Roberto Freire e o comunismo de oportunismo

Recebo e-mail, mais um, em exaltação ao lamacento Roberto Freire, repassado por um ex-oficial, que sempre conheci cerrando fileiras intransigentemente conta qualquer pessoa com o mais leve tom avermelhado que remetesse a comunismo.

Inacreditável que esse honrado oficial pregue loas para um desqualificado comunista de oportunismo chamado Roberto Freire.

Interessante, na realidade trágico e lamentável, como o mundo dá voltas, e me leva cada vez mais a não entender a natureza humana, regada pelo inexplicável, fazer de um comunista notório, um pulha de substrato da ditadura do proletariado, Roberto Freire, antes execrado e perseguido como nocivo à democracia, ser transformar em ícone por alguns remanescentes do movimento de 1964, tão somente, por oportunismo, externar aversão ao Lula.

Meu pai, já falecido, me ensinava; não existe e nem existirá ex-comunista. O combativo General Almir Macedo de Mesquita, com 40 anos de serviços prestados, com fervor e desprendimento à gloriosa arma de artilharia, nossa última esperança que é o Exército Brasileiro, deve estar se revirando na tumba ao ver companheiros de caserna incensando pulhas da categoria desse comunista oportunista.

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e designer gráfico e digital.

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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