FrankTremer é prisioneiro da Banca

No Banco Central:

1.Presidente: Ilan Goldfajn
Sócio e Diretor do Banco Itau.
2.Diretor de Política Monetária do Banco Central do Brasil:
Reinaldo Le Grazie – Diretor Superintendente do Bradesco Asset Management.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Serra veio para entregar o pré sal, desmontar os BRICS e retirar a influência do Brasil nos negócios com países africanos. No dia seguinte à posse, embarcou para Washington;
A seguir participação de 100%de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras;
Venda de terras na Amazônia para estrangeiros – essa é como vender a própria mãe;
Fim do motor do submarino nuclear brasileiro – quase concluído no Centro Experimental ARAMAR, localiza-se em Iperó, Região de Sorocaba, SP.

E mais:
Privatização da água – não se admirem se as torneiras passarem a ter hidrômetros individuais (abriu, pingou, pagou);
Desmonte do Mercosul com o auxílio luxuoso do Macri, o Dulce dos Pampas.
Não busco concordâncias. Só anotem!

Imprensa, dinheiro e voto: Cuspindo no prato

Corrupção NepotismoUma página inteira do jornal O Estado de S. Paulo traça, na edição de sexta-feira (12/9), um perfil malicioso da educadora e socióloga Maria Alice Setubal, conhecida como Neca Setubal, acionista do Banco Itaú e coordenadora da campanha da ex-ministra Marina Silva à Presidência da República.

As três faces da personagem estão presentes na reportagem, mas o diário paulista se interessa especialmente por outro aspecto: o papel dela como principal financiadora individual da candidatura do PSB.

O conjunto de textos também informa que o Banco Itaú é um dos 20 maiores doadores entre pessoas jurídicas, com quase RS$ 11 milhões distribuídos entre os partidos até o fim de agosto, período coberto pelo levantamento.

No que se refere ao financiamento direto dos candidatos à Presidência da República, o banco só havia dado dinheiro para a oposição: o senador Aécio Neves, do PSDB, e o ex-governador Eduardo Campos, candidato do PSB até sua morte num acidente de aviação, receberam R$ 2 milhões cada um, e até José Maria Eymael, do “nanico” PSDC, foi contemplado, com uma ajuda de R$ 50 mil. A candidatura da presidente Dilma Rousseff, do PT, não recebeu um centavo do Itaú.

Pessoalmente, Neca Setubal dirigiu todo seu apoio financeiro ao partido que assessora, enquanto o banco do qual é acionista apostou pesadamente no PSDB: além da ajuda direta a Aécio Neves, o partido recebeu do Banco Itaú nada menos do que R$ 3,07 milhões para distribuir entre outros de seus candidatos.

Em segundo lugar na lista de beneficiários vem o PSB, que foi agraciado com R$ 2,15 milhões; na terceira posição fica o PMDB, que recebeu R$ 1,38 milhão.

O Partido dos Trabalhadores ficou em quinto lugar na preferência do banco, com R$ 995 mil, abaixo do PSD.

Entre os textos que ocupam a página há uma referência à Cenpec, entidade dirigida por Neca Setubal, que foi beneficiada por convênios nos governos do ex-presidente Lula da Silva e de Dilma Rousseff, com verbas que totalizaram R$ 32,2 milhões.

No conjunto, o material produz um efeito negativo tanto sobre a imagem da socióloga quanto sobre a reputação do banco, considerando-se o contexto belicoso que é criado no calor da disputa eleitoral.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Conspiração e jornalismo

A pergunta que não quer calar: que motivações teria o jornal paulista para colocar o Banco Itaú e a educadora Maria Alice Setubal numa circunstância claramente depreciativa, quando a escaramuça entre candidatos escala o setor financeiro entre os vilões nacionais?

O fato de terem sido destacados nada menos do que cinco jornalistas para fazer a reportagem, entre eles o principal analista de pesquisas da redação, indica que se trata de uma pauta prioritária.

Curioso observar que o diário paulista faz questão de mostrar a educadora como uma oportunista que se beneficia de convênios com governos do PT e passa a apoiar a oposição. Ao mesmo tempo, coloca o Itaú na situação dúbia de haver sido beneficiado, como os outros bancos dominantes, pela política de estímulo ao crédito dos governos petistas, e, em seguida, apostar no PSDB e no PSB.

Num contexto de alta carga emocional como é a reta final das disputas eleitorais, o jornal está fornecendo munição pesada para os marqueteiros da campanha de Dilma Rousseff.

Por que o interesse específico na figura da socióloga que é também acionista de um banco que foi durante anos credor e avalista do grupo que publica o jornal? Estaria o Estado de S.Paulo interessado em fazer jornalismo puro e simples, para variar?

O histórico recente do jornal, protagonista destacado do poderoso consórcio da mídia tradicional que vem atuando como uma agremiação política de oposição, autoriza o observador a buscar outra razões.

Segundo a Folha de S.Paulo, a tendência dos votos foi revertida nos últimos dias e a candidatura da presidente Dilma Rousseff se recupera rapidamente na faixa mais influente do eleitorado – a classe média com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos – e oscilou duas vezes para cima na região Sul, onde passou de uma situação de empate com Marina Silva para uma vantagem de 7 pontos percentuais.

Teorias conspiratórias são fontes interessantes na investigação jornalística, mas a verdade deve ser bem mais simples: a imprensa hegemônica pode estar revendo suas apostas.
Por Luciano Martins Costa/Observatório da Imprensa

Tópicos do dia – 17/05/2012

09:01:55
Dilma proibiu Brizola Neto de ‘aparelhar’ ministério
Quando convidou Brizola Neto para o cargo de ministro do Trabalho, a presidenta Dilma, ex-PDT, foi gentil, mas direta: “Menino, você vai ter uma autonomia como nenhum outro ministro do meu governo”. De fato, autorizou-o a escolher a equipe, recomendou que honrasse a família (referindo-se a Leonel Brizola e a João Goulart) e ordenou que o ministro resista à pressão dos políticos para “aparelhar” o ministério.

09:14:38
MP do Rio denuncia Thor Batista por homicídio culposo
Também foi pedida a suspensão imediata do direito de dirigir do filho de Eike Batista; ele estava a 135 km/h quando atropelou e matou o ciclista Wanderson Pereira dos Santos, em março deste ano.

11:44:12
Pensão por morte na mira da Previdência Social
O Ministério da Previdência Social (MPS) prepara mudanças na concessão da pensão por morte. O benefício hoje é responsável por uma despesa de R$ 60 bilhões/ano para os cofres do INSS, o que equivale a 27% de tudo o que é pago aos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). São 6,8 milhões de beneficiários, incluindo as viúvas e seus dependentes. As propostas são polêmicas porque mexem na integralidade, restringem a idade para a concessão do benefício, além de alterarem a repartição da pensão entre o titular e os dependentes.

Um grupo de técnicos do ministério estuda os regimes de outros países para comparar as regras e propor as mudanças no sistema brasileiro. A expectativa do governo federal é encaminhar a proposta ao Congresso Nacional no segundo semestre deste ano. Antecipando-se, o ministro da Previdência Garibaldi Alves defende a necessidade de mudanças do sistema, entre elas a adoção de uma idade mínima para pleitear o benefício. É bom lembrar que as alterações só valem para os futuros beneficiários. Pernambuco tem 324 mil pensionistas e uma despesa mensal de R$ 207 mil.

O Brasil é um dos poucos países onde a pensão por morte é vitalícia e integral. Tem mais. Nos últimos anos, mudanças vêm ocorrendo no comportamento dos casais. Homens mais velhos se casam com mulheres mais jovens e ao morrer deixam o benefício vitalício para a companheira. Estatísticas do ministério mostram que em duas décadas o prazo de pagamento da pensão por morte passou de 17 para 35 anos. São as viúvas jovens que recebem o benefício por mais tempo, onerando o caixa da Previdência.

Outras propostas em discussão são a proibição do acúmulo da pensão e da aposentadoria e a perda do benefício no caso de novo casamento do companheiro. “Acho que essas propostas não devem avançar pela dificuldade no Congresso”, diz Jane. Em relação à idade mínima, ela considera uma questão complexa, porque mexe com a intimidade e a vida das pessoas.
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

13:57:08
Cantora Donna Summer, a rainha da música disco, morre aos 63 anos de idade
LaDonna Adrian Gaines, nome real da cantora, nasceu em Massachusetts em 1948.
Rainha do disco lançou 17 álbuns de estúdio e hits como ‘Last dance’. Ela já vendeu aproximadamente 130 milhões de discos em todo o mundo. Cantora tinha câncer e morreu na madrugada desta quinta-feira (17).
Donna ganhou cinco prêmios Grammy e fez sucesso, principalmente nos anos 70, com músicas como “Last Dance,” “Hot Stuff”, “She Works Hard for the Money” e “Bad Girls”.

18:38:37
Morre o ator Irving São Paulo
O ator Irving São Paulo morreu aos 41 anos de idade nesta quinta-feira, por volta do meio-dia, no Hospital Copa D’or, no Rio de Janeiro. Ele sofria de pancreatite.
Irving São Paulo estava internado desde o último dia 31. A família não divulgou, por enquanto, o local do velório e enterro.
Natural de Feira de Santana, Bahia, o ator era filho do cineasta Olney São Paulo e irmão do também ator Ilya São Paulo.
Ele começou a atuar aos 6 anos. No seu currículo estão participações nas novelas Final Feliz (1982), Champagne (1983), Bebê a Bordo (1988), Torre de Babel (1998) e Estrela-Guia (2001).
No filme, participou de Cascalho (2004), Luz Del Fuego (1982), Muito Prazer (1979) e A Noiva da Cidade (1978)

19:41:38
Propriedade de nomes na Internet
“O Itaú/Unibanco ganhou ontem na Justiça a briga contra a Valdery dos Santos Decorações, que registrou os nomes de domínio itauunibancoholding.com.br e unibancoholding.com.br.
A empresa terá de devolver os nomes e pagar R$ 12 mil. Causa do escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Melo.”
O Globo


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Tópicos do dia – 04/11/2011

09:47:04
Lula e SUS
Do presidente do INCA, Dr. Luiz Santini:
“Se Lula viesse se tratar aqui, a primeira piada seria: ‘Olha lá, já começou furando a fila’.”

09:56:41
Romário: o baixinho no ataque.
Em entrevista à Palyboy, Romário mostra que nelson Piquet fez escola em dizer o que pensa, doa a quem doer. Confira:

Sobre críticas de Casagrande, o ex-jogador, a Neymar:
— Quem é ele para falar? Não tem condição. São caras que não jogaram porra nenhuma, fizeram muita coisa errada e agora querem dar uma de santinhos…
Sobre quem acha que, no Congresso, ele é só mais um:
– O cara que vem dizer pra mim que eu sou uma celebridadezinha é um imbecil completo. Eu sou o Romário!
Sobre sua fama de antipático nos corredores da Câmara, em Brasília:
– Esse negócio de ficar rindo pra todo mundo não é uma coisa minha. Entendeu ou não?

10:05:13
Brasil: da série “só doi quando eu rio”!

O projeto que anistia os deputados cassados pela Câmara no escândalo do mensalão, descoberto em 2005, foi incluído na pauta da reunião da próxima quarta-feira da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a principal comissão da Casa. O presidente do colegiado e responsável por definir a pauta é o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), um dos réus no processo sobre o tema que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

10:40:01
Lucro descomunal do Banco Itaú “acorda” a Receita Federal.

O lucro de R$ 10,9 bilhões anunciado pelo Itaú Unibanco foi uma conquista e tanto. Mas uma avaliação cuidadosa dos números indica que o balanço sofreu grande ginástica tributária. O volume de impostos pagos no ano caiu 64% – em dinheiro, R$ 2,5 bilhões (queda de R$ 3,9 bi para R$ 1,4 bi). Não fosse isso, o lucro ficaria bem distante do que foi celebrado. A Receita sabe disso e acompanha com olhos de lince.

16:26:27
Presente de Grego

Jogada ‘exxxxxxxxxxxxxxxperta’ do premier Papandreou que queria papar – com trocadilhos, por favor – o povo Grego com a farsa do referendo, mas que não colou.
Não tendo o referendo, ele lava as mãos ante os eleitores, e fica definido o que a União Européia estabelecer de ajustes na economia Grega.
Tendo o referendo, ele jogaria a responsabilidade pelos cortes na assistência social, salários, empregos públicos e arrocho monetário, nos eleitores.
Maquiavel faz escola na Ágora. Agora!


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Roberto Setúbal, presidente do Banco Itaú, afirma que Brasil não precisa de reformas para crescer

Banqueiro avalia que ritmo atual do PIB pode ser mantido apenas com mudanças pontuais

O Brasil não precisa de reformas, ou, ao menos, essas não são prioritárias para sustentar o elevado crescimento econômico de 2010 pelos próximos anos.

Melhor ainda: com pequenas alterações tópicas, como microrreformas setoriais, o país pode manter o ritmo de 7% de avanço do Produto Interno Bruto (PIB) por “um bom tempo”.

A avaliação não é de um integrante do governo, ou mesmo de um economista ligado à oposição, mas de Roberto Setúbal, presidente do Itaú Unibanco, o maior banco privado do país.

Presente em seminário promovido ontem pela americana Fletcher School, na sede da Fecomercio, em São Paulo, Setúbal se contrapôs ao discurso de Rubens Barbosa, ex-embaixador brasileiro em Washington e Londres, para quem as eleições presidenciais que ocorrerão em dez dias “são fundamentais por decidir quem implementará as reformas estruturais, que são cruciais para nosso futuro”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Para Setúbal, grandes reformas, como a tributária, a trabalhista e a política, “param” o país, e não necessariamente servem para alterar “tanto” as relações no país.

“Imagina uma reforma trabalhista? O Brasil iria parar para discussões intermináveis que, ao final, poderiam nem alterar tanto as coisas”, disse. Segundo o banqueiro, reformas que necessitam de alterações constitucionais demandam muito do Congresso, engessando, com isso, medidas pontuais, que são mais efetivas.

“Veja o caso da criação do crédito consignado, [que produziu] uma revolução em termos de crédito à pessoa física no Brasil.”

Em relação à formação de grande maioria do governo no Congresso Nacional, após as eleições do início do mês, que daria ao governo a chance de aprovar reformas mais rapidamente, Setúbal apontou a miscelânea de partidos. “Há, de fato, uma maioria do governo, mas formada por muitos partidos.

Não se pode dizer que o PMDB tem uma visão única sobre muitos assuntos, então essa maioria, dependendo do assunto, pode não existir. É um pouco ingênuo imaginar que o governo, com essa maioria, conseguiria aprovar qualquer coisa.”

Passada a recuperação pós-crise econômica, o período que se inicia em 2011 é de desafios para sustentar o ritmo de crescimento.

Para Pamela Cox, vice-presidente do Banco Mundial para América Latina e Caribe, o mundo ingressa num período em que a hegemonia política e econômica, exercida há mais de um século pelos Estados Unidos e os países europeus, continuará se enfraquecendo, enquanto a liderança geopolítica passa a ser exercida pelos países emergentes, tendo os integrantes dos Bric – Brasil, Rússia, Índia e China – à frente.

Para Pamela o Brasil “já é uma potência”, ainda que esteja num ponto crítico. “O futuro não pode depender do crédito público, as empresas precisam inovar e ter mais produtividade, e o país precisa investir pesadamente em infraestrutura”, afirmou.

O ex-embaixador Rubens Barbosa, no entanto, avalia que “mudanças profundas” precisam ser feitas para que o Brasil “exerça esse papel [de liderança global]“. Segundo ele, a estratégia comercial adotada nos últimos oito anos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, tendo o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, à frente, “foi errada” ao priorizar acordos multilaterais e não bilaterais.

Além disso, elenca ele, o país precisa repensar as relações mantidas com países que não respeitam os direitos humanos – numa clara referência à aproximação entre a diplomacia brasileira e iraniana.

Para Setúbal, o país foi alçado à posição de destaque no noticiário mundial depois que a crise econômica derrubou as nações desenvolvidas, “enquanto nós continuamos na mesma”, diz o banqueiro. Já Stephen Bosworth, que foi embaixador dos EUA na Coreia do Sul entre 1997 e 2001, quando assumiu a reitoria da Fletcher, o “Brasil ganha a dianteira, porque incorporou milhões de pessoas à classe média, algo que os brasileiros deveriam se orgulhar”.

O ex-embaixador brasileiro chamou a atenção também para as empresas brasileiras que se internacionalizam. “Trata-se de algo que deve continuar a aumentar”, disse Setúbal, “embora nosso setor seja mais devagar nesse processo de internacionalização.”

Para o banqueiro, as empresas precisam se perguntar por que precisam ter operações fora. “O país cresce forte, o mercado consumidor está em clara expansão e as perspectivas são ótimas”, disse ele, que, no entanto, ressaltou o caso do concorrente Santander, citado nominalmente.

“O Santander tem operações no Brasil e em outros países. Se estivesse apenas na Espanha seria um problema neste momento”, em referência à grave crise pela qual passa a economia espanhola.

“Hoje, as operações do Santander em outros países são muito importantes”, afirmou ele, para quem o país tem, em termos de governança corporativa, o suficiente para manter o atual ritmo de crescimento pelos próximos anos. “Se nada fizermos, ainda assim cresceremos forte no curto prazo”, disse.

João Villaverde/VALOR

Lula tinha razão? Era mesmo uma marolinha?

O apedeuta apesar da língua “plesa” tem a verboragia solta. E imprevisível. E tola na maioria das vezes.

Contudo, parece, que no caso da badaladíssima crise econômica, à pregação apocalíptica das inúmeras “otoridades”, o grande chefe dos Tupiniquins acertou ao nomea-la de marolinha. Sua (dele) ex-celência foi gozado e glosado pela oposição e pelos amestrados da mídia, tipo o escorregadio — ah! uma CPI da Embrafilme —, Jabor.

Considerando o que vem sendo divulgado pela mídia, por incontáveis economistas e demais “çabios” das análises financeiras, a tal crise era mesmo uma marolinha?

O que se pode concluir do que vai abaixo reproduzido?

17 países da zona do euro declaram ter saído da recessão, com destaque para França, Alemanha e Portugal.
NY Times

Bem na foto
Celso Ming – Estadão
Sortudo ou o que for, o presidente Lula ficou com a razão. Comparada com as projeções feitas pelo Morgan Stanley e seu economista-chefe, Marcelo Carvalho, de que o PIB do Brasil mergulharia 4,5% neste ano, a afirmação de Lula de que isso não passaria de “marolinha” estava bem mais correta.Terça-feira, o presidente executivo do Itaú Unibanco, Roberto Setubal, avisava que o PIB brasileiro no segundo semestre avança ao ritmo de 4% ou 5%. Assim, ainda que o resultado líquido do ano fique perto de zero por cento, para 2010 já se pode esperar números próxmos dos 4%.

Recessão nos EUA chegou ao fim, dizem economistas.
Estadão
De 52 economistas ouvidos pelo WSJ, 38 dizem que país está saindo da crise.
A recessão nos Estados Unidos iniciada em dezembro de 2007 já terminou, segundo a maioria dos economistas consultados em um levantamento do Wall Street Journal publicado ontem. Na pesquisa, que entrevistou 52 economistas, 27 disseram que a crise já acabou e outros 11 acreditam que chegará ao fim neste mês ou no próximo.

Para a Riachuelo, junho foi um mês “fantástico”
Claudia Facchini, de São Paulo – Jornal VALOR
Na Riachuelo, uma das três maiores redes de vestuário do país, as vendas foram “fantásticas” em junho, afastando as nuvens negras que surgiram em abril e maio, segundo afirmou ontem o e gerente de relações com investidores da companhia, Tulio Queiroz, em teleconferência com analistas de investimento.

Bovespa fecha pregão em alta, aos 57.047 pontos
Petróleo sobe com dólar barato e melhora da economia na Europa
Dólar fecha em leve baixa em dia de volatilidade externa

Bolsas dos EUA sobem, animadas pelo lucro da varejista Wal-Mart
Da Reuters
Investidores ignoraram indicadores econômicos negativos do dia.
Índice de grandes empresas dos EUA teve alta de 0,69% nesta quinta.
Dólar forte mantém lucro trimestral do Wal-Mart estável
As bolsas de valores norte-americanas subiram nesta quinta-feira (13), com o resultado melhor que o esperado do Wal-Mart ajudando a ofuscar números decepcionantes sobre o mercado de trabalho e o varejo do país.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,39%, para 9.398 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,53%, para 2.009 pontos. O Standard & Poor’s 500, que reúne grandes empresas dos EUA, ganhou 0,69%, a 1.012 pontos.
As ações do Wal-Mart, maior varejista do mundo, avançaram 2,7%, depois da divulgação do resultado do segundo trimestre e da perspectiva para o ano completo.