Ciclofaixas e a imobilidade do trânsito nas grandes cidades do Brasil

Ciclofaixas,Trânsito,Mobilidade Urbana,Blog do MesquitaNo momento em que o Detran de Fortaleza certifica que já há mais veículos que vias na Taba dos Alencares, congestionar vielas – sim aqui são poucas as que se chamam de ruas. Assim se nominam por puro “inxirimento” – com faixa restritiva à circulação de carros, é insanidade. Nas grandes avenidas e que tenham sido projetadas para tal, faz sentido a existência de ciclovias.

Pouco faço uso do meu carro. Aliás estou a procura de um “professor Pardal” que instale um mictório, um frigobar e um micro-ondas no meu urbano Ford K, pois tenho certeza que a continuar esse trânsito – outra ironia; chamar essa imobilidade automotiva de trânsito – teremos todos, os irracionais dependentes de quatro rodas, que morarmos nos monumentais engarrafamentos.

Aliás, quando saio de carro por estrita necessidade – somente para o que não posso resolver online – praticamente trabalho no dentro do carro no imóvel trânsito a partir do meu smartphone.

Ps. 1 – E não haverá viaduto, túnel ou qualquer outra engenhoca de engenharia que consiga resolver o impasse. O problema cresce de forma exponencial, e as soluções “tartarugam” em proporção aritmética. Nunca a conta fechará. É o cachorro correndo atrás do rabo.

Ps. 2 – Debates sobre ciclofaixas são realmente essenciais! Principalmente quando as escolas públicas humilham chiqueiros e os hospitais públicos transformam as calçadas em leito de morte. Se é para comparar com cidades de outros países, que a comparação se faça em todos os parâmetros. Caso contrário, por não ser sectário, me ausento do debate.


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