Que navegador para celular usar? Os pontos positivos e negativos de cada um

Alguns dos aparelhos lançados nesta segunda-feira. (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Ainda que nos celulares seja muito comum usarmos vários aplicativos, eventualmente precisamos navegar na internet para tarefas específicas, como baixar um arquivo. Mas será que a velocidade é o único fator que pesa? Qual será o melhor navegador? Conheça os prós e contras dos cinco navegadores mais conhecidos.

1. Mozilla Firefox

Foto: Mozilla

Firefox foi o primeiro a desafiar o Explorer, da Microsoft. Logo mordeu 8% do mercado, por suas simplicidade, estabilidade e grande número de possibilidades. Agora, tem novas versões para Linux, Mac, Windows e Android.

Pontos fortes: é bom na sincronização de marcadores de favoritos (bookmarks) e abas entre dispositivos, seu tradutor de páginas, seu modo de economia de dados e na navegação de forma privada.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Ponto fracos: não existe uma versão para iOS (sistema operacional do iPhone) nem Windows Phone. Não dispõe de uma versão de 64 bits. Embora seja o que mais disponha de complementos e plugins, utilizar todos eles compromete seu rendimento.

2. Google Chrome

Foto: GettyImage copyright Getty

É o navegador mais usado no mundo. Desenvolvido pelo Google, Chrome é funcional, claro e simples. Está disponível gratuitamente em serviços específicos. Tem versões para Windows, Mac, Linux, Android e iOS.

Pontos fortes: é completo e conta com telas personalizadas, sincronização entre dispositivos, modo incógnito, sessão para convidados, salvar páginas em formato PDF e uma vasta oferta de aplicativos e jogos para web. Uma característica que pode ser útil com alguns sites é a “economia de dados”. O Google pré-carrega e comprime sites antes de enviá-los ao celular. Isso pode tornar a conexão mais veloz e gerar economia para os planos de dados do telefone.

Pontos fracos: não existe uma versão para Windows Phone, o que faz com que os usuários destas plataformas não disponham de abas e preferências no celular. É o navegador que mais recursos de hardware consome. Requer uma conta do Google para configurar a sincronização, ou seja, não se pode utilizá-lo sem uma conta de Gmail.

O Google acaba de anunciar que seu novo Chrome será atualizado para ser mais rápido. Um novo algoritmo permitirá um ganho de velocidade de 26% na compressão de arquivos.

Leia também: Por que o iPhone e a China preocupam a Apple

3. Dolphin

Foto: DolphinImage copyright

Dolphin é considerado um dos mais potentes navegadores para Android, mas não é tão conhecido como Mozilla ou Chrome.

Pontos fortes: é elogiado por sua funcionalidade gestual, rapidez e uso em iOS e Android. A chave do Dolphin é a inclusão do Flash, não sendo necessário instalar nada além de um complemento ao navegador chamado Dolphin JetPack. O navegador em general é muito rápido e pode ser sincronizado com navegadores do PC, ainda que não se utilize o mesmo programa no smartphone.

Pontos fracos: sem o complemento Dolphin JetPack, o Dolphin se converte em um dos que mais demora a carregar páginas da internet.

Leia também: Dez truques para usar melhor o WhatsApp

4. Safari

Foto: SafariImage copyright

Safari apareceu em 2003, quando a Apple decidiu remover de sua plataforma a edição do Internet Explorer que a Microsoft desenvolvia para usuários de OS X. Este navegador da Apple cresce a cada dia no mercado. Mas está longe de ocupar o primeiro lugar.

Pontos fortes: sincronização automática entre dispositivos, sem intervenção do usuário. É o navegador que melhor faz uso de CPU e memória no Mac, e raramente fica lento ou não responde. É o único com suporte para iCloud e Apple, e se destaca pelo desenvolvimento de motor para JavaScript que consegue ser mais rápido entre as opções para OS X.

Pontos fracos: só está disponível para computadores e celulares Apple. Não tem várias das funcionalidades incluídas no Chrome e no Firefox. Apple não permite personalizar o navegador, então não é possível escolher temas, cores ou a disposição da interface.

5. Opera/Opera Mini

Foto OperaImage copyright

Um dos pioneiros da web. Apareceu em 1995 junto ao Internet Explorer e foi também um dos primeiros a dispor de uma versão para celulares (Opera Mini). Atualmente conta com mais de 350 milhões de usuários, segundo a própria empresa.

Pontos fortes: É um navegador básico que inclui navegação privada, uma seção para noticias e seu famoso modo off-road para ajudar a navegação em conexões ruins, que reduz a quantidade de dados transmitidos.

Pontos fracos: instalar complementos reduz significativamente a velocidade do produto, fazendo seu uso impossível em equipamento de desempenho. Seu motor muitas vezes falha ao carregar certos sites, deixando a página em branco. Não conta com uma versão de código aberto.
BBC

Mozilla bloqueia Flash no Firefox alegando questões de segurança

Após o novo chefe de segurança do Facebook pedir que o Flash tenha uma data para morrer, a última versão do Firefox, navegador da Mozilla, passou a bloquear o software da Adobe.Mozzila,Adobe Flash,Tecnologia da Informação,Firefox,Blog do Mesquita

Mark Schmidt, diretor da equipe de suporte do browser, disse no Twitter que todas as versões do Flash Player serão bloqueadas no Firefox a partir da mais nova atualização do browser. A mensagem acompanha a imagem de um punho cerrado e erguido, com a frase “Occupy Flash“. [ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Ocupe Flash,Mozzila,Internet,Tecnologia da Informação,Blog do Mesquita

Mais tarde, Schmidt esclareceu que o Flash poderá voltar a ser compatível com o Firefox, desde que a Adobe lance uma versão que não tenha tantas vulnerabilidades como a atual.

O diretor de suporte do browser também ressaltou que os usuários do Firefox ainda podem ativar o Flash, se quiserem, nas configurações do navegador.

A enxurrada de reclamações contra o software da Adobe voltaram na semana passada, quando o vazamento de arquivos do grupo de spyware Hacking Team revelou graves vulnerabilidades no Flash, usadas pela empresa para atacar seus alvos. A Adobe já corrigiu os problemas.

A Mozilla não é a primeira grande empresa de internet que deixou de usar o software nos últimos meses. Em janeiro, o YouTube trocou o Flash pelo HTML5 em seu reprodutor de vídeos.
Fonte: Info

Firefox: versão 4 está mais rápida

Navegador Firefox 4 está mais rápido e com abas novas e menores.

Nova versão adota barra única para endereço do site e para buscas.

Recurso permite acessar dados do browser do desktop no celular.

A velocidade de navegação é um dos pontos altos da versão final do Firefox 4, afirmou a Mozilla. O browser, que foi lançado oficialmente nesta terça-feira (22), recebeu uma enorme melhoria no seu desempenho. O navegador já pode ser baixado pelo site da Mozilla.

Além de um tempo de inicialização mais veloz, a empresa afirma que o browser melhorou o carregamento das páginas e dos gráficos. O Firefox 4 também promete melhorias significativas na velocidade de processamento de códigos Javascript, com o novo motor “JägerMonkey”.

App Tab’ é uma das novidades do Firefox 4 (Foto: Divulgação)

Novas abas

Para tornar a interface mais limpa, as abas do Firefox 4 ficam em cima da AwesomeBar, barra de endereços que autocompleta as buscas do usuário.

Com o Apps Tab, o browser elege os sites que o usuário mais utiliza, como o webmail, e os remove da barra de abas, colocando-os em um botão permanente no navegador – como uma aba menor.

O botão é pequeno, aparece sempre que o browser é aberto e muda de cor quando há alguma atualização naquele site – como um e-mail novo. O usuário também pode, manualmente, colocar a aba de um site que visita com frequência como “aplicativo”. Isso garante que ela estará sempre lá, mesmo após a reinicialização do navegador.

Recurso ‘Panorame’ ajuda usuários a separar abas por assunto (Foto: Divulgação)

Outra novidade é que toda vez que o usuário abrir uma nova aba, o Firefox irá verificar se já existe alguma aba aberta com aquele site.

Se existir, o browser irá direcionar o usuário para aquela aba.

Já o recurso Panorame permite que o usuário organize as abas em diferentes grupos, separadas por assunto.

Para trocar de grupo, o usuário deve apenas clicar no botão “Agrupar abas” e escolher o outro grupo.

As abas abrem automaticamente no navegador.

Esse recurso é bastante útil para aqueles usuários que gostam de abrir diversas abas simultaneamente, já que ajuda a gerenciar várias abas e até dar nomes para os grupos.

Novo botão de menu dispensa a ‘barra de menu’

Menus

Já que a barra de menu, por padrão, não fica visível, uma maneira de evitar seu uso, que atrapalharia em termos de espaço de navegação, foi a criação de um novo botão de menu no canto superior esquerdo, chamado de “Botão Firefox”, que permite acessar várias opções como os Favoritos, Histórico Complementos, navegação privativa, etc.

Firefox no celular

Uma das inovações é o Firefox Sync, que permite sincronizar as informações do navegador no desktop com aparelhos móveis. O usuário poderá acessar os marcadores, histórico de navegação e, inclusive, abas abertas em um smartphone, por exemplo. No momento que a nova versão é instalada, o usuário é solicitado a criar uma conta no próprio navegador, na guia “Sync”, em Ferramentas.

Recurso permite organizar abas por assunto (Foto: Divulgação)


Personalização do layout

Através de um clique como botão direito no topo do navagador é o usuário pode optar por exibir ou esconder as diversas barras de conteúdo, como menus, navegação, favoritos, extensões e também o posicionamento das abas. Nesse último caso, a posicionamento pode ser em cima, para ocupar menos espaço, ou embaixo da barra de endereços como era até a versão 3.6.

Sessões

Ao reiniciar o navegador ele abre com um aba padrão vazia e pergunta se deseja restaurar a sessão anterior, ou seja, as abas que estavam abertas na última vez que o usuário fechou Firefox. Até a última versão essa opção era definida nas opções de configuração e não era habilitada por padrão. Para usuários leigos facilita bastante porque não precisam mais descobrir aonde fica esse ajuste e podem usufruir da recuperação de abas no primeiro uso.

Outros recursos

Se alguma extensão estiver causando problemas de travamento, por exemplo, é possível reiniciar o navegador sem carregá-las, basta escolher a opção “reiniciar com extenções desativadas”, sob o menu “Ajuda”.

G1

Google planeja ‘tirar’ barra de endereços do navegador Chrome

Barra ficaria visível apenas quando usuário passasse mouse em cima.

Nova interface daria mais espaço para a exibição das páginas na web.

O navegador Google Chrome pode adotar uma nova interface que mudaria a forma como o endereço de web aparece, publicou nesta segunda-feira (21) o jornal britânico “The Daily Telegraph”.

Desenvolvedores do software estariam testando uma mudança radical no modo como o endereço é mostrado no navegador.

Segundo fontes próximas à companhia, a barra de endereço tira um bom espaço que poderia ser usado na navegação.

Um plano considerado pelo Google seria tornar a barra de endereços apenas visível quando os usuários passam o mouse em uma parte específica da tela.

O novo modo de navegação “compacto” tiraria a barra de endereço de cada aba, liberando mais espaço na tela para a exibição da página.

Hoje, mais de 120 milhões de usuários usam o Google Chrome.

G1


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Internet, marketing e as tentativas de dominar a web 2.0

No começo a internet é vista apenas como uma diversão, e usada, no máximo, para troca de e-mails. Por essa época, o computador era artigo de luxo nos lares, e era a época do ICQ e do incipiente MSN.

Agora, com a web 2.0 e a febre das redes sociais, saber quem está online, porque, de onde e para que passou a ser crucial para as estratégias globais de negócios.

O Editor


Mais um capítulo na história da megalomania digital

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Mark Zuckerberg quer dominar a internet. Seu plano tem método e se ancora na identidade de cada um.

Há quase meio bilhão de pessoas que usam o Facebook com frequência. Estão entre os usuários mais ativos da internet. O Facebook sabe quem são os amigos destas pessoas, conhece seus hábitos de consumo e suas preferências culturais. Conforme mais e mais sites de serviço se aliam ao Facebook, mais o Facebook saberá sobre nossas vidas. E esta informação estará a venda.

O Facebook quer chegar ao ponto em que se alguém sabe quem é quem na internet, se uma única empresa sabe como vender o que para cada um de nós, será ele próprio. A identidade digital de todos nós será um perfil no Facebook.

Mark Zuckerberg não é o primeiro a querer dominar a internet. É só o último de uma história comprida que só. E o conceito de o que é “dominar a internet” tem variado um bocado.

Começou com a Guerra dos Browsers. Foram emocionantes os últimos anos da década de 90 do século passado. A web se popularizou por causa do primeiro software de navegação gráfico – o Mosaic. No topo da onda, o jovem estudante que havia escrito o programa se juntou ao fundador da Silicon Graphics e juntos eles puseram na rede o Netscape.

O raciocínio de Mark Andreessen, o programador, e Jim Clark, o executivo, era de que nossa base computacional deixaria de ser o sistema operacional do micro e pularia para a web. Um raciocínio ousado: nosso correio eletrônico, agenda, textos escritos, relatórios – tudo na web. A Microsoft, que tinha total monopólio do modelo antigo com seu Windows, entrou em pânico e partiu para a guerra aberta, total.

Embora o Explorer da Microsoft ainda esteja aí e o Firefox, baseado no Netscape, também tenha seguido uma carreira de sucesso, ambas perderam.

Assim como é irrelevante qual o sistema operacional que qualquer um use, hoje, tampouco importa qual o browser. Porque o domínio da internet passou a ser de outra ordem: quem controla o acesso a informação?

É o modelo Google que dominou os últimos dez anos. Conforme a internet cresceu, tornou-se impossível acompanhar toda informação em toda parte. E ao se transformar em site-centro de toda a internet, o Google foi além descobrindo um modelo de negócios.

Propaganda. E propaganda barata emaranhada nos resultados de busca a um custo de centavos por clique.

Logo os engenheiros perceberam que podiam ir além. Bastava oferecer serviços para donos de sites pequenos ou grandes. Caixas de busca, ferramentas de análise de tráfego, assinaturas por RSS. Tudo sempre uma boa desculpa para inserir um código do Google no site e, portanto, mais um pedaço da internet no qual o Google pode vigiar o usuário que passeia.

Há uma diferença. O Google acompanha cada página visitada, consegue encaixar a propaganda certa para o usuário de acordo com seu padrão de navegação mas, muitas vezes, não sabe de quem se trata.

Para o Facebook, não basta. E um novo conceito de o que é dominar a internet nasce. Cada usuário que navega pela rede tem nome e sobrenome. E ferramentas começam a pipocar em sites diversos – o botão de “curtir” e o login são apenas o início.

Mas o que é realmente dominar a rede? Quem controla a estrutura de endereços da internet é o Departamento de Comércio dos EUA. Praticamente todas as interconexões de servidores são feitas por roteadores de uma só empresa, a Cisco. O governo chinês filtra quase tudo que seus cidadãos veem com considerável sucesso. A internet já tem quem a controle faz tempo.

Pedro Doria/Estadão

Internet. Novidades no FireFox 3.6

Nova versão melhora o gerenciamento do processador e da memória.

Deixe também sua pergunta na seção de comentários, que está aberta.

A Mozilla lançou semana passada o Firefox 3.6. Vamos às novidades.

Novo Firefox 3.6 traz melhorias no gerenciamento de memória.

Desempenho

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Esta nova versão busca melhorar – em minha opinião – um dos calcanhares de Aquiles do Firefox: o uso do processador e, principalmente, da memória RAM. Meu navegador padrão é o Firefox, principalmente pelos complementos disponíveis, mas algumas vezes o seu desempenho com muitas abas abertas deixa a desejar.

Um comportamento (comum até a versão 3.5) mudou. Muitas abas abertas significavam um bom consumo de memória. Muitas vezes não adiantava simplesmente fechar as abas para o navegador reduzir o uso de memória. A versão 3.6 conta com um recurso que limpa a memória usada pelo navegador de tempos em tempos, usando apenas o necessário.

Outra promessa do novo navegador é verdadeira: ele inicia mais rapidamente mesmo com diversos complementos instalados.

Aparência

As versões anteriores do navegador já contavam com temas, porém a 3.6 deu mais destaque para essa funcionalidade, que não muda em nada a navegação, mas é imprescindível para muitos usuários, pois deixa o navegador com “a sua cara”.

Personas: diferentes temas para deixar o Firefox personalizado.

A Mozilla nomeou os temas como “Personas” e criou um site específico para que as pessoas possam instalá-los automaticamente. Basta acessar o endereço http://www.getpersonas.com/ e escolher um tema. Passando mouse sobre a imagem do tema o navegador já mostra sua nova aparência, facilitando bastante a escolha. Escolhido um, basta clicar em Wear it.

O repositório de temas é bastante vasto. Tem de filmes, como Era do gelo, Avatar, Superman, Star Trek e outros mais. Tem temas de times de futebol internacional e até nacional. Tem até o do Corinthians!

Se a pessoa não quiser nenhum dos temas prontos pode criar o seu próprio através deste link, basta seguir as orientações presentes no site. Ah, se você precisar editar uma imagem para compor seu tema e não tiver programa para isso no computador, recomendo o Paint.net.

Complementos

Os complementos sempre foram o grande diferencial do Firefox. Para saber qual escolher era sempre importante contar com as notas e comentários dos outros usuários, além de indicações de outras pessoas. Eu mesmo indiquei vários complementos aqui na coluna. Agora o usuário pode contar com um site chamado Fashion Your Firefox. Que traz uma lista de complementos recomendados separados por categorias. Para quem já usa diversos complementos o site não traz grandes novidades, mas para quem não usa é uma boa pedida.

Lista bacana para quem ainda não é usuário assíduo da página de complementos do Firefox.

O legal deste site é que o usuário marca quais complementos quer e faz a instalação de todos de uma única vez. O que é mais rápido e prático.

Novidades técnicas

As novidades técnicas são mais voltadas para desenvolvedores, mas afetam diretamente aos usuários comuns. O Uso da marcação <vídeo> do HTML 5 com opção de exibição em tela cheia é um prato cheio para a próxima geração de players online. Certamente em pouco tempo – à medida que a adoção de navegadores com suporte a HTML 5 aumentar, não dependeremos mais ter o flash, Windows media player ou QuickTime instalado nos computadores para vermos vídeos na web. Também existem melhorias técnicas para o carregamento de scripts de página, dependendo de como a página for desenvolvida ela carregará mais rapidamente para o usuário.

Repare nas letras grandes, cada qual com uma fonte diferente.

Também foi implementado o suporte para Web Open Font Format (WOFF) o que dará aos designers e desenvolvedores mais maleabilidade no uso de fontes. Experimente abrir esta página no Firefox 3.6 e depois em qualquer outro navegador e compare a linha com as fontes grandes.

Abas

A forma de reorganizar as abas abertas foi melhorada, o recurso de clicar em uma aba e arrastá-la para outra posição ficou visualmente mais discreto e, ao clicar em um link pedindo para que ele seja carregado em uma nova aba ela não mais é aberta no final das abas e sim em uma nova aba subsequente a que o usuário está. Eu demorei alguns segundo para achar as abas que abri com essa mudança, mas depois de algum tempo me acostumei.

Algumas considerações

O Firefox 3.6 fala que existem melhorias na navegação privativa (CTRL+SHIF+P), porém não as encontrei. Aliás, diferente dos concorrentes que conseguem abrir o navegador em modo normal e também em modo privado, o Firefox ou trabalha em modo privado – sem deixar rastros de navegação – ou em modo normal, que deixa rastros.

Claro que a nova versão do Firefox não traz um universo tão grande assim de mudanças. Isso só vai ocorrer com o lançamento do Firefox 4. Apesar disto, o pacote de mudanças gerado pela Mozilla é relativamente grande. Acessando este link podemos ver as notas desta nova versão. Eu destaquei algumas nesta coluna. Outras eu simplesmente não notei diferença entre a versão 3.5 e a atual. Como citei da navegação privativa ou mesmo quando a Mozilla fala em restauração do sistema.

Vale atualizar? Eu cravo que vale, pois as melhorias no fator gerenciamento de processador e memória fazem valer a pena. O navegador ficou mais ágil. A experiência ao navegar não mudou grande coisa, mas o fato dele trabalhar melhor a memória deixa pessoas que usam milhares de abas abertas- que é o meu caso – mais felizes.

Os temas também são um diferencial agradável que fazem valer a atualização. E claro, o aspecto segurança. A dica mais básica de segurança em computadores é sempre manter seus programas atualizados, evitando assim que vulnerabilidades já conhecidas das versões anteriores possam ser exploradas.

* Fernando Panissi/G1

É especialista em tecnologia e internet, formado em Sistemas de Informação com extensão em gestão. É professor universitário e ministra cursos de extensão em desenvolvimento de sistemas. Vive a internet e suas excentricidades desde 1995 e, nesta coluna, irá compartilhar suas experiências e conhecimentos sobre os mais variados temas ligados à internet, computação e tecnologia. Também tira as dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

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Internet Explorer perde terreno para a concorrência

Deitada por longo tempo no berço esplêndido da falta de concorrência, a Microsoft se vê agora às voltas com ameaças reais.

O antes onipresente Internet Explorer sofre o assédio de outros navegadores, junto aos usuários, que não estão mais dispostos a suportar a mesmice do navegador da empresa de Richemond.

Rivais crescem e ameaçam Internet Explorer

Nunca os adversários do Internet Explorer tiveram uma fatia tão grande do mercado de navegadores -um terço- desde que o software conseguiu a hegemonia, em 2002.

Hoje, o Explorer conta com 67,55% do mercado, de acordo com a Net Applications. É muito, mas a fatia da Microsoft só caiu desde janeiro do ano passado (75,74%), enquanto as dos maiores concorrentes praticamente só cresceram.

Navegador social baseado no Firefox está na versão 2.0; baixe no site www.flock.com
O Firefox, da Fundação Mozilla, tinha 16,98% há um ano. Hoje tem 21,53%. O Safari, da Apple, tinha 5,82%. Hoje tem 8,29%. E existe um concorrente que, apesar de ter apenas 1,12% do mercado, não pode ser ignorado: o Chrome, que não tem nem um ano e é patrocinado pelo Google.

Para deter os competidores, a Microsoft conta com o Internet Explorer 8, a ser lançado neste ano. “O IE vai voltar a crescer. Ele é o mais seguro e com melhor performance. Não falo de ser o mais rápido para ler uma página, mas para realizar toda uma tarefa, como chegar ao resultado de um jogo”, diz Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral para mercado de consumo e on-line da Microsoft Brasil.

Barbosa também elogia a competição, “boa para o usuário, pois incentiva a inovação”.

Mark Surman, diretor-executivo da Fundação Mozilla, concorda: “Não há dúvidas de que a competição no campo dos browsers é boa.”

Surnam até elogia o Chrome, por ser de código aberto. “Quanto mais atores incentivando essa agenda, melhor para a web.”

Já o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes, diz que a competição não é importante à empresa, apesar de “ser lógico que exista”. “Tanto é que continuamos apoiando financeiramente a Fundação Mozilla”, diz. “Nós observamos que as pessoas usam mais de um navegador”, e foi nesse contexto que o Chrome foi desenvolvido. Segundo Ximenes, o software contempla recursos que faltavam em outros produtos. “Não é só um navegador. É uma plataforma para uma nova geração de aplicativos on-line.”

da Folha de S.Paulo – Gustavo Villas Boas

Browsers vulneráveis – Navegadores não tem proteção contra clickjacking

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Sequestro dos clicks. Este é, em resumo, o que está por traz da técnica hacker conhecida como clickjacking. A prática causou reverberações em segurança da informação por conta das possibilidades e gravidade dos ataques que pode possibilitar.

Com o clickjacking, um criminoso pode acessar a câmera de vídeo e o microfone de laptops, abrir e manipular documentos críticos no disco rígido da máquina, alterar botões internos no navegador (como o login do internet banking, por exemplo), entre muitas outras coisas. Você conhece o clickjacking?

Em entrevista exclusiva por e-mail, Jeremiah Grossman, presidente da empresa de segurança White Hack e um dos pesquisadores que identificou a vulnerabilidade, falou ao COMPUTERWORLD sobre a técnica hacker e o que foi feito para controlá-la.

Além disso, Grossman comentou sobre a migração das vulnerabilidades, que estão deixando os sistemas operacionais para serem exploradas nos navegadores, as tendências de defesa em 2009 e como a crise financeira está afetando a segurança nas empresas. Confira!

COMPUTERWORLD – Desde o anúncio feito no início de outubro, o que as maiores empresas de software fizeram para erradicar o clickjacking?  Foi suficiente?

Jeremiah Grossman – A Microsoft, através de uma nova funcionalidade no Internet Explorer 8, é a única empresa de navegadores que tomou alguma medida contra o clickjacking. Ainda que seja positiva, a iniciativa não é ampla para todo o mercado. Por enquanto, o NoScript – popular complemento para o Firefox – segue como a melhor forma de proteção contra o clickjacking. Continue lendo

Navegadores – Internet Explorer continua a perder espaço no mercado de browsers

Segundo números da Net Applications, participação do navegador da Microsoft caiu de 69,77% em novembro para 68,15% em dezembro.

O Internet Explorer voltou a perder espaço para outros navegadores, informou a consultoria Net Applications, que monitora o uso de browsers por parte dos internautas. Segundo a consultoria, a participação do Internet Explorer caiu de 69,77% para 68,15% no mês de dezembro. Em novembro, a participação do navegador da Microsoft era de 71,27%.

Por outro lado, os browsers Safari, Firefox e Chrome saíram ganhando com a queda de participação do IE. O Firefox agora é usado por 21,34% dos internautas – em novembro a participação era de 20,78%. O Safari subiu de 7,13% para 7,93% no mês passado, enquanto o Chrome, do Google, alcançou 1,04%, contra 0,83% de participação em novembro. O Opera manteve 0,71% de participação.

Uma das explicações, segundo a Net Applications, é que, em dezembro, as pessoas navegam mais do computador de casa do que do trabalho. “O feriado de fim de ano favoreceu muito o uso da internet nas residências, o que resulta em um aumento no uso de outros navegadores”, disse a companhia por meio de comunicado.

As estatísticas fornecidas pela Net Applications também indicam que mais internautas estão usando o sistema operacional OS X, da Apple.  A participação do Mac OS X cresceu de 8,87% para 9,63% em dezembro; já a participação do Windows caiu de 89,62% para 88,68%, no mesmo período. O número de usuários de Linux no desktop se manteve inalterado, perfazendo 0,85% do total.

Para realizar o estudo, a Net Applications coleta dados de mais de 160 milhões de internautas por mês, informou a empresa.

da PCWorld

Google lança navegador para brigar com o Internet Explorer da Microsoft

A turma do Google não dorme na fama. Acredita que “inovar sempre” é fundamental para a sobrevivência.

Da Folha de São Paulo

O Google anunciou nesta segunda-feira (1º) o lançamento do seu navegador de internet, chamado Google Chrome. O programa estará disponível em versão beta a partir de terça-feira (2), em mais de cem países.

A empresa promete lançar um programa “moderno” e “simples”. “Como a página homepage do Google, Google Chrome é limpo e leve”, afirma um post no blog oficial da empresa.

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O Google também diz que o software, que terá código aberto, “roda melhor os complexos aplicativos de internet”. Por enquanto, o programa estará disponível apenas para Windows. No futuro, devem existir versões para Mac e Linux.

Até agora, o Internet Explorer, da Microsoft, é o mais utilizado para acesso à internet. Em julho, o programa foi utilizado para 90,7% dos acessos à rede no Brasil –queda de 2,5% em relação a janeiro. O Firefox, da Fundação Mozilla, teve 8,2% dos acessos, uma alta de 34% em relação ao primeiro mês do ano. Outros navegadores tiveram em julho 1,03% dos acessos.

No âmbito mundial, a participação do navegador da Fundação Mozilla é maior. As várias versões do Firefox representam 18,41% do mercado mundial de navegadores, segundo a NetApplications. Mas o Internet Explorer ainda domina o mercado, com 73,75%.