Adélia Prado – Versos na tarde 26/10/2016

O Amor no Éter Adélia Prado ¹ Há dentro de mim uma paisagem entre meio-dia e duas horas da tarde. Aves pernaltas, os bicos mergulhados na água, entram e não neste lugar de memória, uma lagoa rasa com caniço na margem. Habito nele, quando os desejos do corpo, a metafísica, exclamam: como és bonito! Quero … Continued

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Adélia Prado – Versos na tarde – 12/12/2015

A Paciência e seus limites Adélia Prado¹ Dá a entender que me ama, mas não se declara. Fica mastigando grama, rodando no dedo sua penca de chaves, como qualquer bobo. Não me engana a desculpa amarela: ‘Quero discutir minha lírica com você’. Que enfado! Desembucha, homem, tenho outro pretendente e mais vale para mim vê-lo … Continued

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