• mqt_for@hotmail.com
  • Brasil

Gabeira, candidato a prefeito, “emaluqueceu”

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Desde a participação no sequestro do Embaixador Americano no Brasil, passando pela sunga de crochê pós exílio, que o eco-chato Fernando Gabeira que, de repente não mais que de repente, tornou-se no arauto maior da moralidade no legislativo brasileiro, demonstra não saber diferir a ficção romântica “cheguevariana” da realidade brasileira.

Travestido agora em candidato à Prefeitura do Infelicitado Rio de Janeiro – Benedita da Silva, a família Soprano dos Garotinhos e Rosinhas, o maluquete “factóidista” César Maia – o agora onírico arauto da “canabis” prossegue na sanha para se transformar em personagem do Stanislaw Ponte Preta.

Confira a matéria do jornalista Hélio Fernandes da Tribuna da Imprensa.

“Candidato” a prefeito, Gabeira “emaluqueceu”. A eleição do Rio virou uma gargalhada só.

Assim que lançou sua candidatura a prefeito, “apoiado” por forças que representavam tudo que ele combateu a vida inteira, falei ao próprio Fernando Gabeira pelo telefone: “Gabeira, você está me dizendo que só aceitou ser candidato com total transparência?”

Ele ficou em silêncio, continuei: “Mas você está se juntando a grupos que além de não terem votos, a vida inteira brigaram com a transparência. Você está destruindo um passado brilhante”.

Falamos mais um tempo, divagamos, Gabeira compreendeu que eu estava com a razão, mas já não tinha mais espaço para retrocesso. E começou a campanha, desastradamente, apresentou até agora três “propostas-malucas”.

1 – Para preservar o serviço médico dos hospitais do Rio que já foram dos melhores do Brasil, quando aqui era Distrito Federal e depois Estado da Guanabara, fazia a seguinte proposta às “cervejeiras”, que todos sabem que faturam muito.

Explicação de Gabeira: “Como a maioria dos cidadãos que vão aos hospitais é para procurar as emergências geralmente atingidos por motoristas que dirigem embriagados, as cervejeiras patrocinariam e financiariam essas emergências”.

Alguma coisa deve estar transtornando a cabeça de um homem que já foi jornalista lúcido e atuante. Como é que alguém poderia acreditar que as “cervejeiras” iriam financiar tratamentos de emergência, passando recibo que esses acidentes são provocados por motoristas que dirigem embriagados?

2 – Os garis passariam a se chamar de “pedagogos sociais”. Trabalhariam com dois cartões pendurados na frente da camisa. Um cartão AMARELO e um cartão VERMELHO. Se eles assistissem alguém cometer uma ilegalidade, como por exemplo jogar sujeira nas ruas, dariam a esse cidadão o cartão AMARELO. E daí, o que aconteceria?

O cartão VERMELHO seria dado para fatos mais graves ou para carros que cometessem imprudência, avançassem o sinal do trânsito, por aí. Esses levariam o cartão. E depois, exatamente como o cartão AMARELO, o que aconteceria?

3 – Esta última não seria admitida nem no Manicômio Judiciário. A sugestão de Fernando Gabeira, candidato a prefeito: “Fazer naufragar um navio na altura das Cagarras para atrair turistas. Estes gostariam de nadar e submergir no meio dos destroços do navio”. Imaginem só, as Cagarras representam áreas ecologicamente perfeitas, quase um santuário.

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharelando em Direito. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

Gostou? Deixe um comentário

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

Mais artigos

Siga-me