Fatos & Fotos do dia 28 de Junho de 2020

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Artes, Comportamento, Cultura, Economia, Esportes, Literatura, Música, Tecnologia, Variedades, Política, Brasil, Mundo, Ópera, Fotografia, Arquitetura, Design, Moda,Opinião

Quem manda ser estúpida hemirroidaminions,
né minha “fia”?

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Literatura, Reflexões
Miguel Esteves Cardoso
As saudades curtas

São certamente insensíveis e solipsistas, perante as saudades longas e profundas.
Também as versões-formiga dos maiores sentimentos têm tanto direito ao respeito como os leões e as impalas. Até por serem muito mais numerosas e frequentes, como está a multidão de insetos para com a pequena minoria dos vertebrados.
A minha formiguinha emocional são as saudades curtas que eu tenho da Maria João. Plenas não posso ter, graças a ela e a Deus, porque são poucos os momentos em que ela não está comigo. Mesmo não sendo muitas, essas faltas, por muito felizmente pequenas e provocadas pela necessidade, são suficientes para incutir em mim a dor, nem que seja por cinco minutos apenas, de estar separado dela.

Parecem estúpidas as saudades curtas. São certamente insensíveis e solipsistas, perante as saudades longas e profundas, que não têm cura nem, por serem insolúveis, têm a esperança de, um dia, deixarem de existir.
São saudades de uma hora, de um almoço perdido, de uma tarde interrompida. Parecem irracionais e ingratas, estas saudades curtas, de que sofrem as pessoas apaixonadas e felizes ou infelizes.

Mas não são. Daqui a um X número de horas, vou morrer. Daqui a um Y número de horas, vai morrer a Maria João. Morra quem morra, com a maior ou mais pequena das antecedências, o certo é que o tempo da vida e da saudade está contado.
Cada hora que não estou com ela está para sempre, definitivamente, finitamente perdida. E é daí que vêm as saudades curtas do amor, que tomam cada momento por uma vida. Só por amor se vive assim.

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Encadernações – Arte – Livros

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Nove indígenas Xavante morrem em 24 horas
com sintomas de covid-19Índios,Brasil,Amazônia,Xingu,Economia,Sustentabilidade,Etnias,Meio Ambiente,Floresta,Desmatamento,ClimaBlog do Mesquita

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O mandato de Vossa Ignorância
de Orleans e Bragança deveria ser cassado.

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É um sacana!
Parece ficção: o país enfrenta um vírus fatal enquanto o governo se preocupa com armas e
pontos na carteira de motorista.

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Comando militar da OTAN exige em caráter urgente plano de emergência de países membros para enfrentar segunda onda da pandemia.
É sinal do que vem por aí e do que significa para o Brasil o chefe dos mentirosos continuar no timão da nave dos insensatos.

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Rafael Romero Bastos
“”Still life with oranges”1863

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Moro volta a maltratar o idioma:
“Não sou afeto (sic) a censuras”

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A próxima catástrofe
A preparação é uma das coisas para as quais
os governos não estão prontos

Os políticos ignoram riscos distantes: eles precisam melhorar seu jogo.

Em 1993, os jornais disseram ao mundo para observar o céu. Na época, o conhecimento da humanidade de asteróides que poderiam atingir a Terra era lamentavelmente inadequado

Como guerras nucleares e grandes erupções vulcânicas, os impactos de grandes asteróides podem derrubar sete sinos do clima; se assim devastássemos alguns anos de colheitas em todo o mundo, mataria uma fração considerável da população. Tal eventualidade era reconhecidamente altamente improvável. Mas, dadas as conseqüências, fazia sentido atuarial verificar se havia algum impacto nas cartas e, na época, ninguém se preocupava em olhar.

Os ataques de asteróides foram um exemplo extremo da ignorância voluntária do mundo, talvez – mas não atípica. Eventos de baixa probabilidade e alto impacto são um fato da vida. Os seres humanos individuais procuram proteção deles para os governos e, se puderem pagar, para as seguradoras.

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Da série: Fique em casa

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Quando a injustiça se torna justiça, Resistência será obrigação.
Brecht

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En un día cualquiera en Rosario, Argentina…
– Profesor, ¿qué le pareció mi tesis?
– Tienes algunas buenas ideas y algunas originales.
– ¿Entonces pasé?
– Desafortunadamente, las buenas ideas no son originales y los originales no son buenos.
– Quiere decir…
– Que estás desaprobado.

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Charles Amable Lenoir (1860-1926) S/T S/D

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Brasil da série:
“Aguardando Inauguração” IV

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Da série: Monalisas XL

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Design – Mobiliário – VolksWagen

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Giuseppe Aletto – Itália
Desenho – “Still-life”2006
Charcoal on Paper

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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