O Pendrive

por: Eduardo G. Souza

Haroldo tirou o papel do bolso, conferiu a anotação e perguntou à balconista: “- Moça, vocês têm pendrive?”

“- Temos, sim.” Respondeu a balconista.

“- O que é pendrive? Pode me esclarecer? Meu filho me pediu para comprar um.”

“- Bom, pendrive é um aparelho em que o senhor salva tudo o que tem no computador.”

“- Ah, É como um disquete…”

“- Não. No pendrive o senhor pode salvar textos, imagens e filmes. O disquete, que nem existe mais, só salva texto.”

“- Ah, tá bom. Vou querer um.”[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

“- Quantos gigas?” Perguntou a balconista.

“- Hein?”

“- De quantos gigas o senhor quer o seu pendrive?”

“- O que é giga?” Perguntou Haroldo.

“- É o tamanho do pen.”

“- Ah, tá. Eu queria um pequeno, que dê para levar no bolso sem fazer muito volume.”

“- Todos são pequenos, senhor. O tamanho, aí, é a quantidade de coisas que ele pode arquivar.”

“- Ah, tá. E quantos tamanhos têm?”

“- Oito, dezesseis, trinta e dois, sessenta e quatro, cento e vinte e oito gigas…”

“- Hmmmm, meu filho não falou quantos gigas queria.”

“- Neste caso, o melhor deve levar o maior.”

“- Sim, eu acho que sim. Quanto custa?”

“- Bem, o preço varia conforme o tamanho. A sua entrada é USB?” Perguntou a balconista.

“- Como?” Pergunto atônito Haroldo.

“- É que para acoplar o pen no computador, tem que ter uma entrada compatível.”

“- USB não é a potência do ar condicionado?”

“- Não, potência de ar condicionado é BTU.” Respondeu a Balconista.

“- Ah! É isso mesmo. Confundi as iniciais. Bom, sei lá se a minha entrada é USB.”

“- USB é assim ó: com dentinhos que se encaixam nos buraquinhos do computador. O outro tipo é este, o P2, mais tradicional, o senhor só tem que enfiar o pino no buraco redondo. O seu computador é novo ou velho? Se for novo é USB, se for velho é P2.”

“- Acho que o meu tem uns dois anos. O anterior ainda era com disquete. Lembra do disquete? Quadradinho, preto, fácil de carregar, quase não tinha peso. O meu primeiro computador funcionava com aqueles disquetes do tipo bolacha, grandões e quadrados. Era bem mais simples, não acha?”

“- Os de hoje nem têm mais entrada para disquete. Ou é CD ou pendrive.”

“- Que coisa! Bem, não sei o que fazer. Acho melhor perguntar ao meu filho.”

“- Que tal o senhor ligar pra ele?” Sugeriu a balconista.

“- Bem que eu gostaria, mas meu celular é novo, tem tanta coisa nele que ainda nem aprendi a discar direito.” Confidenciou meio sem jeito Haroldo.

“- Deixa eu ver. Poxa, um Smarthphone! Este é bom mesmo! Tem Bluetooth, woofle, brufle, trifle, banda larga, teclado touchpad, câmera fotográfica, flash, filmadora, rádio AM/FM, TV digital, dá pra mandar e receber e-mail, torpedo direcional, micro-ondas e conexão wireless…” Falou empolgada a balconista.

“-Blue… Blue… Bluetufe? E micro-ondas? Dá prá cozinhar com ele?” Perguntou meio confuso Haroldo.

“- Não senhor. Assim o senhor me faz rir. É que ele funciona no sub-padrão, por isso é muito mais rápido.”

“- Pra que serve esse tal de blutufe?” Haroldo, confuso, balançou a cabeça.

“- É para um celular comunicar com outro, sem fio.” Explicou a balconista.

“- Que maravilha! Essa é uma grande novidade! Mas os celulares já não se comunicam com os outros sem usar fio? Nunca precisei fio para ligar para outro celular. Fio em celular, que eu saiba, é apenas para carregar a bateria…”

“- Não, já vi que o senhor não entende nada, mesmo. Com o Bluetooth o senhor passa os dados do seu celular para outro, sem usar fio. Lista de telefones, por exemplo.”

“- Ah, e antes precisava fio?”

“- Não, tinha que trocar o chip.” Disse a balconista.

“- Hein? Ah, sim, o chip. E hoje não precisa mais chip?” Questionou Haroldo sem entender.

“- Precisa, sim, mas o Bluetooth é bem melhor.”

“- Legal esse negócio do chip. Então o meu celular tem chip?”

“- Lógico… Hoje todos tem… Sim, tem chip.”

“- Mas se tem bluetufe… O que faço com o chip?”

“- Se o senhor quiser trocar de operadora, portabilidade, o senhor sabe…”

“- Ah, sim, portabilidade, não é? Claro que sei. Não ia saber uma coisa dessas, tão simples? Imagino, então que para ligar tudo isso, no meu celular, depois de fazer um curso de dois meses, eu só preciso clicar nuns duzentos botões…”

“- Nããão! É tudo muito simples, o senhor logo apreende. Quer ligar para o seu filho? Qual é o número dele? Agora é só teclar, um momentinho… Agora é só apertar no botão verde… pronto, está chamando.”

Haroldo segura o celular com as pontas dos dedos, temendo ser levado pelos ares, para um outro planeta.

“- Oi filhão, é o papai… Sim… Me diz, filho, o pendrive é de quantos… Como é mesmo o nome? Ah, obrigado, quantos gigas? Sessenta e quatro gigas está bom? Ótimo… E tem outra coisa, o que era mesmo? Ah, nossa conexão é USB? É? Que loucura… Então tá, filho, papai está comprando o teu pendrive… De noite eu levo para casa.”

Haroldo devolveu o celular para balconista, que desligou o aparelho.

“- Que idade tem seu filho?” Perguntou a balconista.

“- Vai fazer dez em março.” Respondeu orgulhoso Haroldo.

“- Que gracinha…” Disse encantada a balconista.

“- É moça, ele é muito esperto… Bem vou levar um de sessenta e quatro gigas, com conexão USB.”

“- Certo senhor… Quer embrulhar para presente?”

Mais tarde, no escritório, Haroldo examinou o pendrive, um minúsculo objeto, menor do que um isqueiro, capaz de gravar filmes! “Onde iremos parar?” Pensou. Olhou, com receio, para o celular sobre a mesa. “Máquina infernal” Pensou. Tudo o que ele queria era um telefone, para discar e receber chamadas. E tem, nas mãos, um equipamento sofisticado, tão complexo que ninguém que não seja especialista ou tenha a infelicidade de ter mais de quarenta, saberá compreender.

Em casa, ele entrega o pendrive ao filho e pede para ver como funciona. O garoto insere o aparelho e na tela abre-se uma janela. Em seguida, com o mouse, abre uma página da internet, em inglês. Seleciona umas palavras e um ‘havy metal’ infernal invade o quarto e

os ouvidos de Haroldo. Um outro clique e, quando a música termina, o garoto diz: “- Pronto, pai, baixei a música. Agora eu levo o pendrive para qualquer lugar e onde tiver uma entrada USB eu posso ouvir a música. No CD do carro, por exemplo.”

“- O CD do carro tem entrada USB?”

“- É lógico. Claro que tem Pai.”

“- É? Quer dizer que eu posso gravar músicas num pendrive e ouvir no carro?”

“- E só, se o senhor não quiser, baixar direto da internet e gravar no pendrive…”

Naquela noite, antes de dormir, deu um beijo em Clarinha e disse: “- Sabe que eu tenho Bluetufe no celular?”

“- Como é que é?” Perguntou Clarinha.

“- Bluetufe… Não vai me dizer que não sabe o que é?”

“- Não enche, Haroldo, vamos dormir…”

“- Meu bem, você lembra como era boa a vida, quando telefone era telefone, gravador era gravador, toca-discos tocava discos e a gente só tinha que apertar um botão, para as coisas funcionarem?”

“- Claro que lembro, Haroldo. Hoje é bem melhor, né?”

“- É… Várias coisas numa só, até Bluetufe você tem… E conexão USB também.”

“- Que ótimo, Haroldo, meus parabéns… Mas vamos dormir.”

“- Clarinha, com tanta tecnologia a gente envelhece cada vez mais rápido. Fico doente de pensar em quanta coisa existe, por aí, e que nunca vou usar.” Continuou Haroldo atrapalhando o sono de Clarinha.

“- Ué? Por quê?” Perguntou Clarinha curiosa.

“- Porque eu recém tinha aprendido a usar computador e celular e tudo o que sei já está superado…”

“- Ah… Por falar nisso temos que trocar nossa televisão.” Falou Clarinha.

“- Ué? A nossa estragou?” Perguntou surpreso Haroldo.

“- Não… Mas a nossa não tem “full HD”, “Suporte Bluetooth/Wifi”, tecla SAP, “slowmotion”, “tela widescreen”, “conexões HDMI, RGB e USB” e reset…”

“- Tudo isso?” Haroldo ficou perplexo.

“- Tudo!” Balançou a cabeça afirmativamente Clarinha.

“- A nova vai ter até bluetufe?” Perguntou incrédulo Haroldo.

“- Boa noite, Haroldo, vamos dormir que eu não aguento mais…” Disse Clarinha virando de lado.

Haroldo dormiu é sonhou estar cercado de botões, conexões, pendrives, celulares, TVs…

(A personagem é fictícia, mas pode ser algum de nós, ou alguém que nasceu antes dos anos 70 a 80).

Tecnologia – O ciborg sueco

Sueco ‘veste’ computador e vislumbra era dos ciborgues.
Óculos com tela integrada permitem ver informações o tempo todo.
‘Computador é uma janela para o mundo virtual’, diz criador.
Tela acoplada a óculos faz com que ‘janela’ de

O futurista americano Raymond Kurzweil, um dos maiores defensores do conceito conhecido como transumanismo, acredita que a tecnologia vai servir, em breve, para ampliar as capacidades humanas e, eventualmente, nos transformar em seres imortais. O pesquisador sueco Martin Magnusson quer fazer com que parte desse futuro chegue mais cedo. Ele desenvolveu um computador portátil, que ele carrega e utiliza durante todo o tempo, mesmo quando está prestando atenção em outras tarefas do dia-a-dia.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O “ciborgue” de Magnusson utiliza um par de óculos com tela integrada, conectada um pequeno computador feito em casa. Um pequeno teclado serve para inserir dados. O sistema operacional escolhido foi o Linux. Sem fios, via bluetooth, a máquina é ligada a um iPhone, que serve para ligar o computador à internet. O sistema fica guardado em alça de bolsa do tipo carteiro, pendurada no ombro do usuário.

A ideia surgiu quando Magnusson identificou limitações dos computadores tradicionais. “O computador é uma janela para o mundo virtual”, afirma Magnusson em seu blog. “Mas assim que eu me levanto e me afasto da máquina, a janela fecha e fico limitado à realidade física. Minha máquina permite que essa janela siga aberta, o tempo todo”, acredita.

A máquina de Magnusson é fruto de um conceito plantado nos primórdios da computação moderna. Quando o pesquisador americano Douglas Engelbart apresentou, no final dos anos 60, o primeiro mouse e o primeiro sistema com um ambiente gráfico, já se discutia a chamada ampliação do intelecto humano por meio de computadores. O homem do futuro, afirmava Engelbart, iria terceirizar para as máquinas funções que até então dependiam apenas do cérebro.

“Não preciso mais memorizar minha lista de coisas a fazer e minha agenda para um determinado dia. Elas ficam expostas o tempo todo no canto do meu olho”, conta o pesquisador sueco.

Equipamento desenvolvido por sueco é ligado a iPhone para transmitir dados via internet.

G1

Eleições 2010 – Campanha no celular

Eleições: campanha no celular sem opt-in não dá

Cuidado com a “pegadinha do Malandro” no marketing político.

Por Marcelo Castelo ¹

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Não temos como falar sobre o mundo publicitário em 2010, sem passar por Copa do Mundo e eleições…

Eleições! No ano passado, no evento Efeito Obama, estive com Ben Self, estrategista da campanha digital de Obama e “futuro” responsável pela campanha digital da Dilma Rousseff.

Em sua palestra, Shelf destacou o potencial do celular lembrando as mais de 160 milhões de linhas ativas de celular (números da época, atualmente já passamos dos 175). Chegou até a falar que o “canal” celular só perde para a TV aberta…

Muito bom ouvir esse tipo de colocação, mas devemos ter cuidado e nos atentar a alguns detalhes. Utilizar o celular para atingir as massas deve ser via voz ou SMS e é exatamente por isso que para mim o opt-in é o principal ponto de discussão aqui.

Em relação à voz nem preciso me aprofundar muito, o telemarketing já está aí para pontuar a opinião dos usuários sobre este tipo de serviço. Falando sobre SMS… Imagine só um petista recebendo uma mensagem no estilo “vote Serra” em seu celular. Acho que ele não ficaria muito feliz!

Vou bater na velha tecla: apesar de ser uma mídia de massa, o celular é muito pessoal e isso se agrava quando o assunto é política. Opt-in genérico definitivamente não pode ser levado em consideração quando o assunto é política, religião, sexo ou futebol.

Dentre os players que não gostam de frustrar os usuários de celular, as operadoras aparecem em destaque. Voltando ao exemplo do nosso amigo que recebeu o SMS do “Vote Serra”, se ele fosse reclamar com alguém, com certeza o call-center da operadora apareceria com uma de suas primeiras opções. Por causa disso um projeto de opt-in genérico, além de não agradar os usuários, provavelmente não seria aprovado pelas operadoras!

Uma alternativa que vejo com muito bons olhos é o opt-in ativo, no qual o usuário deve enviar uma determinada palavra-chave para um número curto e assim começará a receber conteúdos via SMS do seu candidato. Por exemplo, quem enviar Serra para 45455, começará a receber SMS com propostas, lembretes de quando o candidato for aparecer em algum canal de televisão, lembrete de visitas do candidato na sua cidade etc.

O assunto das mensagens pode ser segmentado e o tipo de informação oferecida pode ser dos mais variados.

Este formato me lembra muito o Twitter e seus 140 caracteres. Eu, por exemplo, passei a gostar mais do Serra após começá-lo a seguir no Twitter, me senti mais próximo! Inclusive, mesmo com centenas de perguntas, todos os dias ele responde para algum anônimo.

Só para registrar, eu escolhi seguir o Serra e é assim que acho que deve funcionar em relação ao SMS… As pessoas devem escolher de quem querem, ou não, receber as mensagens.

Para divulgar este “serviço”, não faltam oportunidades. Os políticos devem aproveitar e mobilizar todas as mídias que dispõem. Colocar chamadas nos horários políticos, nas propagandas de TV, rádio, no site e por aí vai…

Para mim este opt-in ativo, somado ao formato de “pílula”, é uma solução matadora.

É claro que além dos SMS, temos outros formatos que podem ser explorados pelos partidos. Internet móvel, aplicativos, Bluetooth, “santinhos” pelo celular, QR codes. Isso sem contar os diferentes formatos de mídia, se é que eles poderão ser utilizados…

Um bom exemplo, que merece destaque, é o aplicativo do Obama para iPhone. Entre outras funcionalidades, ele se integrava com a agenda do celular e iria selecionando com quais pessoas da sua agenda você já tinha falado na tentativa de convencê-los a votar no Obama. Muito bacana!

Para finalizar, gostaria de falar para todos aqueles que vão trabalhar de alguma maneira em alguma campanha, para que não caiam na “tentação do Malandro“.

Em 2008, o então candidato a vereador pelo PTB, Sérgio Malandro, disparou um “broadcast SMS” convocando os eleitores a votarem nele (obviamente, nenhum deles tinha autorizado o recebimento das mensagens). Confira a mensagem abaixo:

Reparem que a mensagem não veio de um número curto, mas sim de um número de celular com o DDD 31. Provavelmente algum “malandro” utilizou um modem GSM e listas de terceiros para fazer este disparo “fora do radar” das operadoras.

Nem preciso dizer a minha opinião sobre o assunto, né? Além de ser ilegal, o opt-in passou longe desta ação! Existem algumas palavras-chave para a utilização do mobile marketing em campanhas políticas: relevância, frequência, engajamento, etc.

Mas a palavra que não pode sair da cabeça de quem estiver por trás dessas campanhas é “opt-in”!

¹Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do blog Mobilepedia.

Tecnologia – Celular relógio de pulso

Quem aficionado das estórias em quadrinho, conhece bem o detetive Dick Tracy. O herói, lá pelos anos 30, era um detetive invencível e um inovador que se utilizava de vários equipamentos ainda não existentes, à aquela época.

Dick Tracy,Tecnologia,Celular relógio de pulso,LG,CES,Bluetooth,Celulares ,Chester Gould,Chicago Tribune SyndicateDick Tracy e o relógio comunicador – ficção dos anos 30

Dick Tracy foi criado pelo cartunista Chester Gould em 1931 para uma tira de quadrinhos do jornal que também se chamava Dick Tracy. A tira, que estreou em 4 de outubro de 1931, foi distribuída pelo Chicago Tribune Syndicate. Gould escreveu e desenhou a tira até 1977.

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O LG GD910

Agora, a tecnologia torna realidade ficção. Dick Tracy, hoje, se sentiria a vontade com o revolucionário celular relógio de pulso que deve chegar às lojas na Europa em julho deste ano.

O aparelho, 3G, modelo GD910, da LG, foi apresentado em janeiro, durante a CES, em Las Vegas e tem preço estimado em
US$ 1,5 mil.

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O LG GD910

A belezura tem tela de 1,4 polegadas, sensível ao toque, e permite videochamadas além de outros recursos, como Bluetooth, tocador de MP3 e mensagens de texto.

Bluetooth. De onde vem o nome?

O rei Viking Harald Bluetooth unificou a Noruega e a Dinamarca; ele era reconhecido por ser um grande comunicador, hábil em reunir as pessoas para conversarem, ele jamais teria adivinhado que mil anos depois, uma poderosa tecnologia receberia o seu nome!

Tecnologia – Celular como cartão magnético

Cada vez mais, os celulares vão incorporando novas funções. Os fabricantes de celulares são os que mais buscam a convergência entre aparelhos, para facilitar a vida dos usuários.

Agora é a operadora britânica 02, que em parceria com a Nokia, apresenta em Londres, uma nova tecnologia que agrega ao aparelho de telefone celular a função de cartão magnético.

Utilizando tecnologia “wireless” conhecida como Near Field Communication (comunicação de campo de curta distância), a novidade vai combinar os serviços de identificação por radiofreqüência (RFID, na sigla em inglês) com tecnologias de intercomunicação.

Identificada pela sigla NFC, esta tecnologia permite que os aparelhos habilitados façam troca de informações ao se “tocarem”, ou ficarem próximos a apenas quatro centímetros de distância. A tecnologia é compatível com outras similares, como o Bluetooth e a Wi-Fi.

O novo aparelho, chamado de O2 Wallet®, será testado por 500 pessoas em Londres, durante seis meses. Os serviços disponíveis no novo equipamento podem ser acessados através do menu principal do telefone e não interferem no recebimento de chamadas ou mensagens de texto.

Tecnologia – Celular com teclado QWERTY.

Nokia N810

A Nokia lançará até o fim do ano o novo “smartphone” N810. A belezura irá substituir o N800 e trará como novidade um design inovador com teclado QWERTY embutido.

A exemplo dos “handhelds” virá com um teclado virtual no próprio display, que tem tecnologia sensível ao toque. Na parte frontal, câmera para vídeo conferência e um microfone para uso de Voip. Completando o pacote recursos Wi-Fi 802.11g e Bluetooth.

Embora não tenha divulgado o preço, o mesmo deve girar em torno de Us$250 que é o preço do atual N800.