Artes Plásticas – XXXIV

Henri Marius Camille,1859/1959


Eduard Monet,The monk at prayer,1865


Michael Steirnagle – s/t s/d


Roy Lichtenstein,Drowning Girl, 1963


Juan Miró – s/t s/d


Paul Klee – s/t s/d


Wilhelm Kotarbiński,Roman Orgy s/d


Grafiti de Bordalo II


Cerâmica de Chiu-I Wu


Aquarelas de Amit Bhar

Amit Bhar http:/www.tuttartpitturasculturapoesiamusica.com;


Aquarela de Eleanor Mill


Jack Vettriano,Mr Cool – s/d


Paul Gauguin
Landscape at Le Pouldu,
the isolated house, 1889


Henri Matisse
Woman in Patterned Blouse,1936


Tair Salakhov,Bilgah, from the series Around Absheron, 1969
Oil on masonite, 59.5 x 80.5 cm


Johan Krouthén, Swedish,1858 – 1932
In the Salon
Minna and Carl Fredrik von Malmborg 1887


Edward Burne Jones
Love Among the Ruins,1873


Cerâmica de Georges Jeanclos – s/d


Phil Greenwood,Hawksfoot,1973


Georgia O’Keeffe,Cottonwood III, 1944


Ivan Shishkin,Mushroom pickers – s/d


Litografia de Aldemir Martins – Cajus s/d


Jackson Pollock,Circumcision (1946)


Walter Gasch s/t s/d


Yelena Sidorova s/t s/d


Marie Bartolini s/t s/d


László Koday s/t s/d


Pintura de Youqing Wang s/t s/d

Clique Aqui>> Um olhar fora da bolha: Fatos & Fotos 14/07/2020

Gripezinha & Resfriadinho para idiotas.

Com a Covid-19 morreram 72.100 pessoas no Brasil (até agora). Essa catástrofe equivale, em mortos, aos soldados franceses e russos trucidados na Batalha de Borodino em 1812, durante a #invasão napoelônica à Rússia.
Lamntável que bicada de avestruz…

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Hoje, 231 anos de um dos maires blefes da história.

A Tomada da Bastilha foi incentivada pela burguesia, e foi o estopim da “Revolução” Francesa. Houve somente troca de guarda. Saíram Nobreza e Clero, assumiu a burguesia. O povo?, hahahaha!, até hoje “leva fumo”!

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Da série: Monalisas LX

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Aldemir Martins – “Jaca”
Acrílica sobre tela,1992 – 35 x 85 cm

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A luta anônima de três Brasileiros contra
sites de fake news

Atuando no anonimato desde maio, idealizadores do movimento Sleeping Giants Brasil estimam ter feito com que páginas propagadoras de notícias falsas tenham deixado de embolsar R$ 448 mil por mês. Por temerem ameaças como as sofridas pelo criador da versão original e sua família nos Estados Unidos, os idealizadores do projeto brasileiro não dão nenhuma pista de suas identidades. Eles só toparam conversar via mensagens diretas no Twitter, não aceitando passar nenhuma outra forma de contato.

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A trolha é deste tamanho!

Janaina Paschoal tenta impedir que CPI das Fake News envie relatório ao MP. Investigações sobre fake news podem atingir diretamente o PSL, partido da deputada estadual Janaína Paschoal.

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A Enluarada, A Divina. Escolha um adjetivo. Elizeth Cardoso faria 100 anos neste 16 de julho.
Ouçam Elizeth Cardoso em “Samba em Preludio”, em dueto com Baden em 1975, obra prima de Vinícios de Moraes e Baden Powell.

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Escultura de Marc Perez

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Trash Riot – s/t – s/d
ArtesPlásticas Surrealismo

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Falta de investimento na infância é uma tragédia no Brasil.

Após 30 anos de vigência do Estatuto da Criançae do Adolescente, ECA, o país falhou em tratar infância como política prioritária e em proteger menores da violência. Mais de 10 mil adolescentes, especialmente adolescentes negros, são assassinados todos os anos. Isso ganhou uma característica de extermínio da população negra e jovem e muito pouco foi feito para enfrentar essa tragédia social. O Estado brasileiro precisa garantir o fim da impunidade dos responsáveis pelos assassinatos de adolescentes e jovens.
É preciso mais investimento ou corremos o risco de perder tudo o que foi feito nos últimos 30 anos.

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Henri Matisse
Nu couché aux yex bleus,1936

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Brasil da série:
“A vida como não deveria ser”!

São 4,4 milhões de crianças vivendo na miséria.
Crianças que vivem na pobreza extrema enfrentam uma dura realidade, marcada pela fome, o maior risco de contrair doenças e, muitas vezes, o trabalho infantil

Abandono, crueldade, miséria e ausênicias, fantasia e realidade, soberba e submissão, avareza e dom de mentir são apenas algumas das características que haverão de marcar essas crianças por toda a vida.

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A TVBobo adotou duas cláusulas pétreas: o Juegues e o Goro.

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Cerâmica de Alan Wallwork

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Pintura de FlorianoTeixeira

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Artes Plásticas,Aldemir Martins,Pinturas,1986,Cangaceiro

Aldemir Martins – Pinturas – Biografia

Se vivo fosse, meu amigo querido Aldemir¹, estaria completando hoje, 96 anos de Idade
Cangaceiro, 1986 – Acrílica sobre telaArtes Plásticas,Aldemir Martins,Pinturas,1986,Cangaceiro


¹Aldemir Martins (Ingazeiras CE 1922 – São Paulo SP 2006). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador. Em 1941, participa da criação do Centro Cultural de Belas Artes, em Fortaleza, com Antonio Bandeira (1922-1967), Raimundo Cela (1890-1954), Inimá de Paula (1918-1999) e Mario Baratta (1915-1983), um espaço para exposições permanentes e cursos de arte.Aldemir Martins,Artes Plásticas,Pinturas,Biografias

Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas – SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas e pinturas. Atua também como ilustrador na imprensa cearense. Em 1945, viaja para o Rio de Janeiro, e, menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951, freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP e torna-se monitor da instituição. Estuda história da arte com Pietro Maria Bardi (1900-1999) e gravura com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.

AnáliseAldemir Martins,Artes Plásticas,Pinturas,Biografias 00

Aldemir Martins começa a desenhar ainda no Colégio Militar, que freqüenta desde 1934. Na década de 1940, trabalha como artista em Fortaleza, ao mesmo tempo que busca atualizar o então incipiente meio artístico da cidade. No princípio da carreira, em 1941, ajuda a criar o Centro Cultural de Belas Artes, com Antonio Bandeira, Raimundo Cela, Inimá de Paula e Mario Baratta. O grupo monta um espaço para exposições permanentes, organiza salões e cursos de arte. Três anos depois, a instituição passa a chamar-se Sociedade Cearense de Artes Plásticas – SCAP. Aldemir Martins produz desenhos, xilogravuras, aquarelas, pinturas e colabora, a partir de 1943, como ilustrador na imprensa cearense.

Em 1945, segue para o Rio de Janeiro, com Antonio Bandeira e Inimá de Paula. Na cidade, participa de uma coletiva de artistas cearenses na Galeria Askanasy, organizada pelo pintor suíço Jean-Pierre Chabloz (1910-1984). Menos de um ano depois, muda-se para São Paulo, onde realiza sua primeira individual, em 1946, no Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/SP; e retoma a carreira de ilustrador. Entre 1949 e 1951 freqüenta os cursos do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP e se torna monitor da instituição. Lá estuda história da arte com Pietro Maria Bardi e gravura com Poty Lazzarotto. Durante o curso, produz o álbum de gravuras Cenas da Seca do Nordeste, com prefácio de Rachel de Queiroz (1910-2003). Os trabalhos mostram grande influência de Candido Portinari (1903-1962), tanto no tratamento do tema como no traço. Em 1951, faz desenhos de paus-de-arara, rendeiras e cangaceiros. Esse trabalho recebe o prêmio aquisição para desenho na 1ª Bienal Internacional de São Paulo.

Dois anos mais tarde, faz o cenário da peça Lampião, de Rachel de Queiroz. Em 1956, sua carreira atinge o ápice ao ser premiado como melhor desenhista internacional na 28ª Bienal de Veneza e expor em diversas partes do mundo. Na década de 1960, trabalha muito com arte aplicada a objetos comerciais. Em 1962, cria cenário para o 1º Festival da MPB, da TV Record, e elabora estampas para tecidos da Rhodia Têxtil. Faz ilustrações dos aparelhos de jantar da série Goyana de Cora. A partir da segunda metade dos anos de 1960, Martins faz esculturas de cerâmica e acrílico, além de jóias em ouro e prata. Em 1969, ilustra bilhetes de loteria. Seis anos mais tarde cria a imagem de abertura da telenovela Gabriela, da rede Globo. Em 1981, repete a experiência na abertura da telenovela Terras do Sem Fim. Nos anos 1980, ilustra jogos de mesa, camisetas e latas de sorvete da Kibon.