Sidney Rezende tem razão

Ultimamente tenho perseguido a máxima do brilhante e ético jornalista Sidney Rezende, que foi demitido pelo todo poderoso da Globo, Ali kamel, por postar nota, em seu facebook, que os jornalistas são obrigados a sempre postar fatos negativos na mídia, ou seja, sempre diminuindo o governo federal.

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Parece que o chefão da Globo não admite “falhas”. Creio que as comissões de diretos humanos, a ABI, Sindicatos dos Jornalistas deveriam fazer uma visita as redações para saber como está o clima entre os jornalistas.

Segundo ainda Rezende: “Há uma má vontade dos colegas que se especializaram em política e economia. A obsessão em ver no Governo o demônio, a materialização do mal, ou o porto da incompetência, está sufocando a sociedade e engessando o setor produtivo”, escreveu o jornalista, até então um dos âncoras do canal de notícias da Globo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Na lógica de Sidney Rezende , as noticias mais “importantes” da semana foram: Agencia Moody’s ameaça rebaixar a nota do Brasil; Comentário: essa agência americana faz parte de todas que davam nota AAA ( Grau máximo de investimento) aos EUA, em 2008, ano da maior quebradeira econômica nos EUA. Essas agencias de riscos estão desacreditadas no mundo.

Lula, seu filho e o ex-ministro foram convocados para prestar esclarecimento sobre uma medida provisória à Policia Federal. Agora sabemos, da parte do próprio Lula, que ele não emitiu a MP. Se a MP investigada não foi emitida no governo de Lula, então a convocatória para esclarecimento na Policia Federal ao Lula, filho e ao ex-ministro estão canceladas?

Creio que o advogado dos três deveria ir à justiça alegando o direito de resposta. Todo o país tomou conhecimento do fato. E ser chamado na polícia não enriquece o currículo de ninguém. Aliás, é inconcebível que a Polícia Federal cometa um erro dessa magnitude, justamente agora que a democracia brasileira está sendo atacada!

O Globo de 12/12: “Datafolha: 68% não veem melhoras após 13 anos de PT”
Não sei qual a pergunta que foi feita ao pesquisado, mas creio que a resposta seria outra se dissesse para ele que no governo do PT aconteceram os seguintes fatos:

Brasil saiu do mapa da fome da ONU;

Brasil supera a meta da Organização Mundial da Saúde da ONU na mortalidade infantil;

“Brasil reduz a pobreza extrema em 75%, diz FAO” entre 2001 e 2012 , noticia no Estadão e Folha de 16 de setembro de 2014;

Governo brasileiro contrata milhares de médicos, no “Programa Mais Médicos” para atender regiões abandonadas pelos profissionais de medicina brasileiros;

Brasil em 2013 era a 6ª economia no mundo. E noticia da BBC Brasil de 27/12/13: “Consultoria prevê Brasil como 5ª maior economia do mundo até 2023”.

A Petrobrás anuncia, em 2006, que desenvolveu tecnologia inédita no mundo e descobriu o pré-sal. O pré-sal, que os críticos diziam que estava adormecido no fundo do mar, já produz hum milhão de barris por dia, o suficiente para abastecer juntos todos os países do MERCOSUL. Com essa descoberta o Brasil eleva suas reservas de hidrocarboneto para mais de 100 bilhões de barris, o suficiente para abastecer o pais nos próximos cinquenta anos pelo menos.

*Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

Tópicos do dia – 16/12/2011

08:29:15
ABI e o ano Marighella
A Associação Brasileira de Imprensa vai propor que 2012 seja o Ano Marighella.
Ano Marighella? Jura?
Né gozação não? Ou falta do que fazer?

08:50:05
Alemanha controla a Europa. De novo!
Ah!, a história. Aquilo que Hitler não consegui, Ângela Merkell tirou de letra!
Saiu o marco, entrou o euro. Goela abaixo dos países europeus. Sem um tiro, SS ou Wehrmacht.
Os catatônico países do Velho Continente estão novamente de quatro ante às determinações e aos recursos do governo de Berlim.
Alemães mais satisfeitos do que quando as divisões panzer do Marechal Guderian invadiam as capitais do velho mundo durante a 2ª guerra mundial.
O velho Karl, O Marx, acertou novamente: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa”.

09:34:49
Deputado Jair Bolsonaro argumenta contra a ‘Lei da Palmada’:
“Agressão já tem lei, não precisa de mais uma. Que moral o Estado tem para se meter na minha família?”
Nós os Tupiniquins poderemos dar palmadas nos políticos peraltas?

09:55:37
Educação; A grana é quem desempata!
A Câmara aprovou ontem projeto do senador Marcelo Crivella (PRB) que estabelece, em caso de empate nos vestibulares para universidades federais, que a vaga será do candidato com renda familiar mais baixa.
Sem a corrupção endêmica, patrocinada por suas ex-celências, haveria dinheiro para garantir vagas aos dois.

16:48:04
Ministros e polícia.
De Ruy Barbosa a Roberto Campos; de Oswaldo Aranha a Tancredo Neves; de Darcy Ribeiro a Mário Henrique Simonsen, entre outros, cargo de ministro sempre foi sinônimo de probidade e competência.
Na era petista virou caso de polícia.


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O círculo vicioso e vergonhoso da impunidade no Brasil

A impunidade que grassas com uma praga insaciável na Taba dos Tupiniquins, humilha a sociedade e causa prejuízo a todos.

Estamos atolados no perigoso sentimento de que as penas, a aplicação das penas, a morosidade da justiça e as leis demasiadamente protecionistas ao criminoso estão destruindo o que ainda resta de esperança no povo brasileiro.

Não é possível que o braço pesado da lei aplique punição ao indivíduo que pratica um ato ilícito somente aos que habitam a base da pirâmide, e não seja aplicada com rigor e efetividade para todos, sem distinção de cor, raça, sexo, condição social, origem, religião ou idade.
O Editor


 

Há um padrão criminoso no Brasil que desmoraliza os governos, a justiça e a democracia.

É o poder dos chefões do tráfico de drogas e de outras organizações criminosas, ao comandar suas quadrilhas de dentro dos presídios. Esses bandidos continuam administrando seus negócios, ganhando dinheiro, desfrutando mordomias, debochando da justiça e ameaçando e mandando eliminar adversários.

Este mesmo padrão se repete na política brasileira. Quando um chefão graúdo da política é flagrado e denunciado por corrupção, a punição que recebe é ser afastado do cargo. E sempre com homenagens e agradecimentos pelos relevantes serviços prestados.

Depois, o que acontece com o chefão da corrupção? Ele continua no poder, fazendo os mesmos negócios escusos, ganhando mais dinheiro, instalado em gabinetes e hotéis de luxo, apoiando correligionários e perseguindo adversários. E zombando da justiça, rindo da nossa cara, das pessoas que trabalham e pagam impostos.

Ah! Tem uma diferença! Tem uma diferença importante! Eles nem chegam a ser julgados, nem condenados e muito menos são presos. Vivem livres e soltos, mandando e desmandando, adulados por seus partidos e outros beneficiários da corrupção. São até mesmo nomeados para outras funções de destaque e outros cargos públicos. Depois são apoiados com propaganda e com todo o dinheiro que precisam para se reeleger.

E o pior de tudo: os chefões da corrupção indicam, promovem, impõem a nomeação de juízes para os tribunais que deveriam julgá-los e condená-los.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Este é o círculo vicioso e vergonhoso da corrupção e da impunidade no Brasil.

Corrupção – em escala menor ou maior – existe em todo lugar e desde que o mundo é mundo. A diferença no Brasil de hoje é que a corrupção se tornou uma pandemia disseminada como estratégia de poder, que contaminou todos os níveis e todas as esferas do governo e dos serviços e políticas públicas.

A corrupção passou a ser imposta à sociedade como a única forma de fazer política no Brasil e de governar. Tudo e todos têm de pagar o imposto da corrupção, que rouba o dinheiro da saúde, da segurança, da merenda escolar e da educação.

É para lutar contra isso que estão sendo organizadas manifestações nesta quarta-feira, dia 12 de outubro em todo o país. É para construir um sistema político melhor, que puna a corrupção e combata a impunidade.

É por isso, que a agenda dos movimentos contra a corrupção começa pela aplicação da Lei da Ficha Limpa, pelo fim do voto secreto no Congresso Nacional, pelo limite à imunidade parlamentar, pela agilidade de julgamento nos casos de corrupção e pelo aumento das penas para corruptos e corruptores.

É por isso que não basta demissão. Tem de ter prisão!

Esta será uma campanha dura e longa. Há uma grande inércia política no país. Milhões de pessoas são beneficiárias desse sistema de poder corrupto. Muitos querem manter a qualquer preço empregos, bolsas, contratos e privilégios. Outros tantos temem sofrer retaliações.

Mas nós vamos perseverar, vamos aumentar a grande onda contra a corrupção e a impunidade. Vamos mobilizar mais gente e organizações, vamos convocar entidades independentes como a ABI, a OAB e a CNBB, que fizeram um manifesto no dia 7 de setembro, mas precisam se envolver mais nesta luta.

Vamos em frente na rede e nas ruas! Vamos vencer os chefões da corrupção e afirmar a democracia no Brasil! Vamos por cada vez mais pressão nos bandidos do poder!

Por Altamir Tojal

Urna eletrônica: por que você não deve confiar

Congratulações à OAB
Maria Apareceida Cortiz ¹
Advogada em S.Paulo – maria.cortiz@uol.com.br
Eng. Amilcar Brunazo Filho
membros do Comitê Multidisciplinar Independente – CMind
Conheça o Relatório do CMind

Caros

Tradicionalmente a OAB, assim como a ABI, assumem posições corajosas em defesa de ideais e princípios sociais.

Como membro do Comitê Multidisciplinar Independente (CMind) e moderador do Fórum do Voto Seguro venho manifestar minhas congratulações ao Conselho Federal da OAB e a sua Comissão de Informática pela recente decisão de não legitimar os programas de computador do sistema eleitoral desenvolvido pelo TSE

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Como poucos vão entender a importância e a coragem dessa nova postura da OAB, cabe aqui apresentar um breve histórico.

Em 2002 foi aprovada a Lei 10.408/02 que previa a adoção do Princípio da Independência do Software em Sistemas Eleitorais a partir de 2004. Este princípio determina que auditoria do resultado eleitoral possa ser feita de uma forma que não dependa de confiar no software instalado nas máquinas de votar.

Em 2003, a autoridade eleitoral absoluta brasileira, comumente chamada de justiça eleitoral, laborou para derrubar esta lei antes mesmo que vigorasse e conseguiu aprovar a Lei 10.740/03 que retornava à situação anterior, onde a auditoria do resultado eleitoral é substituída por um método totalmente dependente da confiabilidade do software.

E, para tentar estabelecer a confiabilidade do software eleitoral, esta lei de 2003 concedia aos partidos políticos, ao MP e à OAB a função de validar e assinar digitalmente os programas desenvolvidos pelo TSE.

Em 2004, foi a seguinte a atuação destas entidades:

1) o PT, PDT e OAB enviaram representantes para avaliar o software e chegaram a desenvolver programa próprio de assinatura digital.

2) o MP assumiu uma posição estritamente formal. Não fez nenhuma avaliação do software eleitoral mas decidiu assiná-los mesmo assim, usando um programa derivado do programa do PDT.

Esta experiência revelou enormes custos e dificuldades que na prática tornavam impossível a validação do software por essas entidades.

Assim, a partir de 2006, o PDT continuou enviando representante para analisar os programas mas deixou de assinar digitalmente porque não podia assegurar a confiabilidade do sistema analisado.

A OAB assumiu a mesma postura formal do MP em 2006 e 2008, isto é, não fazia nenhuma avaliação técnica do software eleitoral mas emprestava seu prestígio à autoridade eleitoral ao participar da cerimônia oficial final de assinatura dos arquivos.

Em abril de 2010, o CMind entregou o seu relatório ao presidente da OAB, Dr. Ophir Calvacanti Jr., onde denunciava os riscos à sociedade nessa postura de legitimar o software eleitoral sem de fato, o ter avaliado.

O Dr. Ophir disse então que pediria parecer à comissão de direito eleitoral e informática da entidade e declarou:

“Se o parecer disser que a Ordem não deve legitimar, não vamos legitimar [o atual modelo de votação eletrônica]”, ressaltou, antes de reconhecer que “hoje, a OAB faz de conta [que fiscaliza as eleições]”.

http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2010/04/15/Brasil/OAB_diz_que_sistema_de_votacao_el.shtml

E a promessa foi cumprida. A comissão de informática da OAB enviou o sr. Rodrigo Anjos, especialista em TI, como seu representante devidamente credenciado ao TSE. Ao constatar que o conjunto do software eleitoral era composto por dezenas de milhares de arquivos com mais de 16 milhões de linhas de código-fonte, foi confirmado que não havia condições práticas de validar o software do TSE e decidiu-se que a OAB não iria assinar cada programa para que não se passasse a imagem de legitimadora do processo.

Houve, no entanto, um mal-entendido no desenrolar. O TSE marcou inicialmente a cerimônia de assinatura e lacração dos sistemas para o dia 02 de setembro e seu presidente convidou o presidente da OAB para a cerimônia. Como a OAB não iria assinar os programas, foi enviado o Sr. Francisco Caputo Neto, presidente da OAB do Distrito Federal, para assistir a cerimônia.

Mas, naquele momento, o Sr. Caputo foi convidado a assinar “o pacote dos programas” (e não cada programa individualmente) e assinou-os sem saber ou sem considerar que tal assinatura era meramente formal não capacitaria os representantes da OAB a poder verificar as assinaturas dos sistemas instalados.

Desde então, no saite do TSE consta com destaque a notícia de que a OAB, junto com o MP, teria dado legitimidade os programas.

http://agencia.tse.gov.br/sadAdmAgencia/noticiaSearch.do?acao=get&id=1327485

Mas havia erros no software assinado no dia 02 de setembro e nova cerimônia de compilação, assinatura e lacração teve que ser realizada nos dias 13 e 14 de setembro lá no TSE.

Obs.: os erros encontrados eram primários (buffer overflow) e confirmam a imaturidade do processo de desenvolvimento do software do TSE, que já fora denunciada no Relatório COPPE-UFRJ (de 2002) e no relatório CMind (de 2010), e mostra ainda que quem assinou no dia 02 (MP, PT e o Sr. Caputo Neto) não tinha feito uma avaliação eficiente.

Finalmente, nesta cerimônia do dia 14 de setembro, a OAB cumpriu a determinação de sua comissão de informática e não enviou nenhum representante para assinar e legitimar o software desenvolvido pelo TSE.

Consideramos bastante corajosa a decisão do pres. Ophir da OAB e merecedor de nosso elogio.

A assessoria de imprensa da autoridade eleitoral brasileira, que por seu absolutismo tem muita dificuldade em reconhecer suas mazelas, escondeu da imprensa a cerimônia do dia 14 para que não tivesse que admitir que havia erros nos programas detectados à undécima hora e, mais, que a OAB finalmente deixou de legitimar seu método de desenvolvimento de software. Significativamente, em destaque no saite do TSE continua a noticia da lacração do dia 02 com presença de representante da OAB.

A lamentar, temos a posição do MP de continuar assinando os sistemas do TSE sem nunca ter feito nenhum esforço técnico de avaliação do sistema, permitindo que se passe para a sociedade que esta instituição legitima um sistema eletrônico que, na realidade, nunca avaliou.

E, como engenheiro que sou, lamento também que a minha associação de classe, o sistema CREA-CONFEA, não tenha ainda se capacitado para avaliar o sistema eleitoral eletrônico brasileiro e apresentar seu parecer à sociedade brasileira.

O TSE pode fazer mais.
Além da APURAÇÃO RÁPIDA DOS VOTOS, que já nos oferece, deveria propiciar uma APURAÇÃO CONFERÍVEL PELA SOCIEDADE CIVIL

ABI: 100 anos para que ninguém mude uma vírgula da informação

“Vírgula pode ser uma pausa… ou não. Não, espere. Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34.
Pode ser autoritária. Aceito, obrigado. Aceito obrigado.
Pode criar heróis. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.
E vilões. Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.”

Sobre a vírgula

Capanha comemorativa dos 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa – ABI

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.

Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.