A marcha da insensatez – Iraque

Guerra no Iraque. A marcha da insensatez.

Tenho ao longo dos 13 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Tróia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

 

A marcha da insensatez – Iraque

Atentado em Bagadá mata 95 pessoas
Fotos A Marcha da Insensatez - IraqueFoto: Maya Alleruzzo/AP

Nota do editor

Tenho ao longo dos 5 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse  ‘De Tróia à Palestina’.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

Terrorismo. As mulheres bombas

A volta das camicases chamadas de viúvas-negras.
Blog Walter Maierovitch

O segundo da hierarquia alqaedista, o egípcio Al Zarkawi, recomendou, dois anos atrás, que as mulheres se preocupassem com os combatentes e os filhos.

Pelo jeito, tudo mudou e as mulheres, da Palestina ao Curdisdão, da Chechênia ao Sri Lanka, estão sendo, cada vez mais, empregadas como camicases.

Ontem, no Iraque, a Al Qaeda empregou cinco mulheres camicases em ataques, a causar 57 mortes: três ataques em Bagdá e um em Kirkuk (norte).

Cobertas da cabeça aos pés com panos negros, as camicases conseguiram escapar da vigilância que atua na identificação de suspeitas do sexo feminino.

Desta vez, a Al Qaeda mirou em xiitas e curdos, a mostrar o quanto era falso o discurso de Al Zawahiri ao conclamar a união de todos os islâmicos. Lógico, sob a liderança e ordens da Al Qaeda.

No momento, a Al Qaeda, pela perda de espaço aos xiitas e curdos no Iraque, aposta num conflito inter- étnico de grande dimensão.

Na capital Bagdá, o ataque camicase, a envolver três mulheres, ocorreu quando os xiitas estavam em peregrinação ao mausoléu de Moussa al Kadhimi. Ocorreram 30 mortes, incluídos vítimas idosas e crianças, e uma centena de feridos.

Em Kirkuk, norte do Iraque, uma mulher-bomba explodiu quando estava sendo realizada uma manifestação promovida pelos curdos: 25 mortos e 180 feridos.

Especialistas em terrorismo tentam uma explicação para o envolvimento das mulheres, que substituem os camicases do sexo masculino. A explicação dos 007 da CIA é parcial e propagandista, no sentido de que os combatentes homens são bem vigiados e se afastam dessas operações.

A melhor e a mais isenta análise conclui pela vingança (“revenge”) das mulheres, que, depois de perderam filhos, maridos e familiares, partem para o confronto.

O certo é que as mulheres usadas como camicases têm entre 15 e 35 anos, provém de áreas pobres e já tiveram familiares jihadistas mortos.

PANO RÁPIDO. Relatório enviado na semana passada à Casa Branca dá conta que, em 2007, foram oito atentados com camicases em todo o Oriente Médio. Esse número já triplicou no primeiro semestre de 2008.

Fome zero é exportado para o Iraque

Da Folha On Line
Iraque quer Fome Zero com produtos brasileiros

De Samy Adghirni:

O ministro do Comércio do Iraque, Abdul Falah Al Sudani, disse ontem que seu governo pretende transformar o Brasil em um dos principais fornecedores do Fome Zero iraquiano, que existe desde 1990 e depende em grande parte da importação de alimentos.

“O Brasil exporta quase todo tipo de alimento, e por isso queremos que o país se torne um dos líderes mundiais no nosso programa de fornecimento de cestas básicas à população”, afirmou Al Sudani, depois de tratar do assunto com o Ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento), em São Paulo.

Graças ao aumento das receitas obtidas com a exportação de petróleo, Bagdá vem buscando melhorar a qualidade dos nove itens da cesta básica mensal subsidiada pelo governo e distribuída a praticamente todos os lares iraquianos.

O sistema foi implementado pelo ditador Saddam Hussein (1979-2003) para aliviar o embargo econômico imposto pela ONU em 1990. Mesmo com o fim das sanções, há cinco anos, o programa continuou.