fonte: Mercado Competitivo

Internet: Estatísticas, dados e projeções atuais sobre a Internet no Brasil

Segundo o Ibope Media, somos 94,2 milhões de internautas tupiniquins (dezembro de 2012)[1], sendo o Brasil o 5º país mais conectado[2].

De acordo com a Fecomércio-RJ/Ipsos, o percentual de brasileiros conectados à internet aumentou de 27% para 48%, entre 2007 e 2011[3]. O principal local de acesso é a lan house (31%), seguido da própria casa (27%) e da casa de parente de amigos, com 25% (abril/2010). O Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet[4].[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Internautas ativos

50,7 milhões de usuários acessam regularmente a Internet[5]. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente[6].

Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.[7].

Gráfico exibindo o crescimento da internet nas residências, com uma penetração de 8,6% em 2001 até 20,4% em 2007

Tempo médio de navegação

Desde que esta métrica foi criada, o Brasil sempre obteve excelentes marcas, estando constantemente na liderança mundial. Em julho de 2009, o tempo foi de 48 horas e 26 minutos, considerando apenas a navegação em sites. O tempo sobe para 71h30m se considerar o uso de aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype etc)[8]. A última marca aferida foi de 69 horas por pessoa em julho de 2011[9].

Comércio eletrônico

Em 2008 foram gastos R$ 8,2 bilhões em compras on-line[10]. Em 2009, mesmo com crise, foram gastos R$ 10,6 bilhões[11]. 2010 fechou com R$ 14,8 bilhões, atingindo 1/3 de todas as vendas de varejo feitas no Brasil[12] e em 2011 foram gastos R$ 18,7 bilhões[13]. Ainda assim, apenas 20% dos internautas brasileiros fazem compras na internet; aqueles que ainda não compram, não o fazem por não considerar a operação segura (69%) ou porque não confiam na qualidade do produto (26%)[14].

Publicidade on-line

A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV[15]. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços[16]. Antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam em opiniões expressas online[17].

Venda de Computadores

São 60 milhões de computadores em uso, segundo a FGV, devendo chegar a 100 milhões em 2012[18]. 95% das empresas brasileiras possuem computador[19]. A difusão da Internet está diretamente associada ao crescimento do número de computadores, que têm suas vendas impulsionadas pelos seguintes fatores: aumento do poder aquisitivo, crescimento do emprego formal e do acesso ao crédito, avanço da tecnologia, baixa do dólar e isenção de PIS e Cofins sobre a venda de computadores e seus componentes[20].

Banda larga

Modem com LEDs acessos
Foto: Declan Jewell

Atingimos 10,04 milhões de conexões em junho de 2008: um ano e meio antes do previsto, já que essa era a projeção para 2010[21]. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. E a projeção é de um aumento de 8 vezes até 2012[22]; o número de conexões móveis cresceu de 233 mil para 1,31 milhão em um ano[23]; Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta[24] e Cidade de Deus[25] e em Duque de Caxias[26]. Estão nos planos: São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo e 58km da Avenida Brasil[27], todos no Rio de Janeiro.

13% dos internautas brasileiros tem uma velocidade de banda larga de 128 a 512 Kbps; 45% tem 512 Kbps a 2 Mbps; 27% usa 2 Mbps a 8 Mbps[28] Se compararmos com os números de outubro de 2011, perceberemos a migração dos usuários para velocidades superiores.

Resoluções de tela

Desde agosto de 2008, fazemos um estudo informal sobre a resolução de tela utilizada pelo internauta brasileiro. Hoje, nota-se que as resoluções estão cada vez mais pulverizadas. O negócio agora é o design adaptável!

Média brasileira de resolução de tela – Abril/2012
Largura Agosto/2008 Agosto/2009 Abril/2010 Abril/2012 Total internacional[29]
até 800px 15% 7,73% 4,10% 1,50%
até 1024px 65,1% 47,88% 45,48% 26,69% 18,09%
até 1280px 19,9% 30,16% 34,57% 17,93% 20,45%
até 1440px 5,80% 7,32% 30,79% 23,47%
até 1920px 4,44% 3,53% 5,62% 12,50%

Navegadores

Outra importante referência: qual navegador os brasileiros andam usando? Veja a tabela abaixo, ligue o fod@-se pro IE6 e seja mais feliz!

Navegadores utilizados pelos brasileiros – Abril/2012
Navegador Agosto/2009 Abril/2010 Abril/2012 Internacional[30]
Chrome 4,20% 11,10% 41,64% 25,30%
Firefox 28,42% 33,18% 20,80% 24,30%
IE8 14,09% 21,62% 15,00% 12,70%
IE9 12,86% 10,72%
Safari 0,91% 2,21% 4,13% 6,40%
IE7 30,59% 23,05% 1,87% 5,38%
IE6 21,38% 8,35% 0,50%
Opera 0,41% 0,49% 0,45% 2,10%

Segundo dados da Net Applications, em março de 2011 o mercado estava assim dividido: Internet Explorer (56,77%), Firefox (21,74%), Chrome (10,93%)[31].

Desigualdade Social

A desigualdade social, infelizmente, também tem vez no mundo digital: entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos esse número é de 56,3%. Somente 13,3% dos negros usam a Internet, mais de duas vezes menos que os de raça branca (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%) constrastam com os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%)[32].

No Mundo

O número de usuários de computador vai dobrar até 2012, chegando a 2 bilhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na Internet[33] e são publicados 200 milhões de tuítes[34]; a cada minuto são disponibilizadas 48 horas de vídeo no YouTube[35]; e cada segundo um novo blog é criado[36]. 70% das pessoas consideram a Internet indispensável[37]. Em 1982 havia 315 sites na Internet[38]. Hoje existem 174 milhões[39].

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A imagem dos fios que ilustra esta página é de autoria de Groupe ANT.

Comércio eletrônico e compras seguras

Assim como no mundo real, cuidados normais devem ser tomados.

Até hoje nunca tive problemas com sites de compras pela internet. Caso não conheça a loja, antes de fazer a compra se informe.
Tem gente reclamando da lista por não conter lojas grandes.

Ora, como a própria frase diz, ela é grande e por isso a tendência é ter mais problemas. Essas lojas da lista são “pequenas” e ainda sim sofrem muitas reclamações.
Agora, não é só porque você, num caso isolado, teve um problema com essas lojas grandes, que elas são ruins.

José Mesquita – Editor


Procon-SP lista 200 sites que devem ser evitados para compras na internet.
Órgão recebeu reclamações por irregularidades no comércio eletrônico.

Principais delas foram falta de entrega do produto e ausência de resposta.

A Fundação Procon-SP divulgou nesta quarta-feira (28) uma lista com mais de 200 sites que devem ser evitados pelo consumidor em compras pela internet. As páginas não são recomendadas porque o órgão recebeu reclamações por irregularidades na prática de comércio eletrônico.

A lista está disponível no site da Fundação Procon (clique aqui para acessar), com endereço eletrônico em ordem alfabética, razão social da empresa e número do CNPJ ou CPF. Os sites ainda foram classificados pelo órgão de defesa do consumidor com as condições “fora do ar” ou “no ar”.

Dicas antes de comprar na internet
Pesquise
Evite comprar por impulso. Verifique a garantia, o modelo, o preço e a forma de pagamento
Segurança da loja
Procure a identificação da loja: razão social, CNPJ, endereço, telefone, email e a segurança da página
Produto
Analise a descrição do produto, compare com outras marcas, visite a página do fabricante para confirmar funções e certifique-se que ele supre sua necessidade
Senha na internet
Evite senhas usadas em outros sites, datas de aniversário, sequências numéricas ou alfabéticas
Entrega
A data e o prazo de entrega devem ser especificados. Verifique o valor do frete e a política de troca e devolução dos produtos
Comprovante
Imprima e guarde todos os documentos que demonstrem a compra e confirmação do pedido
Garantia estendida
Algumas lojas “empurram” a aquisição da garantia estendida do produto (que dura mais tempo que a já oferecida pelo fabricante). Esteja atento se realmente quer o serviço antes de fechar a compra
Fonte: Procon-SP

De acordo com o Procon-SP, as principais reclamações dos consumidores sobre as páginas não recomendadas são: falta de entrega do produto adquirido pelo consumidor e ausência de resposta das empresas para a solução do problema.

“Esses fornecedores virtuais não são localizados, inclusive no rastreamento feito no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR, responsável pelo registro de domínios no Brasil, o que inviabiliza a solução do problema apresentado pelo consumidor”, diz o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, em nota.

O diretor classifica como “preocupante” a proliferação desses endereços eletrônicos mal- intencionados, que em alguns casos continuam no ar lesando o consumidor. “Denunciamos os casos ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI), que controla o registro de domínios no Brasil, mas, o mais importante é que o consumidor consulte essa lista antes de fechar uma compra pela internet, para evitar o prejuízo”, ressalva, em nota.

Dicas
Para orientar o consumidor na hora de fazer compras pela internet, o Procon-SP elaborou uma cartilha, chamada  “Guia de Comércio Eletrônico” (acesse aqui). No documento há dicas e cuidados que o consumidor deve ter ao comprar produtos ou contratar serviços online.

Entre elas estão procurar no site a identificação da loja, como razão social, CNPJ, endereço, telefone e outras formas de contato além do email. É preciso, ainda, redobrar os cuidados quando o site exibir como forma de contato apenas um telefone celular. O Procon sugere que o consumidor dê preferência a sites que tenham Sistema de Atendimento ao Consumidor (SAC). Também é importante instalar programa de antivírus e firewall no computador, sistema que impede a transmissão e recepção de acessos nocivos ou não autorizados.
G1

Compras on line: Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday

 A maior promoção do planeta traz milhares de ofertas insuperáveis para você aproveitar. Saiba identificar quais delas realmente valem a pena.

Quando o frio começa a vir com toda a força nos Estados Unidos, chega o momento em que as pessoas se reúnem com seus familiares e amigos para agradecer e celebrar o Dia de Ação de Graças – um dos feriados norte-americanos mais famosos.

Juntamente com essa data especial, vem também um evento que é marcado pelos preços baixos, por ofertas que chegam a ser absurdas e por muito tumulto nas lojas dos Estados Unidos. Esse dia é chamado de Black Friday, que ocorre sempre na sexta-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday
(Fonte da imagem: iStock)

Não se sabe exatamente como essas promoções começaram a se promover, mas, se você quiser conhecer um pouco mais sobre a história, acesse nosso artigo especial relacionado ao assunto. O que se sabe é que essa ideia tomou conta de vários países pelo mundo todo, sendo que as promoções deixaram de acontecer apenas nas lojas físicas para serem apresentadas também no comércio virtual.

Brasileiros também podem aproveitar

No Brasil, essa moda também pegou e pela terceira vez o país vai à loucura com os descontos insuperáveis proporcionados pela Black Friday. A partir da 00h desta sexta-feira, 23, várias lojas estão prometendo lançar promoções imperdíveis relacionadas a diversos produtos – como eletrodomésticos, eletrônicos, livros, CDs e games.

Neste artigo, você confere os sites onde deve procurar e também aprende como aproveitar as ofertas da melhor forma, sem se deixar enganar por falsos descontos. Confira algumas formas de encontrar promoções e garantir uma boa economia neste final de ano.

Conjuntos de lojas em um só lugar

Para facilitar a vida do consumidor, alguns sites funcionam como aglomeradores das lojas que vão participar da Black Friday brasileira. Essas páginas listam todas as mercadorias ofertadas pelas empresas cadastradas, para que você tenha acesso às promoções de forma rápida. São três os serviços que atuarão com bastante evidência neste evento: Busca Descontos, Dark Friday e SaveMe.

Busca Descontos – o site conhecido por apresentar as melhores ofertas para os internautas reuniu mais de 40 lojas e empresas prestadoras de serviços com promoções especiais para esta Black Friday. Algumas das marcas participantes são Walmart, Magazine Luiza, Submarino, Centauro e FNAC.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday
(Fonte da imagem: Busca Descontos/Black Friday Brasil)

A promessa feita pelos administradores do Busca Descontos é que serão oferecidos produtos com até 70% de descontos, mas apenas para as pessoas que tenham se registrado no site para receber o encarte de promoções. Para fazer isso, basta acessar a página e inserir os dados requeridos nos campos do cadastro mostrado na parte superior da tela. Clique aqui para acessar a página do Busca Descontos.

Dark Friday – assim como acontece com o site mostrado anteriormente, o Dark Friday também pede para que você cadastre seu nome juntamente com um endereço de email válido. A partir desse registro, uma senha é enviada para que você seja capaz de acessar as ofertas especiais.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday
(Fonte da imagem: Dark Friday/Black Friday Brasil)

A quantidade de lojas participantes é consideravelmente menor se comparada com os parceiros apresentados pelo Busca Desconto: um pouco mais de dez empresas, como Ponto Frio.com, Extra.com.br, Casas Bahia e Saraiva. Clique aqui para acessar a página do Dark Friday.

SaveMe – o serviço famoso por trazer as mais variadas ofertas lançadas por sites de compra coletiva, como Peixe Urbano, ClickOn e Click Cupom, traz uma lista com um pouco mais de 20 empresas participantes para esta Black Friday. Nesta seleção, além de lojas famosas, também estão inclusos sites de cupons (como os três citados acima), que apresentam promoções ainda mais surpreendentes nesta data especial.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday(Fonte da imagem: SaveMe/Black Friday Brasil)

Para ter acesso às diversas ofertas publicadas no site, também é preciso fazer um cadastro, inserindo seu nome, endereço de email e cidade onde mora. Fazendo isso, você pode visualizar promoções exclusivas, além de ser um dos primeiros a receber a lista completa com todos os produtos com descontos de até 90%. Clique aqui para acessar a página do SaveMe.

Empresas com ofertas exclusivas

Assim como mostrado no item anterior, algumas marcas preferiram se juntar e mostrar todos os seus produtos em ofertas reunidos em aglomeradores. Entretanto, nem todas as empresas foram adeptas a isso, algumas preferiram oferecer promoções em suas próprias páginas.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday
(Fonte da imagem: Walmart/Black Friday Brasil)

Como é o caso da Apple, que preparou uma página especial para divulgar ofertas a partir da zero hora desta sexta-feira, garantindo frete grátis para todo o país. Outra empresa a seguir o mesmo exemplo é o Walmart, que lançou uma página com contador regressivo para aproveitar o embalo do evento.

Ambas as marcas também participam de sites aglomeradores, mas oferece promoções exclusivas em seus sites. Vale a pena perder algumas horas de sono e aguardar 00h para conferir a economia as empresas tanto têm a oferecer para os seus fiéis consumidores.

Como não ser enganado com descontos falsos

Em mega promoções como as que acontecem durante a Black Friday, é comum encontrarmos reduções de preços absurdas – e que nem sempre são completamente verdadeiras. Nesses casos, às vezes você pode achar um produto que o site indica estar com 70% de desconto, por exemplo, mas na realidade o preço baixou apenas cerca de uns 40%.

Todas as dicas para fazer a compra certa na Black Friday
Histórico de preços de um iPhone 4S (Fonte da imagem: Reprodução/Baixou)

Isso acontece porque algumas empresas tendem a aumentar o valor “antigo” da mercadoria, para tornar maior o comparativo com o preço atual. Com a finalidade de evitar que você caia em uma pegadinha dessas, indicamos os sites JáCotei e Baixou para fazer uma pesquisa do histórico de custos dos produtos, permitindo que você saiba se ele está realmente barato ou se a oferta não passa de ilusão.
Luana Lima/TechMundo 

Facebook passa a permitir envio de presentes reais

O Facebook estreou nesta quinta (27) nos EUA um novo serviço de venda de presentes, o que representa um passo adiante da empresa de Mark Zuckerberg em sua tentativa de convencer Wall Street de que é um bom investimento.

Os usuários poderão comprar os “Gifts”, como foi chamado este novo aplicativo da rede social, de forma gradual e em primeiro lugar nos EUA, segundo informou o Facebook em comunicado disponível em sua página.

Facebook Gifts: venda de presentes reais usando a rede social. Na imagem, sugestões para um aniversário
Facebook Gifts: venda de presentes reais usando a rede social. Na imagem, sugestões para um aniversário

O aplicativo se transformará em mais uma opção disponível no perfil dos usuários do Facebook, que poderão comprar um produto real, como cartões de presente, bichos de pelúcia, doces e roupas, entre outros, e enviá-los como presente para alguém.

Atualmente, a rede social conta com mais de cem estabelecimentos cadastrados no serviço nos EUA.

Desde sua saída na bolsa, em maio, as ações do Facebook caíram mais de 50% e os analistas observam com incerteza a capacidade da companhia de conseguir transformar em lucro uma rede social com quase 1 bilhão de usuários.

O aplicativo de presentes simboliza a aposta mais clara do Facebook por estabelecer sua própria rede comercial e o situa em concorrência direta com os gigantes de compra e venda pela internet Amazon e eBay.
EFE


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