Pizzolato e a prisão de João Paulo Cunha

Mensalão,Corrupção,Ação Penal 470,Joaquim Barbosa,STF,Supremo tribunal Federal,Fantasma da ópera, Blog do MesquitaÉ recomendável, na realidade necessário, que os fatos sejam apurados, principalmente na área judicial/policial, para que se possa ter uma noção mais próxima da realidade que as sensacionalista reportagens midiáticas, cujo objetivo primário, e primário, é o sensacionalismo, a mancha de reputações, e a busca desesperada por audiência.

Um apanhado em diversas fontes de informações, o que está, e o que não está contido nas entrelinhas das agências de notícias e nas palavras de entrevistados e analistas televisivos, leva-me a especular que o STF não prendeu João Paulo Cunha quando Joaquim Barbosa estava em férias, gerando rumorosa polêmica em torno da questão, porque havia uma solicitação da Polícia Federal, que estava monitorando contatos de João Paulo Cunha com Henrique Pizzolato.

O principal objetivo era a apreensão, e a respectiva remessa para o Brasil dos computadores de Pizzolato.
Especula-se que o conteúdo dos HD’s dos computadores de Pizzolato poderiam conter preciosas informações sobre as ainda ligações perigosas entre o ex-diretor do Banco do Brasil e membros estrelados PT.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Assim e sim assim for me parece que as críticas sobre a não prisão de João Paulo Cunha por decisão do ministro Joaquim Barbosa fora extemporâneas e injustas.

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Não sobrará nada. Nem a ira nem o choro. André Mendonça é aprovado no Senado e vai virar ministro do Supremo . Teve  47 votos

José Saramago – 01/12/2021

Boa noite. José Saramago Nós temos sempre necessidade de pertencer à alguma coisa; e a liberdade plena seria a de não pertencer a coisa nenhuma.