Espionagem Digital

No Brasil não há qualquer legislação que trate da venda de ‘softwares’ para espionagem eletrônica, embora a interceptação de dados de fluxo de comunicações já esteja normatizado como crime.

Essas ferramentas de espionagem digital, e monitoramento de computadores e celulares são vendidas livremente, conforme pode ser comprovado nese site: http://www.oinformante.com

Produtos dessa área podem ser adquiridos tanto por pessoas físicas, jurídicas ou órgãos públicos.
José Mesquita – Editor


Cresce procura dos governos por ferramentas de ataque e espionagem

Pesquisadores de segurança investigaram o uso de ferramentas de monitoração digital destinadas à polícia, que atuam como verdadeiras pragas digitais, e conseguiram descobrir novas informações a respeito desta prática ainda pouco transparente.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Enquanto Morgan Marquis-Boire e Bill Marczak descobriram que a ferramenta “FinSpy” não estaria sendo utilizada apenas para monitorar criminosos, mas também para espionar as atividades de dissidentes políticos em alguns países, a Força Aérea norte-americana publicou um pedido para que empresas enviem projetos para armas cibernéticas – sinalizando o crescente interesse do governo pela aquisição de ferramentas digitais desenvolvidas pelo setor privado.

O FinSpy é fornecido por uma empresa britânica chamada Gamma Group. Ele foi descoberto pela primeira vez quando manifestantes tomaram prédios do governo no Egito, tendo acesso a diversos documentos confidenciais. Entre os documentos, uma proposta referente ao FinSpy no valor de 287 mil euros – cerca de R$ 735 mil reais. Não se sabe se o Egito chegou a utilizar a ferramenta.

Segundo a TeleStrategies, uma empresa que organiza a ISS World, uma feira do setor de softwares espiões para uso policial, esse mercado já movimenta US$ 5 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) anualmente. O que os pesquisadores descobriram, porém, é que o uso nem sempre está ligado a crimes, e que alguns dos alvos desses softwares eram dissidentes políticos.

Marquis-Boire e Marczak encontraram indícios de uso do FinSpy pelo Bahrein e Turquemenistão, dois países que, segundo depoimentos de especialistas ao jornal “New York Times”, possuem um péssimo histórico de direitos humanos. Em um dos casos, os especialistas identificaram endereços de IP de controle do FinSpy associados diretamente ao Ministério de Comunicação do Turquemenistão.

A Gamma Group não informa quem são os clientes do FinSpy, nem dá detalhes sobre o funcionamento do programa. Os pesquisadores investigaram um código que seria o FinSpy e afirmam que ele é capaz de ser executado até mesmo em celulares, como o iPhone e o BlackBerry. Nos PCs, o código tem capacidades específicas para burlar programas antivírus populares do mercado.

O FinSpy Mobile consegue ligar o microfone do celular para monitorar conversas do ambiente, gravar chamadas e espionar e-mails e mensagens de texto recebidas e enviadas pelos aparelhos celulares. A empresa desenvolvedora do FinSpy confirmou que existe uma versão do software para celulares, mas não quis dizer quais recursos o software possui, nem como o programa burla proteções em celulares e PCs para infectar as máquinas.

A Gamma Group garantiu ao “New York Times” que a maior parte dos usos do FinSpy é destinada à captura de pedófilos, sequestradores e terroristas.

Não há qualquer regulamentação sobre o mercado desse tipo de software.

Uso de pragas digitais por autoridades

Alemanha, Estados Unidos e França já teriam feito uso de softwares espiões para monitorar crimes ou criminosos. No entanto, os detalhes dessas operações ainda são pouco conhecidos. Já é público, porém, o interesse de alguns governos pela aquisição de novas ferramentas.

Quando os Estados Unidos criaram o “Cibercomando” nas Forças Armadas para monitorar as redes do país, o objetivo era somente defensivo. Mas em um depoimento dado pelo general Keith Alexander, responsável pelo Cibercomando, o militar demonstrou preocupação em desenvolver capacidades de ataque no mundo digital.

No dia 22 de agosto, a Força Aérea norte-americana publicou um pedido para que empresas enviem propostas de projetos para desenvolver capacidades de ataque de ciberguerra. A Força Aérea definiu ataque como “o uso de capacidade no ciberespaço para destruir, denegrir, romper, enganar, corromper ou usurpar a habilidade de um adversário de usar o domínio do ciberespaço para sua própria vantagem”.

Um relatório britânico publicado em julho sugeriu ao governo que fossem investidos mais recursos no desenvolvimento de ataques no ciberespaço, e não apenas defesa. No Brasil, o general Antonino Santos Guerra, comandante do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEx), afirmou à imprensa que “vamos nos defender, mas também nos preparar para o ataque. O Exército é escudo e também espada”.

Em março, uma reportagem da revista Forbes revelou que hackers estão vendendo informações particulares sobre vulnerabilidades que ainda não estão corrigidas nos softwares. Os principais clientes são justamente os governos, que podem pagar até US$ 250 mil (cerca de R$ 500 mil) para comprar informações sobre falhas em vários sistemas e aplicativos, desde navegadores de internet à leitores de documentos, como o Adobe Reader.

É consenso entre especialistas de segurança que as pragas digitais Stuxnet, Flame, DuQu e Gauss foram desenvolvidas com o patrocínio de um governo. De acordo com o jornal New York Times, Estados Unidos e Israel estariam envolvidos no desenvolvimento do Stuxnet, que possui semelhanças com os outros códigos.

Um especialista da fabricante de antivírus Kaspersky Lab comentou em sua análise da nova praga multiplataforma – batizada de “Crisis” ou “Morcut” – que ela tinha as características de um produto para o mercado de ferramentas destinadas a governos.

Há uma mensagem clara dos governos de que há interesse no desenvolvimento de ferramentas para uso do exército e também da polícia. Talvez isso se deva em parte ao sucesso de operações como a do “Stuxnet”, que conseguiu destruir centrífugas de usinas nucleares no Irã, demonstrando que a capacidade de ataques virtuais pode trazer resultantes bastante reais.
por Altieres Rohr/Coluna/G1

Confira as novidades de tecnologia

O boletim de tecnologia Click desta semana mostra que 2012 pode ser o ano em que os preços de tablets vão cair.

A Sony já reduziu em US$ 100 o preço dos seus produtos da série S, enquanto a fabricante do Blackberry, a canadense RIM, baixou para US$ 300 todas as versões do Playbook.

O modelo melhor, com 64 Gigabytes sai por menos da metade dos US$ 699 originais.

O Playbook, da RIM, já pode ser comprado por menos de metade do preço original

A Google comprou mais de 200 patentes da IBM. A maioria deve apenas servir de munição para a guerra de patentes entre gigantes da tecnologia como Apple, Google e Samsung.

Mas uma delas pode ter um uso mais prático e acabar na rede social Google+.

Este ano também pode ser bom para hackers que tentam encontrar falhas de software feitos para servirem de utilitários para empresas.

Mozilla, Google e Facebook já oferecem recompensas para isso, mas a gigantesca rede social foi ainda mais longe, oferecendo um cartão de débito exclusivo, o Visa White Hat.

E o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, estreou sua página no website de compartilhamento de fotos Instagram.

Acelerando a campanha para a reeleição, Obama já começou a divulgar fotos no conhecido aplicativo para smartphones.
BBC


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Quando o celular conta segredos

Pedro Doria fala sobre o Carrier IQ, software que ameaça a privacidade de quem usa smartphone

O pesadelo da vez para quem usa smartphone e valoriza sua privacidade atende pelo nome Carrier IQ. Desta vez, as vítimas potenciais são os usuários de celulares Android. É um software que já vem pré-instalado em alguns aparelhos e tem como vigiar rigorosamente tudo que o dono do telefone faz. Inclua-se na lista até a senha do banco para quem verifica o extrato.

É fácil checar se o aparelho tem o programa. No Android Market, busque o app gratuito Carrier IQ Detector, criado pela empresa Lookout Labs. Baixe, instale, rode. Se estiver lá, é hora de ligar para a operadora e cobrar primeiro sua retirada e, na sequência, explicações sobre como era usado.

Por enquanto, a RIM, fabricante do BlackBerry, nega que seus aparelhos sejam portadores do Carrier IQ. Nokia diz que não autoriza a instalação. E a Apple informa que, desde a atualização do iOS para a versão 5, ele foi limado dos iPhones. Antes podia estar lá.

Não se trata de vírus. É software legítimo, instalado por fabricantes dos aparelhos ou operadoras. As preocupações a seu respeito surgiram da análise do especialista Trevor Eckhart, tornada pública semana passada.

Testando um telefone HTC em condições controladas, ele percebeu que o programa Carrier IQ estava rodando o tempo todo e gravava todas as ações de um usuário, inclusive quais teclas eram digitadas. Rodava, porém isso não era transparente para o usuário. Nada informa que o software está instalado, rodando. Não há como interromper sua operação. Ele se inicializa quando liga o celular e roda até que seja desligado o aparelho.

Registra tudo e pode enviar o resultado para a operadora.

O objetivo de Carrier IQ é legítimo. Trata-se de um software para diagnóstico. O usuário liga para o fabricante ou operadora reclamando de um problema. O técnico busca tudo o que foi feito no aparelho e em que sequência para tentar descobrir o que houve de errado. Parece inocente, claro.

Mas quem compra o celular não é informado sobre seu potencial de diagnóstico ou sobre quais as políticas da operadora para lidar com as informações. O cliente é gentilmente poupado das informações técnicas.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O problema não é o Android. O celular que armazenava todas as andanças de seus donos em mapas detalhados era o iPhone. A empresa que de presto se prontificou a ajudar a polícia inglesa a bisbilhotar as conversas dos jovens britânicos que organizavam os protestos (e saques) nas ruas de Londres foi a RIM.

É da natureza de celulares que, sem querer ou de propósito, eles deixem nossa vida privada pelo menos com o risco de ficar mais exposta. A vida tecnológica é dura.

Não há o que fazer. Fizemos já essa escolha. Temos nas mãos ferramentas de comunicação inimagináveis há poucas décadas. Elas estão transformando a sociedade por completo: nossos hábitos, nossa economia, nossos valores. Uma escolha num lado afeta o outro.

A privacidade está acabando por inúmeros motivos. Primeiro é porque nos expomos mais. As fotos de nossos filhos já são vistas por mais pessoas que as viam antes. (Não à toa, quanto mais velha a pessoa, mais reticente ela é em publicar esse tipo de coisa no Facebook.) Segundo, porque fazemos compras na internet.

É conveniente. Terceiro, porque já não compramos como comprávamos antes. Fazer pesquisa de preço ou sobre a confiabilidade de produtos é muito mais fácil. Quem vende também tem maneiras de se defender das mudanças. Usando a mesma informação que salpicamos pela rede, percebem nossos padrões de comportamento e consumo. Fazem com que o link daquele produto apareça no momento certo. A polícia quer os mesmos dados para perceber nossos desvios.

Estamos tão no início desta mudança que a maioria das tecnologias engatinha. De vez em quando, um teste meio secreto de uma tecnologia vira um desastre de relações públicas. Ele é abafado, aparece ali na frente com outra forma, um quê mais refinado. Quem é do ramo sabe que a mudança já aconteceu.

Só demora um pouco para todos nos habituarmos a ela. É a lição de Mark Zuckerberg, do Facebook. Forçando a barra, aos poucos, a gente cede.

Pedro Doria/O Globo

Aplicativos ajudam usuário a achar celular e tablet após roubo ou perda

Polícia tem conseguido prender suspeitos com a ajuda de rastreamento.

Conheça programas que localizam remotamente os aparelhos.

Têm sido frequentes os casos de criminosos encontrados pela polícia com a ajuda de smartphones ou tablets equipados com sistemas de rastreamento. Na noite de segunda-feira (17), por exemplo, um celular ajudou a polícia a localizar e prender dois suspeitos de roubo em São Paulo (veja reportagem ao lado).

Em Minas Gerais, um tablet foi recuperado com a ajuda de um aplicativo do tipo no último dia 12 de outubro. No Mato Grosso do Sul, uma jovem usou o programa para encontrar o celular que havia sido roubado em uma festa, no início deste mês.

Apesar das críticas de que esses aplicativos podem diminuir a privacidade dos usuários, os programas de rastreamento podem ser úteis na hora de localizar um smartphone ou tablet que tenha sido perdido ou roubado.

Apesar disso, é preciso lembrar que os aplicativos não são totalmente eficientes –se, por exemplo, acabar a bateria do aparelho e ele for desligado, não há como determinar sua localização.

Veja alguns exemplos de programas de rastreamento:

Para iOS (iPhone, iPod touch e iPad):

Tela do Buscar Meu iPhone, desenvolvido pela Apple (Foto: Reprodução)

Desenvolvido pela própria Apple, o Buscar Meu iPhone permite que o usuário localize seu tablet ou smartphone remotamente, acessando sua localização de um computador, por exemplo.

O programa, gratuito, também permite exibir uma mensagem na tela do aparelho perdido, reproduzir um som ou até bloqueá-lo remotamente. Em casos extremos, é possível apagar os dados do dispositivo.

Para usar o Buscar Meu iPhone, é preciso ter uma conta no iCloud (serviço de armazenamento de dados na nuvem da Apple) ou no MobileMe.

Para que a localização seja feita, o programa precisa ser ativado nas configurações do aparelho e ter acesso a uma conexão com a internet.

Usuários do iCloud também podem localizar seu MacBook com a ajuda do Buscar Meu iPhone. Os notebooks da Apple podem ser localizados por meio do serviço de armazenamento de dados ao entrar no site icloud.com.

O novo sistema operacional da Apple, o iOS 5, também traz o Find My Friends, gratuito e desenvolvido pela Apple para que amigos possam saber a localização uns dos outros.

Com o programa, os usuários podem saber a localização geográfica exata de seus amigos, em tempo real.

Para compartilhar sua localização com alguém, é preciso adicionar o ID Apple da pessoa no programa e autorizar o compartilhamento.

Assim, em caso de roubo, é possível pedir a ajuda de amigos que têm acesso a sua localização.

Para Android:

Tela inicial do SeekDroid, para Android (Foto: Reprodução)

Usuários de aparelhos com o sistema Android dispostos a gastar até R$ 8,70 podem adquirir o SeekDroid, que permite habilitar o GPS do aparelho remotamente para localizá-lo.

De sua casa, é possível ver a localização do dispositivo em um mapa e acionar um alarme.

Também remotamente, o usuário pode ver as últimas ligações feitas com o smartphone e apagar todo o conteúdo do aparelho perdido.

Um dos destaques do SeekDroid é que é possível escondê-lo na lista de aplicativos, para que sua desativação seja dificultada.

Uma opção gratuita é o Android Lost, que localiza o aparelho e apaga seus dados remotamente.

Com o programa também é possível ler as mensagens de texto que foram enviadas e recebidas pela pessoa que está com o aparelho no momento.

O Wheres My Droid tem funções parecidas e também é grátis.

Para Blackberry:

Os donos de aparelhos Blackberry têm a sua disposição o Blackberry Protect disponibilizado pela própria Research in Motion (RIM). Com o programa, gratuito, é possível bloquear o celular remotamente e disponibilizar uma mensagem para quem encontrá-lo. Também dá para localizar o aparelho e apagar as informações importantes que ele está armazenando de maneira remota.

De acordo com a RIM, o Protect também faz um backup das informações armazenadas nos aparelhos da fabricante.

Para Symbian e Windows Mobile:

Usuários de aparelho Symbian podem instalar o WaveSecure, da McAfee, que rastreia o aparelho, apaga os dados remotamente e bloqueia o aparelho automaticamente quando outro cartão SIM é inserido. Para o Symbian S60, o software sai por US$ 19,90 por ano. O WaveSecure também pode ser usado em aparelhos Android, Blackberry, Windows Mobile, iOS e Java.

Donos de Symbian também têm a opção gratuita do F-Secure Anti-Theft for Mobile, que localiza o aparelho e apaga seus dados remotamente.

Aparelhos com o Windows Phone, a nova versão do Windows Mobile, ainda não estão disponíveis no Brasil.

Para notebooks:

Para notebooks com os sistemas Windows, Linux, Mac e Android, é possível usar o Prey para localizar o aparelho perdido ou roubado. A localização fica disponível num serviço na internet, em que o usuário deve estar cadastrado previamente.

Dispositivos monitorados pelo Prey (Foto: Reprodução)

Se o equipamento tiver webcam, o programa faz fotografias durante o processo de rastreamento, para registrar o rosto do usuário que está acessando o equipamento indevidamente.

Um programa semelhante ao Prey é o BackBlaze, que, além de localizar o computador, mantém um backup on-line das informações armazenadas pelo usuário. O software sai por US$ 50 por ano, com espaço ilimitado para backup.

G1

iPhone: usuários querem continuar com a Apple

Usuários de iPhone dizem não querer trocar de fabricante (Foto: Brendan McDermid/Reuters)

Estudo quis saber fidelidade de usuário na escolha do próximo celular.

31% dos donos de Android indicaram que mudariam para um iPhone.

Uma pesquisa revelou que 89% dos usuários de iPhone pretendem continuar com a Apple no próximo celular.

Em segundo lugar no levantamento da “UBS” ficou a fabricante HTC, que alcançou 39% dos usuários.

Para completar a lista estão aparelhos equipados com o sistema operacional Android, do Google: a Samsung ficou com 28% e a Motorola, com 25%.

A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, viu o seu índice de retenção cair de 62% para 33% nos últimos 18 meses.

Conforme a pesquisa, o Android se saiu melhor quando os usuários foram perguntados apenas sobre o software, com 55% dizendo que permaneceriam com a plataforma do Google.

No entanto, 31% dos donos de Android indicaram que mudariam para um iPhone no próximo celular.

A pesquisa da UBS também revelou que, entre os consumidores que planejam trocar de fabricante, mais de 50% pretendem comprar um iPhone.

G1


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Skype compra o GroupMe, site de mensagens para celulares

GroupMe oferece serviços para iPhones, BlackBerry e Android

Skype compra empresa de mensagens para smartphones

Valor da transação e os termos do acordo não foram divulgados.

O aplicativo do GorupMe permite conversar com amigos em grupo pelo celular (Foto: Divulgação)

O Skype, empresa de telefonia pela internet, acertou a compra do GroupMe, uma startup (companhia iniciante) que fornece serviços de mensagem para smartphones.

Tanto o valor da transação como os termos do acordo não foram divulgados.

Segundo uma fonte do jornal “Wall Street Journal”, a empresa foi adquirida por cerca de US$ 80 milhões.

O GroupMe, fundado em Nova York em 2010, oferece seus serviços para iPhones, BlackBerry e aparelhos com sistema operacional Android.

Recentemente, a empresa lançou uma versão para o sistema Windows Phone 7.

O aplicativo do GroupMe permite que os usuários enviem mensagens e façam chamadas com um grupo de amigos.

A compra do GroupMe acontece enquanto a Microsoft ainda busca aprovação de órgãos reguladores para fechar a aquisição de US$ 8,5 bilhões do Skype, anunciada em maio.

No seu blog oficial, o GroupMe afirmou que sua equipe vai continuar trabalhando em Nova York com a diferença de que agora eles terão acesso aos 175 milhões de usuários conectados mensalmente no Skype.

G1


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Tecnologia: a morte do teclado

A morte do teclado
Por Renato Cruz

John Anderson, personagem de Tom Cruise em Minority Report, interagia com uma tela gigante com o movimento das mãos, para manipular informações, fotos e vídeos e descobrir criminosos em potencial.

Em 2002, quando o longa-metragem foi lançado, essa interface computacional parecia muito futurista.

Hoje, comparada com equipamentos que já estão no mercado, chega a ser engraçado que ele tenha de usar luvas especiais para interagir com o computador.

Nos últimos anos, a interação homem-máquina avançou aos saltos e, nesse cenário, os equipamentos eletrônicos começam a dar adeus ao mouse e ao teclado.

Lançado em 2007 pela Apple, o iPhone habituou as pessoas às telas multi-toque, fazendo com que esse tipo de interface fosse adotada até por lousas eletrônicas, fabricadas pela canadense Smart Technologies.

Os comandos de voz são cada vez mais comuns nos celulares inteligentes, como o BlackBerry e os aparelhos com o software Android, do Google, ou o Windows Phone 7, da Microsoft.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O videogame Wii, da Nintendo, trouxe ao mercado um novo conceito de interação com jogos eletrônicos, baseado em sensores de movimento, enquanto o Kinect, da Microsoft, que chegou ao mercado este ano, dispensou o uso de controles, lendo o movimento do corpo dos jogadores.

“O teclado e o mouse têm uma dominação de 20 anos, e não vão sumir tão cedo”, disse Marcelo Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Universidade de São Paulo.

“Quem foi insuperável, no entanto, foi o Wii”, afirmou Zuffo. “O controle do Wii dá retorno visual, sonoro e tátil, sendo mais completo do ponto de vista multimodal.”

O controle do Wii tem vibração e, na visão do professor, o Kinect é menos completo, pois a dimensão tátil se perde.

Esses sistemas que estão substituindo o teclado e o mouse são chamados de interface natural do usuário. “As tecnologias usadas no Kinect podem ter outras aplicações”, disse Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral de consumo e serviços online da Microsoft.

“Como diz Alex Kipman, o criador do Kinect, a tecnologia desaparece, você não percebe mais que ela está lá.” Segundo Oliveira, 20% das pesquisas feitas no Bing (buscador da Microsoft) pelo celular são feitas a partir de comandos de voz.

E, assim, a interface gráfica do usuário (que usa mouse e teclado) vai saindo de cena.

Leia no Estadão->>Eletrônicos começam a dar adeus às teclas

Mobile marketing, um mercado que não para de crescer

O mundo alcançou um marco na história da tecnologia: ao final de setembro, o número de assinantes de telefones celulares chegou a 5 bilhões de pessoas.

Esse número equivale a 73,4% da população mundial.

E no final do ano, o número chegará a 5,1 bilhões de assinaturas, aponta estudo realizado pela empresa iSuppi.

No entanto, isso não significa que 3 em cada 4 pessoas vão realmente possuir um celular – a estatística fornecida refere-se a pagamentos de serviços wireless e não apenas ao número de aparelhos.

A base real de dispositivos sem fio chegará a “apenas” 4,9 bilhões no final do ano, ainda um número impressionante.

Mas, além dos números espantosos, para que servem essas informações?[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A forma como as pessoas comunicam-se atualmente no mundo mudou completamente por causa dos celulares, que são capazes de conectar qualquer pessoa, em qualquer lugar, a qualquer momento.

A penetração de dispositivos móveis como ferramenta de comunicação tornou significativo o espaço para as atividades de marketing que são feitos sob medida para os interesses do usuário.

Com os avanços da tecnologia, várias empresas vêm adotando o mobile marketing como parte de sua estratégia de publicidade.

Há um enorme potencial no aumento das taxas de respostas positivas quando se usa o marketing móvel, principalmente quando comparado às outras formas mais tradicionais de publicidade.

Por esse motivo, mais e mais executivos estão recorrendo a esses meios para envolver seus públicos-alvo.

Estudos indicam que mensagens curtas, como SMS, MMS e WAP são bem mais eficientes do que o e-mail marketing – a publicidade via mobile é 70% mais lida do que os e-mails – e esse recurso pode construir a identidade de uma marca, além de aumentar as decisões de compra dos consumidores.

A atitude desses consumidores em relação ao marketing através de mensagens diretas influi (e muito) na decisão de compra, especialmente quando se trata de uma promoção.

Como os consumidores só podem receber mobile marketing se permitirem, a tendência é que deem mais atenção à publicidade das companhias que adotam esse tipo de plataforma do que àquelas que utilizam o e-mail.

Os aplicativos para smartphones são uma outra forma de mobile marketing. Esses apps estão muito em voga, principalmente em BlackBerrys, iPhones e Androids, e são apresentados em diferentes formas, além de cobrirem uma grande variedade de interesses. Porém, uma coisa é comum nos aplicativos móveis: todos eles estão abertos à publicidade.

Quer um exemplo?

A cadeia de fast food Burger King lançou um aplicativo para iPhone que permite aos clientes encontrarem o seu restaurante mais próximo, além de admitir que seus usuários compartilhem sua localização através do Facebook.

Como é possível perceber, todas as formas de mobile marketing estão crescendo e mudando a cada dia. É importante manter-se em dia com as tendências para maximizar seus lucros.

Quem sabe qual novo tipo de marketing será possível fazer quando conectado com novas descobertas tecnológicas?

Claudia Valls /FONTE: http://imasters.com.br

Software transforma celular em dispositivo de escuta remoto

O time de respostas a incidentes de segurança dos Estados Unidos (US-CERT) alertou esta semana para a existência de um aplicativo chamado PhoneSnoop. O software, destinado a celulares BlackBerry, permite que um indivíduo mal-intencionado configure o aparelho para, silenciosa e automaticamente, atender chamadas de um número específico em modo viva-voz. Com isso, é possível ligar para o telefone e ouvir todas as conversas que ocorrem próximo ao dono do aparelho.

Altieres Rohr* Especial para o G1

Blackberry aparelho de escuta clandestinaBlackBerry é popular no mercado empresarial norteamericano.

Em outras palavras, após instalar o programa no celular da vítima, basta telefonar para ela. As conversas ambiente poderão ser ouvidas imediatamente.

O programa ainda não está disponível publicamente, mas o autor – que não revela seu nome verdadeiro – disponibilizou um endereço de e-mail para interessados em seu blog. O programa só pode ser instalado por alguém que explore alguma vulnerabilidade ou tenha acesso físico ao BlackBerry.

O alerta do US-CERT sugere aos usuários que apenas façam o download de aplicativos a partir de fontes confiáveis. Também recomenda que os aparelhos sejam protegidos por senha, impedindo que pessoas não-autorizadas instalem programas no celular.

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
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Celulares. Chegou o Windows Phone

Windows phone

Tecnologia Celulares Windows PhoneHTC Touch2

A Microsoft, maior empresa de software do mundo, lançou ontem a nova versão do Windows Mobile, seu sistema operacional para celulares, e uma loja de aplicativos, chamada Windows Marketplace for Mobile. Os lançamentos marcam uma nova estratégia da empresa para o mercado de aparelhos móveis, com um apelo maior ao consumidor final, para enfrentar competidores como o iPhone, da Apple; o Android, do Google; e o BlackBerry, da RIM. Os celulares com o Windows Mobile 6.5 passaram a ser chamados, pela empresa, de Windows phones.

“Este lançamento é um passo importante na integração das nossas plataformas”, afirmou Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil. As versões anteriores do Windows Mobile já ofereciam integração com aplicativos da companhia, como o Exchange, de correio eletrônico. A versão 6.5, lançada ontem, oferece integração com serviços online, como o My Phone, que faz cópias de segurança dos dados do celular e permite compartilhar informações via internet.

A TIM foi escolhida como parceira da Microsoft para o lançamento, e terá exclusividade, durante a campanha de lançamento, na venda dos três aparelhos que chegam ao País, a partir de novembro. Os aparelhos são: Samsung Omnia II, LG GW550 e HTC Touch2. “Os preços serão de R$ 1,2 mil a R$ 2 mil, nos planos pré-pagos”, afirmou Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM Brasil. A Microsoft espera que, até o fim do ano, haja mais de 30 modelos de Windows phone no mercado mundial.

Mais informações no Estado “Microsoft lança novo sistema para celulares

por Renato Cruz/Estadão