Sarney além da ética deu uma ferroada em Camões

Assisto o “acadêmico” José Sarney em entrevista à Globo News.

Quando perguntado sobre a pressão para que renuncie à presidência do senado o autor de Marimbondo de Fogo, mandou uma ferroada no vernáculo:

—”…pressão?…só se a maioria quiserem”…

Ai, ui, argh!

O soba “intelequitual” dos Timbiras faz jus às companhias de Paulo Coelho e Marco Maciel na Academia onde pontificaram Machado de Assis, Coelho Neto, José de Alencar, Olavo Bilac, Ruy Barbosa

Saiu na mídia – Mãe é mãe!

ALém de “desdobrar fibra por fibra o coração” – Coêlho Neto – a mãe desses novos tempos, tem que se desdobrar “bit por bit” para defender os direitos de filho homessexual.
Leia abaixo matéria distribuída pela agência EFE.

“Uma mulher de 60 anos se tornou a primeira mãe da China a defender a homossexualidade de seu filho explicando sua experiência num blog, num país onde os gays ainda sofrerem discriminação, informou nesta sexta-feira (2) o jornal “Xin Jing Bao”. O endereço da página não foi divulgado.

Wu Youjian, de Cantão, espera que seu blog ajude outros pais de homossexuais na China a aceitar seus filhos. “Eu gostaria que os pais de outros homossexuais lessem meu blog para saberem que meu filho é igual aos seus e que eu o aceito”, explicou Wu.

O filho de Wu, Zheng Yuantao, de 27 anos, foi o primeiro a assumir a homossexualidade na província de Cantão. Desde 2001 ele trabalha como editor de um site para gays. Naquele ano, a China deixou de considerar oficialmente a homossexualidade como uma doença.

A mãe explica que sua relação com Zheng é “de amizade”. Por isso, o jovem se abriu com ela ao completar 18 anos. “Acho que você já sabe que gosto de rapazes”, disse Zheng naquela noite, lembra Wu. “Não me surpreendi, mas achei que ele ainda era muito jovem para ter certeza sobre a sua sexualidade”, conta.

A mãe foi a encarregada de conversar sobre o tema com o pai. Mas os dois concordaram em dar liberdade a seu filho. “Não senti angústia nesse momento, como poderia imaginar a maioria”, explica Wu.

Zheng é entrevistado com freqüência pelas redes de TV chinesas. A mãe, após refletir durante dois dias, aceitou aparecer num programa do canal “Nanfang”. “Sou consciente dos riscos que meu filho corre. Muitos amigos e parentes vão nos reconhecer. Mas ser homossexual não é contra a natureza, nem uma doença, nem tem nada negativo. Por que sentir vergonha?”, reflete a mãe.

Segundo diversas estatísticas, a China tem uma comunidade de 40 milhões de homossexuais, dos quais 21% já foram pelo menos uma vez insultados, agredidos ou extorquidos por causa da sua sexualidade. O governo comunista deixou de considerar a homossexualidade uma doença, mas a maioria da população ainda acha que é um desequilíbrio.”