Anúncios no Facebook alavancam negócios locais

Economia,Negócio,Internet, Marketing Digital,Blog do MesquitaTodo mundo sabe que propaganda é a “alma” do negócio, não é? E que quem não é visto não é lembrado, concorda? Então, não importa o tamanho do seu negócio ele tem que ser visto e lembrado, seja para vender o mínimo ou o máximo da sua capacidade.

Quem investe em publicidade sai na frente, pois consegue alcançar mais visibilidade para o seu empreendimento, seja ele físico ou virtual. No caso de lojas ou negócios online é fundamental ser estratégico para ganhar espaço e audiência nos seus canais, pois a competição é enorme e quem investe mais, ganha mais. Quando digo investe, não estou me referindo somente a dinheiro, mas sim investimento em estratégia, tempo de planejamento e criatividade.

É claro que, em um ambiente onde gatos e leopardos disputam o mesmo território é preciso ser mais estrategista, pois neste ambiente, não é bem a “lei da selva” que funciona. No comércio online não importa se o seu negócio é menor do que o do vizinho, se você for estrategista, pode ser sim altamente competitivo.

Vou dar um exemplo real de como uma boa estratégia pode funcionar bem, seja simplesmente para ganhar visibilidade ou para ampliar as vendas. Recentemente soube que um amigo havia perdido um Drone CX 20 por causa de problemas mecânicos e que já procurava o equipamento há pelo menos uns 20 dias.

Resolvi ajudar e para isso o grande lance era conseguir visibilidade para o fato, sem precisar investir muito, é claro. Então criei um anúncio segmentado no Facebook através da minha página profissional. Fiz uma chamada para o fato, ilustrei com uma imagem interativa e direcionei exatamente para pessoas residentes na localidade onde o Drone foi perdido.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Quer ver a postagem? Acessa minha página neste link: http://on.fb.me/1FmtKyy.

Após 8 horas da publicação, (post com quase 3 mil visualizações e investimento menor do que R$ 5,00), recebi o contato da pessoa que havia encontrado o equipamento. Sucesso! Ajudei um amigo, gastei quase nada e confirmei com esta experiência que os anúncios em redes sociais, quando bem segmentados podem contribuir e muito para ajudar em questões sociais e comerciais para alavancar vendas de serviços e produtos em negócios locais.

Imagine esta estratégia aplicada ao seu comércio. Vamos simular?
Você tem uma loja e tem capacidade de atender a toda comunidade do seu município e arredores, pois tem uma grande produção e uma variedade de produtos que agradam a todos os estilos e atendem a todas as necessidades. Então você pode criar um anúncio no Facebook e segmenta-lo exatamente para as pessoas que podem chegar facilmente até sua loja.

Mas como? Veja aqui um pequeno passo a passo rápido:
1) Crie uma oferta diferenciada. Ofereça um produto exclusivo, um brinde, crie a necessidade, desperte o senso de urgência, motive seu cliente. Seja criativo para que sua oferta realmente atraia o seu público. (Importante: ilustre a oferta com uma imagem bacana)

2) Direcione a sua campanha somente para pessoas que residam no seu munícipio e para aquelas que vivem a um raio de até 50 km, por exemplo. Estas pessoas podem de alguma forma chegar até sua loja, se sua oferta é boa, elas se deslocam.
3) Selecione a faixa etária e o sexo do público que deseja alcançar. Identifique o perfil do seu cliente. A maioria é homem ou mulher? São jovens, de meia idade ou idosos?
4) Invista um valor pequeno para testar o retorno, conforme os resultados forem evoluindo e suas vendas aumentando, você vai investindo mais.

Fica a dica, se o seu negócio é local, aponte suas ofertas diretamente para quem interessa, segmente, gaste pouco e ganhe mais.

Quer saber mais como ganhar dinheiro através da internet? Venha ao meu encontro, no estarei ministrando palestra em evento do Afiliados Brasil que acontece de 28 a 30 de maio, para ajudar quem quer ser empreendedor digital sem precisar investir muito e com possibilidades de ganhar muito $$$.
Por Roberto Soares Costa

Eike Batista e a mídia

Mentiroso Blog do MesquitaAnúncios Ardilosos

Reportagem do O Estado de S. Paulo de domingo (7/7), assinada por Irany Tereza e Mariana Durão, prestou bom serviço aos mostrar que “Bolha da OGX foi inflada por 55 anúncios de descobertas de petróleo”.

Levantamento feito pelo jornal constatou que a petroleira de Eike Batista fez 105 comunicados ao mercado em dois anos e meio, grande parte deles anunciando descobertas em um mesmo poço; CVM vai investigar ‘conjunto da obra’ e o efeito no preço das ações’.”

De outubro de 2009 a maio de 2012, contabilizaram as repórteres, “a OGX protagonizou (…) 55 anúncios de descoberta de petróleo ou declarações de comercialidade (jargão que indica, no setor de petróleo, que uma área pesquisada vai virar um campo produtor).

A cada comunicado promissor, o mercado reagia imediatamente e a empresa acompanhava os saltos no gráfico de suas ações”.

Esse caso recentíssimo é uma ilustração contundente da maneira como tantos assuntos são processados pelo “embromódromo” oficial brasileiro (ver “Fatos levaram multidões às ruas”).

Na mesma página doEstadão, Sérgio Torres analisa a linguagem “da elogiosa autobiografia O X da Questão”, de Eike Batista.

E pinça esta pérola: “A OGX tem no seu DNA algo especial que herdou de mim: a vontade de encantar e surpreender”. Sabrina Valle, em outra matéria, diz que “Reguladores, BNDES e grandes bancos privados não viram problemas nas promessas das empresas de Eike”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Alguma coisa por nada

Essa pequena amostra do que os jornais deram desde a queda do valor de ações de empresas X não depõe contra Eike e sua turma de comunicação. Depõe contra a própria imprensa.

E, ao mesmo tempo, contra os leitores que se deixaram embair pela melodia tão atraente. Fizeram-no porque o quiseram.

No livro Tudo faz sentido (It All Adds Up, traduzido em 2001 no Brasil), Saul Bellow relata entrevista que fez com o trambiqueiro-mor de Chicago, Yellow Kid. É uma conversa muito engraçada.

A horas tantas, Bellow pergunta a Kid (nascido Joseph Weill; viveu 100 anos): você não tem remorso por ter dado golpe em tanta gente? (Tratava-se de uma operação que prometia retornos espetaculares mediante quantias modestas; o vigarista tinha alugado uma loja com grande visibilidade e contratado recepcionistas muito atraentes.)

Kid respondeu: “Não. Eles queriam levar alguma coisa por nada. Eu dava nada por alguma coisa”.
Por Mauro Malin/Observatório da Imprensa

Leia também => Ascensão e queda – M.M.

Google terá anúncios baseado no perfil do usuário

susan-wojcicki-google-tera-anuncios-associados-perfil-interesses-adsense-relevantes-publicidades

O Google começou a testar a partir de ontem (11/03) uma nova categoria de publicidade em buscas: os anúncios baseados em interesses.

A vice-presidente do Google e gerente de produto Susan Wojcicki explicou no blog da empresa que o termo de busca nem sempre é suficiente para que se possa entregar anúncios relevantes.

Portanto, o gigante das buscas vai testar em sites parceiros e no YouTube uma novo modelo de publicidade, que leva em conta os sites que você já visitou e páginas que já viu.

A partir deste histórico, o usuário será classificado em categorias de interesse – carros, animais de estimação, esportes e jardinagem, por exemplo – e passará a visualizar anúncios associados ao seu perfil.

De acordo com Wojcicki, esta é uma demanda antiga dos anunciantes e pode tornar a experiência de ver anúncios mais relevantes para o usuário.

Para evitar problemas com os advogados da privacidade, o Google permite que o usuário opte por não participar do programa, instalando um plug-in no navegador. Também é possível gerenciar suas preferências, adicionando ou deletando categorias associadas ao seu browser.

da Info

Remédios – Anvisa proíbe que celebridades recomendem medicamentos em propagandas

Para os senhores e senhoras, que não gostam ou não têm paciência para ler bula de remédios, eis um motivo para mudarem de atitude. A Anvisa está fazendo a sua(dela) parte, faça você também. Não se influenciem só por que tem uma celebridade anunciando o seu medicamento, ele ou ela está sendo pago para fazer o anúncio. E o pior é que provavelmente nem usa o medicamento que está vendendo, abra os olhos, ou melhor, a mente.

Resolução também determina mudança em amostra grátis e brindes.
Novas regras devem entrar em vigor em seis meses.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na quarta-feira (17), uma nova resolução que, entre outras medidas, proíbe a exibição de imagem ou voz de celebridades recomendando medicamento isento de prescrição ou sugerindo seu uso em propagandas. Segundo nota da agência, os artistas famosos poderão aparecer nas peças publicitárias, mas sem fazer esse tipo de orientação.

A recomendação de remédios de forma não declaradamente publicitária em filmes, espetáculos teatrais e novelas estão proibidos. Não será possível usar expressões como “tome”, “use”, ou “experimente”.

A resolução também determina mudanças em propaganda de medicamentos sob prescrição e na distribuição de brindes e amostras grátis. A Anvisa diz que o objetivo é evitar que “a escolha de médicos e pacientes seja influenciada por informações inadequadas, incompletas ou descontextualizadas”. As novas regras entram em vigor em seis meses.

Veja algumas determinações

Entre as novas determinações estão textos mais claros em propagandas e publicidades, pois os termos técnicos podem confundir o consumidor. Essas peças também devem mostrar advertências relativas aos princípios ativos. Segundo a Anvisa, um exemplo é a dipirona sódica, que, na propaganda, deve ter o aviso: “Não use este medicamento durante a gravidez e em crianças menores de três meses de idade”. Nas peças veiculadas pela televisão, o próprio ator que protagonizar o comercial terá que verbalizar essas advertências. No rádio, a tarefa caberá ao locutor que ler a mensagem. Para o caso de propaganda impressa, a frase de advertência não poderá ter tamanho inferior a 20% do maior corpo de letra utilizado no anúncio.

Deverá haver mudança no conteúdo das amostras grátis. Os anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo passam a conter, obrigatoriamente, 100% do conteúdo da apresentação original. Já no caso dos antibióticos, a quantidade mínima deverá ser suficiente para o tratamento de um paciente. Para os demais medicamentos sob prescrição, continua a valer o mínimo de 50% do conteúdo original. As empresas terão um prazo maior para cumprir essas exigências: 360 dias.

A agência também reforça a orientação de que o apoio e patrocínio a profissionais de saúde não podem estar condicionados à prescrição ou dispensação de qualquer tipo de medicamento. A distribuição de brindes a médicos, farmacêuticos e ao público será vedada.

O consumidor deverá ser avisado, nas propagandas, sobre efeitos de sedação e sonolência que podem prejudicar motoristas e a operação de máquinas. Além disso, não será mais possível relacionar o uso do medicamento ao excesso de ingestão de bebida alcoólica ou de comida.

A agência alerta para o problema do uso indiscriminado de medicamentos, incluindo os de venda livre. Segundo o Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (Sinitox), da Fiocruz, o uso incorreto de remédios é responsável pela intoxicação de uma pessoa a cada 42 minutos no Brasil.

do G1