Google Chrome: complemento reduz o consumo de memória durante a navegação na internet

O navegador de internet Google Chrome é disparado o programa preferido entre os internautas, e vem seguido pelo Mozilla Firefox, Internet Explorer e Opera de acordo com a estatística apresentada no StatCounter.

O aspecto negativo desse navegador é que ele consome uma quantidade enorme de memória RAM, o que pode ser um problema aos usuários que tiverem equipamentos com 4 GB (gigabytes) ou menos de memória.

Esse desperdício de recursos ocorre quando muitas abas são abertas simultaneamente – em média são dedicados 200 MB (megabytes) por aba.

Mas como manter um bom desempenho do computador sem ter que abrir mão da facilidade de navegar na internet através de múltiplas abas abertas?[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Nessa coluna será apresentado um complemento para o Google Chrome que auxilia a reduzir do consumo de memória RAM através do gerenciamento das abas que estiverem ativas durante a execução do navegador.

Como funciona  

A extensão The Great Suspender está disponível na Chrome Web Store, após instalada é adicionado no navegador um ícone com o formato semelhante ao de um personagem do “Minecraft “próximo a barra de endereços.

O complemento possuí algumas opções de configuração muito importantes e que devem ser observadas pelo leitor. Entre elas, é possível definir o tempo de inatividade para que as abas sejam suspensas.

O intervalo varia entre 20 segundos a três dias. Também existe a possibilidade de definir algumas regras para a suspensão, como as abas fixadas, endereços que devem permanecer sempre ativos, abas com formulários que ainda não foram preenchidos completamente e uma lista de palavras-chave.

Após a suspensão de abas por inatividade, basta recarregar a página para que o conteúdo seja reexibido. E é dessa forma que o complemento evita o desperdício de memória.

Nos testes realizados com o The Great Suspender, a abertura de 6 abas pode ocasionar o desperdício 1 GB (gigabytes) aproximadamente. O consumo de memória por aba varia de acordo com o tipo de conteúdo apresentado pela página.

Essa economia de quase 25% do total de memória instalada no computador pode ser o suficiente para evitar que o computador fique lento com o passar do tempo.

Por: Ronaldo Prass
Imagens: Reprodução/G1

 

WhatsApp estende seu serviço de mensagens para a web

Usar somente o celular para responder as mensagens do WhatsAppestá com os dias contados. O serviço de mensagens anunciou que está lançando um site – web.whatsapp.com – através do qual os usuários poderão mandar mensagens de qualquer computador, de acordo com o site theverge.com.

GEORGE DOYLE (GETTY IMAGES)

Por enquanto, estará disponível pra BlackBerry, Android e celulares Windows, e só poderá ser utilizado através do navegador Chrome.

Além disso, o WhatsApp deverá estar atualizado com a última versão. Seu lançamento coincide com o bloqueio de 24 horas do aplicativo no oficial WhatsApp Plus por parte do serviço de mensagens.

MAIS INFORMAÇÕES

“O uso principal continuará sendo no celular, mas existem pessoas que passam muito tempo diante do computador em casa ou no trabalho e isso ajudará a compatibilizar o uso dos dois”, explicou um porta-voz da empresa.

O celular continuará sendo o aparelho principal para se conectar ao programa, já que todas as mensagens continuarão estando no dispositivo, mas trata-se de dar mais flexibilidade ao usuário.

“Esperamos que os clientes achem útil”, informou o WhatsApp em seu blog, onde dão instruções sobre como utilizar a versão web do serviço de mensagens.

Por enquanto, não existe data para a versão dos dispositivos iOS, segundo um porta-voz, ainda que a ideia inicial seja desenvolvê-lo também para essa plataforma.


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Serviços na internet trocam fotos de sites por imagens de gatos

‘Meowbify’ troca todas as imagens de um site por GIFs de gatos.
‘Unbaby’ substitui só as fotos de bebês publicadas no Facebook.

O serviço “Meowbify” (acesse aqui) tenta tornar a internet mais “amiga” dos gatos ao trocar as fotos de sites por GIFs animados dos bichanos.

Ao acessar o “Meowbify”, o usuário deve apenas colocar a URL no serviço e clicar em “Meowbify it”.

Automaticamente, todas as fotos da página são trocadas por GIFs de gatos – arquivos do tipo GIF permitem que as imagens sejam animadas.

Outro serviço gratuito troca apenas as fotos de bebês postadas no Facebook ao rastrear palavras-chaves como “bonitinho” e “fofo”.

O Unbaby.me (acesse aqui) é uma extensão para o navegador Chrome que automaticamente substitui as imagens de bebês por fotos de gatos.

O serviço usa um feed do Instagram para buscar as fotos dos felinos.

Porém, o usuário pode incluir um novo feed com imagens sobre outros assuntos.

Ao ser instalado, a extensão remove as fotos do Facebook que estejam relacionadas a palavras-chaves escolhidas pelo usuário nas legendas das imagens.

Por isso, o serviço dá a dica: se um amigo seu acabou de ter um bebê chamado Pedro, coloque o nome nas palavras-chaves.

Assim, todas as fotos que tiverem “Pedro” na legenda serão automaticamente substituídas por gatos. Porém, como o filtro é definido pelo usuário, ele pode “banir” fotos sobre outros assuntos.

É preciso apenas colocar um termo muito falado naquele tema nas palavras-chaves.

G1 


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Virus: Saiba como funcionam os sites maliciosos que atacam seu PC

Tela de login de configuração de um kit de ataque para infectar PCs pela web. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

A empresa de segurança Blue Coat identificou um aumento de 240% no número de sites maliciosos. Números como esse são bastante difíceis de coletar e confirmar, mas a percepção geral não está errada: o meio mais comum de ataque hoje tem como base as páginas de internet que foram criadas ou modificadas para a finalidade de infectar seu PC. Veja como isso funciona – e o que fazer para se proteger – na coluna de hoje.

Quando você visita uma página de internet que vai atacar o seu PC, o navegador de internet baixa um código como parte da página. A diferença desse código em relação ao resto é que ele não está ali para criar um elemento da na página – como um conteúdo ou um menu. Em vez disso, o código vai tentar causar propositalmente um erro, colocando o navegador em um estado que vai permitir a instalação de um vírus.ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Erros que permitem esse tipo de comportamento são chamados de “falhas de segurança”. Isso porque, no funcionamento normal do navegador, a única forma de uma página de internet infectar o PC seria por meio de um download devidamente autorizado e executado pelo internauta. Os sites maliciosos tentam usar diversas falhas diferentes para que a instalação ocorra sem qualquer aviso.

Além do próprio navegador, os códigos maliciosos são instruídos a usar falhas dos “plug-ins”. Um plug-in é um software adicional que funciona como parte da sua experiência de navegação da internet. O navegador confia no plug-in e carrega, muitas vezes de forma automática, os conteúdos que requerem o plug-in. Exemplos de plug-in são o Adobe Flash, o Java e os leitores de PDF, como o FoxIt e o Adobe Reader.

Para o criminoso, atacar os plug-ins é interessante porque eles são usados por todos os navegadores. Com isso, o navegador em uso torna-se algo secundário.

Esses ataques são realizados de forma muito simples por parte do criminoso. Existem os chamados “exploit kits” que trazem um pacote inteiro de códigos para explorar falhas de segurança. Os kits ainda fornecem estatísticas, informando quantos internautas acessaram as páginas infectadas, quantos foram infectados com sucesso e qual a falha que mais foi usada com sucesso.

Onde estão as páginas infectadas
O kit normalmente não é acessado diretamente. O criminoso faz uma pequena alteração em outras páginas para fazer com que elas carreguem os códigos maliciosos. Isso pode ser feito inclusive em sites legítimos, que você acessa todos os dias. Os golpistas tiram proveito de falhas na programação do site para alterá-lo e infectar os futuros visitantes.

Em alguns casos, essa modificação é feita em anúncios publicitários. O site do jornal “New York Times” está na lista dos que já veicularam uma propaganda infectada.

Outra fraude comum é a criação de páginas novas com conteúdos muito populares em sites de busca. O objetivo é conseguir, em alguns casos, colocar essa página maliciosa entre os primeiros resultados da pesquisa. Quem clicar poderá ser infectado.

Por esse motivo, não existe um conteúdo específico que traz as infecções ao PC. Não importa se um site divulga letras de músicas, notícias ou imagens pornográficas – qualquer um pode estar infectado.

Página de estatísticas do kit de ataque Black Hole. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

Como se proteger
O mais importante para se proteger desses ataques é manter o navegador de internet e os plug-ins atualizados. Com isso, as falhas de segurança que as páginas maliciosas tentam explorar são corrigidas, e o código não conseguirá infectar o computador.

Java vem configurado para verificar atualização só uma vez por mês. PC pode ficar vulnerável. (Foto: Reprodução)

Navegadores: os navegadores de internet têm uma configuração de atualização automática própria. O Internet Explorer é atualizado pelo “Atualizações Automáticas” do Windows, configurável no Painel de Controle.
Java: A atualização automática do Java pode ser configurada no Painel de Controle. Por padrão, o Java só verifica atualizações mensalmente. O ideal é que a verificação seja diária (Flash, Windows e os navegadores fazem a verificação diariamente). A maioria dos sites de internet não usa o Java dentro pelo navegador. Veja ainda como desativar o Java e por que desativar o Java.
PDF: Para arquivos em PDF, o Acrobat Reader X (versão 10) realiza atualizações automáticas e tem outros novos recursos de segurança. Se você ainda tem a versão do Reader 9, faça o download do Reader X. É gratuito.
Flash: o Adobe Flash é atualizado automaticamente somente ao reiniciar o computador. Preste muita atenção em uma janela do Flash que aparecer logo após fazer log-in no seu PC. Faça o download da versão mais nova do Flash, se estiver na dúvida.
A coluna observa que o navegador Chrome, do Google, se atualiza automaticamente – não é preciso autorizar nem configurar nada. Ele também atualiza o Flash, usa um leitor de PDF próprio e só executa Java após confirmação do usuário. Essas medidas do Chrome foram tomadas exatamente devido aos ataques que envolvem esses plug-ins. Por esses e outros motivos, o Chrome é o navegador recomendado pelo governo da Alemanha e o mais fácil de ser mantido seguro.

Qualquer navegador pode ser usado de forma segura, porém. Basta ficar atento às atualizações de segurança e instalá-las o quanto antes. O Firefox, em especial, possui uma série de extensões que também pode deixar sua navegação mais segura. Exemplos são o Web of Trust e o NoScript.
Altieres Rohr/G1 

Google revela nova página de busca

Novo desenho da página inicial de buscas do Google (Foto: Reprodução/Google )

Reformulação retira barra de serviços do topo da página inicial.
Analistas dizem que decisão pode gerar vantagem financeira.

O Google revelou uma das maiores modificações já feitas em sua página inicial de buscas.

O novo desenho substituiu a barra preta que horizontalmente no topo da página por uma barra cinza com o logotipo da empresa.

Quando é clicado ou selecionado, o logotipo mostra sete serviços alternativos à página de busca do site, com uma opção de mostrar outros oito.

Analistas dizem que o redesenho foi feito para promover os outros negócios do Google sem poluir sua página inicial.

A nova cara do site de buscas, que foi anunciada em 2011, ainda está sendo oferecida somente a usuários selecionados.

Um porta-voz da empresa disse que o objetivo do novo design é melhorar a experiência do usuários.
‘Revisão e melhorias constantes são parte da nossa filosofia’, disse.

‘Se você comparar a página original do Google com a versão de hoje, você verá que uma reformulação de tempos em tempos é certamente revigorante’.[ad#Retangulos – Anuncios – Direita]

Semelhança com o Chrome
Chris Green, analista de tecnologia da empresa de consultoria de negócios Davies Murphy Group, disse que as mudanças permitem que o Google use ícones de seus serviços sem que se assemelhem ao design mais cheio do Yahoo.

‘Eles estão tentando lidar com uma maneira de mostrar todas as propriedades diferentes do Google sem encher a página, porque o Google é sempre mais inclinado a manter a página inicial simples e minimalista que sempre tiveram’, disse.

‘A outra coisa que eles estão fazendo com estes menus é deixando a página mais parecida com o sistema operacional Chrome para netbook. Então a interface é a mesma se você estiver usando um Chromebook ou o site do Google.’

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Outra consequência da decisão é que agora é preciso que o usuário faça dois movimentos para entrar em serviços como a busca por imagens ou por notícias, ao contrário do único clique que era necessário antes.

No entanto, isto pode significar uma vantagem financeira para o site.
‘Durante anos todos enaltecemos as virtudes de minimizar o número de cliques, então isso pode parecer um retrocesso’, disse Green.

‘Mas para preservar a clareza é melhor ter o clique extra. Isso também significa que, para a maior parte das pessoas, a primeira rota para o universo do Google será a volta à barra de busca, o que ajuda a empresa a expor mais pessoas a anúncios.’

‘Pela busca eles podem colocar anúncios na sua frente, enquanto que na seção de notícias não há anúncios.’
Autopromoção

O Google está enfrentando queixas sobre o modo como seus próprios serviços aparecem no resultado das buscas.

No último mês, dois senadores americanos pediram à Comissão Federal de Comércio do país que investigue se o Google está explorando em benefício próprio o fato de ter a maior fatia dos acessos de buscas em PCs e dispositivos móveis.

‘A questão principal é se o Google está usando seu poder de mercado para levar os usuários a seus próprios produtos de internet ou serviços secundários e discriminando outros sites com quem comete’, escreveram os senadores Herb Kohl e Mike Lee.

De acordo com o jornal Financial Times, a Comissão Europeia também está examinando denúncias de que o Google ‘rebaixa sites rivais nos resultados das buscas e dá destaque a seus próprios serviços’. A empresa negou que deixa seus rivais em desvantagem deliberadamente.

Segundo um levantamento do instituto de pesquisas de mercado americano Nielsen, o Google foi a marca de internet americana mais acessada em 2011.
BBC

Chrome supera o Internet Explorer como o navegador mais usado no Brasil

Navegador do Google teve quase 40% de participação em novembro e destronou o Internet Explorer, segundo a StatCounter. 

O browser do Google, o Chrome, se tornou o programa mais usado para navegar na internet no Brasil, desbancando o longo reinado do Internet Explorer da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A empresa divulgou nesta quinta-feira, 1º, que mundialmente o Chrome se tornou o segundo browser mais usado e ultrapassou o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela empresa no Brasil, enquanto o IE foi usado em 34,43% deles, somando todas as suas versões.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vem sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010 quando atingia 34,7% do mercado.

Em novembro ele foi usado em 23,83% dos acessos, um aumento de quase 1% em relação a outubro.

Comparando com os dados novembro de 2010, o IE teve uma queda de 23,3%, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, até então o maior concorrente do Chrome, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês.

O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro e o Opera 0,5%.

A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país.

Além do Brasil, ele é o mais usado em outros 28 países entre os 228 analisados pelo StatCounter, incluindo os vizinhos Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Venezuela, além do Chile.

O Chrome também é o mais popular na Índia e no Paquistão. O primeiro país em que ele conquistou a primeira posição foi a Albânia, em setembro de 2010.

Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Mundialmente, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do IE e pouco acima do Firefox.

O navegador da Microsoft segue líder com seus 40,6% (ante 48,1% de um ano atrás). O Chrome tem 25,7% (ante 13,3%); o Firefox tem 25,2% (ante 31,1%); enquanto Safari fica 5,9% e o Opera com 1,8%.

Desde que foi lançado em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil.

No mesmo período, o uso do Internet Explorer caiu de 71,28% (em outubro de 2008) para os atuais 34,43%.

Filipe Serrano/O Estado de S.Paulo

Google planeja ‘tirar’ barra de endereços do navegador Chrome

Barra ficaria visível apenas quando usuário passasse mouse em cima.

Nova interface daria mais espaço para a exibição das páginas na web.

O navegador Google Chrome pode adotar uma nova interface que mudaria a forma como o endereço de web aparece, publicou nesta segunda-feira (21) o jornal britânico “The Daily Telegraph”.

Desenvolvedores do software estariam testando uma mudança radical no modo como o endereço é mostrado no navegador.

Segundo fontes próximas à companhia, a barra de endereço tira um bom espaço que poderia ser usado na navegação.

Um plano considerado pelo Google seria tornar a barra de endereços apenas visível quando os usuários passam o mouse em uma parte específica da tela.

O novo modo de navegação “compacto” tiraria a barra de endereço de cada aba, liberando mais espaço na tela para a exibição da página.

Hoje, mais de 120 milhões de usuários usam o Google Chrome.

G1


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Google: Extensão do Chrome gera gráficos de mensagens do GMail

A extensão do Chrome Graph Your Inbox gera gráficos para suas mensagens do Gmail a partir de critérios de busca, facilitando a gestão de suas mensagens e revelando quem toma mais seu tempo, por exemplo.

Extensão do Chrome gera gráficos no Gmail

Com funcionamento bastante simples, a extensão para o Chrome permite criar critérios de busca para as mensagens do Gmail, como De (from), Para (to) e assunto (label). Logo que as mensagens correspondentes são identificadas, o Graph Your Inbox gera gráficos apresentando o número de mensagens em um universo de tempo. O recurso também permite a comparação entre os resultados de pesquisa.

Leia também: Mozilla publica último beta do Firefox 4

O Graph Your Inbox também pode ser configurado em contas com domínios personalizados, mas para isso as informações de sua conta do Google Apps devem ter sido migradas na nova estrutura.

Cauã Taborda/INFO Online

Vírus simula tela do navegador para invadir computadores

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Malware sofisticado identifica navegador e falsifica tela de aviso

As técnicas de engenharia social dos fabricantes de malwares estão evoluindo. Confundir o visitante prometendo um software útil é algo fácil e que já foi bastante explorado. Mas recentemente um novo malware apareceu com mais sofisticação.

Navegadores recentes têm proteção anti-phishing, que exibem um alerta ao entrar num site identificado como malicioso. Pois bem: o malware imita essa página, criando versões para o IE, Firefox e Chrome, dependendo do navegador do usuário – afinal esses três são os mais usados.

Até usuários com certa experiência poderiam cair na armadilha caso não lessem direito. Veja:

A página falsa pede para baixar uma solução de segurança (o que as verdadeiras não fazem), e o malware se parece bastante com um programa de segurança do Windows. Imita os ícones e a disposição dos elementos na tela:

Como se não bastasse, o programa parece real. Faz uma verificação em arquivos (fake, claro) e exibe problemas, mas para corrigi-los é necessário comprar o produto. A página de download é uma cópia adaptada da página do anti-vírus da Microsoft, o MSE. Realmente é um trabalho bem feito:

Para se fazer passar por uma página verdadeira o site do malware até linka para o centro de proteção da Microsoft!

Na semana passada a MS publicou uma nota comentando o caso, e identificou o malware como Rogue:MSIL/Zeven.

Usuários comuns precisam ficar espertos, para tudo isso um dia acabar teria que haver uma forma de conscientização dos novatos. Os mais experientes deveriam ajudar os familiares e amigos a evitarem essas armadilhas, dando algumas dicas de como diferenciar telas fakes das reais.

Algumas pessoas bem “cabeça-dura” podem ser difícies de convencer, mas ataques que usam engenharia social normalmente só dão certo porque eles têm seus públicos. Uma coisa é certa, isso não é de hoje e não vai acabar tão cedo.

Pelo que tudo indica o Security Essentials atualizado já é capaz de removê-lo. Todavia parece que as mensagens do malware foram publicadas apenas em inglês, então não deve ter afetado brasileiros.

blog GDH.Net

Opera – Pioneiro dos navegadores faz 15 anos

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Um dos primeiros navegadores da internet nasceu há exatos 15 anos, comemorados nesta quarta-feira (29). Em abril de 1994, os cientistas noruegueses Jon von Tetzchner e Geir Ivarsoy escreveram as primeiras linhas do código que viria a ser o navegador Opera.

E, para comemorar o aniversário, a empresa lançou um quadrinho que narra a história de criação do browser, cujo número estimado de usuários –entre sistemas operacionais Windows, Macintosh e Linux— é de 40 milhões. Na página, também é possível baixar o navegador e conferir sua história completa.

Originalmente concebido para o sistema operacional Sun OS, atualmente o Opera está disponível para quase todas as plataformas –e isso inclui a maioria dos computadores, dispositivos móveis e até mesmo nos videogames Nintendo Wii.

Segundo um texto reproduzido pelo site da revista Wired, o navegador Opera detém o crédito de precursor por ter originado muito do que se utiliza atualmente na navegação, incluindo características como novas guias (ou tabulações de página), movimentos do mouse, o uso de gráficos vetoriais escaláveis (SVG, na sigla em inglês) e elementos que foram base fundamental para os mais recentes padrões da web. O Opera também popularizou a ideia de mostrar favoritos na página, em miniatura, quando se abre uma nova janela, copiados pelo Safari e pelo Firefox.

A participação do Opera no mercado de browsers não é grande –entre 2% e 4%, praticamente o mesmo número cravado pelo jovem Google Chrome.

O site da revista aponta ainda que se deve considerar o quanto o Opera contribuiu para a internet nos últimos 15 anos –e o que pode fazer na próxima década e meia.

O Opera continua oferecendo itens únicos para navegação: atualmente, traz características não encontradas em outros browsers, como a capacidade para tomar notas em uma página da internet, sincronização dos favoritos de todas as plataformas e o Opera Turbo, que comprime páginas para aumentar a velocidade da banda larga, em vários tipos de conexão à internet.

da Folha