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WhatsApp cria dilema para operadoras de telefonia

Smartphone com WhatsAppA lista das plataformas online com mais usuários em todo o mundo é liderada pela rede social Facebook, com 1,5 bilhão, e pelo serviço de ví­deos YouTube, com uma audiência de 1 bilhão de pessoas — ambos referências na internet há anos.

Mas é o terceiro colocado, o aplicativo de comunicação WhatsApp, que cresce numa velocidade mais elevada.

Depois de aumentar 350% em apenas dois anos e meio, o número de usuários acabou de chegar a 900 milhões, segundo o ucraniano Jan Koum, presidente da empresa. Isso significa que a audiência dobrou de tamanho nos 18 meses desde que o WhatsApp foi comprado pelo Face­­book­ por 22 bilhões de dólares em 2014. No segmento de troca de mensagens, o aplicativo é líder em 15 dos 33 países analisados pela consultoria britânica GlobalWebIndex, inclusive no Brasil, onde metade dos usuários de internet o abre regularmente.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O sucesso do WhatsApp é um pouco surpreendente. O Facebook foi a primeira rede social a atingir a marca de 100 milhões de usuários. O YouTube seguiu pelo mesmo caminho no setor de vídeos. Já o WhatsApp é um caso à parte. Antes dele, houve dezenas de softwares de troca de mensagens. Alguns, como o BlackBerry Messenger, foram muito populares.

O que pavimentou a ascensão do WhatsApp foi cair nas graças dos usuários justamente quando os smartphones começaram a se espalhar pelo mundo. Com o acesso à internet, suas ferramentas, como a troca de textos, fotos e recados de voz, ganharam em eficiência. Mais recentemente, as chamadas telefônicas pela internet entraram no menu de opções. E tudo isso por apenas 1 dólar ao ano.

É toda essa facilidade quase gratuita que não para de atrair usuários — e também de enfurecer parte das operadoras de telefonia móvel. Elas não têm dúvidas sobre quem é o culpado pela queda na receita de SMS e de ligações. No Brasil, o Whats­App é abertamente criticado.

“Não temos problemas com serviços de dados e mensagens. Nossa preocupação são as chamadas telefônicas pela internet”, diz Amos Genish, presidente da Vivo. “Essa ferramenta não é uma inovação. É uma simples pirataria.”

O pano de fundo dessa briga é a revolução em curso no setor de telecomunicações. A expectativa é que as operadoras deixem de ser empresas de telefonia para se tornar, em primeiro lugar, provedores de internet móvel. “O serviço de voz não vai acabar, mas está havendo uma mudança radical no perfil de uso do celular e na receita das operadoras no mundo inteiro”, afirma o economista Ari Lopes, analista para a América Latina da consultoria Ovum, com sede em Londres.

Em um ano, a TIM perdeu 35% da receita de mensagens de texto. A Claro viu o faturamento de voz cair 18%. Até a Vivo, única que registrou crescimento na receita de telefonia móvel, teve queda de 5,5% nos ganhos com ligações ­­— uma redução de 164 milhões de reais no último ano. Por outro lado, as operadoras de telefonia móvel estão ganhando cada vez mais com a venda de planos de dados.

Nos últimos 12 meses, a receita da Vivo com pacotes de internet cresceu 51%. A da Claro, a que menos aumentou, teve uma expansão de 35%. A expectativa é que o faturamento das empresas com serviços de dados ultrapasse a receita de ligações em quatro anos.

Para um número crescente de usuários de celular, ter acesso a mídias sociais, mapas, músicas e vídeos é mais importante do que fazer ligações telefônicas. As pessoas estão mesmo falando menos ao celular. A média de uso por cliente é de 117 minutos por mês. Há exatamente um ano esse número era 9% maior.

Nesse contexto, o WhatsApp é ora inimigo, ora aliado. Quando compete diretamente com as chamadas telefônicas via ligações pela internet, é atacado. Na hora de convencer seus clientes a comprar planos de dados, as operadoras tratam o WhatsApp como uma atração. A Claro e a TIM oferecem pacotes que não descontam o tráfego de dados do WhatsApp ou de redes sociais, como Facebook e Twitter. O objetivo é gerar um estímulo ao serviço de internet.

“Os aplicativos são um motivo para o cliente gastar mais com planos de dados. O WhatsApp acelerou a demanda do consumidor por smart­phones”, diz Eduardo Tude, diretor da consultoria em telecomunicações Teleco, com sede em São José dos Campos, no interior paulista.

Amos Genish, presidente da Vivo

Amos Genish, presidente da Vivo: “A Anatel tem de regular o WhatsApp como serviço de telecom”

O coro das operadoras

O que une algumas das principais operadoras é a defesa do que chamam de competição leal. Genish, da Vivo, diz que o WhatsApp precisa ser regulamentado como um serviço de telecomunicação. Em suas declarações públicas, Bayard Gontijo, principal executivo da Oi, tem apoiado a ideia.

Rodrigo Abreu, presidente da TIM, por sua vez, é contra a proposta de criar uma regulamentação para os serviços online. Para ele, é preciso reduzir as obrigações e os impostos que atualmente recaem sobre as empresas de te­lefonia móvel. “Com ou sem ­WhatsA­­pp, o usuá­rio vai deixar de usar voz no celular para usar serviços de dados. Nosso desafio é participar do crescimento”, diz Abreu.

Procurada, a Claro não quis se pronunciar sobre essa questão. Até agora a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem dito que não é necessário regular os serviços de internet nem afrouxar as regras existentes para as empresas tradicionais. “Se existe uma dificuldade das operadoras de rentabilizar os negócios com o tráfego de dados, isso é um problema do modelo de cada empresa. O desafio delas é buscar novas fontes de renda”, diz João Rezende, presidente da Anatel.

Nos Estados Unidos, um dos mais avançados mercados de telefonia móvel, a competição das empresas com os serviços de mensagem online não provoca grande debate público. Um dos motivos é que os aplicativos não são tão populares quanto em outros países. Lá o software de mensagens líder é o Facebook Messenger, que atinge 25% dos usuários de internet — metade da taxa de uso do Whats­App no Brasil.

Uma das explicações para a popularidade menor nos Estados Unidos é que as operadoras americanas já ofereciam SMS ilimitado para os clientes quando softwares como o WhatsApp surgiram. Na briga com os aplicativos que oferecem ligações de voz via internet, as operadoras americanas também têm mostrado uma postura ativa. Desde o ano passado, oferecem o mesmo serviço com uma qualidade maior para seus usuários da rede 4G — a mesma estratégia tem sido seguida por empresas da China e da Coreia do Sul.

Na Europa, o caminho escolhido aponta na direção da regulação. Em maio, a Comissão Europeia iniciou uma revisão nas regras do setor de telecomunicações. O objetivo, segundo a comissão, é adotar medidas para garantir a igual concorrência entre empresas “tradicionais e novas” — em outras palavras, entre os aplicativos como WhatsApp e as operadoras.

A meta é elaborar um novo modelo até o fim de 2016. Nesse embate entre operadoras, WhatsApp e reguladores, o mais importante é não matar um serviço que se provou tão popular. A cada segundo são trocadas cerca de 350 000 mensagens em todo o mundo. É por aí que as coisas estão caminhando — pelo menos até a próxima revolução.
Filipe Serrano, de Revista EXAME

Justiça proíbe operadoras de cortar internet móvel ao fim da franquia

Ao menos no Acre, os clientes deixarão de ter a internet móvel cortada ao fim da franquia, graças a uma decisão da Justiça local.

O juiz Louis Arruda, do Tribunal de Justiça do Acre, determinou que Claro, Oi, Tim e Vivo mantenham seus planos como eram, oferecendo internet reduzida quando a franquia terminar.

O magistrado acatou um pedido do Procon e da Defensoria Pública do Estado. Para ele, a mudança no modelo de negócios é “abusiva” e “ilegal” porque as operadoras não informaram os consumidores com clareza.

“Alteraram unilateralmente cláusulas restritivas de direito nos referidos contratos, agindo e procedendo de maneira incompatível e inadequada com o objeto do contrato”, escreveu ele na decisão, publicada ontem e repercutida pelo UOL.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“As operadoras de telefonia móvel são impulsionadas, certamente, pela busca de maiores lucros, e não, como sustentam, na satisfação dos consumidores, com uma melhor prestação de serviços, notadamente quando, se vê, que as mencionadas empresas disponibilizam aos consumidores, ao fim das franquias contratadas, a possibilidade de migrarem ou contratarem novos planos com valores maiores de mensalidade, além da fatura já contratada.”

Embora a reviravolta tenha validade apenas no Acre, ela abre um precedente para que outros Estados também consigam o feito, ainda mais porque os Procons de todo o país se uniram para reclamar das novas regras.

Marco Civil da Internet: neutralidade da rede é o alvo

Internet Blog do MesquitaImaginem a seguinte e perversa união: Stalin, Chavez, Mao Tsé Tung todos regidos pelo tridente de Lúcifer.

Pois é o que está acontecendo na Taba dos Tapuias, em relação ao maldito Marco Civil da Internet. O Projeto de Lei que tramita no Congresso Nacional tem, de forma nada subliminar, o objetivo velado de cercear a liberdade da Internet.

O nefando PL é da relatoria do Deputado Alessandro Molon do PT do Rj. O Projeto de Lei é de iniciativa do Poder Executivo e tramita na Câmara dos Deputados, sob o número PL 2126/2011.
Aqui o link para a íntegra do projeto.

Pois bem. Isso posto vamos aos intestinos do que está por trás dessa coisa.
Fiquem atentos. O Marco Civil da Internet é o alvo. Atentam contra a Internet livre;
1. o PMDB;
2. a TV Globo;
3. as operadoras de telefonia, Claro, Vivo e Tim, que formaram uma união perversa cujo articulador principal é o adesivo Deputado Eduardo Cunha do PMDB.

Não necessariamente nessa ordem e significância.

Entendam que sem a neutralidade na web, as operadoras de telefonia decidirão o que você “terá que engolir a força” na internet.

As informações que hoje trafegam livremente na internet – que é caracterizada por ser um território livre —  irá perder essa característica e o conteúdo será controlado/manipulado/censurado/editado pelo cartel que será formado entre a radiodifusão e as operadores de telefonia. O grande e único prejudicado será o usuário que paga sua conta mensal para ter acesso a tudo lícito que bem entender, mas as grandes corporações tomarão conta do tráfego.
Haverá interferência desse cartel que sacrificará a velocidade de acesso do usuário comum —  troca de fotos, de vídeos e mensagens —  para privilegiar propagandas e outras coisas que proporcionem maior receita.

Dona Dilma Rousseff precisa do PMDB para governar — aí está posta a dúvida se a senhora presidente, embora de origens libertárias, teria coragem para vetar determinados artigos da nefanda lei, mais especificamente os artigos que explico mais abaixo — e o PMDB ao contrário dos que muitos imaginam, não é feudo do Sarney nem do Renan.

Engano trágico. O chefe controlador desse bando na Câmara Federal é esse deputado federal carioca Eduardo Cunha.

O deputado — advinha a serviço de quem? — está disposto a negociar “parcialmente” a neutralidade da Internet no Brasil. Para admitir na lei artigos que permitam essa neutralidade parcial, a Globo, acreditem, defende que conste no malfadado PL, na parte relativa às questões que envolvam direitos autorais, não haver necessidade de processo judicial, para que um determinado conteúdo seja retirado do ar.

Traduzindo para o popular: se você distribui pornografia, ou calunia alguém, a retirada desse conteúdo somente se dará através do processo judicial, que é, saliente-se, como funciona a justiça em um Estado Democrático de Direito.

Agora a valer o artigo defendido pela Globo, se você cair na besteira de divulgar em seu perfil no ‘Face book’, ou em seu blog, sem autorização, um vídeo de um programa da TV Globo, você estará “ferrado”. O conteúdo poderá ser retirado da web sem a necessidade de instauração de processo judicial.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Estaria instalada a primazia do absurdo segundo a qual um crime cometido contra o Direito Autoral se tornará mais gravoso que um crime cometido contra os Direitos Humanos.

É evidente ao mais primário rábula, que tal artigo do PL, também, abre um precedente descomunal para que outros grupos organizados da sociedade, e/ou pessoas, dele se apropriem para exercer censura.

Ficaria assim, e somente para efeito de ilustração.
Os que são favoráveis à descriminalização do aborto pulicariam um texto defendendo suas posições em um blog ou em alguma rede social. Aí o pastor Malafaia, novamente cito o nome somente para exemplificar — amparado nesse artigo se aprovado na lei do Marco Civil da Internet — solicitaria através de uma simples notificação extrajudicial a retirada do conteúdo do ar, alegando que o referido texto está ilustrado com uma foto dele.

E onde entram as operadoras?
As operadoras de telefonia móvel e fixa também são provedoras de acesso à Internet. Mas agora querem mais. Querem controlar o tráfego na web.

Para facilitar o entendimento, uma analogia: além de controlarem as estradas virtuais, essas companhias querem cobrar pedágio de acordo com o tipo de veículo que circula na estrada, no caso a Internet. Pegaram o que está nas entrelinhas?

O que elas pretendem, novamente tendo o tal deputado à frente das negociações no parlamento, é que os usuários paguem a internet de acordo com o tipo de uso que dela fizerem. Como acontece com os canais de TV por assinatura.

Mais ou menos assim (os valores citados são meramente para exemplificar):
– acesso à Internet somente para e-mails R$10,00/mês;
– acesso à Internet + e-mails + acesso às redes sociais R$20,00;
– acesso à Internet + e-mails + YouTube R$45,00;
– acesso à Internet + e-mail + música online + subir fotos para o Instagram R$100,00.

É por aí. Seria como quando você paga a assinatura da TV conforme os canais que façam parte do pacote que você contratou. Quanto mais canais, maior o valor da assinatura. Trocando em miúdos: as operadoras de telefonia citadas, querem transformar o acesso à Internet a algo semelhante ao sistema “pay-per-view”. Entendo que não devemos permitir que fosse instituída a formação de “pacotes” para acesso a específicos conteúdos da Internet.

E você acha que isso é o fim? Pois será pior. Acredite!
Volto a recorrer a um exemplo meramente ilustrativo: uma potência econômica como a Globo poderá contratar junto aos provedores  — teles — pacotes a preços milionários que lhe garanta prioridade e maior velocidade de acesso. Assim o Portal G1, o BBB, as colunas dos ‘Mervais’ e correlatos na GloboNews serão acessados instantaneamente. Meu blog e outros sites que não têm dinheiro para pagar esse diferencial de velocidade de acesso, ficarão lentos e difíceis de ser acessados, pois serão considerados de segunda categoria, e irão para o fim do “grid” ou largarão do “box”.

No caso do parágrafo anterior, o direito do consumidor desce pelo ralo em virtude do desequilíbrio na relação de consumo. Você pagará por um serviço contratado para a operadora/provedor decidir à sua revelia a prioridade do conteúdo que você poderá acessar.

Para implantar tal sistema de seletividade baseado no binômio “grana X velocidade de acesso”, as teles obrigatoriamente irão implantar sistemas capazes de “futricar” o tráfego dos usuários para definir tais prioridades de velocidade e acesso. Saberão e armazenarão em banco de dados relacionais o que você, indefeso Tapuia, está acessando, dando um ponta pé definitivo nessa “tal de privacidade”.

O cidadão estará pagando um serviço para a tele escolher a velocidade e a prioridade do que ele pode acessar. Absurdo é um adjetivo ameno para ser aplicado aqui.

Se você continuar passivo não vá depois reclamar quanto ao tentar enviar o vídeo da festinha de formatura do ABC do seu filho no colégio, para a tia que mora em outra cidade, você receber a informação que “a rede está congestionada. Por favor, tente novamente às 04:30h da manhã”.

Originalmente o PL como está, além da garantia da neutralidade da web, mantém princípios já consagrados na Constituição Federal/88, como o da liberdade de expressão, da proteção à privacidade e aos dados pessoais dos usuários.

São direitos básicos do usuário constante no Projeto de Lei:
1. Informações claras e precisas nos contratos firmados com os provedores;
2. Inviolabilidade e sigilo das comunicações;
3. Controle sobre seus dados pessoais;
4. Garantia de manutenção da qualidade contratada da conexão;
5. Não suspensão da conexão à Internet salvo por débito do usuário.

Por seu lado os provedores estão obrigados:
1. Guarda sob sigilo dos registros de conexões feitas pelo os usuários pelo prazo de um ano;
2. Garantia de que o provedor somente fornecerá acesso a esses dados mediante ordem judicial
E exatamente é nesse item dois que a Globo quer alterações quando o caso for da alçada do Direito Autoral.

Como escrevi lá em cima caso esses absurdos sejam aprovados dificilmente, exceto através de forte pressão — mãos a obra senhores e senhoras! Envio maciço de ‘e-mails’ aos parlamentares — a presidente vetaria tais excrecências, uma vez que o PMDB é favorável às articulações engendradas pelo deputado Eduardo Cunha. Percebo por parte do PMDB uma intenção de “empurrar com a barriga” a votação do Projeto de Lei para o próximo ano. A conclusão é óbvia; 2014 é ano de eleição, e Dona Dilma precisará como nunca do partido do deputado Eduardo Cunha para garantir sua (dela) reeleição. Assim quanto mais próximo da eleição, mais a presidente ficará refém do partido e dificilmente vetaria alguma parte da lei.

A Televisão como veículo de massa está exalando os últimos suspiros. Por isso tenta dificultar e bloquear qualquer risco à sua hegemonia na Internet. É preciso ficar atento para que o modelo imperial imposto pelas TVs não seja repetido na Internet.

O custo dessa união — radiodifusão + companhias telefônicas — será descomunal para manutenção e vigor do preceito constitucional que veda toda e qualquer censura no Brasil.

Lembrem-se; A capacidade financeira, midiática e lobista desses conglomerados são imensuráveis. Mas, são somete 513 deputados federais, e nós somos 100 Milhões de usuários. Mãos a obra.

Enquanto isso, quase toda a cidade dorme.
Alguns acordados, debruçando-se sobre essas questões. Outros se quedam absortos e insones com o provável desenlace de algum capítulo de novela televisiva, cujo dramalhão piegas, jamais se igualará a essa tragédia anunciada.

Claro vai indenizar cliente por falha na prestação de serviço de Internet

A Claro S/A deverá indenizar cliente por falha na prestação de serviço de Internet Banda Larga 3G.

A 3ª Turma Recursal Cível do RS manteve a decisão da Vara do Juizado Especial Cível da comarca de Esteio que condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais; a rescindir o contrato, sem qualquer multa; e a desconstituir todos os débitos ainda existentes.

Consumidor será indenizado por falha em Internet 3G

O autor alegou que a Internet apresentava problemas de sinal, funcionando raramente, além de a velocidade ser muito inferior aos 500 kbps contratados. Ele ajuizou ação declaratória de inexistência de débito pelas faturas cobradas por serviço não utilizado – cumulada com ação de rescisão de contrato e indenização por danos morais. * Autor da ação – Leandro da Silva Pereira

Advogada – Carla Cristina Fortes Klock Zarbielli

* Tramitação em primeiro grau:Proc. nº 014/3.09.0001556-2, do Vara do Juizado Especial Cível de Esteio (RS)

Juiz da sentença: Eduardo Caponi Araújo

* Tramitação em segundo grau:Proc. nº 71002467819, da 3º Turma Recursal Cível

Relator: Jerson Moacir Gubert.

Durante a audiência em primeira instância, a Claro admitiu que poderia “haver variação de velocidade, em razão da distância da antena que emite o sinal do local de acesso do autor”. A empresa ré afirmou, ainda, que estava prevista no contrato velocidade de até 10%.

Na sentença, considerou-se que a ré não verificou a velocidade da internet, bem como não comprovou a eficiência dos serviços prestados, fato que justificou a rescisão contratual e a inexigibilidade dos débitos oriundos do uso do modem.

Chama a atenção as várias ações ajuizadas perante este Juizado Especial Cível, envolvendo reclamação do serviço do sistema 3G da ré. Está realizando grande ação de vendas na região e não presta o serviço com qualidade, aliás, tem conhecimento que o sinal é longe da base, conforme mesmo refere na contestação e continua vendendo os serviços, sem prestar as informações suficientes ao consumidor, refere a decisão.

Foi determinada à Claro a rescisão do contrato, sem impor qualquer multa ao consumidor, bem como definida a inexigibilidade de todas as faturas oriundas da contratação. A Claro pagará ainda reparação por danos morais no valor de R$ 1 mil. O cliente devolverá o modem à operadora.

Fonte: Espaço Vital/Jus Brasil Notícias

Celular: como fazer backup dos dados do seu celular

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A grande maioria de usuários de celulares e smartphones não faz backup – cópia de segurança – de seus contatos, agenda de compromissos, tarefas, notas, áudios, fotos e vídeos. Ou seja, se perder o aparelho ou se ele quebrar ou for roubado, as informações somem junto. Só quem já passou pela trabalheira de recuperar dados perdidos é que dá valor ao backup e se habituou a fazer as santas cópias com frequência. A palavra-chave é sincronizar – atualizar os dados nos dois sentidos. As informações novas no celular são copiadas para o PC e as novidades inseridas no PC são repetidas no celular. E o ideal é fazer isso diariamente…

A DIGITAL levantou os procedimentos para salvar os dados de aparelhos com base em informações fornecidas por nove fabricantes e cinco operadoras de telefonia celular.

Em geral, a opção mais prática é utilizar os serviços que permitem copiar os dados do celular para os servidores da operadora. Costuma ser um serviço pago, mas taí um gasto que vale a pena, especialmente para quem não tem lá muito jeito com instalação de software, cabos USB e Bluetooth.

Fabricantes

APPLE. Para salvar os dados de um iPhone basta sincronizá-lo usando o software gratuito iTunes. As instruções completas podem ser vistas num vídeo ( tinyurl.com/mpefo5 ), que requer o Quicktime 7, também gratuito ( tinyurl.com/lps73l ).

BLACKBERRY. É preciso instalar o BlackBerry Desktop Manager, software de sincronização, atualização e backup. [ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Vide pré-requisitos de hardware no CD ou no site da RIM ( www.rim.com) na seção de softwares, em “BlackBerry Desktop Softwares”. A descrição detalhada do procedimento de backup está em tinyurl.com/l2u2lt.

HTC. O software para backup e sincronização é o Sprite Backup (manual em tinyurl.com/kpmfrs ). No site htc.com/br há um link para o Wiki, com instruções sobre como usar a ferramenta da Microsoft para backup de celular ( tinyurl.com/nbs4fo ) e sobre backupear os softwares instalados no aparelho ( tinyurl.com/my2bt8 ). O call center da HTC (4003-0482) tira dúvidas sobre como fazer o backup.

LG. O software para backup e sincronização é o PC Suite, que vem no kit do celular. Após instalá-lo é preciso informar o modelo do aparelho e a rede de telefonia do celular (GSM, CDMA ou WCDM). A empresa não forneceu um passo a passo ensinando o usuário leigo a salvar seus dados.

MOTOROLA. Celulares com cartão de memória podem ser conectados a um PC pelo cabo mini ou micro USB e o sistema passará a olhá-lo como um pendrive. Para compromissos, contatos ou transferência de arquivos de mídia a ferramenta é Motorola Phone Tools.No caso dos smartphones com o sistema Windows Mobile, use as ferramentas ActiveSync e Mobile Media Center. No portal MyMoto ( mymoto.com.br) aprende-se a configurar o telefone para copiar fotos e sincronizar compromissos e contatos do telefone com a internet, usando a rede de sua própria operadora. Essa opção depende da conexão de dados. Perguntas e respostas mais frequentes podem ser vistas em tinyurl.com/nnpn29 , buscando por palavras-chave, como “agenda”, “sincronização” ou “backup”.

NOKIA. Visite tinyurl.com/nxmrxy , selecione o modelo e baixe o Nokia PC Suite. Conecte o telefone ao PC via cabo USB ou Bluetooth e selecione a opção “backup de dados”. Pode-se backupear/recuperar dados num pacotão inteiro ou seletivamente (contatos, calendário, mensagens, dados do cartão de memória, configuração e memória interna). Ou então transferir vídeos ou de acessar a galeria de imagens. Algumas telas exemplificando um backup em um Nokia E66 podem ser vistas em tinyurl.com/nxpdcw .

PALM. Leia os procedimentos para sincronização de dados e backup dos seis modelos de smartphones da Palm (Treo Pro, Palm Centro, Treo 750, Treo 700, Treo 680 e Treo 650) em tinyurl.com/m3xvd4 .

SAMSUNG. O aplicativo PC Studio vem no CD do kit básico. No caso de smartphones, o sincronismo é automático quando o equipamento dispõe de plataforma Windows Mobile.Para baixar o software PC Studio, acesse tinyurl.com/m5tang, onde é preciso informar o modelo do celular. Clique em “download geral” e selecione a aba “software” ou “firmware”, conforme o tipo do aparelho.

SONY ERICSSON. O programa básico para backup/restauração é o PC Suite, que vem com o CD de instalação e pode ser baixado em tinyurl.com/kjmo2z , bastando selecionar o modelo. O manual traz instruções detalhadas, como por exemplo o do modelo W980 ( tinyurl.com/nsebwt), que explica em detalhe o procedimento de conexão e backup (USB e Bluetooth) nas páginas 25 a 30. Outra ferramenta de backup bem elegante é o software austríaco MyPhoneExplorer ( tinyurl.com/kth3jh – em inglês), grátis, versátil, flexível e muito poderoso, oferecendo até controle remoto via celular.

Soluções independentes

Vários fabricantes independentes oferecem aparelhos “universais” que permitem realizar backup dos dados de quase qualquer celular ou smartphone. Em geral, essas soluções consistem de um dispositivo com vários tipos de conectores para ligá-lo ao celular.

BACKUP-PAL. Não requer uso de PC, proporciona um backup de dados permanente e não precisa de software. Adaptadores intercambiáveis permitem conexão a quase todos os modelos de celulares no mercado. Custa US$ 49,99 e pode ser comprado no site www.backup-pal.com

Operadoras de telefonia celular

CLARO. A Claro tem uma solução universal, que pode ser utilizada em qualquer modelo de aparelho, para backup da agenda de contatos do SIM Card, que é o Claro Contatos. Para acessá-lo, basta clicar no Menu Claro do celular. Além disso, o serviço também é acessível no site www.claroideias.com.br , dentro da seção Facilidades. A primeira sincronização e a restauração dos contatos é tarifada em R$ 4, e sincronizações adicionais são tarifadas em R$ 0,50. Independentemente da quantidade de contatos sincronizados, o cliente paga apenas uma vez por evento realizado. Se o usuário preferir, também pode se dirigir às lojas próprias da Claro, onde os atendentes podem orientar o processo do backup.

NEXTEL. A empresa oferece o serviço Nextel Backup, mas apenas para salvar a lista de contatos. Neste serviço o usuário não precisa de cabos de conexão, basta apenas possuir o serviço ativado. Nos planos Quero Controle, Quero 0, Quero 100 e Quero 200, o Nextel Backup pode ser contratado por R$ 3,50 mensais. Nos planos Quero 400, Quero 800 e Quero 1200 o acesso ao Nextel Backup é ilimitado e sem custo adicional. Mais informações em tinyurl.com/nlcet6. É possível usar o cabo USB nos aparelhos com cartão de memória. O usuário deve salvar o arquivo no cartão e depois fazer a transferência para o PC usando o cabo de dados. Os aparelhos que possuem cartão (i9, i9 Wine, i876, i876w, i877, i877 red e Blackberry) já vêm com o cabo de dados no kit.

OI. Com o serviço Oi Agenda, o cliente da Oi pode reaver seus contatos a qualquer momento após mudar ou perder o Oi Chip. No menu do aparelho, acesse a opção Mundo Oi, Serviços Oi e clique na opção Atualizar. Durante a cópia da agenda, todos os números que estão no Oi Chip são transferidos para o site www.oi.com.br/oiagenda . O serviço custa R$ 2,49, para cada salvamento, atualização ou recuperação bem sucedida. Está disponível para as versões de chips 128kB e NOVO 128 kB. Para trocar um chip anterior o cliente pagará R$ 20 na loja. O novo Oi Chip também oferece a função Auto Sinc, que permite atualizar a agenda telefônica automaticamente.

TIM. O serviço TIM Agenda permite salvar, recuperar ou editar suas agendas via web. Pelo site www.tim.com.br , o cliente pode acessar a sua agenda armazenada, assim como editar, apagar, inserir novos contatos e enviá-los para o seu TIMChip. A operação também pode ser feita teclando *144 no celular. O serviço custa R$ 3,99 mais tributos pela primeira sincronização ou em caso de restauração da agenda de contatos. Atualizações posteriores custam R$ 0,49 mais tributos.

VIVO. Oferece o serviço Vivo Agenda, que sincroniza apenas os contatos gravados no SIM Card. Pode-se também sincronizar via SyncML ou cabo USB, abrangendo dados do Outlook, calendário, contatos, emails e tarefas. Não há assinatura do serviço. O primeiro sincronismo custa R$ 2,99. Depois, cada atualização sai por R$ 0,49.

G1 – Carlos Alberto Teixeira

Celulares – Brasil já tem mais de 150 milhões de aparelhos

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Maioria dos celulares vendidos em março são pré-pagos, segundo a Anatel (Foto: Renato Bueno/G1)

Em março foram vendidos 1,3 milhão de novos aparelhos.
Tecnologia 3G já tem cerca de 1,23 milhão de usuários no país.

O total de celulares no Brasil chegou a 153,67 milhões no mês passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (23) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

No mês de março, foram vendidos 1,3 milhão de novos celulares, o que representa um crescimento de 0,86% sobre os dados gerais da telefonia móvel de fevereiro. Deste total, 81,61% são pré-pagos e a outra parte está na modalidade pós-paga. Segundo a Anatel, no primeiro trimestre do ano, 3 milhões de novas linhas foram habilitadas. Esse desempenho ficou abaixo dos números do setor no mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 4,8 milhões de novos celulares.

A proporção entre o total de celulares e a população brasileira manteve o crescimento dos últimos anos. Em março foi verificado um índice de 80,56 celulares em cada grupo de 100 habitantes. No Distrito Federal, que lidera o ranking da chamada teledensidade, há aproximadamente um celular e meio por habitante. O Rio de Janeiro aparece com 98,33% de teledensidade e São Paulo, com 95,25%.

A Vivo segue na liderança entre as operadoras com maior número de clientes, com 29,7% do mercado. Em segundo lugar está a Claro, com 25,76%, seguida da TIM, com 23,5%. A Oi e Brasil Telecom juntas aparecem em quarto lugar com 20,67% de participação.

A tecnologia GSM é a mais usada, segundo a Anatel, e está presente em 88,98% dos celulares. A terceira geração da telefonia celular (3G), que estreou no ano passado, já tem 1,23 milhão de usuários no País.

do G1

iPhone: saiba como comprar no Brasil

G1 explica como comprar, quais os modelos disponíveis e os valores.
Usuários devem ficar atentos: plano pós-pago chega a R$ 585 mensais.

Por: Juliana Carpanez

O lançamento oficial do iPhone 3G no Brasil foi realizado nesta sexta-feira (26) pelas operadoras Claro e Vivo. No entanto, muitas pessoas interessadas no aparelho ainda têm dúvidas sobre a venda do produto, seus preços e questões técnicas sobre os serviços prestados para os usuários do iPhone 3G pelas empresas de telefonia. Confira abaixo um tira-dúvidas sobre a novidade.

Como comprar?

O iPhone pode ser comprado pelos clientes da Vivo que foram contatados pela empresa: por enquanto, só podem adquirir o produto aqueles identificados pela empresa como clientes em potencial, considerando o perfil de uso. Já na Claro, qualquer pessoa pode comprar um iPhone em 25 lojas de 13 Estados. Essa última empresa também se comprometeu a oferecer o celular, de maneira gradativa, às pessoas que se registraram no site em busca de informações.

Os interessados que quiserem ser contatados pelas operadoras para fazer a aquisição, sem previsão de data, podem se cadastrar na página da Claro e também da Vivo.

Onde comprar?

Os clientes da Vivo devem seguir as instruções da empresa, depois de serem contatados por ela. No caso da Claro, os internautas que se registraram no site e não querem aguardar o contato da empresa podem ir até uma das 25 lojas físicas que comercializam o produto (veja onde).

Quantos iPhones estão disponíveis no Brasil?

A Claro diz que seu primeiro lote tem 30 mil aparelhos e considera a possibilidade da escassez do produto em pouco tempo. Já a Vivo divulgou ter recebido 200 mil peças. As empresas receberão novos lotes, mas não informam quando nem quantos aparelhos virão.

Quais os modelos?

Os iPhones estão disponíveis em preto ou branco. As capacidades de armazenamento são duas: 8 GB e 16 GB.

Quanto custa?

Os preços no Brasil vão de R$ 900 a R$ 2,6 mil, dependendo da operadora, do plano e da capacidade de armazenamento do aparelho.

Nos modelos pré-pagos, eles custam R$ 1,9 mil (Vivo; 8 GB), R$ 2,2 mil (Vivo; 16 GB), R$ 2,3 mil (Claro; 8 GB) e R$ 2,6 mil (Claro; 16 GB).

Já nos planos pós-pagos, o iPhone mais barato da Vivo (R$ 900) é o de 8 GB dentro do pacote iPhone Completo (R$ 585 mensais, com 1.400 minutos para celulares e telefones fixos, acesso ilimitado à internet e 150 torpedos). Na Claro, o aparelho subsidiado mais barato (R$ 1.240) é o de 8 GB associado ao plano iPhone 400 (R$ 152 mensais, com 360 minutos de ligações para Claro, 40 minutos para telefones fixos, 200 MB de dados e 200 torpedos).

A Claro também tem uma promoção restrita para os clientes que pagarem o produto com o cartão American Express, do Bradesco, em até 24 parcelas. Nesse caso, o modelo de 8 GB cai para R$ 1 mil, segundo a operadora, que leva em conta o desconto dado sobre a franquia mensal. A cobrança pelo valor do aparelho, porém, será feita pelo preço integral de R$ 2 mil.

Como escolher o tamanho do pacote de dados?

O iPhone 3G precisa de um pacote de dados, além das ligações, para que o usuário navegue pela internet. Para se ter uma idéia do que 100 MB de dados podem fazer, a Claro exemplifica: com esse pacote é possível enviar ou receber 10.240 e-mails; baixar 2.048 imagens; fazer o download de 26 músicas em MP3 de quatro minutos cada; assistir a quatro horas de vídeo streaming ou fazer o download de quatro trailers com cinco minutos cada.

Se ultrapassar o limite do pacote de dados, o cliente da Claro paga R$ 6 por MB excedente. Os pacotes da Vivo para iPhone acima de 180 minutos têm tráfego ilimitado de dados, mas se o usuário de planos iPhone mais básicos ultrapassarem o limite, pagam entre R$ 0,10 e R$ 0,30 por MB excedido, de acordo com a própria operadora.

O iPhone vem desbloqueado?

Não, o aparelho é vendido bloqueado no Brasil. No entanto, diz a Claro, o cliente pode solicitar o desbloqueio do telefone, de acordo com o regulamento do Serviço Móvel Pessoal (SMP). Se depois do desbloqueio o usuário abandonar a operadora onde comprou o celular pós-pago, ele será obrigado a pagar uma multa de quebra de contrato – o valor varia de acordo com o plano assinado e o tempo restante da carência. Os planos de serviços exigem 12 meses de fidelidade à empresa.

Quais as funcionalidades do aparelho?

Um dos principais chamarizes do iPhone é sua tela de 3,5 polegadas sensível ao toque, controlada com os dedos das mãos, que elimina a necessidade de usar teclas ou stylus (aquela ‘canetinha’ utilizada dos palmtops). Pelo fato de ter tecnologia 3G, o aparelho oferece acesso rápido à internet. Ele também incorpora as funções do tocador digital iPod, tem GPS, câmera de 2 megapixels (que só tira fotos, não grava vídeos) e acesso à loja App Store, que oferece milhares de aplicativos. Essas ferramentas, pagas ou gratuitas, dão novas funções ao telefone celular.

Como funciona a assistência técnica no Brasil?

O site oficial da Apple para o iPhone no Brasil diz que a assistência técnica do aparelho deve ser feita via operadoras. A garantia é de um ano e a assistência só está disponível no país de compra – se o seu aparelho foi adquirido nos EUA, por exemplo, ele não poderá ser consertado “oficialmente” no Brasil.

iPhone. Começa guerra de preços

Guerra de mercado

A Vivo vai anunciar, no primeiro minuto desta quinta-feira, durante festa, que vai vender o iPhone com o menor preço no Brasil.

O aparelho de 8GB poderá sair até por R$ 899 em planos pós-pago. A Claro anunciou que o seu (dela) IPhone mais barato por R$ 1.239, ou seja, R$ 300 mais caro.

Vamos aguardar, pois, o lançamento, também, no “beco da poeira” e na “robauto”, ambas em Fortaleza.