Procurado há quatro anos, médico Roger Abdelmassih é capturado no Paraguai

Ele foi condenado a 278 anos por 52 estupros e quatro tentativas de abuso a 39 mulheres

Médico é suspeito de atacar as pacientes depois de sedá-las.
Foto Sérgio Neves

Foi preso na tarde desta terça-feira (19), às 13h25, o médico Roger Abdelmassih.

A prisão ocorreu perto da escola onde o médico ia deixar os filhos junto com a mulher Larissa, no Paraguai. Roger estava vivendo em Assunção, capital do Paraguai, com a mulher e dois filhos gêmeos, de três anos — um menino e uma menina.

Abdelmassih foi condenado a 278 anos por 52 estupros e quatro tentativas de abuso a 39 mulheres. Ele teve o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Conhecido como o médico das estrelas, Abdelmassih era especialista em reprodução assistida. O faturamento estimado de sua clínica, na época em que foi denunciado, era de aproximadamente R$ 2 milhões por mês.

O médico é suspeito de atacar as pacientes depois de sedá-las. Cerca de 20 mil mulheres teriam passado pela clínica de Abdelmassih. Ele dizia ter ajudado a gerar 8.000 bebês.

O médico chegou a ser preso em 2009, mas foi liberado às vésperas do Natal, por conta de um habeas corpos concedido pelo então presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes.

Dois anos depois, em 2011, quando Abdelmassih tentou renovar o passaporte, um novo pedido de prisão foi decretado. Mas o médico nunca mais foi achado. Ele entrou para a lista dos procurados da Interpol.

Pedofilia – DJ Marlboro e acusado de abuso sexual

Foto DJ Marlboro é acusado de pedofilia - abuso sexualO empresário e DJ de funk Fernando Luiz Matos da Mata, conhecido como DJ Marlboro, está respondendo a processo por atentado violento ao pudor e corrupção de menores. Após investigação da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), o processo corre em segredo de Justiça, na 21ª Vara Criminal.

De acordo com as primeiras informações, Marlboro e Junia Duarte, sua então namorada, são acusados de abusar sexualmente de uma menina de 4 anos, que seria prima e afilhada de Junia, em 2008.

A menina, que mora em Belo Horizonte, Minas Gerais, e hoje tem 5 anos, teria sido violentada mais de uma vez pelo casal, quando ficou 10 dias de férias com a madrinha (ex de Marlboro), no Rio de Janeiro.

“A menina veio arredia do Rio”, disse o pai, em entrevista exclusiva divulgada nesta quarta-feira pela TV Band. A mãe também confirma o fato. “Ela perdeu a infância. O que queremos é que ela não perca o resto da vida, disse a mãe da menina.

Segundo o advogado da família da menina, “há um relato que, a partir disso, a menina apresentou sintomas alterados. Simulava fazer sexo com outras crianças, o que deixou os pais em pânico”.

De acordo com a TV Band, no processo há depoimentos com trechos “impublicáveis”. A polícia do Rio apreendeu notebooks da casa do produtor para averiguação, já que os computadores podem ter conteúdo pornográfico.

O DJ e Junia chegaram a prestar depoimento na época. Em nota, ele diz que é inocente e que as provas são “evasivas”.

Fonte: Saiu no Jornal

Pedofilia. Operação Turko da Polícia Federal cumpre 94 mandatos de busca e apreensão

Oito suspeitos de pedofilia já foram presos pela Operação Turko, diz PF. Operação combate crime de pornografia infantil na internet. Segundo delegado, 47 mandados de busca já foram cumpridos.

A Polícia Federal informou nesta segunda-feira (18) que oito pessoas já foram presas em flagrante durante a Operação Turko, deflagrada nesta manhã em 20 estados e no Distrito Federal para combater o crime de pornografia infantil na internet.

As prisões ocorreram nos estados de São Paulo (3), Rio Grande do Sul (2), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Pernambuco (1). Segundo o delegado de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF, Carlos Eduardo Sobral, a corporação já cumpriu 47 dos 92 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Entre os materiais apreendidos, estão centenas de CDs e DVDs com conteúdo pornográfico, além de computadores que podem conter material de pornografia infantil.

De acordo com o delegado, a operação, batizada em alusão ao site de relacionamentos Orkut, foi deflagrada após a quebra de 3.265 perfis do Orkut – denunciados por supostamente conter conteúdo de pornografia infantil. Sobral afirmou que essa foi a primeira operação realizada depois de acordo assinado com o Google, provedor responsável pelo site, em julho de 2008.

Segundo o procurador Sérgio Suiama, essa já é “a maior operação do mundo no que diz respeito ao combate de pornografia infantil em redes de relacionamento da internet”.

A investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo.

De acordo com o MPF, todos os presos na operação estarão sujeitos à pena de um a quatro anos por posse de material pornográfico infantil, além de pena de três a seis anos por distribuição de pornografia infantil na internet.

Os mandados foram expedidos a partir de denúncias recebidas pelo site www.denunciar.org.br entre novembro de 2007 e março de 2008. Segundo Sérgio Suiama, o Brasil não é um produtor em larga escala de pornografia infantil na internet e nem hospeda sites com esse fim, mas a propagação se dá principalmente por sites de relacionamento social.

Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil. A operação é uma das ações que marcam o Dia Nacional de Luta contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado nesta segunda-feira. A data foi instituída pela Lei Federal nº 9970/00 e lembra um crime bárbaro que chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli“, ocorrido em 1973, em Vitória. Leia mais sobre o caso Araceli no site da Procuradoria Geral dos Direitos do Cidadão.

O delegado Carlos Eduardo Sobral adiantou que, no máximo até a semana que vem, mais quatro projetos serão enviados para o Congresso Nacional para tratar especificamente do assunto. Ele acrescentou que a operação deflagrada nesta segunda não se trata de um ato isolado, afirmando que a PF deve realizar novas operações para combater a prática.

“A pedofilia está em todas as classes e em todas as idades. É um crime gravíssimo, que merece toda a nossa atenção no seu combate, repressão e prevenção”, afirmou o delegado. As prisões desta segunda ocorreram em residências e empresas. Os detidos, no entanto, não tiveram seus nomes revelados e nem idade e o sexo.

do G1 – Diego Abreu

Assalto ou estupro

Um estranho caso de assalto e estupro envolvendo um criminoso e uma cabeleireira está mobilizando a polícia russa.

Segundo o site “Life.ru”, uma cabeleireira de 28 anos identificada como Olga teve o salão invadido por um assaltante na terça-feira (14). Ela, que é treinada em artes marciais, conseguiu render o homem de 32 anos, identificado como Viktor, e levou-o para uma sala reservada.

Olga teria usado um secador de cabelo para render o assaltante, e acabou prendendo-o, mas não chamou a polícia.

Ela teria obrigado o criminoso a tomar o estimulante sexual Viagra, para depois abusar dele por diversas vezes, durante os dois dias seguintes.

Depois de ser libertado, Viktor foi ao hospital para curar seu órgão sexual “contundido”, e depois registrou queixa contra Olga. No dia seguinte, foi a vez de Olga registrar queixa contra Viktor por assalto.

A história fica ainda mais confusa, segundo o “Life.ru”, porque a polícia não tem certeza de quem é o verdadeiro criminoso nesse caso de assalto que terminou em “estupro”.

do G1

Garota de 14 anos é detida por pornografia infantil nos EUA

Uma garota de 14 anos, residente em Nova Jersey (EUA), está sendo acusada por pornografia infantil depois de postar quase 30 autorretratos de nudez explícita no site de relacionamentos MySpace. O caso é mais um na esteira de investigações sobre conteúdos de pornografia infantil nos EUA que têm origens não em pedófilos, mas nos próprios adolescentes, que enviam fotos de nudez para aparelhos celulares e e-mails.

O MySpace não quis comentar a investigação – entretanto, a companhia tem uma equipe que monitora o site, a fim de evitar imagens inapropriadas.

O Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas avisou as autoridades locais sobre as imagens da adolescente. Os oficiais investigaram e descobriram que a menina havia colocado na internet fotos “muito explícitas” de si própria, afirma o porta-voz da polícia.

“Consideramos este caso como um alerta para que os pais acordem”, disse. A garota colocou as fotos na rede social porque “ela queria que seu namorado visse.”

Segundo o porta-voz, investigadores estão procurando por pessoas que tenham conhecimento e envolvimento no crime. No entanto, ele não deu mais detalhes porque o caso ainda está em investigação.

A jovem, cujo nome não foi revelado em decorrência da idade, foi detida e acusada por posse e distribuição de pornografia infantil. Ela foi liberada da custódia da mãe, ou seja, responderá ao crime mesmo sendo menor de idade.

Caso realmente seja confirmado que menina tenha distribuído pornografia, ela vai ser acusada de crime sexual, de acordo com a Lei Megan (de 1996, assim chamada em homenagem a uma vítima de Nova Jersey), disse a procuradora-geral Anne Milgram. Ela também pode pegar até 17 anos de prisão.

O fenômeno do “sexting” está desafiando procuradores-gerais nos EUA. Estados como Pensilvânia, Connecticut, Dakota do Norte, Ohio, Utah, Vermont, Virginia e Wisconsin estão acusando adolescentes, a fim de tentar impedi-los de enviar e receber imagens pornográficas.

Leia mais sobre pornografia infantil

ONG processa promotor que acusou garotas de produzir pornografia nos EUA
Homem é condenado a oito anos de prisão por pedofilia no Orkut
Ministério Público denuncia oficial de justiça por pornografia infantil na internet

Folha Online

Lei Maria da Penha – Denúncias de violência contra as mulherem crescem

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Segundo governo, mais de 24.523 pessoas relataram agressão em 2008.
Em 2007 foram registrados 20.050 relatos de agressão.

A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres divulgou nesta segunda-feira (12) o balanço do atendimento pelo Ligue 180 em 2008. O número atende mulheres que sofreram agressões e ameaças. Em 2008, 24.523 pessoas relataram as agressões sofridas para as atendentes. Em 2007 foram registrados 20.050 relatos. Esses casos, segundo o governo, são de mulheres que aceitam relatar como foram agredidas, quantas vezes e por quem.

Segundo o levantamento, mais de 269,9 mil pessoas ligaram para o 180, o que representa um aumento de 32% em relação a 2007. A Secretaria Especial acredita que a procura maior por auxílio está diretamente relacionada com a sanção da Lei Maria da Penha em 2007.

Desse total, 6.499 telefonemas foram para relatar ameaças de morte ou agressão. Outras 13.785 ligações foram para contar agressões leves, graves ou gravíssimas. A maior parte das mulheres que relatou as agressões por telefone (64,9%) disse que é agredida diariamente. Cerca de 16% revelaram sofrer alguma agressão semanalmente.

Contudo, na maior parte das vezes as ligações são apenas para pedir informações sobre onde fazer as denúncias contra os agressores ou para solicitar a indicação de serviços de atendimento para vítimas.

Em 2008, 140.075 telefonaram para o Ligue 180 pedindo informações de como deveriam proceder nos casos de violência familiar e doméstica e crimes contra mulher. Nesses casos, segundo a Secretaria Especial, as vítimas procuram ajuda depois de terem sofrido a agressão, mas não relatam os detalhes da violência. As ligações também são feitas para ter informações sobre seus direitos depois do advento da Lei Maria da Penha.

Outros 102.146 mil ligaram para o 180 pedindo indicação de serviços de atendimento específico, como a localização de postos de saúde que ajudem vítimas de abuso sexual, por exemplo. Desses mais de 102 mil atendimentos, em 45.067 casos as vítimas queriam saber o endereço da delegacia da mulher. Ou seja, nesses casos elas também já teriam sido agredidas e buscavam apoio para fazer a denúncia.

do G1