Rosane, ex Collor: ‘Sou um arquivo vivo’


A ex ‘primeira dama’ do agreste parece até que esta depondo em CPI. Não pode responder a nada, mas ameaça deixar ‘aquilo roxo’ roxo de raiva. Contudo, não exista nada que ‘ella’ possa saber que os Tupiniquins não imaginem ser pior.
Uma entrevista do tipo transcrita abaixo, cheia de “não possa falar” é na melhor das hipóteses um anúncio do tipo “vende-se”!
Na realidade é uma clara atitude de obstrução da lei. Em qualquer país decente essa senhora seria convocada pela polícia a prestar esclarecimentos sobre os “não posso falar sobre isso”.
Ex-mulher, é para sempre!
O Editor

Separada de Fernando Collor há quatro anos e meio, a ex-primeira dama Rosane Malta Collor se autodefine assim:

“Eu sou um arquivo vivo. Faço parte do passado. Sou um arquivo vivo”. A julgar pelo que diz, Rosane condenou-se ao convívio com o medo:

“Eu disse que qualquer coisa que acontecesse comigo eu culparia ele. Já disse na Justiça: qualquer coisa que acontecer com a minha vida a responsabilidade é dele”.

Rosane falou ao diário carioca Extra. Não é a primeira vez que ele se achega aos holofotes. Ela trava com Collor, hoje senador pelo PTB, uma disputa judicial.


Você leu?: Amazônia; Esse é o alvo. Petrobrás é despiste.


Reivindica metade do patrimônio do ex-marido. Collor não a deixou propriamente desamparada. Rosane vive numa confortável casa de quatro quartos, em Maceió.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Para encher a geladeira e tocar a vida, recebe de Collor pensão mensal de R$ 13 mil. Mas Rosane quer mais.

Por isso, ela irrompe no noticiário de tempos em tempos. Só para lembrar ao ex-marido que existe. E que é portadora de segredos insondáveis, colecionados em 22 anos de convívio matrimonial.

Até aqui, Rosane mantém fechadas as gavetas mais comprometedoras do seu “arquivo”.

Antes dessa nova aparição, a ex de Collor falara ao repórter Alexandre Oltramari, em dezembro de 2007.

Discorrera sobre quase tudo: brigas, traições, inveja, macumba… Só não falara sobre o essencial.

Vale a pena ouvir de novo as últimas respostas que a Rosane de 2007 dera ao repórter Oltramari:

– Entre o impeachment, em 1992, e a sua eleição para o Senado, o ex-presidente praticamente não trabalhou. Como ele bancava seus gastos pessoais com uma renda de R$ 25,8 mil reais?

Não posso falar sobre isso.

– Estima-se que a parceria entre PC Farias e o ex-presidente tenha deixado um saldo de 60 milhões de dólares em contas secretas no exterior. A senhora tem alguma idéia de onde foi parar esse dinheiro?

Não posso falar sobre isso.

– A senhora acredita que o presidente tenha contas secretas no exterior?

Não posso falar sobre isso.

– A senhora não pode responder porque não sabe ou porque tem medo de sofrer alguma retaliação?

Não posso falar sobre isso.

Na nova entrevista, Rosane continuou guardando silêncio “sobre isso”.

blog Josias de Souza

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