USA x BRICS; uma pedra no meio do caminho da NWO.

Estávamos no caminho. Aí os rentistas se uniram aos USA.

Em pouco tempo os BRICS se transformou em um novo centro de poder, preparando um comércio sem o papel pintado do dólar como referência, o que evidentemente não agradou os USA. Leiam:

Em 1990, os países que compunham o BRICS – Brasil, Rússia, China e África do Sul – respondiam apenas por 25% da produção mundial. Em 2015 respondiam por 56%; representavam 85% da população mundial e controlavam 70% das reservas financeiras mundiais.

Somente em 2015, os Brics contribuíram com US$ 2 trilhões ao PIB global, criando efetivamente outra Itália em um ano.

Entenderam ou precisa desenhar?

Georges Soros – Brasil

George Soros’s Brazil to do list.

DONE:

– Controle absoluto da mídia
– Fim do programa nuclear
– Neutralizar desenvolvimento do submarino nuclear
– Petrobras
– Pré-Sal
– Mercosul
– Banco BRICS
– Aquífero Guarani
– Bases US Army nas fronteiras Paraguai e Colômbia
– Representantes da Banca Internacional no comando da economia
– Caos na segurança pública
– Incrementar Narcotráfico
– Controle de Presídios por facções criminosas
– Facções criminosas aliadas às FARCS
– Foro de São Paulo controlando políticos
– Desmoralização do Poder Judiciário

PENDENTS:
– Lava-Jato
– Amazônia
– Anular expertise e credibilidade de empreiteiras brasileiras em concorrências no exterior
– Assumir controle da Base de Alcântara
– Disseminação de epidemias via vacinas
– Manter juros altos para aumentar a dívida pública

NEXT:
– Não permitir que saibam que controlo centena de ONGS, Os Bilderbergs, financio protestos em todo mundo e mantenho a Human Rights Watch

FAIL:
– Controle neural de todos que lêem além do que é publicado.
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Temer minimiza acusações contra Geddel, Moreira e Jucá

“Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer”todos-os-homens-do-presidenteblog-do-mesquita

O presidente Michel Temer comentou nesta terça-feira (18), durante visita ao Japão, as denúncias da Odebrecht contra o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, Moreira Franco, secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, e Romero Jucá, presidente do PMDB.

Segundo Temer, elas precisam se consolidar. “Sabe o que acontece? O envolvimento dos nomes se deu, convenhamos, por enquanto, por uma simples alegação, por uma afirmação. É preciso que essas coisas se consolidem. Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer”.

“Se a cada momento que alguém mencionar o nome de alguém isso passar a dificultar o governo, fica difícil”, completou.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Plano do G20 para excesso de aço pode gerar tensão em emergentes

g20acobricsblog-do-mesquitachinaA oferta excedente na China está transbordando para outros mercados do mundo, desencadeando medidas protecionistas da Índia aos EUA.

A iniciativa do Grupo dos 20 para acabar com o excesso mundial de aço enfrentará um grande obstáculo se os países em desenvolvimento resistirem às tentativas de eliminar os subsídios do governo aos produtores locais, de acordo com o diretor do Comitê do Aço da OCDE, que está prestes a deixar o cargo.

A oferta excedente na China está transbordando para outros mercados do mundo, desencadeando medidas protecionistas da Índia aos EUA e chamando a atenção dos líderes mundiais.

Um obstáculo a superar poderia ser a relutância dos países emergentes a abandonar iniciativas que nutrem o setor doméstico com apoio governamental, disse Risaburo Nezu, presidente do Comitê do Aço da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, que tem sede em Paris.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

A OCDE está mediando o fórum internacional do Grupo dos 20 para lidar com o excesso de capacidade, e a abundância de aço foi uma das prioridades da agenda da cúpula realizada em Hangzhou neste mês. A China, que fornece cerca de metade do aço mundial, tem tido divergências com outros grandes produtores sobre como lidar com essa questão e, nas negociações da OCDE em abril, não foi possível chegar a um acordo sobre o caminho a seguir.

Embora muitos países em desenvolvimento estejam sofrendo com o fluxo de metal chinês barato, é possível que surja no fórum um grupo que deseja “nutrir o setor siderúrgico com financiamento governamental, quando o que está sendo proposto é abolir os subsídios estatais, de acordo com os princípios do mercado”, disse Nezu, em entrevista em Tóquio, na semana passada.

“Independentemente da forma ou de quem estiver lidando com isso, nunca é fácil resolver esta questão”, disse ele, referindo-se ao novo fórum. “Muitas dificuldades vão surgir”.

Embora a China tenha se comprometido a reduzir sua capacidade em até 150 milhões de toneladas, cerca de 13 por cento do total, antes de 2020, órgãos reguladores dos EUA e da Europa argumentaram que os esforços de Pequim para limitar os subsídios foram insuficientes. No entanto, o comunicado oficial do G20 se absteve em atribuir a culpa a Pequim e descreveu o excesso de capacidade como um “problema global, que exige uma resposta coletiva”.

Contudo, regiões e países avançados, como Europa, EUA e Japão, querem acabar com os subsídios ou qualquer outra forma de apoio estatal que distorce os mercados e contribui para o excesso de capacidade, disse Nezu. Na tentativa de encontrar um modo de conciliar esse posicionamento com a China e outros países emergentes, a primeira reunião do fórum, realizada no dia 9 de setembro em Paris entre representantes da OCDE e do G20, teve um ritmo lento e nenhum plano concreto foi traçado.

“Assuntos importantes não foram discutidos na reunião”, disse Nezu. “Acho que as discussões deveriam ter sido um pouco mais profundas, mas essa abordagem foi evitada para amenizar a situação”.

Nezu anunciou que deixará o cargo no Comitê do Aço da OCDE e entregará as rédeas a Ronald Lorentzen, vice-secretário assistente de gestão de importação do Departamento do Comércio dos EUA. Nezu, que tem MBA da Harvard Business School , é um ex-funcionário público do ministério do comércio do Japão.

Especiais InfoMoney

FrankTremer é prisioneiro da Banca

No Banco Central:

1.Presidente: Ilan Goldfajn
Sócio e Diretor do Banco Itau.
2.Diretor de Política Monetária do Banco Central do Brasil:
Reinaldo Le Grazie – Diretor Superintendente do Bradesco Asset Management.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Serra veio para entregar o pré sal, desmontar os BRICS e retirar a influência do Brasil nos negócios com países africanos. No dia seguinte à posse, embarcou para Washington;
A seguir participação de 100%de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras;
Venda de terras na Amazônia para estrangeiros – essa é como vender a própria mãe;
Fim do motor do submarino nuclear brasileiro – quase concluído no Centro Experimental ARAMAR, localiza-se em Iperó, Região de Sorocaba, SP.

E mais:
Privatização da água – não se admirem se as torneiras passarem a ter hidrômetros individuais (abriu, pingou, pagou);
Desmonte do Mercosul com o auxílio luxuoso do Macri, o Dulce dos Pampas.
Não busco concordâncias. Só anotem!

Paulo Nogueira Batista Jr.: Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) do BRICS começa bem

O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) estabelecido pelo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) está avançando em ritmo acelerado.

Paulo Nogueira Batista Jr.: Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) do BRICS começa bem

O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) estabelecido pelo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) está avançando em ritmo acelerado.

Queria falar um pouco hoje sobre o que conseguimos alcançar nos primeiros meses de existência da instituição.

Bem sei que, em meio às convulsões que vive nosso país, será difícil conectar o interesse do leitor com tema tão específico e distante, mas vou tentar mesmo assim.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Quando cheguei a Xangai, em julho de 2015, estávamos começando praticamente do zero. Tínhamos o Convênio Constitutivo, assinado em Fortaleza um ano antes, e um andar praticamente vazio de um prédio no distrito financeiro de Pudong.

Agora, em abril de 2016, apenas dez meses depois, a diretoria do NBD aprovou a primeira leva de projetos do banco.

Confesso que tive dificuldade de acreditar quando o presidente do NBD, K.V. Kamath, definiu o objetivo de aprovar os primeiros projetos já no segundo trimestre de 2016. Mas conseguimos — à custa de muito trabalho e sacrifício de uma equipe ainda pequena e do apoio que tivemos dos governos dos países fundadores.

No caso do projeto brasileiro, foi fundamental a parceria com o BNDES, um dos mais experientes bancos nacionais de desenvolvimento do mundo.

Foram aprovados quatro projetos, num total de US$ 811 milhões, a maior parte no campo da energia renovável, seguindo orientação recebida dos líderes do Brics por ocasião da sua última cúpula, em julho de 2015, na Rússia.

O projeto brasileiro é um empréstimo ao BNDES, de US$ 300 milhões, que será repassado a empreendimentos privados em áreas como energia eólica e solar.

O projeto chinês, denominado em yuan e equivalente a US$ 81 milhões, é na área de energia solar.

O sul-africano, de US$ 180 milhões, está direcionado ao financiamento de linhas de transmissão de energia elétrica.

O projeto indiano é uma linha de crédito de US$ 250 milhões ao Banco Canara, destinada a projetos nas áreas solar, eólica, geotérmica e ao financiamento de pequenas hidrelétricas.

Um quinto projeto, com a Rússia, está em fase avançada de negociação.

Do lado do funding, o NBD também está fazendo progresso. Em janeiro deste ano, os sócios fundadores fizeram o primeiro aporte de capital, conforme previsto no Convênio Constitutivo.

A Rússia pagou adiantado a segunda parcela do seu aporte e, assim, o NBD conta com mais capital do que o previsto, num total de US$ 1 bilhão.

Estamos preparando também a primeira emissão de bônus, que deve ocorrer em meados deste ano. Será um bônus verde, emitido em yuan no mercado chinês.

Assim, o NBD, em linha com o seu mandato, está se configurando como um banco “verde” tanto do lado do ativo quanto do lado do passivo.

A questão da sustentabilidade dos projetos apoiados está sendo e continuará a ser um dos focos fundamentais do NBD.

Estamos apenas começando. Há uma tarefa imensa pela frente. Temos muito que aprender. Não subestimamos jamais o tamanho do desafio que este banco foi chamado a enfrentar.

Afinal, é a primeira vez que um banco que tem a aspiração de ser uma instituição de escopo global está sendo construído exclusivamente por países emergentes, sem a participação de países avançados.

Paulo Nogueira Batista Jr. é vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, sediado em Xangai, mas expressa seus pontos de vista em caráter pessoal

Fonte: O Globo

Quatro ameaças ao crescimento constante da economia chinesa

A queda acentuada da bolsa de valores de Xangai, nesta semana, e o seu impacto global levantaram temores sobre a saúde da economia chinesa.

AP
Investidores, consumidores e endividados na China podem ser afetados pelos atuais problemas

Além disso, a China desvalorizou a moeda local, o yuan, numa tentativa de tornar suas exportações mais competitivas após as vendas internacionais do país terem registrado queda. A produção interna também caiu.

Em dia menos tenso, o mercado financeiro de Xangai fechou em -1,3% nesta quarta-feira, mesmo após estímulos promovidos pelo governo, e a baixa foi acompanhada pelas bolsas europeias – mas não pelas americanas e pelo Ibovespa. Este último subiu 2,7%. Mas analistas preveem que a volatilidade continuará nos mercados internacionais.

Seria o fim do milagre chinês? Não, opina John Ross, professor do Instituto de Estudos Financeiros Chongyang da Universidade Renmin, de Pequim, em entrevista à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“A China está crescendo a 6,5% ou 7%, três vezes mais do que os Estados Unidos e quatro vezes mais que a Europa. É uma economia que tem saído de um ritmo de crescimento ‘super sensacional’ de 10% por ano para um ‘sensacional’, que é o atual”, disse Ross.

Leia mais: Impacto da queda da bolsa chinesa no mundo

Outro dado comparativo: enquanto Estados Unidos e Europa têm taxas de juros de quase zero para estimular suas economias há quase sete anos, a China reduziu sua principal taxa de juro em 0,25 ponto percentual, para 4,6%.

Mas isso não significa que não haja problemas na China. E, devido ao papel central que desempenha no comércio global, um recuo em sua economia tem consequências em todo o mundo, Brasil incluído.

Image copyrightBBC World Service

O futuro da segunda maior economia do mundo depende da solução de quatro temas-chave:

1. Queda de investimentos e mudança de modelo de crescimento

O crescimento econômico chinês nos últimos dez anos sedeve muito mais ao investimento do que à exportação de produtos ‘Made in China’. Neste período, o país teve um ritmo impressionante de crescimento de dois dígitos.

O investimento aumentou durante a crise financeira de 2008 – representava 35% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2000 e ultrapassou os 50% após a queda do banco de investimentos americano Lehman Brothers.

Reuters
Banco Central chinês desvalorizou iuan numa tentativa de tornar exportações mais atraentes

Em comparação, o consumo interno como motor do crescimento mal superou os 30% neste período.

Uma economia baseada excessivamente no investimento pode estimular bolhas imobiliárias, dívidas insustentáveis e problemas financeiros.

Consciente dos limites deste modelo, o governo iniciou em 2010 uma transição a outro, mais baseado no crescimento do consumo interno.

Segundo Kamel Mellahi, especialista em mercados emergentes da britânica Warwick Business School, os problemas chineses que causam temores no mundo são fruto dos inevitáveis desajustes produzidos por essa mudança.

“Uma mudança num país das dimensões da China é mais fácil de propor que de executar. O mundo vai ter que se adaptar a esses altos e baixos porque vai levar tempo”, disse.

Leia mais: Novo método para classificação acaba com conceito de ‘emergentes’

2. Desvalorização e exportações

O sinal de alarme sobre a China soou forte com a desvalorização cambial realizada em agosto.

Em junho, as exportações caíram 8,3% devido a queda da demanda mundial e alta do custo de trabalho chinês, consequência da mudança do modelo que estipula aumentos salariais para estimular o consumo.

Getty
Deflação pode afetar diretamente grandes e pequenos empresários endividados que deverão vender produtos com preços menores

Em 11 de agosto, o Banco Central chinês iniciou um processo de desvalorização do yuan que se prolongou por três dias. A cotação da moeda caiu 3%, e gerou-se um temor global de uma “guerra cambial” – quando países desvalorizam suas moedas para ganhar vantagem competitiva para suas exportações.

Muitos analistas avaliam que a desvalorização está mais vinculada ao desejo chinês de resposicionar o yuan como divisa internacional, incorporando-a às moedas com direitos especiais de giro do Fundo Monetário Internacional (FMI). Até agora, apenas euro, libra, iene e dólar americano têm essa classificação.

“É uma estratégia a longo prazo para situar o yuan neste cenário”, disse Mellahi.

Com uma moeda atada ao valor do dólar, a China sofreu com a valorização da moeda americana nos últimos 12 meses, que encareceu sua própria moeda em cerca de 10%.

Mas desvalorizar a moeda até recuperar esse valor tornaria a dívida do país insustentável.

Leia mais: Quatro conquistas e um fracasso dos Brics

3. Dívida e inflação

Um dos efeitos mais perigosos do modelo baseado no investimento é a emissão de títulos de dívida necessária para sustentá-lo, algo que pode sair do controle.

Há outro perigo concreto que enfrenta a economia chinesa: deflação. Os preços médios têm caído nos últimos 40 meses.

APIncertezas sobre saúde da economia chinesa causaram pânico entre investidores

Este fenômeno pode levar a um processo deflacionário, no qual uma empresa teria que vender seus produtos por menos do que pagou por eles, o que aumentaria o montante de sua dívida e o perigo de falências.

Leia mais: Como o terremoto financeiro chinês pode afetar o Brasil?

4. Desemprego

Um fator estratégico para o governo chinês é o nível de desemprego, crucial para a paz social – e um dos debates sobre a mudança do modelo econômico chinês é o impacto que ele terá no mercado de trabalho.

Segundo dados oficiais, a taxa de desemprego variou pouco nos últimos cinco anos. Em 2014, foi de 4,09%, pouco mais alta que os 4,05% registrados em 2013.

Getty
Desemprego tornou-se um problema após mudança no modelo do crescimento chinês

Mas o Labour China Bulletin (LCB), editado em Hong Kong e especializado em assuntos trabalhistas, diz que esse índice subestima o número real de desempregados.

“O índice oficial registra apenas o número de pessoas que buscam emprego em relação ao total de empregados urbanos. Ignora os trabalhadores rurais, os imigrantes e os que têm trabalho parcial ou casual”, disse.

De acordo com o FT Confidential, serviço de investigações do jornal Financial Times, houve uma contração da demanda de trabalho em julho.

Segundo Mellahi, a “China tem uma linha vermelha: o emprego. Se a situação piorar e afetar o nível de emprego, então, vai ser irresistível a tentação de voltar a estimular a economia com um novo plano de investimento em infraestrutura”.

Economia: Em sete anos, PIB do Brasil cresceu mais que o de potências e países do Brics

Economia,Blog do MesquitaAumento de 22% superou EUA e Alemanha, além de países como África do Sul e Rússia

Mesmo com as crises internacionais e o baixo preço do petróleo que persiste desde os últimos meses de 2014, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve uma alta de 22,63% entre o período de 2007 e 2014, batendo tanto potências econômicas como Estados Unidos (8,15%) e Alemanha (4,99%), quanto países do Brics, como África do Sul (14,6%) e Rússia (11,4%), segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Resultado de políticas de investimentos constantes, principalmente após o estouro da bolha financeira de 2008 que causou grave crise em países do mundo todo, o PIB Real do país saltou de R$ 1,018 trilhão em 2007 para R$ 1,248 trilhão no ano de 2014, enquanto potências como França, Japão e Reino Unido registraram aumento de menos de 4% de seus PIB’s em suas respectivas moedas locais.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A medição usando o PIB Real, que elimina a distorção produzida pela variação dos preços causada pela inflação e indica o valor real de crescimento da economia é mais segura para medir o aumento (ou diminuição) da produção real de um país do que se fosse usado seu PIB nominal, que desconsidera os aumentos de preço por conta da inflação.

Segundo dados do FMI, o Brasil foi o segundo país com maior crescimento de seu PIB Real no período, perdendo apenas para a China (aumento de 80,13%), em um grupo que reúne potências econômicas mundiais como Estados Unidos (8,15%), Alemanha (4,99%) e Reino Unido (3,68%), que ocupam as posições seguintes à do Brasil, enquanto França (2,21%) e Japão (0,64) completam os que tiveram crescimento positivo. As outras duas nações estudadas, que completam o grupo de nove países, tiveram diminuição de sua produção, por enfrentarem grave crise financeira. São elas: Espanha (-4,97%) e Portugal (-7,33%).

No recorte de países de mercado emergente, o Brasil é o terceiro com maior crescimento, perdendo apenas para a China e a Índia (59,52%), estando à frente de África do Sul (14,6%), enquanto a lanterna Rússia teve crescimento de apenas 11,4%.

Os dados levam em conta a produção em moeda local de cada país, eliminando assim possíveis variações cambiais em relação ao dólar.
Fonte: Jornal do Brasil

Analista diz que Alemanha planeja secretamente participar do BRICS

A ideia seria detonar cada vez mais o Dólar entrando para o BRICS; EUA temem que a potência da Europa entre para o grupo

O analista financeiro Jim Willie sensacionalmente afirma que a Alemanha está se preparando para abandonar o sistema unipolar apoiado pela NATO e os EUA em favor de unir as nações BRICS, e que é por isso que a NSA foi pego espionando Angela Merkel e outros líderes alemães.

Em entrevista à dos EUA Watchdog Greg Hunter, Willie, um analista de estatística que tem um PhD em estatísticas, afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de vigilância da NSA segmentação Alemanha foi centrado em torno do medo dos Estados Unidos de que o grande centro financeiro da Europa está olhando para escapar a partir de um colapso do dólar inevitável.
“Eu acho que eles estão olhando para obter detalhes sobre ajudar a Rússia sobre dumping ao dólar. Eu acho que eles estão à procura de detalhes para um movimento secreto para a Alemanha para fugir do dólar e juntar os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Isso é exatamente o que eu acho que eles vão fazer “, disse Willie.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]
No início deste mês, os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), anunciou a criação de um novo $ 100.000.000.000 dólar anti-dólar alternativa banco FMI a ser baseada em Xangai e presidido por Moscou.
Putin lançou o novo sistema, dizendo que foi projetado para “ajudar a prevenir o assédio dos países que não concordam com algumas decisões de política externa feitas pelos Estados Unidos e seus aliados,” um sinal claro de que a Rússia e outros países do BRICS estão se movendo para criar um novo sistema econômico que é contraditório com o FMI eo Banco Mundial.
Oferecendo uma visão sobre a atitude da elite ocidental em relação à Rússia, comentários feitos por nomes como o ex-embaixador americano no Iraque Christopher R. Hill sugerem que Moscou está cada vez mais sendo visto como um Estado pária. Em abril, Hill disse que a resposta da Rússia à Ucrânia crise fez com que Moscou tinha traído a “nova ordem mundial” tem sido uma parte de nos últimos 25 anos.
Em outro sinal de que as nações BRICS estão se movendo para criar um modelo inteiramente novo multi-polar contraditório para o oeste, os cinco países também estão construindo um backbone de Internet alternativa que irá contornar os Estados Unidos, a fim de evitar a NSA de espionagem.
Willie também liga o movimento da Alemanha para a filmagem da semana passada para baixo da Malásia Airlines Flight 17, que tem sido explorada por os EUA e Grã-Bretanha para pressionar por sanções mais severas sobre a Rússia, apesar do fato de que eles tiveram pouco efeito até agora e só parecem ser prejudicar os interesses comerciais dos países da Europa continental.
“Aqui está o grande, grande conseqüência. Os EUA estão basicamente dizendo Europa você tem duas opções aqui. Junte-se a nós com a guerra contra a Rússia. Junte-se a nós com as sanções contra a Rússia. Junte-se a nós em constante guerra e conflitos, isolamento e destruição à sua economia e da negação do seu abastecimento de energia e remoção de contratos.
Junte-se a nós com esta guerra e sanções, porque nós realmente gostaria que você mantenha o regime dólar indo. Eles vão dizer que estava cansado do dólar. . . . Estamos empurrando Alemanha. Não se preocupe com a França, não se preocupe com a Inglaterra, se preocupar com a Alemanha. Alemanha tem 3.000 empresas que fazem negócios ativo no momento. Elesnão vão se juntar a sanções-período. ”
Portal americano Info Wars

Este tempo de bolhas nos BRICs

Então, mais um BRIC caiu. Na verdade, nunca gostei do conceito dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).
Paul Krugman

A Rússia é essencialmente uma economia petroleira e não se enquadra de jeito nenhum ao grupo; e há grandes diferenças entre os outros três.

Mesmo assim, é difícil negar que Índia, Brasil e diversos outros países estão agora enfrentando problemas semelhantes.

E esses problemas compartilhados definem a crise econômica do momento.

O que está ocorrendo? É uma variante da mesma velha história: os investidores se apaixonaram por essas economias com mais entusiasmo que juízo, e agora estão abandonando os objetos de sua afeição.

Há dois anos, os investidores ocidentais – desencorajados pelos baixos retornos nos Estados Unidos e nas nações europeias que escaparam à crise – começaram a despejar grandes quantias nos mercados emergentes. Agora reverteram o curso. Como resultado, a rúpia indiana e o real brasileiro estão despencando, acompanhados pela rúpia indonésia, o rand sul-africano, a lira turca e outras moedas.

Essa reversão de fortuna representa uma grande ameaça para a economia mundial? Não acredito que represente (mas estou torcendo ao afirmar isso). É verdade que a perda de confiança dos investidores e as quedas de câmbio resultantes resultaram em graves crises econômicas em boa parte da Ásia em 1997-1998.

Mas o ponto crucial, então, era que, nos países em crise muitas empresas tinham pesadas dívidas em dólares, e a queda da taxa de câmbio fez disparar o valor de suas dívidas, criando perturbações financeiras generalizadas. Esse problema não está totalmente ausente desta vez, mas parece muito menos sério.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

TAXAS DE JUROS 
Na verdade, podem me incluir entre aqueles que acreditam que a maior ameaça no momento é a de uma reação exagerada de política econômica nos mercados emergentes – que seus bancos centrais elevem as taxas de juros acentuadamente em uma tentativa de sustentar suas moedas, o que não é o que esses países ou o resto do mundo necessitam no momento.

Mesmo assim, ainda que as notícias da Índia e outras paragens não sejam apocalípticas, não são aquilo que você gostaria de ouvir quando as economias mais ricas do planeta, ainda que estejam se saindo um pouco melhor do que há alguns meses, continuam profundamente deprimidas e enfrentando dificuldades para se recuperar. E as mais recentes turbulências financeiras acarretam uma questão mais ampla: por que temos achado tantas bolhas?

Pois está claro que o fluxo de dinheiro aos mercados emergentes – que, por curto período, causou alta de quase 40% na moeda brasileira, uma alta que agora se reverteu completamente – foi mais uma da longa lista de bolhas financeiras que vimos nas duas últimas décadas. Houve a bolha da habitação, claro. Mas, antes dela, tivemos a bolha da internet; e, antes disso, a bolha asiática da metade dos anos 90, e ainda antes a bolha dos imóveis da década de 80. Esta última bolha, aliás, impôs pesados custos aos contribuintes norte-americanos, que tiveram de socorrer as instituições de poupança e crédito imobiliário.

Mas o fato é que nem sempre foi assim. Os anos 50, 60 e até os problemáticos 70 não foram tão propensos a bolhas. O que mudou, então?

A CULPA É DO FED?
Uma resposta popular é atribuir a culpa ao Fed, – às políticas monetárias frouxas de Ben Bernanke e seu predecessor, Alan Greenspan. E é decerto verdade que, nos últimos anos, o Fed se esforçou para baixar as taxas de juros, por meio de políticas convencionais e por meio de iniciativas heterodoxas como a compra de títulos de longo prazo. As taxas de juros baixas assim obtidas ajudaram os investidores a buscar outros lugares nos quais aplicar seu dinheiro, entre os quais os mercados emergentes.

Mas o Fed estava apenas fazendo seu trabalho. O banco central tem o dever de forçar baixa dos juros quando a economia está deprimida e a inflação é baixa. E quanto à série de bolhas anteriores, que a essa altura já se estendem por uma geração?

Sei que há pessoas que acreditam que o Fed vem mantendo os juros baixos demais, e imprimindo dinheiro demais, nos últimos anos. Mas as taxas de juros dos anos 80 e 90 na realidade eram altas do ponto de vista histórico, e mesmo durante a bolha da habitação elas estavam enquadradas às normas históricas. Além disso, o sinal de que o banco central está imprimindo dinheiro demais não é uma alta da inflação? Tivemos toda uma geração de bolhas sucessivas – e a inflação é menor agora do que no início do processo.

DESREGULAMENTAÇÃO
Certo, o outro culpado óbvio é a desregulamentação financeira – não apenas nos Estados Unidos mas em todo o mundo, o que inclui a remoção da maior parte dos controles sobre o movimento internacional de capital. Bancos descontrolados tiveram posição central na bolha dos imóveis comerciais dos anos 80 e na bolha da habitação que estourou em 2007. O fluxo internacional de dinheiro teve papel central na crise asiática de 1997-1998 e na crise que está irrompendo agora nos mercados emergentes – e também na crise europeia que continua.

Em resumo, a principal lição desta era de bolhas – lição que a Índia, Brasil e outros estão aprendendo de novo – é que, quando o setor financeiro é deixado livre para agir como quiser, fica cambaleando de crise a crise.