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Anti-Vírus gratuito no Android

Sem instalar nada: veja como usar o novo antivírus nativo do Android

A empresa sabe que os malwares para Android são uma realidade, e por isso criou o Google Play Protect. Anunciado durante o Google I/O neste ano, o sistema é integrado ao Android e funciona, na prática, como um antivírus, observando os apps que estão instalados no celular, procurando comportamentos estranhos e analisando atualizações para descobrir possíveis vírus infiltrados no dispositivo.

Apesar de o sistema ter sido criado para vigiar os apps do Google Play, o sistema também permite que apps instalados por fontes alternativas sejam enviados ao Google para análise, o que, em tese, beneficia o ecossistema inteiro, permitindo que a empresa detecte ameaças vindo de outras lojas ou de APKs baixados aleatoriamente pela internet.

Como o Android varia muito de celular para celular, existe a possibilidade de que o recurso funcione de um modo diferente no seu smartphone. Para referência, as dicas abaixo foram testadas usando um Nexus 5x rodando a versão beta do Android O; o Google, no entanto, afirma que o recurso também deve funcionar em versões anteriores do sistema.

Veja os resultados mais recentes

Se você entrar em “Configurações” > “Segurança e local” > “Google Play Protect”, verá um resumo das últimas análises feitas pelo Google entre os seus aplicativos. Se o seu celular não possui esse caminho, você pode tentar entrar em “Configurações” > “Google” > “Segurança” > “Google Play Protect”.

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Veja na página do aplicativo no Google Play

Ainda não está disponível para todo mundo, mas o Google também postará o resultado de suas análises na própria página do app na loja. Aos poucos, o recurso será distribuído para toda a base de usuários.

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Veja antes de atualizar seus apps

Alguns aplicativos são lançados como inofensivos, ganham a confiança do usuário e do próprio Google para só depois começar a agir de forma maligna com uma atualização futura. Por isso, o Google Play Protect também analisa as atualizações de apps. Assim, na sua lista de atualizações pendentes no Google Play também deverá constar um alerta de que tudo está em ordem. Esta função também deve demorar um pouco mais para estar disponível para todos.

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Criando Emojis no Android

Como usar o teclado do Android para traduzir desenhos para emojis

Entretanto, por mais que o recurso seja divertido de se utilizar, ele também é meio escondido, de modo que quem não estiver atento simplesmente não vai saber como acessá-lo. Basta seguir o passo a passo abaixo para encontrá-lo.

1. Use a versão mais recente do Gboard;

Se você ainda não o tem instalado no celular, pode fazer o download neste link. A versão com suporte à tradução de desenhos para emojis é a 6.3, que já deve estar disponível para todos os usuários.

2. Abra algum aplicativo de mensagens da sua preferência;

3. Comece a digitar alguma coisa para exibir o teclado;

4. Toque no ícone de emoji do teclado;

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5. Toque no ícone de lápis para desenhar;

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6. Pronto, faça um desenho e veja como o Google interpreta os seus rabiscos.

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Nokia 3310, o celular ‘indestrutível’, está de volta

Nova versão do telefone que fez sucesso nos anos 2000 será apresentada em Barcelona.

O Nokia 3310, conhecido popularmente como o indestrutível por causa de sua resistência, está de volta.
A empresa finlandesa HMD, que comprou da Nokia Technologies a sua patente e os direitos sobre a marca e de sua imagem, anunciou a ressurreição do já clássico aparelho, quase um vintage, em versão renovada que será apresentada no Congresso Mundial de Telefonia (Mobile World Congress) a ser realizado em Barcelona entre 27 de fevereiro e 2 de março.
O indestrutível está de volta depois de uma entrada muito bem-sucedida do novo Nokia 6 na China.
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 A Nokia vendeu no mundo todo mais de 120 milhões de unidades do 3310, mas a chegada dos smartphones acabou por escantear aos poucos o modelo, apesar de sua fama, do funcionamento e do hipnótico jogo Snake 2.

A retirada oficial do mercado ocorreu em 2005. Agora, em fevereiro de 2017, quando parecia que o celular que causou furor nos primeiros anos do milênio tinha sido definitivamente enterrado pelos smartphones, a nova Nokia o lança mais uma vez, de olho em um mercado específico.

As informações sobre o ressurgimento do aparelho, divulgadas pelo The Guardian, indicam que ele só estará disponível inicialmente na Europa e na América do Norte e que custará em torno de 70 euros (245 reais). A versão original foi lançada em 2000 ao preço de 150 euros (525 reais).

Até relativamente poucos anos atrás, todos nós carregávamos um Nokia em nossos bolsos. Dois de cada três celulares vendidos no mundo eram da marca finlandesa. Seu império ruiu quase da noite para o dia com os aparecimentos dos aparelhos com tela táctil –o iPhone à frente– e do sistema operacional Android, da Google.
ElPais

WhatsApp: atualização economiza bateria do celular

Novo recurso do WhatsApp irá poupar memória do seu celular

Os vídeos de gatinhos e de autoajuda que a sua família ou seus amigos enviam pelo WhatsApp não irão mais ocupar o precioso armazenamento interno do seu smartphone.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

aplicativo deve ganhar em breve um recurso que permite que o usuário faça o streaming de vídeos recebidos.

Na versão atual, o WhatsApp, por padrão, baixa vídeos, imagens e outros arquivos recebidos automaticamente.

Há também a opção de fazer o download apenas quando o usuário desejar. Mesmo assim, é bem chato ter de baixar um vídeo completo para a sua biblioteca para poder ver sobre o que ele é – principalmente nessa época de Netflix e YouTube.

Com essa atualização, a pessoa pode escolher se quer fazer o streaming do vídeo ou se quer fazer o seu download para armazená-lo localmente.

Em imagens obtidas pelo site Android Headlines, é possível ver que o ícone de download, localizado no centro do arquivo, foi substituído por um ícone de play.

Basta o usuário clicar nesse botão para fazer o streaming do vídeo.

imagem-whats

Caso a pessoa ainda queira armazenar o arquivo em seu smartphone, ela pode clicar no botão de download, que foi deslocado para a parte inferior esquerda do vídeo (veja na imagem acima).

A funcionalidade, aparentemente, foi disponibilizada apenas para os usuários da versão beta do app na Índia.

Geralmente, recursos em fase de testes não demoram muito para serem liberados para todas as pessoas.
Marina Demartini/Exame

Daydream View: a realidade virtual do Google simples, acessível e móvel

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos.

O kit para usar a plataforma de realidade virtual Daydream. GOOGLE

Aposta do buscador é um kit mais barato, cômodo e fácil de usar que o da Samsung.

O Google apresentou nesta terça-feira em San Francisco os primeiros celulares compatíveis com o Daydream, sua plataforma de realidade virtual para smartphones, e seu primeiro kit. O objetivo desses produtos é “simplificar a complexidade da realidade virtual”.

Segundo Clay Bavor, vice-presidente da divisão de realidade virtual do Google, esta “deve se basear no celular para que você possa levar a experiência de forma simples e acessível”.

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Isso significa tomar a direção contrária da Oculus, empresa subsidiária do Facebook, e da HTC, que apostam numa tecnologia de ponta para oferecer a melhor experiência possível, embora seus kits exijam conexão constante com computadores muito potentes.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma e com um kit centrado na comodidade, a um preço acessível (na Europa, será equivalente a 250 reais).

A estratégia é semelhante à adotada pelo Google com o Android: oferecerá uma plataforma, que pretende ser um padrão, para os desenvolvedores, com especificações mínimas que os fabricantes precisam incluir para ter o selo Daydream, que garante ao consumidor uma experiência de qualidade.

Só serão compatíveis aparelhos com telas de alta resolução, processadores potentes e sensores preparados para a realidade virtual que a empresa proprietária do popular mecanismo de buscas pretende oferecer. O Pixel e o Pixel XL, seus dois novos celulares, são os primeiros dispositivos compatíveis, mas “chegarão muitos outros no futuro”, diz o Google.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma

Com o Daydream, o Google se certifica de oferecer uma realidade virtual de todos e para todos, mas sem perder o controle para assegurar a inclusão de seus serviços, algo vital para o negócio da companhia. Os clientes o acharão mais simples, e os fabricantes e criadores de conteúdo terão um padrão de qualidade ao qual se apegar no maior mercado potencial de realidade virtual: o celular.

Uma das exceções pode ser a Samsung, que já tem um acordo com a Oculus e uma plataforma própria de conteúdos em realidade virtual para rentabilizar. O Google precisará de todos os outros para que a oferta de dispositivos que compõem o Daydream seja suficientemente variada em termos de preço, acabamentos e características.

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos. Isso lhe dá um aspecto mais cotidiano e menos futurista que o Gear VR da Samsung, e o torna mais leve. Outros dos seus pontos fortes é a facilidade de uso: o telefone é colocado dentro do kit, mas não é necessário conectar nenhum cabo.

“O Google fez uma grande e acertada proposta centrada na comodidade e no design, um dos pontos fracos do seu principal rival, a Samsung”, diz ao EL PAÍS Roberto Romero, fundador da Future Lighthouse, companhia pioneira na criação de conteúdos de realidade virtual na Espanha.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas nas quais o usuário possa agir com maior liberdade e precisão. “O controle é a chave. Os desenvolvedores sabem as oportunidades que ele nos oferece, e é uma ferramenta estupenda para fazer do usuário uma parte ativa das nossas experiências”, afirmou Romero. Seu funcionamento é semelhante ao de um controle do Wii, o console da Nintendo que alcançou uma grande fatia de mercado graças a essa tecnologia.

“O Youtube só está disponível no Daydream e é o principal portal de vídeos em 360 graus, o conteúdo estrela para um kit de realidade virtual móvel. O aplicativo não está disponível na loja da Samsung, e pode ser uma grande cartada para o Google”, diz Romero. A plataforma contará também com conteúdo do The New York Times, Wall Street Journal, NBA (liga de basquete) e MLB (beisebol), além dos aplicativos do Netflix e Hulu para ver séries e filmes como numa sala de cinema.

As propostas do Google e da Samsung baseadas na portabilidade contam com “as especificações suficientes para que os usuários desfrutem de experiências de qualidade”, concluiu Romero. Estão longe do que oferecem Vive e Oculus, mas “é o caminho a seguir para que a tecnologia chegue ao ponto de ser adotada pela massa crítica, de modo que tanto os fabricantes como os criadores de conteúdo possam tornar seus negócios rentáveis”.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas

O mercado é muito imaturo ainda, mas começa a se consolidar em razão dos três grandes investimentos que estão sendo feitos em empresas como Facebook, Google e Sony Interactive Entertainment, que colocará à venda seu kit PSVR para o console PlayStation 4 em 13 de outubro.

“A Oculus é pioneira e conta com o apoio do Facebook e da Samsung para seu ecossistema. Por outro lado, a HTC Vive e a PlayStation VR prometem experiências Premium, mas a plataforma Daydream é a mais focada na economia de escala”, declarou a EL PAíS Neil Shah, diretor de pesquisa de dispositivos e ecossistemas na Counterpoint. Considera que tal fator, “com os aplicativos próprios do Google, como YouTube e Play Store, a transforma em uma plataforma mais atraente, que pode suscitar um maior interesse e consumo de conteúdos”.

Outra das vantagens que o Google poderia incluir no Daydream é seu novo assistente e seus algoritmos de aprendizagem automática para fazer com que a experiência esteja baseada no contexto. “O Google Assistant será o cabo que liga todas as plataformas, propriedades e conteúdos em uma experiência unificada e diferente da oferecida pela concorrência”, diz Sash, ao alertar que o “Facebook pode não ser capaz de oferecer algo semelhante logo”.

O Google simplifica a realidade virtual, cria um padrão para usuários e fabricantes e tenta adotar o papel de líder de um segmento cada vez maior e disputado. Fez isso com um kit barato e centrado na comodidade, e seu primeiro Smartphone desenhado por completo, hardware e software, dentro de suas instalações. Porque o Google já não faz somente serviços, também faz produtos.
Felix Paluzuelo/ElPais

Conheça o jogo inspirado em Pokémon que o Google escondeu no Android

Quem já está no ecossistema Android há algum tempo sabe que a cada nova versão do sistema, o Google esconde uma pequena brincadeirinha ou um joguinho secreto, o popular “easter egg”. No Android 7.0 não é diferente.

A brincadeira envolve colocar um pratinho de comida virtual no seu celular. Depois de algum tempo, um mascote do Android em formato de gato aparece e se junta à sua coleção. Cada gato é diferente, mas é difícil dizer quantas combinações diferentes de felinos existem, mas é possível garantir que há pelo menos 670 deles (porque eu consegui o gato de número 670).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Saiba como funciona:

1. É preciso ativar o easter egg

Isso é feito entrando em Configurações > Sobre o telefone e tocando três vezes rapidamente no item “Versão do Android”. Um grande “N” irá aparecer, simbolizando a versão N do Android. Basta dar um toque rápido e outro longo neste N e um emoji de um gato vai aparecer, ativando o joguinho. Para desligar, basta repetir o processo.Reprodução

2. A área de configurações rápidas passa a ter um prato vazio

Basta exibir a área de configurações rápidas e lá estará o prato vazio. Se ele não estiver lá, você vai precisar editar a posição dos itens na tela para que o prato vazio fique em destaque.

Reprodução

3. Coloque comida para o gato

Você tem quatro opções: ração, peixe, frango ou uma rosquinha. Para dar comida, basta tocar no prato vazio e selecionar uma das opções.

Reprodução

4. Espere um pouco

Se você fez tudo certo, dentro de alguns minutos um gatinho vai aparecer. Você pode dar um toque mais longo no prato de comida para ver quais gatos você já encontrou.

Reprodução

5. Você pode dar diferentes apelidos para seus gatos

Basta tocar em um deles para abrir a opção de alterar nomes.

Reprodução

Olhar Digital

Android: Falha de segurança pode afetar 900 milhões de celulares

Falhas graves de segurança que poderiam dar acesso completo aos dados dos telefones foram identificadas em um software presente em milhões de aparelhos que usam o sistema operacional Android.

Android
As falhas afetam aparelhos com chips Qualcomm

As falhas foram apontadas por pesquisadores da empresa de segurança Checkpoint, que analisaram software que rodam em chips da empresa americana Qualcomm.

Processadores da Qualcomm estão presentes em cerca de 900 milhões de celulares Android, segundo a fabricante.

Não há até o momento, contudo, evidências de que essas vulnerabilidades estejam sendo exploradas em ataques criminosos.

“Tenho certeza que essas vulnerabilidades estarão sendo exploradas nos próximos três a quatro meses”, disse Michael Shaulov, da Checkpoint. “É sempre uma corrida para quem encontrar o bug primeiro, os caras bons ou maus.”

Os aparelhos afetados incluem:

  • BlackBerry Priv
  • Blackphone 1 e Blackphone 2
  • Google Nexus 5X, Nexus 6 e Nexus 6P
  • HTC One, HTC M9 e HTC 10
  • LG G4, LG G5 e LG V10
  • New Moto X da Motorola
  • OnePlus One, OnePlus 2 e OnePlus 3
  • Versões americanas do Samsung Galaxy S7 e Samsung S7 Edge
  • Sony Xperia Z Ultra

Shaulov disse que os problemas foram identificados após seis meses de trabalho.

As falhas apareceram no software que gerencia gráficos e em códigos que controlam a comunicação entre diferentes processos de um telefone.

Explorar as falhas possibilitaria que alguém mal-intencionado obtivesse gradualmente mais controle sobre um aparelho, acessando seus dados.

Android
As falhas podem ser usadas para criar ‘aplicativos-armadilha’ que rapidamente conseguem acessar os dados de um telefone – Image copyrightAP

A Checkpoint forneceu dados sobre os bugs para a Qualcomm ainda neste ano.

Em resposta, a Qualcomm teria criado atualizações para tentar resolver os problemas e começado a usar essas novas versões nas fábricas.

Também distribuiu as atualizações para fabricantes de telefones e operadoras. Não está claro, porém, quais empresas efetivamente lançaram as atualizações para os telefones dos clientes.

A Checkpoint criou um aplicativo gratuito chamado QuadRooter Scanner que pode ser usado para verificar se um telefone está vulnerável a algumas dessas falhas checando se soluções disponíveis foram baixadas e instaladas.

Além disso, Shaulov disse que donos de telefones Android devem apenas baixar aplicativos da loja oficial Google Play, para evitar armadilhas de programas maliciosos.

“As pessoas devem acionar quem vendeu os telefones, operadora ou fabricante, e implorar pelas atualizações”, afirmou.

Procurada, a Qualcomm não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.
BBC

Como usar o novo tipo ‘secreto’ de letra do WhatsApp

Nova fonte lançada pelo WhastApp tem um espaçamento mais elegante, em estilo mais antigo

BBC Brasil

O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp está lançando uma nova opção de fonte, a FixedSys, que vai dar um estilo mais “retrô” às mensagens.

O novo tipo de letra tem um espaçamento mais elegante.

Para conseguir escrever com a nova fonte basta começar e acabar a frase ou palavra com três crases (“`).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Nos telefones com o sistema Android, a crase pode ser encontrada ao pressionar a tecla =\<.

Depois basta escrever: por exemplo,“`Mensagem“`, e a palavra ou frase já vai sair com a nova fonte.

Para encontrar a crase em seu teclado iOS, basta ir à tecla 123 (no canto inferior esquerdo) do teclado e mudar para o teclado de sinais e acentos.

No canto inferior direito, pressione a tecla da apóstrofe (‘) – a crase vai aparecer na extremidade esquerda.

A nova letra de estilo retrô está disponível há alguns dias.

E, assim como em outras ocasiões, o WhatsApp lançou a fonte sem um aviso prévio.

No começo de abril, os usuários do aplicativo já começaram a mandar mensagens em itálico e negrito.

Para escrever palavras em negrito, é preciso colocá-las entre asteriscos. Por exemplo, *Mensagem*.

Para o itálico, é preciso deixar as palavras entre sinais de underline: _palavra_.

Se quiser fazer uso dos dois recursos ao mesmo tempo, basta colocar a palavra entre asteriscos e sinais de underline: *_palavra_*.

Como se tornar invisível no WhatsApp e outros truques ‘nível especialista’

Se não dá pra sumir, saiba como evitar que vejam o horário da sua última conexão, a sua foto de perfil…

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 01 O WhastApp é o aplicativo mais usado no Brasil: 9 em cada 10 brasileiros conectados à internet usam a ferramenta de comunicação, segundo recente pesquisa do Conecta, do Instituto Ibope. O aplicativo se tornou um meio de comunicação empregado por boa parte do mundo.

É tanta gente que às vezes isso pode causar problemas: a quantidade de mensagens (especialmente geradas em grupos), assim como a informação pessoal que o aplicativo oferece sobre o usuário — como a hora de última conexão ou o temido duplo tique azul —, eventualmente faz do WhatsApp mais um problema do que uma solução.

Para aquelas ocasiões em que você preferia não estar no aplicativo, ou pelo menos ser incomodado o mínimo possível, existem alguns truques para se tornar quase invisível ou, que remédio, não ficar tão exposto ao bombardeio de mensagens. E, para quem por alguma razão não puder parar de usá-lo, outra rodada de dicas para não acabar puxando os cabelos.

Truques para ficar ‘invisível’ no WhatsApp

1. Elimine o horário da sua última conexão

Para que ninguém possa fofocar sobre quando foi a última vez que você olhou o aplicativo antes de ir para a cama, siga os seguintes passos tanto no Android como no iOS para iPhone: entre no menu do WhatsApp, selecione ajuste>conta>privacidade>visto por último. Nesse menu você pode escolher quem consegue ver a hora da conexão — se todo mundo (inclusive pessoas que não estiverem na sua agenda, mas tiverem o seu número de telefone), só os seus contatos ou ninguém. Ao escolher ninguém, você tampouco poderá ver a hora de conexão dos seus contatos.

2. Elimine o duplo tique azul

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 02Tanto no Android como no iOS, na parte inferior do mesmo menu “privacidade” onde você modifica o item “visto por último”, há uma marcação ativada chamada “confirmações de leitura”.

Se desativá-la, seus contatos deixarão de ver o duplo tique azul quando você ler as mensagens, mas você tampouco receberá essa confirmação quando os outros lerem as suas.

3. Torne a sua foto de perfil visível apenas para os seus contatos

Para evitar que pessoas alheias aos seus contatos possam ver sua foto de perfil, selecione “meus contatos” no item “foto de perfil”, no menu “privacidade”. Se preferir que nem os seus contatos possam vê-la, marque a opção “ninguém”.

4. Interrompa o aplicativo

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 03Um truque muito útil quando você quer evitar receber mensagens e deseja que seus contatos vejam apenas o primeiro tique cinza de “enviado”, mas não o segundo, de “recebido”, sem a necessidade de desinstalar o aplicativo ou desligar o celular, é forçar uma pausa no aplicativo.

Para isso, no Android é preciso ir aos ajustes do próprio celular, chegar ao “administrador de aplicativos” e procurar o WhatsApp. Uma vez ali, apertar o botão de “forçar paralisação”. Você não receberá mensagens nem notificações enquanto não entrar no aplicativo outra vez.

No iOS, é preciso um duplo clique rápido sobre o botão circular do iPhone.

Aparecerão todos os aplicativos abertos em segundo plano; selecione WhatsApp e deslize o dedo de baixo para cima.

5. Aplicativo para ficar invisível

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 04Quem quiser fazer fofoca sobre o horário da última conexão e receber os tiques azuis das suas conversas sem a necessidade de expor os próprios pode usar aplicativos que permitem ler as mensagens sem a necessidade de entrar no aplicativo, do modo que nem a hora de conexão nem o tique azul mudarão.

Um dos mais populares é o Stealth App, embora a versão sem publicidade custe mais do que o próprio WhatsApp.

Truques para não enlouquecer

1. Responda do computador

Se você precisa estar atento ao WhatsApp e não pode ficar com um olho no celular e outro no computador, é possível abrir sua conta do aplicativo pelo site whatsapp.com.

2. Marcar mensagens como não lidas

Whatsapp,Blog do Mesquita,Privacidade 05As últimas versões do WhatsApp se inspiraram no e-mail para incorporar uma nova utilidade: a de marcar mensagens como não lidas.

Se você já tiver lido uma mensagem, mas quiser revê-la depois, mantenha o dedo sobre uma conversa para abrir um minimenu do Android.

Nele, selecione “marcar como não lido”. Atenção: selecionar “não lido” não implica que a pessoa que escreveu a mensagem não verá o tique azul correspondente. Ocorre o mesmo ao eliminar uma conversa: ela será apagada do seu celular, mas não do aparelho da pessoa com quem você estiver conversando.

No caso do iOS, deslize o dedo da esquerda para a direita sobre a conversa já lida e ative a opção de marcá-la como não lida.

3. Evite que os arquivos sejam baixados automaticamente

Sim, as mil felicitações natalinas que você recebeu foram muito divertidas, mas talvez você não ache tanta graça quando receber a conta do celular: por default, o WhatsApp baixa todas as imagens enviadas quando você está conectado à rede de dados da telefonia móvel, mas isso pode ser evitado. No menu de ajustes do Android, selecione chat e chamadas>download automático>conectado a dados móveis, e desative o item “imagens”.

No iOS, o acesso pode ser feito a partir dos “ajustes” do aplicativo, e então “uso de dados”. Surgirá o menu “dowload automático de mídia”. Nele é possível desativar os itens “imagens”, “áudio” e “vídeo”.
Pablo Cantó/ElPais

Tecnologia: O que é o vírus HummingBad, que afeta milhões de celulares com Android

Um vírus que ataca celulares com o sistema operacional Android tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo. Conhecido como “HummingBad”, ele age inserindo publicidade infectada e instalando aplicativos falsos nos aparelhos.

celularHummingBad está causando estragos desde agosto do ano passado
Image copyright THINKSTOCK

O vírus cria um “unrootkit” – uma espécie de “porta dos fundos” que permite acesso total ao dispositivo móvel – permanente por onde podem entrar anúncios fraudulentos que geram lucros para o criador do vírus por meio de cliques forçados em links infectados.

A CheckPoint Security, empresa especialista em segurança cibernética que descobriu o malware, estima que pelo menos 10 milhões de usuários no mundo todo, principalmente na China e na Índia, tenham sido atingidos.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O HummingBad foi descoberto em fevereiro, mas acredita-se que ele já existia em meados do ano passado.

Estima-se que, desde então, os criadores do vírus – que a CheckPoint afirma serem de Yuzhong, na China – estejam faturando cerca de US$ 300 mil por mês.

O Google – desenvolvedor do Android -, por sua vez, disse estar consciente da existência desse malware e que “está melhorando constantemente seu sistema para que ele seja capaz de detectá-lo”.

Mas o que é possível fazer para evitar ser uma vítima de HummingBad – ou para se livrar dele?

A BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, preparou um guia básico:

hacker
Estima-se que criadores do HummingBad tenham faturado centenas de milhares de dólares – Image copyright THINKSTOCK

Como saber se seu aparelho está infectado pelo HummingBad?

“Depende. É possível que você não perceba nenhum sinal disso”, afirmou à BBC a empresa de segurança especializada em telefonia móvel Network Security, no Reino Unido.

“Mas se você perceber que alguma coisa está acontecendo com seu celular, que ele está ficando mais lento, suspeite de que há algo errado.”

“Há um truque simples para saber se seu telefone está infectado”, explica Manu Contreras, blogueiro e jornalista especializado em tecnologia e segurança.

“No momento em que você perceber que seu celular tem aplicativos que você nunca instalou, ou quando ele mostrar páginas de anúncios, passe algum antivírus. Provavelmente ele está infectado.”

O que o vírus pode causar no seu celular?

Ele pode inundar seu aparelho com anúncios e avisos não solicitados – que não saem dali a menos que você clique neles. Além disso, o vírus também instala aplicativos infectados.

Mas o problema mais grave é que ele dá acesso ao seu telefone e às suas informações – o que faz com que alguns apps possam roubar e vender seus dados a qualquer um.

“Como esse vírus está instalado na raiz do sistema operacional, na teoria ele pode fazer qualquer coisa com o aparelho, já que pode acessar qualquer aplicativo remotamente”, explicou Manu Contreras.

celularO principal conselho é não baixar aplicativos desconhecidos
Image copyright  THINKSTOCK

Descobri o vírus no celular. E agora?

“A primeira coisa que se deve fazer é uma cópia de segurança dos seus dados. Fotos, vídeos, documentos, conversas”, sugere Contreras.

O passo seguinte é reconfigurar completamente o aparelho, segundo os especialistas da CheckPoint.

Isso significa apagar tudo o que havia no aparelho e deixá-lo como se estivesse novo, recém-saído da loja.

Para isso, é necessário ativar a função “limpar dados – restaurar fábrica” (wipe data/Factory reset), de acordo com as instruções específicas do seu modelo de celular.

Contreras, porém, diz que isso não é o suficiente.

“Levando em consideração que o vírus se instala na parte mais profunda da memória do celular, só o ‘restaurar fábrica’ não adianta, é preciso levar o aparelho a um especialista de confiança”, recomenda.

Como evitar que o aparelho seja infectado?

As recomendações são semelhantes às feitas para prevenir vírus em computadores:

1) Não baixe aplicativos de sites desconhecidos. “Mas esteja ciente de que até em lojas oficiais há apps com vírus”, alerta a empresa Network Security.

“Antes de aceitar baixar um aplicativo no Google Play (loja virtual), aparece uma janela com as permissões que você terá de dar a esse aplicativo, como por exemplo o acesso aos contatos e à câmera. Mas para quê um aplicativo de lanterna iria precisar acessar a câmera ou os seus contatos?”, acrescenta Contreras.

2) Não clique em nada que você não esperava receber. A Network Security alerta que até mensagens de texto podem chegar com links para o vírus.

3) Use um antivírus de uma empresa reconhecida, que seja constantemente atualizado.
Yolanda Valery/BBC