Fatos & Fotos do dia 27 de Junho de 2020

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Artes, Comportamento, Cultura, Economia, Esportes, Literatura, Música, Tecnologia, Variedades, Política, Brasil, Mundo, Ópera, Fotografia, Arquitetura, Design, Moda,Opinião

Tanto foguetório – privatização água/saneamento, novo Ministro #Educação Mentiroso, Habeas Corpus apa o 01 – para nos distrair do principal:
53.895 mortes e 1.193.609 infectados do Covid-19 pela incompetência governo para gerir essa crise sanitária, e pelo negacionismo do presidente, que dá mau exemplo.

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Cores da Índia

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Só eu sentindo um cheiro de um acordão? Com Supremo, Globo, com tudo?

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Tem gente que subestima a inteligência dos eleitores. É lógico que na lei do Saneamento não está escrito: vendemos os aquíferos Guarani e do Alter do Chão. A legislação aponta na direção da água como mercadoria, o que é inaceitável.

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Mercedes Benz – Concept

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Da série: Fique em casa*****

Arquitetura – Residências

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Meio Ambiente
Brasil exporta soja com desmatamento ilegal.

A pandemia de Covid-19 é fruto da interação natureza-agricultura-alimento-saúde.
A degradação ambiental e as mudanças climáticas aumentam ainda mais o risco de novas pandemias e, como alguns cientistas alertaram, o Brasil pode ser o epicentro de uma próxima. Estamos lidando tão mal com a prevenção e a mitigação da doença quanto com o esforço para evitar suas causas.

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Design Mobiliário Veículos

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Quero me penitenciar por haver escrito acreditar ser impossível o Weintraub ser superado.

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Wassef, o oleoso – créditos para Andrea Sadi – sobre o escondidinho Queiroz:
[….] fiz para proteger o seboso. Uau!
Agora a pergunta: por que raios esconder o “compas” do 01 protegeria o 00? E protegeria do quê? Protegeria de quem? Hã? Hein?

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Anel – Cardillac Jewelry

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Se o cara é funcionário público e diz que tem doutorado quando não tem e crime de falsidade ideológica.

Se ele sai para fazer pós doutorado recebendo salário e não tem doutorado é prevaricação.
Quem autorizou a saída dele prevarica também.
O MP tem que olhar isso aí.

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John Koch “Still Life, Dusk, Setauket”, 1963

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Isabel Allende

Trancada em sua casa com o marido e dois cachorros, a escritora chilena que mora nos Estados Unidos há 30 anos, sustentou que tempos de escuridão existiam antes da pandemia: “Houve o tempo do passado”, agora estamos vivendo o “no meio” e então será o horário “amanhã”. Vamos ver se o último é um pouco mais claro e mais claro do que antes. ”
Acho que vivemos em uma situação insustentável, de abuso contra o planeta, do clima, da natureza e de outras espécies … uma sociedade de consumo sem vida interior e também sem satisfação interior. Eu não acho que vivemos em um mundo feliz, longe disso. É a primeira vez, possivelmente na história, que há um sentimento de que somos uma humanidade, que o que acontece com uma acontece a todos. Estamos todos nesse vírus, em quarentena. ”
Questionada sobre o principal medo que o vírus traz, que é a morte, a escritora disse que desde que sua filha Paula morreu, há 27 anos, ela perdeu o medo para sempre: “Primeiro, porque eu a vi morrer em meus braços, e eu Percebi que a morte é como o nascimento, é uma transição, um limiar e perdi o medo pessoalmente.Agora, se o vírus me pegar, pertenço à população mais vulnerável, os idosos, tenho 77 anos e Eu sei que se eu pegar, eu vou morrer. Portanto, a possibilidade de morte está muito clara para mim neste momento, eu a vejo com curiosidade e sem medo “.
O que a pandemia me ensinou é deixar de lado as coisas, perceber o quão pouco eu preciso. Não preciso comprar, não preciso de mais roupas, não preciso ir a lugar nenhum ou viajar. Eu acho que tenho demais. Olho ao meu redor e me pergunto por que tudo isso. Por que preciso de mais de dois pratos?
Então descubra quem são os verdadeiros amigos e as pessoas com quem eu quero estar.

O que você acha que a pandemia nos ensina a todos? Está nos ensinando prioridades e está nos mostrando uma realidade. A realidade da desigualdade. Como algumas pessoas pandêmicas em um iate no Caribe e outras estão morrendo de fome.
Também nos ensinou que somos uma família. O que acontece com um ser humano em Wuhan, acontece com o planeta, acontece com todos nós. Não existe essa idéia tribal de que estamos separados do grupo e de que podemos defendê-lo enquanto o resto das pessoas esfrega. Não há paredes, não há paredes que possam separar as pessoas.
Os criadores, os artistas, os cientistas, todos os jovens, muitas mulheres, estão considerando uma nova normalidade. Eles não querem voltar ao que era normal. Eles estão se perguntando qual mundo queremos. Essa é a pergunta mais importante agora. Esse sonho de um mundo diferente: temos que ir para lá.

E ele refletiu: “Em algum momento, percebi que alguém vem ao mundo para perder tudo. Quanto mais você vive, mais perde. Primeiro, você perde seus pais, às vezes pessoas muito queridas ao seu redor, seus animais de estimação, lugares. e suas próprias faculdades também. Você não pode viver com medo, porque faz você imaginar o que ainda não aconteceu e sofre duas vezes mais. Você precisa relaxar um pouco, tentar aproveitar o que temos e viver no presente”.

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Camille Pissaro

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Brasil da série:
“A NASA precisa estudar os brasileiros.*****

Russ Mils

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Philip Jackson – Série Sereníssima
Escultor inglês de renome internacional.

Nascido em Inverness, Jackson agora vive e trabalha em West Sussex. Ele foi nomeado Comandante da Royal Victorian Order e esteve na lista de honra de aniversário da Rainha de 2009.Sua capacidade de transmitir a condição humana através do hábil uso da linguagem corporal tornou-se uma de suas características mais memoráveis.
Ele cria figuras profundamente imponentes tanto pela mensagem que transmite quanto pela sua presença física no ambiente em que estão inseridas.
Poderosas e lindamente esculpidas, as posturas meticulosamente precisas que Jackson trabalha em cada peça criam uma enorme sensação de drama.
O assombroso, a elegância e o resultado teatralmente enigmático das esculturas de Philip Jackson são verdadeiramente inspiradores – nunca deixam de causar perplexidade em quem por elas tem o privilégio de passar.

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José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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