Sai o Exército e entra a droga

A inominável ação criminosa, contra os jovens moradores do Morro da Providência, no Rio, teve a mais parcial cobertura que a imprensa costuma cometer. O que interessa para os marrons jornalistas é o sensacionalismo.

Até agora somente se crucifica, injustamente, o Exército, e não se aborda o comportamento criminoso, e impune, dos traficantes que torturaram e mataram os jovens. Nenhuma reportagem foi feita sobre os bárbaros traficantes do Morro da Mineira.

Provocar essa parcialidade, parece ser técnica dos narcotraficantes, para afastar a presença do Estado, em quaisquer de seus estamentos, e manter incólume o poder sobre as populações das áreas por eles, os narcotraficantes, controladas.

Sai o Exército, volta o tráfico na Providência

De O Globo Online:

Um dia após o Exército deixar o Morro da Providência, no Centro, depois de a Justiça Eleitoral do Rio ter embargado as obras do projeto Cimento Social, traficantes voltaram nesta quarta-feira a marcar seu território, como revela reportagem publicada pelo jornal O Globo nesta quinta-feira ( acesso à íntegra somente para assinantes ).

Em algumas casas recém-reformadas pelo projeto, apareceram inscrições com as iniciais de uma facção criminosa – as letras foram escritas com pedaços de tijolo.

Policiais militares do Grupamento de Policiamento de Áreas Especiais (Gpae) faziam o patrulhamento na favela, enquanto carros das Rondas Ostensivas Nazareth Cerqueira (Ronac) circulavam no entorno do morro.

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e designer gráfico e digital.

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

Mais artigos

Siga-me