Ministério da Justiça determina que atendimento ao consumidor seja em um minuto

O Ministério da Justiça estabelece norma rígida para atendimento ao consumidor. O insuportável e neurotizante atendimento dos “call centers“, ô anglicismozinho insuportável, que consegue combinar o uso abusivo do insuportável gerúndio, argh! com uma refinada técnica de “enrolation”, argh!, estão com os dias contados.

Para os empresários, que se valem do atendimento impessoal para aplicar “uma canseira” no martirizado consumidor, as novas regras os farão respeitar o cidadão.

O que hoje é um cânone — uma esperteza, para as empresas, e um calvário para o consumidor, — da impessoalidade e automação no atendimento das reclamações dos clientes, está com os dias contados.

Do G1

Ao reclamar por telefone, consumidor terá de ser atendido em um minuto. Novas regras definem que empresas devem melhorar qualidade do serviço por telefone. Ministério da Justiça cria medida que garante que a ligação será gratuita.

O consumidor brasileiro ganhou um aliado na hora de reclamar, por telefone, dos serviços de atendimento prestados pelas empresas, os chamados “call centers”. O Ministério da Justiça definiu medidas para melhorar a qualidade do atendimento e também para reduzir o sofrimento das pessoas que usam o telefone para resolver algum problema.

De acordo com as novas regras, a ligação será sempre gratuita. A primeira opção do menu eletrônico deverá ser o contato direto com o atendente. Segundo o Ministério da Justiça, o consumidor terá que ser atendido em no máximo um minuto.

Para garantir que o consumidor não fique muito tempo em espera, a chamada poderá ser transferida apenas uma vez. E mais: o menu deverá conter a opção cancelamento imediato do serviço.

Segundo as novas medidas, a qualidade do serviço deverá garantir que o consumidor só explique o problema apenas uma vez. Fica proibida ainda a exigência de repetição dos dados do cadastro.

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e designer gráfico e digital.

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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