Fatos & Fotos – 19/12/2020

Nova guerra: agulhas e seringas. A da vacina continua.



Foto do dia – Pierre Pellegrini


Youtuber bolsonarista Ed Raposo (nunca ouvi falar) condenado a pagar indenização de R$ 41.800 por fake news contra Jean Wyllys. Ed fez 6 vídeos ligando Jean a Adélio Bispo.


História,Política,Emprego,Previdência Social,Brasil,Getúlio Vargas,Ministério do Trabalho,Bolsonaro,Justiça (3)PGR tem 30 dias para informar andamento do caso Abin; ministra Carmem Lúcia, do STF, determinou prazo para apresentação das medidas tomadas após declarações da advogada de Flávio Bolsonaro.


Design – Embalagens

 


Notícia passando na tela da GloboNews “Partido afasta Fernando Cury acusado de assédio sexual” que partido e esse que a Globo protege? O Cidadania do Roberto Freire que quer trazer o Huck pra ser candidato, o mesmo padrão de sempre, se não for do PT não cita o partido!



Cerâmica de Boyan Moskov


Design – Pentes Femininos
Etnia Dogon – África


Pintura de Adolf Kaufmann
Flock of Sheep on a Rainy Day


Adolf Kaufmann – Pinturas

Adolf Kaufmann era um paisagista austríaco e artista marinho.
Inicialmente autodidata, concluiu os estudos com o pintor de animais Émile van Marcke em Paris e realizou várias viagens de estudos pela Europa e Médio Oriente.
Sua residência alternava entre Paris, Berlim, Düsseldorf e Munique.
Em 1890, ele decidiu se estabelecer em Viena e abriu um estúdio no distrito de Wieden. Em 1900, junto com Carl von Merode e Heinrich Lefler, ele abriu uma “Escola de Arte para Mulheres”.

Continuou a visitar Paris com frequência e, quando aí pintou, assinou as suas obras com o pseudónimo “A. Guyot”. Outros nomes com os quais assinou incluem “A. Papouschek”, “G. Salvi”, “A. Jarptmann”, “R. Neiber”, “J. Rollin” e “M. Bandouch”. Por que ele fez isso não está claro, embora sua escolha de assinatura frequentemente reflita diferenças estilísticas.

Suas paisagens foram influenciadas pela escola de Barbizon e pelo estilo conhecido como “paysage intime”, que conheceu na França na década de 1870.

Suas viagens continuaram até que foram interrompidas no início da Primeira Guerra Mundial.
Muitas de suas obras foram adquiridas por membros de famílias reais e nobres; notavelmente o imperador Napoleão III, a princesa Stéphanie da Bélgica, o arquiduque Friedrich, o duque de Teschen, o czar Nicolau II e a rainha Isabel II da Espanha.
Suas obras podem ser vistas no Museu da Silésia (Opava), no Museu Pera em Istambul e no Museu Leopold em Viena.