Fatos & Fotos – 10/02/2021

A insanidade virou rotina no Brasil de 2021! Capitais por todo país com taxas de ocupação de leitos de UTI acima de 80% ou mesmo acima de 90% e nada acontece. Apenas medidas paliativas sem nehum efeito real.


João Dória e Aécio Neves brigam para ver quem foi o mais bolsonarista. Se foi Dória com o seu ‘bolsodoria’ em 2018, ou se foi Aécio nas sombras pela eleição de Artur Lira. Se merecem. Tucano sabe o bico que tem!



Dissolveram a Lava Jato de Curitiba. Silenciosamente. Não tem ninguém na rua. Não está nem nos TT. Sem choro nem vela. Que coisa.


Armazenar pessoas em caixinhas desobriga os preguiçosos de pensar. Caixas escolhidas pelas réguas tortas de quem se julgo apto a legislar sobre a vida alheia. Ou seja, a humanidade inteira. A desconstrução disso é o caminho


Centrão quer pastas q estão com os militaress. A turma é quem é. Tem preço. Mas lembro: se um deles tomar a Saúde do general pateta, melhora ou piora? “Ah, triunfo da velha política”, ainda dizem por aí, com resquícios do vocabulário da felizmente defunta Lava Jato.


Quais são os ingredientes da sopa de veneno servida todo dia ao Brasil? Muita ignorância, claro. Oportunismo. Burrice. Ruindade a gosto. Mas falta alguma coisa para explicar que mais de metade da clientela, mesmo morrendo, lamba os beiços ou pelo menos ache ok. Falta o delírio.


A questão sobre os crimes da Operação Lava Jato é que as coisas são muito piores e mais graves do que se denunciava antes de se conhecer o verdadeiro mar de lama que procuradores e juízes armaram para o país. Não há nos anais da justiça algo com consequências tão devastadoras.


Portas e Janelas
The Dwarf’s Door in Český Ráj, Bohemia, República Checa


O cavaleiro templário de churrascaria Ernesto Araújo – Ministro das Alucinações Exteriores – finalmente conseguiu transformar o Brasil em pária mundial. Nenhum país quer receber brasileiros, o país mais infectado e empesteado do planeta por total culpa do Capitão Cloroquina Jair Bolsonaro.


Ex-juiz e ex-croque


Arthur Lira já tá expulsando a impressa da Câmara. Se continuar assim, Bolsonaro vai conseguir cassar a concessão da Globo antes de 2022!


Diretora de Meio Ambiente da OMS: “70% dos últimos surtos epidêmicos começaram com o desmatamento”. A mudança climática é um problema de saúde pública, não uma questão de ecologia ou ativismo.



Por que estamos discutindo autonomia do BC quando tem gente que não tem o que comer? Qual é a prioridade? Assunto monetário quase arcano ou o Auxílio Emergencial? É sério que ainda há dúvidas sobre a resposta?


Foto do dia – Michael Nash


O Flávio e a Flordelis já estão presos?


Bolsonaro perdeu o apoio do poder bélico dos EUA quando Trump perdeu as eleições. Assim o exército se encontra livre para expor seus reais sentimentos qto ao desgoverno. Acreditem ou não,tem gente dentro do exército brasileiro q odeia o Presidente e mta coisa boa vai acontecer!


Qualquer que seja a resposta, será direcionada apenas a um lugar comum: o ser hunano suprenacista tomou o lugar de Deus. Retira as vidas que não lhe importam. Tristeza absolutamente neste momento.


Supermercados da França se unem em boicote contra soja brasileira produzida em áreas desmatadas


Há pelo menos 30 socialites da Barra da Tijuca com Covid-19. Elas e suas famílias. Acreditaram na ‘gripezinha’, se entupiram de cloroquina preventivamente, badalaram nos eventos, fotografaram sem máscaras e bem juntinhas. Todas bolsonaristas. Um desastre anunciado.


Bolsonaro não governa pensando no Brasil, mas em proteger a si e seus filhos. Seu projeto autoritário de poder ganha força a cada dia. Já tem o controle da PGR, da PF, da Receita, da Abin. Calou o generalato, alugou o Centrão. A democracia está à beira do abismo. É preciso reagir!


Taisho Pond, Kamikochi – Kawase Hasu


Steampunk XXXII
O movimento steampunk, misto de #icçãocientífica e arte, foi adotado por artistas no anos 80 e, para alguns, a partir da “atmosfera” do magnífico “Blade Runner”.
Muito dos objetos desembocaram em peças que adornaram filmes como Mad Max e, mais sofisticadamente elaborados, na série Guerra nas Estrelas.
Quem quiser conhecer melhor o movimento “steampunk” há uma matéria no Boston Globe, que disserta sobre o movimento.
Como obra de arte o movimento steampunk faz uma especulação sobre o que aconteceria se a tecnologia da informação tivesse surgido no século XIX e, em vez da eletrônica, usasse o vapor.

Fatos & Fotos – 29/12/2020

 


As ilustrações de Tang Yau Hoong


Desemprego cresce 2,7% em um ano, enquanto aumenta a informalidade. A taxa de informalidade chegou a 38,8% da população ocupada com 32,7 milhões de trabalhadores informais no país.


Escultura de Mikhail Gubin XVIII


Uma pessoa dá uma festa de arromba de 5 dias, em plena pandemia, reunindo uma pequena multidão em sua mansão. A questão é: só dono da festa parece estar em outro planeta? E todos os envolvidos (músicos, convidados, empresas terceirizadas que dão suporte ao rega-bofe) ficam como?


Automóveis Clássicos – Desoto Hood,1946


Até Sócrates, Platão e Aristóteles vão ser vacinados e a gente não.
Grécia recebe primeiro lote da vacina da Pfizer; a vacinação começará amanhã. Além de 1,2 milhão de unidades esperadas da vacina americana, o país tem acorodo com as empresas Moderna e AstraZeneca.
Γαμώτο Μπολσονάρο.


Relatório da Polícia Federal mostrou que delação de Palocci foi inventada. Foi retirada de pesquisas na internet e notícias falsas de jornais.
E a golpista mor, Globo, divulgou 24 hs com vinheta de plantão. Serviu para gerar fato político na semana que antecedia as eleições de 2018.


Fim do auxílio emergencial.
O povo irá viver como?


Morreu Pierre Cardin. Visionário e pioneiro na moda, estilista francês tinha 98 anos


Como é, Bolsonaro? Não pode interferir na Anvisa para salvar vidas, mas na Polícia Federal e na Abin para proteger os filhos bandidos, pode?



Foto do dia Gjon Mili


Pintura de Gustav Klimt
Lady with a Fan, 1918


Estou impressionado como a vulgaridade infectou o país. Não que antes do Bolsonaro ela não existisse, mas esse governo abriu a porteira. Não  bastassem os Olavos e Saras, um site di-rei-tis-ta faz manchete que Fux “botou (aquilo) na mesa”. Não respeitam o STF ou é ele que não se dá ao respeito?


Ex-Libris Roman Nikolaevich Sustov


Motivos para o fracasso brasileiro:
1.Negacionismo
2.Troca de ministros da saúde na pandemia culminando com um que não conhece o SUS
3.Gasto de dinheiro com remédio que não funciona
4.Falta de planejamento para vacinação
5.Falta de liderança na crise
6.Descaso com a vida alheia
7.Uma vírus na rua e um verme no poder
8.Todas as acima


Ramagem, chefe da Abin, enviou relatórios clandestinos a Flávio Bolsonaro

Dono de temperamento mercurial, o presidente Jair Bolsonaro estava irascível nas primeiras semanas de agosto, na esteira da revelação de Crusoé a respeito dos cheques no valor de 89 mil reais depositados por Fabrício Queiroz e pela mulher dele na conta da primeira-dama Michelle. Àquela altura, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro cumpria prisão domiciliar e o advogado Frederick Wassef, que defendia o filho 01 do presidente, havia deixado a causa após a polícia descobrir que ele escondia Queiroz em sua casa em Atibaia, no interior de São Paulo. O caso tinha voltado com toda força ao noticiário e Bolsonaro estava ensandecido com a ampla exposição negativa de Michelle.

Dois dias após ameaçar encher “a boca” de um jornalista “na porrada”, por tê-lo questionado a respeito dos pagamentos efetuados à primeira-dama, o presidente topou receber no Palácio do Planalto as duas advogadas que haviam assumido a defesa de Flávio — o senador não compareceu porque havia contraído Covid-19. A ideia era discutir um novo plano de ação que pudesse anular as provas obtidas pelo Ministério Público do Rio no esquema de rachid, que teria desviado 6 milhões de reais dos cofres da Assembleia Legislativa fluminense.

Para o encontro, que ocorreu no dia 25 de agosto sem nenhum registro na agenda oficial, Bolsonaro convocou o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o GSI, e Alexandre Ramagem, o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, aparato estatal criado há 21 anos para municiar o presidente da República de informações estratégicas a fim de proteger o estado.

Uma reunião extraoficial envolvendo o chefe da Abin e um ministro para tratar de assuntos particulares do filho do presidente por si só já configuraria o completo achincalhe de Bolsonaro aos princípios basilares da administração pública, como o da impessoalidade, mas o desenrolar dessa trama transformou o episódio em um escândalo que rompe o limite da legalidade. Já se sabia que depois desse encontro, conforme mostrou a Revista Época na sexta-feira, 11, dois relatórios clandestinos que teriam sido produzidos dentro da agência de inteligência do governo contendo orientações sobre as ofensivas necessárias para anular as provas do Caso Queiroz haviam sido encaminhados a Flávio Bolsonaro via WhatsApp, um no dia 20 de setembro e outro em 8 de outubro. Na sequência, os documentos informais foram repassados para as advogadas do senador.

Nos últimos dias, Crusoé teve acesso às duas mensagens e confirmou com uma fonte primária do caso o que até agora não havia sido revelado: o material clandestino foi enviado diretamente pelo próprio diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, ao filho 01 de Bolsonaro. A informação é de extrema importância e gravidade no momento em que o governo, sob os olhares do STF, mobiliza-se para tentar esvaziar a tese de que os relatórios foram confeccionados por um órgão de estado que, sem o menor pudor e de maneira clandestina, extrapolou os seus limites legais para atender a um pedido pessoal do presidente da República em benefício de seu filho enrolado na Justiça.

O próprio procurador-geral da República, Augusto Aras, reconheceu a gravidade do episódio, a despeito da ressalva de que “precisaria ser provado”. Cabe a ele investigar. Se o fizer, conhecerá o que a Crusoé contará em detalhes a seguir: como funciona a estrutura paralela, o tal “sistema particular de informações” montado por Bolsonaro na Abin. E também saberá por que a ação forjada no interior da agência de inteligência para ajudar a defesa de Flávio Bolsonaro no caso do rachid aparentemente não deixou rastros.

PS: No início da semana, o DCM adiantou que a defesa de Flávio Bolsonaro recebeu mensagens por WhatsApp com o resultado do trabalho produzido por um agente da PF que fez a segurança de Bolsonaro no dia da facada em Juiz de Fora, hoje ocupa cargo de confiança na Abin, e é próximo de Carlos Bolsonaro. Foi um trabalho daquilo que Gustavo Bebianno chamou de Abin paralela.

Comportamento,Blog do Mesquita,Corruptos

Escândalo: Abin fez trabalho privado para orientar defesa de Flávio Bolsonaro

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin), um órgão do Estado brasileiro, produziu relatórios de orientação para Flávio Bolsonaro e a defesa do senador com o objetivo de embasar um pedido de anulação do caso Fabrício Queiroz.

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) produziu pelo menos dois relatórios de orientação para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e a defesa do parlamentar sobre o que deveria ser feito para obter os documentos com o objetivo de embasar um pedido de anulação do caso Fabrício Queiroz. Os documentos foram enviados em setembro para o filho de Jair Bolsonaro. A Abin é um órgão do Estado brasileiro e sua apropriação pela família Bolsonaro, para cobertura de crimes, é um escândalo sem precedentes.

De acordo com informações publicadas pela coluna de Guilherme Amado, a Abin detalhou o funcionamento da suposta organização criminosa em atuação na Receita Federal (RFB), que, segundo suspeita dos advogados de Flávio, teria analisado de forma ilegal os dados fiscais dele para fornecer o relatório que gerou o inquérito das rachadinhas.

Um dos documentos é autoexplicativo ao definir a razão daquele trabalho.

Em um campo intitulado “Finalidade”, cita: “Defender FB no caso Alerj demonstrando a nulidade processual resultante de acessos imotivados aos dados fiscais de FB”. Os dois documentos foram enviados por WhatsApp para Flávio e por ele repassados para sua advogada Luciana Pires.

Os documentos contrastam com uma versão do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. De acordo com o general, não teria ocorrido atuação da Inteligência do governo após a defesa do senador levar a denúncia a Bolsonaro, a ele e a Alexandre Ramagem, diretor da Abin, em 25 de agosto.

Terrorismo no Brasil – Grupo do EI em português preocupa autoridades brasileiras

Segundo Abin, troca de mensagens em aplicativo já serviu para divulgar discurso traduzido de porta-voz dos extremistas. A menos de dois meses dos Jogos Olímpicos no Rio, “lobos solitários” são vistos como ameaça.

Silhueta de soldado com fuzil no Iraque

A criação de um grupo em português do “Estado Islâmico” (EI) no aplicativo de mensagens instantâneas Telegram elevou a preocupação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre um risco de atentado terrorista no país, que sediará os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em agosto.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A Abin confirmou nesta quinta-feira (16/06) a existência do grupo chamado “Nashir Português”, em referência à agência de notícias dos jihadistas, a “Nashir News Agency”.

“Essa nova frente de difusão de informações voltadas à doutrinação extremista, direcionada ao público de língua portuguesa, amplia a complexidade do trabalho de enfrentamento ao terrorismo e representa facilidade adicional à radicalização de cidadãos brasileiros”, alertou a Abin em nota.

Ataques feitos por “lobos solitários”, simpatizantes que agiriam de forma individual, como o atirador de Orlando, são uma das principais preocupações da Abin.

De acordo com a agência de monitoramento de terrorismo SITE Intelligence Group, o grupo em português no app Telegram foi criado no último dia 29 de maio.

Em trocas de mensagens, outros grupos anunciaram a busca de simpatizantes para traduzir o conteúdo dos materiais de propaganda do EI.

Uma das primeiras mensagens publicadas é um discurso recente de 14 páginas do porta-voz do grupo terrorista, Abu Muhammad al-Adnani.

“Organizações terroristas têm empregado ferramentas modernas de comunicação para ampliar o alcance de suas mensagens de radicalização direcionadas, em especial, ao público jovem”, disse a Abin.

Ameaças

Em abril, a agência já havia alertado que o Brasil poderia sofrer ameaças terroristas durante os Jogos Olímpicos. Um mês depois, um homem que teria recebido treinamento militar na Síria foi preso em Chapecó, em Santa Catarina, suspeito de planejar um atentado.

Em novembro do ano passado, um combatente francês do EI publicou no Twitter que o Brasil seria o próximo alvo dos jihadistas, na sequência dos atentados em Paris e Bruxelas.

Nas Olimpíadas do Rio, o Brasil irá receber 10.500 atletas de 206 países de 5 a 21 de agosto.

Entre as dez delegações classificadas pela Abin como potenciais alvos de ataques estão as dos Estados Unidos e Canadá.

Vândalos e o Estado Democrático de Direito

Até que enfim! Aplicaram a Lei de Segurança Nacional em uma dupla nos distúrbios de ontem.Black Blocs Blog do Mesquita

Nem são vândalos nem baderneiros. São terroristas com técnicas de guerrilha urbana. Não estão causando somente danos materiais. Estão alimentando a paranoia dos que sonham com intervenção militar, fragilizando a incipiente democracia brasileira, e atentando contra o Estado Democrático de Direito.

A Constituição Federal dispõe de eficácia para lidar com esse tipo de caso. Que seja usada.

Basta enquadrar uma centena desses vagabundos na LSN, que os demais irão colocar o rabo entre as pernas.
O que diabos faz a ABIN que não identifica esses grupos no nascedouro, e os contêm antes de chegarem aos locais dos protestos pacíficos? E a mídia safada que ‘vaselina’ a notícia para que tudo pareça coisa de adolescentes suburbanos?

Todos os dedos apontam contra os que temem o resultado das urnas, querem destituir o governo democraticamente eleito – não entro no mérito da qualidade – e fornecer razões para intervenção militar.

A sorte é que a Av. Paulista – entendam o simbolismo da metáfora – ainda não se sente ameaçada. Percebo a intenção de não permitir que um país com as dimensões e os recursos do Brasil permaneça acordado. Nada mais conveniente para o capital internacional que o gigante volte a dormir.

1. Para conflitos urbanos as FA estão equipadas, principalmente o setor de inteligência e guerra cibernética que é onde “o bicho vai pegar”.
2. Claro que a TFP e cia. querem tirar o PT do jogo.
3. A tentativa do Brasil em comandar um bloco do tamanho da América Latina, ameaça as grandes potências que só desejam as matérias primas.
4. Os tentáculos da diplomacia Brasileira na África e no oriente médio também não são bem vistos.


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O termo Dilma nas redes sociais: o fim da bipolaridade política e o desejo de radicalizar mudanças.

Rede de RTs sobre Dilma mostra o fim da bipolaridade no Brasil. Um grande grupo altamente relacionado (mancha verde claro) é o elemento surpresa do debate público, disputando o sentido do que seja a Dilma.

Rede de RTs sobre Dilma mostra o fim da bipolaridade no Brasil. Um grande grupo altamente relacionado (mancha verde claro) é o elemento surpresa do debate público, disputando o sentido do que seja a Dilma.

A imprensa soltou uma nota afirmando que a Abin (órgão de inteligência do governo federal) passa a estar de olho nas conversações dos perfis das redes sociais. Pelo que vejo, através da análise de rede que faço aqui, a Abin deve estar trabalhando 24 horas sem parar, com todo o seu pessoal mais o triplo de “voluntários”. Isso porque a densidade da rede de tweets, com recorrência da palavra Dilma, publicados no Twitter, só aumenta.

Coletei, nos dias 16 e 17 de junho, esses tweets. Eles somam 170 mil. Destes, 50 mil são de RTs (republicações). Peguei o arquivo e plotei-o no Gephi, buscando saber quem são os Hubs dessa Rede.

Grandes hubs são aqueles que possuem ótimas qualidades de conexões. Autoridades são aqueles que possuem ótimos conteúdos. O poder do segundo reside na credibilidade e na difusão.

O primeiro, nisso e no fato de obter e circular informações de qualidade, para tantas outras autoridades. Resultado já sabido: Hubs são os ativistas. Autoridades, os perfis mais noticiosos.
Para quem quiser visualizar no detalhe, é 
clicar aqui e baixar o pdf.

Explicado isso, vamos aos verdadeiros resultados: a rede “Dilma” no Twitter possui uma densidade enorme. Isso significa que quanto mais conexões (linhas) existirem nessa rede, mais densa ela vai ficando (e isso não pára de acontecer). Uma alerta aí para a Abin (rs) e uma má notícia: o trabalho de vocês vai ser impossível se o crescimento continuar nesse nível. Essa densidade significa, em linguagem de “humanidades”, que há muitas relações sendo produzidas. E essas relações criam, neste momento, componentes (grupos) fortemente conectados. E os grupos estão na rua. Para se ter uma ideia, a rede da figura acima possui 48481 componentes fortemente conectados. E somente 5475 fracamente conectados. É um evento múltiplo de grandes proporções.

Os três grandes grupos

Rede da Perspectiva Anti-Dilma no Twitter.

Rede da Perspectiva Anti-Dilma no Twitter.

Trocando em miúdos. De olho, o que é possível ver? Que há três mega componentes fortemente conectados (dentro desses 48 mil). O primeiro é o azul claro. Nele encontramos o grupo de oposição a Dilma há anos. É uma rede cuja presença podemos visualizar: @robertofreire, @faxinanopoder, @joapaulom, @blogdonoblat, mirandasa_, blogolhonamira, @lidpsdbsenado, @rede45.

Importante salientar que esses perfis ficam juntos porque se retuitam. O caso do Noblat é interessante. Ele é retuitado por muitos perfis, mas, de modo, mais recorrente por essa rede azul. Assim ele é “atraído” para essa rede. Noblat pode dizer que não, mas a sua perspectiva acaba sendo construída, e muito, por esse grupo.

Grupo de Defesa da Perspectiva Dilmista na Rede.

Grupo de Defesa da Perspectiva Dilmista na Rede.

A rede vermelha é o tradicional grupo que blinda a Dilma na rede e constrói pontos de vista alternativos. Um grupo que a própria Dilma passou a se manter com certa distância (em função da aproximação da presidenta com os grupos tradicionais de mídia). O grupo é formado por perfis tais como @zedeabreu, @stanleyburburin, @ptnacional, @blogdilmabr, @emirsader, @rogeriocorrea. É hoje uma rede política consolidada. E é quem está segurando o rojão da presidenta na rede. Veja: o que acontece com a jornalista Mônica Bergamo é o mesmo que ocorre com o Noblat. Bergamo é uma jornalista cuja perspectiva acaba sendo atraída pela rede de temas dilmistas.

Nem azul, nem vermelho, novos atores da opinião pública em rede apresentam pontos de vistas mais conectados com os das ruas.

Nem azul, nem vermelho, novos atores da opinião pública em rede apresentam pontos de vistas mais conectados com os das ruas.

Toda rede ligada a algum político possui um certo padrão:a bipolaridade. Mas a grande novidade dessa rede acima é a mancha verde do grafo. Compostos com grandes centralidades tais como @iavelar, @helenapalm, @teclologoexisto, @semfimlucrativo, @matheusrg, @personalescrito, @tsavkko, @cadulorena.

Essa é uma rede que narra fatos que nenhuma das duas outras gostam muito de discutir: a relação entre gastos públicos e Copa, a questão indígena, a crítica do que é esquerda e direita (são inúmeros temas). Ela tem perfil mais independente. E ganha relevância na conversação na rede. Possui alta conexão com as redes que circundam o centro do grafo. Isso significa que são perfis muito conectados com as ruas.

E a velha mídia, onde está?

Jornal de maior destaque na cobertura dos protestos, o Estadão ver seus tweets serem replicados, no lado esquerdo da tela, pelos seu  seguidores (desconectados com o resto da rede) e por perfis (à direita) de múltiplas matizes, múltiplas perspectivas.

Jornal de maior destaque na cobertura dos protestos, o Estadão ver seus tweets serem replicados, no lado esquerdo da tela, pelos seu seguidores (desconectados com o resto da rede) e por perfis (à direita) de múltiplas matizes, múltiplas perspectivas.

A velha mídia são os nós de forte difusão. Como mostra a figura acima, que mostra o @estadao, o padrão é de ser perfis muito retuitados pelos seus seguidores (desconectados com o resto da rede) e por por usuários de diferentes perpsectivas (à direita da imagem). São autoridades, muito em função, dessa enorme difusão de tweets.

Contudo, por que Folha, Estadão, Marcelo Tas, Rafinha Bastos – perfis muito retuitados – não criam grandes clusteres (grupões)? Simples, porque são retuitados, mas não retuitam. Os jornais, por exemplo, possui uma deontologia jornalística, cujo valor reside no problemático “ver tudo de longe”. Ou seja, esses perfis não são ativos DENTRO da conversação/manifestação, porque não criam relações. E quem não cria relação não tem perspectiva.

Já as celebridades possuem outro ingrediente. Quem é Rafinha Bastos ou Marcelo Tas? Uma autoridade igual ao Estadão, do ponto de vista estrutural de rede: uma mega árvore nesse rizoma. A força deles deriva da escala de seguidores que possuem. Se Rafinha ou Tas assumem o risco de replicar continuamente outros perfis,eles assumirão uma causa política do Outro.

E conectar mensagens escritas por seus seguidores permitem que discursos considerados menores sejam mega visualizados. Aqui reside um egoísmo enorme, que também é o núcleo duro do valor capitalista desses perfis: replicar vozes minoritários ou não? O Marcelo Tas retuitaria – continuamente – os fãns ou não? Por um lado, esses perfis têm tanta audiência, que não conseguem administrar as interações via menções ao mesmo tempo que possuem poucos seguidores (o recado é que eles filtram as pessoas que querem estar atentos – logo, se mantêm longe do que é notícia dentro do ativismo).

Por um outro lado, há uma questão estratégica em torno da “imagem midiática” dessas grandes autoridades. Se retuitam pessoas nos protestos, entram na causa e perdem “valor de mercado”. A opção é tuitar algo original, próprio, para ser muito retuitado: é o oportunismo do surfar no “assunto do momento”. O que percebo é que as autoridades, como o Marcelo Tas. que vivem do “assunto do momento”, para obter muitos RTs e serem mais vistos, acabam por fazer ironia sobre a dimensão ativista, sem criar grandes musculaturas coletivas na dinâmica da rede. E, com isso, acabam por serem simpáticos (ou antipático) ao movimento, legitimando-o de alguma forma, mesmo que seja através de um “tirar uma casquinha para aparecer”. É complexo, mas vejo por aí. PS: sigo ambos no Twitter. E gosto dos dois.

A riqueza dessa rede Dilma está nesse fim da bipolaridade e na intensidade de subgrupos que resolveram debater se o governo da Dilma faz concessão demais ou não, é chanteado por grupo econômicos e políticos ou não, se o governo apoia as ruas ou não, se o governo vai manter as mudanças radicais abertas desde 2003 ou não. A questão na rede passa muito por aí, para além da factualidade das notícias que se difundem.
por /LABIC – Laboratório de Estudos sobre Imagem e CiberCultura

Lula, FHC, Dilma Rousseff e Marina Silva. O time do afunda Brasil

Brasil Amazônia Soberania Nacional Blog do MesquitaReflexões sobre Lula, FHC, Dilma e Marina
Gelio Fregapani ¹

Afinal, para que serve o Congresso Nacional? É crescente a revolta e indignação da sociedade contra a classe política, que se perpetua e enriquece sem cumprir o seu papel de lutar pelo bem da sociedade. Estão brincando com fogo.

Parece que o nosso Congresso decidiu. Quer ser aquilo que vem sendo – um poder nanico, insignificante, que não vale o que gasta. Nossos parlamentares estão entre os mais caros do mundo, e são dos mais numerosos também. Há tanta coisa que poderiam fazer que até justificaria sua existência, por exemplo, se desse um basta na questão indigenista antes que o nosso Pais se desagregue e assim ninguém mais reclamaria e seus gastos.

Já para remunerar vereadores , não se consegue achar justificativas

Lula e FHC

Collor e FHC levaram a desnacionalização às últimas consequências. Acabaram com as com as estatais, eliminando assim, muito do que havia de nacional, fazendo o País gastar centenas de bilhões de reais para entregar, a troco de nada, as jóias da Coroa e praticamente toda a infra-estrutura.

Posteriormente, ainda o Governo FHC, apagou da Constituição a distinção entre empresas de capital nacional e de capital estrangeiro acabando com quase toda indústria privada nacional que ainda sobrevivia. O Governo do PT, apesar de não compactuar filosoficamente com a desnacionalização, tem cedido as pressões e a desnacionalização continua, embora em ritmo menor.

O presidente Lula não foi de todo ruim, pelo menos se comparado com o FHC. Teve erros terríveis, cedeu à pressões estrangeiras, como o caso da reserva Raposa-Serra do Sol e disseminou a corrupção, antes restrita aos altos escalões, mas freou as desnacionalizações tucanas e manteve o Brasil fora da recessão mundial com seu assistencialismo, que para a ocasião foi certo.

Precisa “desencarnar”

Lula teve seu papel, mas agora seria a hora de “desencarnar” da Presidência. Inconformado, lamentavelmente procura influir, ou mesmo mandar no governo Dilma.

A presidente atual enfrenta, por isso, o momento mais difícil de seu governo. Quem a está deixando em maus lençóis não é a oposição, mas Lula, talhado para ser o maior desafio da presidente Dilma, que ainda pode mobilizar os que estão gostando de seu governo, pela sua presteza em resolver os problemas emergenciais com firmeza, (e são muitos) e colocar o Lula em seu lugar, apesar do PT ficar com o Lula na disputa.

Mas Dilma também pode se intimidar e deixar a coisa fluir por medo da força do PT. Nesse caso, seu governo começará a acabar. Ainda que seja reeleita em 2014, f icará mais quatro anos sendo apenas tolerada na gerência.

Figura Nefasta

Uma figura ainda mais nefasta, Marina Silva, pensa em se candidatar à presidência. Se conseguir se eleger, ficará proibido o plantio de maçãs em Santa Catarina, de parreiras no Rio Grande e de arroz em várzea no Brasil. Podemos até viver sem maçãs ou sem uvas, mas não sem feijão com arroz. Teremos que comer arroz de várzea produzido no Uruguai ou na China.

Gente como Marina olha para a questão do Código Florestal à luz dos interesses dos competidores internacionais. Isto já sabíamos, mas a atitude do Ministério Público, por ideologia ambientalista radical e equivocada, é que não se compreende. Pode levar o caos aos pequenos produtores rurais brasileiros e elevar piorar o drama o preço dos alimentos na inflação, prejudicando toda a sociedade brasileira. Querem conceder aos animais e às plantas nativas o que negam aos seres humanos.

¹ Gelio Fregapani é oficial da reserva, e um dos maiores conhecedores da Amazônia onde já esteve em praticamente todos os locais habitados e muitos dos desabitados.
Foi Secretário de Segurança em Roraima. Foi Assessor de Assuntos Estratégicos da Universidade Pan-Amazônica.
No Exercito, onde serviu por quatro décadas foi quase sempre ligados a Amazônia, foi um dos fundadores do Centro de Instrução de Guerra na Selva e um dos seus mais destacados comandantes.
É considerado como mentor da Doutrina Brasileira de Guerra na Selva.
Na Agencia Brasileira de Inteligência foi o coordenador do Grupo de Trabalho da Amazônia, que reunia os especialistas no assunto das Forças Armadas, Policia Federal, EMBRAPA e outros órgãos de Sistema Brasileiro de Inteligência.
Como Superintendente da Agencia Estadual de Roraima, da ABIN, teve um observatório privilegiado do problema da Raposa Serra do Sol.

A dupla Gilmar Mendes e Demóstenes Torres volta ao noticiário

O início do “imbroglio”: o, digamos, “empresário” de jogos Carlinhos Cachoeira, habilitou em Miami 15 aparelhos de rádio, da marca Nextel, e os distribuiu entre pessoas de sua mais estrita confiança.

De acordo com a Polícia Federal, o propósito de Cachoeira era evitar que escutas telefônicas, legais ou ilegais, captassem suas conversas com os comandantes de uma rede de exploração ilegal de máquinas caça-níqueis em Goiás e na periferia de Brasília.

Segundo o blog do Ailton Medeiros, nos relatórios da investigação, o grupo contemplado com os rádios é chamado de “14 + 1”.

Entre os 14, há foragidos e os que foram presos com Carlinhos Cachoeira durante a Operação Monte Carlo, da PF. O “1” é o senador Demóstenes Torres (GO), líder do Democratas no Senado Federal.
José Mesquita – Editor


O ministro Gilmar Mendes, todos lembram, saiu a bradar aos quatro ventos sobre “grampo” na linha telefônica que servia ao seu gabinete no Supremo Tribunal Federal (STF).

Mendes acusou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), chamou o presidente Lula às falas e, com apoio na uma inverdade apresentada pelo ministro Nelson Jobim a respeito de equipamentos para interceptações telefônicas disponíveis, derrubou o correto e íntegro delegado Paulo Lacerda, responsável pela agência de inteligência.

Em outras palavras, Lula cedeu e “fritou” Paulo Lacerda, que foi “exilado” em Lisboa.

A respeito da postura de Lula com relação ao caso Mendes-Lacerda escrevi vários artigos na revista CartaCapital.

Em papel, o ministro Mendes apresentou à imprensa o teor do “grampo”, ou melhor, da conversa entre ele e Demóstenes.

Até agora, não se sabe de onde foi feita a transcrição.

Demóstenes confirmou o teor do diálogo dado como interceptado. Gilmar, idem.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A prova da materialidade, no entanto, nunca apareceu e a Polícia Federal jamais encontrou o tal grampo.

Um caso teratológico de escuta sem áudio.

Para a Polícia Federal não existiu grampo e nenhum indício sobre o denunciado por Mendes. Sobre a fita que serviu à transcrição em papel, silêncio sepulcral.

O jornal Folha de S.Paulo informava que no gabinete do senador Demóstenes trabalha a enteada de Gilmar Mendes.

Fora isso, a Folha apresenta matérias das ligações promíscuas entre Demóstenes e o notório Carlinhos Cachoeira, bicheiro e explorador da jogatina eletrônica e ilegal.

Além de presentes de casamento recebidos de Cachoeira, o senador Demóstenes teria, conforme grampo telefônico feito com autorização judicial, pedido ao seu amigo — que explora ilegalmente a jogatina — para pagar despesas de táxi-aéreo no valor de R$ 3 mil.

Para especialistas, não há impedimento legal (não haveria nepotismo, pois Montesquieu consolidou a separação dos Poderes e a Constituição diz serem independentes e harmônicos) no convite feito pelo senador para colocar, em cargo de confiança, a enteada de Gilmar Mendes que, funcionária de carreira do Ministério Público Federal, põe um bom extra remuneratório na bolsa com a deslocação para um cargo de confiança.

Com a enteada no seu gabinete e na iminência de ser investigado caso haja autorização do STF, espera-se que o ministro Gilmar Mendes, por motivo de foro íntimo, não decida em casos a envolver Demóstenes.

De boa cautela, também, que, sobre impedimentos de foro íntimo, Mendes não se aconselhe com o ministro Dias Toffoli.

O ministro Toffoli nunca enxerga impedimentos, quer na Ilha de Capri, quer no Brasil e, por exemplo, no casos em que a namorada atua como advogada de réu do “mensalão” ou no relativo a inimigo político do irmão prefeito que condena criminalmente.
Viva o Brasil.
Por Wálter Fanganiello Maierovitch

Ministro das cidades é mentiroso

Continuo impressionado com a incompetência e/ou desinformação de D. Dilma em escolher ministros.
Ou é “cunpãerismo? Qual o mistério que impede que se faça um apanhado da vida pregressa de um candidato a ministro?

A mais simplória empresa privada, sem ter os “sofisticados” meios da ABIN, faz sérias diligências antes de contratar um novo funcionário.
Será que os atuais ministros resistiriam a um “pente fino”?
José Mesquita – Editor


Confirmado: novo ministro das Cidades mentiu. Ele é mesmo sócio de uma empresa que atua em programa do ministério

Era só o que faltava. O novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, é realmente sócio do dono de uma imobiliária que negocia imóveis do programa “Minha Casa, Minha Vida” em João Pessoa, informa reportagem de Breno Costa, publicada na Folha.

O ministério das Cidades é justamente a pasta responsável pela execução do programa, principal bandeira do governo na área da habitação popular.

A Araújo Imobiliária, que pertence a Diógenes Araújo Lins, com Aguinaldo Ribeiro, tem atuação na capital paraibana desde os anos 80.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]E será que o tal Diógenes é apenas um “laranja”? Afinal, a empresa fica num terreno aos fundos do escritório político de Aguinaldo Ribeiro, vejam só que coincidência.

Reportagem da Folha, publicada no último domingo já havia mostrado que Ribeiro ocultou da Justiça Eleitoral nas últimas eleições o fato de ser dono de quatro empresas.

E agora se comprova que duas delas têm atuação na área da construção civil e incorporação de imóveis, atividades ligadas ao ministério.

Traduzindo: isso significa que o ministro mentiu ao tomar posse, quando afirmou que a omissão do fato de ser sócio de várias empresas, em sua declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral, não passava de “factoídes”, alegando que havia declarado tudo à Receita Federal.

As notícias, infelizmente, não eram “factóides” e confirmam a má fé do ministro. Aliás, ele jamais explicou o motivo de ter omitido as informações em sua declaração à Justiça Eleitoral quando se candidatou a deputado federal nas eleições de 2010.

Deveria ser cassado devido a esse ato de flagrante desrespeito à legislação eleitoral, porque o motivo é óbvio – as informações à Justiça Eleitoral são públicas, qualquer pessoa pode acessar, enquanto as informações à Receita Federal são sigilosas, só acessáveis mediante autorização judicial.

Ribeiro, que ocupava o posto de líder do PP na Câmara dos Deputados, assumiu o Ministério das Cidades no lugar de Mário Negromonte, que saiu após suspeitas de irregularidades na pasta.

Detalhe curiosíssimo.
Quando ainda estava no ministério, há alguns meses, Negromonte deu declarações à imprensa, afirmando que a maioria da bancada do PP na Câmara dos Deputados era formada de “fichas-sujas”, vejam que ele acertou na mosca.
Carlos Newton/Carlos Newton