CPI da Petrobras: quando os autores são réus

Brasil: da série “me engana que eu gosto!”

E agora, Tupiniquins? Como ficam as vestais proprietárias da ética e da moral?

E ‘nosotros’ que pensávamos ser a petralha a única súcia a chafurdar na corrupção. Pois não é que os mais ‘moralistas’ tucanos, andaram molhando as lustrosas penas nas verbas da Petrobras?

Arthur Virgílio, o iracundo senhor das verdades, e Álvaro Dias, o gatilho moralista mais rápido do Paraná, estão com as ‘imaculadas’ mãos nos bolsos da mãezona estatal do petróleo.

Agora vejam só! Até o autor da CPI, senador Álvaro Dias, também está com a mão na massa dos patrocínios suspeitos sem licitação! Assim a pizza está assando no mesmo forno onde o seu, o meu, o nosso sofrido dinheirinho vira fumaça.

Argh!

O editor

CPI: patrocínios da Petrobras foram para políticos

É improvável que a CPI da Petrobras avance nas investigações da farra de patrocínios: quase todos foram solicitados por políticos. O líder tucano Arthur Virgílio (AM), pidão contumaz, certa vez pediu verba para um filme intrigante: “Parusia, a ira do juízo”

Autor da CPI, Álvaro Dias (PSDB-PR) pediu grana ao projeto “Sai da rua”.

Dos caixas da estatal saíram muitos reais: só no ano 2000, R$ 96 milhões em patrocínios.

Não se perca pelo nome

Um dos pedidos de patrocínio do paraibano Ney Suassuna (PMDB) faz parte do folclore da Petrobras: o projeto cultural “Por trinta dinheiros”.

Pediu, agora investiga

Atual chefe da assessoria técnica da CPI da Petrobras, o ex-senador tucano Antero Paes de Barros foi autor de vários patrocínios à estatal.

Caixa preta

Estima-se que desde 2003 a estatal Petrobras torrou R$ 47 bilhões em mais de 60 mil contratos assinados sem licitação.

coluna Claudio Humberto

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