António Ramos Rosa – Versos na tarde – 04/07/2015

Poema António Ramos Rosa¹ Tinhas um nome de trigo e de silêncio e no círculo da tua íris a melancolia de um verde leve e de um lilás suave. O teu sorriso cintilava como o oiro da penumbra O vento da sombra despenteara-te os cabelos e o negro ramalhete de uma madeixa esguia pendia sobre … Continued

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Antônio Ramos Rosa – Versos na tarde – 08/04/2014

Poema Antônio Ramos Rosa¹ Não posso adiar o amor para outro século não posso ainda que o grito sufoque na garganta ainda que o ódio estale e crepite e arda sob as montanhas cinzentas e montanhas cinzentas Não posso adiar este braço que é uma arma de dois gumes amor e ódio Não posso adiar … Continued

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