Big Brother Brasil: Boni pai contra Boni filho

Continua o blá, blá, blá contra, e sobre, um dos piores lixos exibidos pela televisão. A porcaria serve de munição para os “moralistas” clamarem por censura. Sou contra! Contra qualquer tipo de censura. Mesmo que seja para banir esse tipo de indigência mental.
Já a turma de stalinistas do PT se aproveita da porqueira pra voltar com o papo cínico do tal “controle social da mídia”. Argh!

Os melhores censores são a educação e o controle remoto.

Os iludidos tupiniquins não percebem que a celeuma foi criada para levantar, sem trocadilhos, por favor, o exaurido programa? Se o pornográfico voyerismo está no ar, é por que tem audiência.
Televisão é empreendimento capitalista e tem que dar lucro. Nenhum barão das comunicações está interessado em educação.
Deu lucro? Permanece no ar. Simples assim.

José Mesquita – Editor


Veja, com entrevista de Boni (pai), abala Boninho e BBB na Globo
O título, creio, é uma síntese do episódio impactante, na forma e no conteúdo, envolvendo o capítulo de domingo passado na edição do Big Brother Brasil levado ao ar no canal pago da Globo e que invadiu as telas da Internet e as primeiras páginas dos jornais de segunda-feira 17 de Janeiro.

Reportagem de Alessandra Medina, Marcelo Marthe e Leslie Leitão, revista Veja que circulou sábado, 22, e se encontra nas bancas, expõe claramente o avesso e os bastidores da sequência entre Daniel e Monique, e inclui uma entrevista com José Bonifácio Sobrinho, ex-diretor geral da Rede Globo, sobre o programa dirigido por seu filho.

“Aquilo, disse Boni, é TV de baixa qualidade”. Acho lógico prever o reflexo da matéria. Abalo atingindo o BBB e, principalmente, seu diretor. Difícil resistir aos fatos.Os repórteres de Veja penetraram nos bastidores do programa, ou foram levados a eles por guias qualificados da própria emissora. Relatam eles que, no momento em que os responsáveis pelo monitoramento do programa identificaram movimentos do casal sob o edredon felino, e felliniano, avisaram Boninho. O diálogo é transcrito entre aspas. Deixa seguir adiante, determinou o diretor, para ver o que vai dar. E assim, claro, foi feito. Nem poderia ser o contrário, por parte de subordinados que, evidentemente, não seriam loucos ao ponto de não respeitar a ordem de cima.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Na Rede Globo não tem conversa não. Se cumprem as ordens.Vejam só, por exemplo, que há alguns anos aconteceu com o repórter e apresentador esportivo Fernando Vanuchi. Num instante inusitado, entrou em cena comendo um biscoito. Demitido imediatamente, junto com o responsável pela edição que estava indo ao ar.

Logo, o diretor do Big Brother sabia muito bem o que se passava. Tanto ele quanto o apresentador Pedro Bial, também focalizado pelos repórteres da Veja. No outro lado das câmeras indiscretas, um espectador como outro qualquer, Boni, pai, condenava o que estava assistindo.

Dias depois afirmaria à Veja que não tem cabimento oferecer-se bebidas alcoólicas à vontade num recinto como o do BBB. Além do mais, para 16 participantes, oferecia-se somente 9 camas. Uma indução nítida para ser transportada a fronteira para o sexo.

O que você faria numa situação como a de domingo? – perguntaram os entrevistadores.Bonifácio Sobrinho respondeu: Cortava o álcool de todo mundo. Por motivos muito mais inocentes, já tirei do ar a Dercy Gonçalves, o Homem do Sapato Branco e até o Chacrinha, acentuou, lembrando seu tempo de diretor geral da Vênus Platinada.

A respeito da concepção do BBB, foi taxativo: Nunca investiria em um programa que escolhe pessoas esquisitas a dedo só para embriagá-las e depois vê-las em situações constrangedoras. Não falo por moralismo. O que me incomoda é televisão de baixa qualidade, de baixo nível – acrescentou.

O ex-diretor da Globo colocou, a meu ver, a questão essencial. O Big Brother, aliás modelo importado, no fundo é uma ratoeira. Oferece prêmio elevado em dinheiro e pode se tornar um rumo para o sucesso, como aconteceu em alguns casos. Na ratoeira, título aliás de uma peça de teatro, as pessoas tentam devorar-se umas às outras para chegarem ao final, ao prêmio, a um novo horizonte em suas vidas.Os esteriótipos se repetem.

Mas sempre haverá muitos homens e muitas mulheres motivados e impulsionados na busca do êxito, da notoriedade. Sem dúvida. É natural. O que não se pode considerar natural é a forma de se incentivar os personagens que surgem das sombras para se tornarem protagonistas insensatos de cenas que visam a audiência e maior faturamento publicitário.Faturamento do qual eles não participam.
Pedro do Coutto/Tribuna da Imprensa 

Tópicos do dia – 19/01/2012

08:18:36
Datena diz que Boninho, diretor do Big Brother, deveria ser preso
Faz sucesso na internet a declaração de Datena, dizendo que Boninho, diretor do Big Brother, deveria ser preso
O jornalista Hildeberto Aleluia nos chama atenção para a extraordinária repercussão das declarações do apresentador José Luiz Datena, sobre o episódio do estupro no Big Brother Brasil. Convidado por Adriane Galisteu para dar sua opinião durante o programa “Muito+”, Datena foi categórico: “Tinha que prender o diretor de programa da Rede Globo.”

Ele justificou dizendo que uma afiliada da Record foi tirada do ar por mostrar cenas de estupro durante um programa jornalístico. “Se a coisa fosse séria, tinha que prender o diretor, esse Boninho”, afirmou. “Mas não é.”

“A droga que é distribuída nessa porcaria desse programa aí, que é o álcool, é uma droga pesada e é a principal responsável por matar pessoas. Se você bota isso na televisão, bota um monte de meninos com os hormônios lá em cima e enche a cara de todo mundo, você está incitando que isso aconteça. Então a responsabilidade deveria ser primeiro de quem coloca o programa no ar, da Rede Globo de Televisão.”

O apresentador disse que a história toda parece ter sido “um grande golpe publicitário”, já que ninguém do canal foi preso.

“Você acha que alguém da TV Globo vai pra cadeia por causa disso? Evidente que não vai. Você acha que vão tirar o programa do ar? Evidente que não vai. Pode ser que dê um aperto no menino, no Daniel”, disse. “O resto é jogada comercial, o resto é jogada publicitária e é um verdadeiro absurdo. Esse tipo de programa estimula a sacanagem da molecada.”

Sobrou até para a emissora de Edir Macedo que, para Datena, não tem que falar mal da concorrência: “E a sacanagem daquela “Fazenda” lá? A única diferença é que o troço é atrás da moita em vez de ser no cafofo.”

08:24:24
Especialistas discutem projeto antipirataria dos EUA
O blecaute parcial na internet contra os projetos de lei antipirataria nos Estados Unidos demonstrou a capacidade crescente de articulação e manifestação via internet.
Para o vice-coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, Carlos Affonso, depois do papel de redes sociais como Facebook e Twitter na Primavera Árabe do ano passado, a chamada Web 2.0 ganhou uma interface engajada e não só colaborativa.

Vint Cerf, um dos pais da internet, que escreveu uma carta ao Congresso americano explicando que a manipulação do sistema de domínios da internet previsto na lei não funcionaria, disse ao GLOBO por e-mail que o problema da pirataria e da violação de direitos autorais é real, mas o “remédio” proposto é amargo demais.

— Os projetos são tão danosos às liberdades da internet que realmente precisam ser reconsiderados — afirma Cerf. — As comunidades legislativa e tecnológica precisam trabalhar juntas para encontrar meios de proteger a propriedade intelectual ao mesmo tempo que preservam os valores abertos da internet.
André Machado, O Globo

10:45:52
Brasil: da série “só doi quando eu rio”!
No “país dos impostos”, os remédios para nós, seres humanos, são taxados em  mais que o dobro dos produtos de uso veterinário.
“Se você entrar na farmácia tossindo, paga 34% de imposto. Se entrar latindo, paga só 14%.” Joelmir Betting


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