Deputados franceses aprovam pulseira com GPS para maridos violentos

Uma mulher morre a cada três dias na França vítima de violência doméstica

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Os deputados franceses aprovaram nesta quinta-feira por unanimidade um projeto de lei para combater a violência conjugal que prevê que maridos considerados violentos usem uma pulseira eletrônica equipada com um GPS.

Os trajetos percorridos pelos maridos acusados de violência doméstica serão monitorados em tempo real pela polícia, que poderá verificar se eles se aproximam dos locais frequentados por suas esposas.

A ministra francesa da Justiça, Michèle Alliot-Marie, disse que a pulseira eletrônica poderá ser utilizada antes do julgamento dos acusados de atos de violência e até mesmo em casos apenas de ameaças feitas contra a mulher.

O texto aprovado pelos deputados será examinado pelo senado francês a partir do final de março.

Estatísticas

A legislação foi aprovada dez dias após o assassinato a facadas de Tanja Pozgaj, de 26 anos, por seu ex-companheiro, na periferia de Paris.

Ela havia solicitado inúmeras vezes, sem resultado, proteção da polícia, da Justiça e das autoridades municipais após receber várias ameaças de morte. O caso teve grande repercussão no país.

Fato raro na política francesa, o projeto de lei aprovado é uma iniciativa “de consenso”, apresentada em conjunto por partidos da oposição (socialista) e do governo, o UMP.

Segundo estatísticas do Ministério francês do Interior, quase 20% do total de homícidios no país, nos casos em que o autor foi identificado, são cometidos por cônjuges. Mais de um terço desses assassinatos estão ligados à separação do casal.

Em média, uma mulher morre a cada três dias na França em razão da violência doméstica.

Em 2008, 157 mulheres foram mortas por seus companheiros.

Violência psicológica

Outra novidade prevista no projeto de lei é a definição do delito de “assédio psicológico”, que terá penas severas de até três anos de prisão e multa de 75 mil euros.

O texto define como violência psicológica vivida por um dos membros do casal “os atos e palavras repetidas que resultam na degradação das condições de vida da vítima e que podem afetar sua saúde físical ou mental”.

Para criar o artigo sobre a “violência psicológica”, os deputados se basearam no conceito do assédio moral, até então aplicado somente às questões trabalhistas.

“Esse novo delito visa levar melhor em conta situações, vividas por um casal, que não resultam obrigatoriamente em violências físicas, mas que podem ter consequências graves para as vítimas”, afirmam os deputados na exposição de motivos do texto.

Segundo a ministra da Família, Nadine Morano, 84% das 80 mil ligações telefônicas recebidas anualmente pelos serviços que auxiliam vítimas de violências domésticas se referem justamente a humilhações e insultos constantes do marido ou companheiro, “que destroem psicologicamente a mulher”, diz a ministra.

Mas alguns juristas levantam dúvidas sobre a possibilidade de distinguir o assédio psicológico das tensões normais ou brigas que podem existir entre o casal.

“Ser desagradável de maneira constante, criticar sua companheira o tempo todo seria uma violência psicológica do ponto de vista penal?”, questiona Christophe Vivet, secretário nacional da União Sindical dos Magistrados.

O texto aprovado pelos deputados será examinado pelo senado francês a partir do final de março.

Daniela Fernandes/BBC

Casados há 85 anos dão conselhos pelo Twitter

Herbert e Zelmyra Fischer, da Carolina do Norte, têm 104 e 102 anos.

Perguntas foram enviadas por internautas durante a semana no microblog.

Os americanos Herbert e Zelmyra Fisher, casados há 85 anos, deram conselhos amorosos pelo Twitter neste domingo (14), quando se comemora o Valentine’s Day – o Dia dos Namorados em países como os Estados Unidos.

Considerada a união mais longa de pessoas vivas, o casamento dos Fisher completa 86 anos em maio. Herbert e Zelmyra, da Carolina do Norte, têm 104 e 102 anos, respectivamente.

Herbert e Zelmyra Fisher responderam perguntas selecionadas dos leitores no microblog.

Ao longo do dia, foram respondidas 14 perguntas de internautas, enviadas pelo Twitter. Um dos seguidores do casal perguntou qual a melhor lembrança do Dia dos Namorados. “Eu faço o jantar todos os dias. Uma vez, Herbert saiu mais cedo do trabalho e me surpreendeu – ele cozinhou para mim. E ficou muito bom”, contou Zelmyra.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Outro internauta questionou se a comunicação entre o casal melhora com o tempo e como ele mantém a paciência. “As crianças cresceram [os Fischer têm cinco filhos] e conversamos mais agora. Nós passamos o tempo na varanda ou nas nossas cadeiras de balanço – juntos”, respondeu o casal.

A ação ocorreu em parceria com o site Blik Box.

g1

Rosane, ex Collor: ‘Sou um arquivo vivo’

A ex ‘primeira dama’ do agreste parece até que esta depondo em CPI. Não pode responder a nada, mas ameaça deixar ‘aquilo roxo’ roxo de raiva. Contudo, não exista nada que ‘ella’ possa saber que os Tupiniquins não imaginem ser pior.
Uma entrevista do tipo transcrita abaixo, cheia de “não possa falar” é na melhor das hipóteses um anúncio do tipo “vende-se”!
Na realidade é uma clara atitude de obstrução da lei. Em qualquer país decente essa senhora seria convocada pela polícia a prestar esclarecimentos sobre os “não posso falar sobre isso”.
Ex-mulher, é para sempre!
O Editor

Separada de Fernando Collor há quatro anos e meio, a ex-primeira dama Rosane Malta Collor se autodefine assim:

“Eu sou um arquivo vivo. Faço parte do passado. Sou um arquivo vivo”. A julgar pelo que diz, Rosane condenou-se ao convívio com o medo:

“Eu disse que qualquer coisa que acontecesse comigo eu culparia ele. Já disse na Justiça: qualquer coisa que acontecer com a minha vida a responsabilidade é dele”.

Rosane falou ao diário carioca Extra. Não é a primeira vez que ele se achega aos holofotes. Ela trava com Collor, hoje senador pelo PTB, uma disputa judicial.

Reivindica metade do patrimônio do ex-marido. Collor não a deixou propriamente desamparada. Rosane vive numa confortável casa de quatro quartos, em Maceió.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Para encher a geladeira e tocar a vida, recebe de Collor pensão mensal de R$ 13 mil. Mas Rosane quer mais.

Por isso, ela irrompe no noticiário de tempos em tempos. Só para lembrar ao ex-marido que existe. E que é portadora de segredos insondáveis, colecionados em 22 anos de convívio matrimonial.

Até aqui, Rosane mantém fechadas as gavetas mais comprometedoras do seu “arquivo”.

Antes dessa nova aparição, a ex de Collor falara ao repórter Alexandre Oltramari, em dezembro de 2007.

Discorrera sobre quase tudo: brigas, traições, inveja, macumba… Só não falara sobre o essencial.

Vale a pena ouvir de novo as últimas respostas que a Rosane de 2007 dera ao repórter Oltramari:

– Entre o impeachment, em 1992, e a sua eleição para o Senado, o ex-presidente praticamente não trabalhou. Como ele bancava seus gastos pessoais com uma renda de R$ 25,8 mil reais?

Não posso falar sobre isso.

– Estima-se que a parceria entre PC Farias e o ex-presidente tenha deixado um saldo de 60 milhões de dólares em contas secretas no exterior. A senhora tem alguma idéia de onde foi parar esse dinheiro?

Não posso falar sobre isso.

– A senhora acredita que o presidente tenha contas secretas no exterior?

Não posso falar sobre isso.

– A senhora não pode responder porque não sabe ou porque tem medo de sofrer alguma retaliação?

Não posso falar sobre isso.

Na nova entrevista, Rosane continuou guardando silêncio “sobre isso”.

blog Josias de Souza

Saudita se divorcia da esposa por mensagem de texto no celular

Homem mandou mensagem do Iraque e depois informou seus familiares.  É o primeiro caso de divórcio por ‘torpedo’ na Arábia Saudita.

O homem estava no Iraque quando enviou a mensagem informando à mulher que ela não era mais sua esposa, e em seguida ligou para um dos familiares, reportou o jornal Arab News.

Um tribunal da cidade de Jeddah confirmou a separação — o primeiro divórcio conhecido da Arábia Saudita por meio de mensagem de texto — depois de convocar os familiares para que confirmassem que conheciam o fato, acrescentou o jornal.

A Arábia Saudita pratica uma forma estrita da lei islâmica e os clérigos atuam como juízes nos tribunais. De acordo com essa lei, um homem pode se separar de sua esposa dizendo “Me divorcio de você” três vezes.

O saudita estava no Iraque participando do que foi descrito como ‘yihad'”, segundo o Arab News. Muitos sauditas têm se unido à luta dos extremistas da Al Qaeda contra o governo iraquiano e as forças norte-americanas.

da Reuters