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Alterar a presunção da inocência? Não se mudam leis com raiva!

Os “çábios de butiquim” são uma desgraça. Mal leram os livros do Mobral, mas se acham cidadãos do mundo e aptos a opinar sobre decisões do STF. Essa gente é uma praga.
leia e aprenda pra não ser porta voz de idiotas.
 
Alterar a presunção da inocência? Não se mudam leis com raiva!
Por Lenio Luiz Streck
 
Exsurge no horizonte, ao mesmo tempo, PEC do Dep. Ivan Manente (a CCJ da Câmara aprovou dia 20.11.2019 o relatório por 50 a 12) e Projeto capitaneado por Alcolumbre, este por alteração do Código de Processo Penal, para impor prisão em segunda instância — a revanche ao julgamento das ADCs 43, 44 e 54. Se não for PEC, vai por via ordinária. De algum modo, dizem que vai.
 
Um dos projetos tem como alvo o artigo 283 e os dispositivos que tratam dos recursos no Código de Processo Penal. Dizem que foi Moro quem assoprou no ouvido dos senadores essa “saída”.
 
A proposta de nova redação do artigo 283 do CPP é a seguinte:
 
Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de condenação criminal exarada por órgão colegiado ou em virtude de prisão temporária ou preventiva.
 
Como se vê, uma técnica legislativa inadequada porque faz uma “mistura” entre a prisão processual, garantia do processo ou da sua efetividade, e execução provisória da pena, a prisão como modalidade de pena. Na verdade, diz o contrário do que decidiu o STF.
 
Além desse problema, há a violação ao artigo 5º, LVII da CF. O legislador ordinário quer fazer como o ministro Fachin: quer interpretar a Constituição de acordo com a lei ordinária, moda que parece que vai pegar. O Brasil ainda vai mostrar ao mundo essa nova “técnica”, pela qual é possível mudar a Constituição via lei ordinária…!
 
O Congresso parece não se dar conta — dominado em parte pelos gritos das alas punitivistas — de que, se aprovar uma proposta que anula a decisão do STF, dirá que o STF já não tem a última palavra sobre a constitucionalidade das leis. Mas, afinal, que importância tem isso para um enorme grupo de parlamentares que pregam até mesmo o fim da Constituição?
 
Uma questão intriga a comunidade jurídica: se o artigo 283 foi declarado constitucional via ADC, isso tem efeito vinculante. Esse efeito não atinge o próprio Parlamento? Não estaria o parlamento, agora, querendo dar o drible da vaca no STF? O parlamento nunca está proibido de legislar. Todavia, quando há uma ação constitucional com efeito vinculante explícito, de que modo o parlamento pode inventar uma espécie de moto contínuo, porque a nova lei pode ser declarada inconstitucional e, assim, criar ainda maior instabilidade jurídico-institucional?
 
Já as outras propostas de alteração (e até inserção de um novo artigo no CPP) invertem o ônus argumentativo. Sim, um código de garantias que inverte o ônus contra o acusado. A regra passaria a ser prender após a segunda instância, o que contraria de novo e sempre a decisão do STF e a cláusula pétrea da CF.
 
Vejamos:
 
Artigo 617-A. Ao proferir acórdão condenatório ou confirmatório da condenação, o tribunal determinará a execução provisória das penas aplicadas, sem prejuízo do conhecimento de recursos que vierem a ser interpostos.
§ 1º O tribunal poderá, excepcionalmente, deixar de autorizar a execução provisória das penas se houver questão constitucional ou legal relevante, cuja resolução por Tribunal Superior possa levar à provável revisão da condenação.
(…)
§ 3º O mandado de prisão somente será expedido depois do julgamento dos eventuais embargos de declaração ou dos embargos infringentes e de nulidade interpostos.”
 
Mais:
 
Artigo 637. O recurso extraordinário e o recurso especial interpostos contra acórdão condenatório não terão efeito suspensivo.
§ 1º Excepcionalmente, poderão o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça atribuir efeito suspensivo ao recurso extraordinário e ao recurso especial, quando verificado cumulativamente que o recurso:
I – não tem propósito meramente protelatório; e
II – levanta questão constitucional ou legal relevante, com repercussão geral, e que pode resultar em absolvição, anulação da condenação, substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos ou alteração do regime de cumprimento da pena para o aberto.
 
Por essa inversão, a de que prender é a regra, a proposta viola o princípio da presunção de inocência até o trânsito em julgado da decisão, retirando-lhe a eficácia prática. Não passa de fraude à lei e à Constituição. Direito sendo derrotado por discursos morais.
 
A proposta de alteração do 283 peca inclusive pela falta de técnica legislativa, criando uma cortina de fumaça, porque coloca a decisão condenatória decorrente de decisão colegiada (inclui o júri, porque não fala em segunda instância) como forma autônoma autorizativa de prisão (imediata). A decisão se basta. Automatiza a prisão. Nem precisa fundamentar a necessidade de prender.
 
Já a inserção de um 617-A inverte o sentido da garantia da presunção de inocência tal como consagrada na Constituição, além de afrontar a decisão do STF que acaba de dizer que o artigo 283 é constitucional.
 
Na sequência, cria-se um efeito suspensivo, por exceção (excepcionalmente, diz o projeto), para recursos que tenham matéria com repercussão geral (no STJ e STF). Quando é que se tem essa “excepcionalidade”?
 
De que modo um caso concreto de um réu, para ter efeito suspensivo, pode ter demonstrada a sua repercussão geral? Ou: de que modo poderá ser rejeitado o efeito suspensivo caso o réu não consiga provar que há repercussão geral? Terá que iniciar o cumprimento de sua pena, porque seu caso, por mais absurdo que possa parecer, não teve a sorte de ser contemplado com um juízo de Repercussão Geral?
 
Como será feito essa aferição? Ora, repercussão geral no STF, por exemplo, tem pauta para os próximos 5 anos (no mínimo). Como lidar com isso em termos de urgência que a liberdade necessita? Ou liberdade não tem urgência?
 
Mais: Quer dizer que o sujeito é condenado e terá que comprovar que o seu caso não é só dele, de sua liberdade, ou seja, seu caso tem de ter transcendência? Mas, a liberdade não é só dele? Liberdade tem como condição a demonstração de transcendência — e só então tem possibilidade de efeito suspensivo?
 
Já prevejo a formação de um muro para conter os recursos. Como já acontece hoje. É o que chamamos de jurisprudência defensiva.
 
Mas, calma. Tem mais. Tem a PEC capitaneada por Ivan Manente ( a CCJ da CD aprovou ontem). Ela altera dois dispositivos da CF (102 e 105). Faz o drible da vaca nas cláusulas pétreas. Bola por um lado, jogador do outro. A regra é: condenação em segundo grau, prisão. O acusado pode fazer revisão criminal. Por que ninguém pensou nisso antes? De novo, o Brasil dará lições de processo penal e direito constitucional ao mundo. Alguém sabe como funcionam hoje as ações de revisão criminal? Os requisitos? Como serão as “revisionais”? De todas as ideias, essa parece ser a mais absurda. O sujeito é condenado, vai preso e busca, via revisão criminal… deixa pra lá. Ação revisional… com repercussão geral. Essa é novíssima. Mas tem também a ação revisional especial, esta a ser proposta junto ao STJ. Parece que a tal PEC altera o sentido do que seja coisa julgada. Confuso isso, pois não? Esse parlamento… Ficou mesmo insuflado pelos discursos tipo GloboNews, Datena etc.
 
Lamentavelmente, os parlamentares não entendem que, ao eliminarem o RE e o Resp, para executarem a pena de prisão na segunda instância, estão criando um impacto sistêmico. Um tsunami processual!!! Para além da crítica da revisão criminal via rescisória, esqueceram especialmente do cível. Sim, todas as condenações, também as cíveis, transitarão em julgado na segunda instância. Economicamente desastroso para o setor privado, mas, especialmente, para a Fazenda Pública! Os valores a pagar por precatórios chegarão a trilhões! Uma bomba. Bom, talvez com isso alguns parlamentares alcançarão o que desejam, consciente ou inconscientemente: a destruição do país. E da democracia! Viva eu, viva tu, viva o rabo de tatu!!!!
 
Ah, para não esquecer. Nada disso é necessário. Como venho me esfalfelando em dizer, o STF não proibiu que se prenda a partir do segundo grau. Demonstrei isso na semana passada, a partir de um caso de São Paulo (decisão do juiz Ali Mazloum).
 
Mas não adianta. Vale o “fator Sarderberg” — esse grande jurista contemporâneo, ganhador da Balança de Ouro no último campeonato de direito constitucional — pelo qual o que vale são falsas narrativas. Vale, mesmo, é dizer: o dólar subiu porque o STF decidiu proibir a prisão em segundo grau. O dólar só baixará de for aprovada a volta da prisão. Ou seja: a redenção do Brasil virá das prisões! Que coisa, não? A ABDGLOB (academia brasileira de direito GloboNews) faz escola. Já posso ver livros de direito facilitado citando os constitucionalistas Merval e Sarderberg (deve ser um jurista alemão, dirão alguns professores!).
 
Para se ter uma ideia, tão “caótico” (sic) ficou o sistema depois da decisão das ADCs que, no Rio Grande do Sul, depois da “caótica decisão do STF” (sic) que “consagrou a impunidade” (sic), apenas 3 condenados — sim, apenas 3 — saíram com base na nova posição do STF. Realmente, doutor Sarderberg e quejandos, estamos diante de um caos. E foram 8 da Lava Jato. Outro caos (sic).
 
Bom, segundo o pessoal que anda de camisa amarela da CBF pelas praças, chutando retrato de ministros do STF (em Porto Alegre velaram um caixão de defunto no Parcão, onde estava escrito: STF), seriam 190 mil os condenados a serem soltos. Uma vereadora foi ao delírio “denunciando a saída do casal Nardoni”. “— Tudo culpa do STF, berrava a edil”, vestindo amarelo.
 
Pois é. Mas, de que modo podemos convencer as neocavernas de WhatsApp, essas verdadeiras células terroristas de ignorância artificial que estão tomando conta da esfera pública? O meme é: Fatos não há; só há interpretação dos fatos. O niilismo venceu.
 
Portanto, o Parlamento pode vir a estragar tudo, ao dar ouvidos a senadores e deputados que têm raiva do Direito e das Instituições. E dar ouvidos a parlamentares que pregam a ditadura. Afinal, que diferença faz uma PEC ou uma decisão do STF para eles? Nenhuma, certo?
 
Vamos jogar a água suja com a criança dentro? Com a palavra, o parlamento. E a comunidade jurídica, que de há muito já se entregou para os juízos morais. O direito foi substituído pela moral. O problema maior ocorrerá quando a moral já não servir. Chamaremos, então, o Direito? E depois, se não concordamos com o Direito, apelaremos de novo à moral? Até quando?
 
Até quando se instalar a anomia.
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Como as mensagens de Telegram de membros da Lava Jato podem ter vazado

Deltan Dallagnol,Ministério Público,Justiça,Blog do Mesquita
Em 2013, depois que Glenn Greenwald e outros jornalistas do jornal britânico Guardian publicaram as denúncias sobre a espionagem do governo americano feitas por Edward Snowden, dois irmãos russos decidiram criar um aplicativo de trocas de mensagens que garantiria “total privacidade” e proteção.

Vangloriando-se de sua criptografia e garantia de privacidade, Pavel e Nikolai Durov fundaram o Telegram. Pavel, fundador do “Facebook russo”, o “VKontakte”, chegou até a oferecer um emprego para Snowden, ex-técnico da CIA e consultor da agência nacional de inteligência dos EUA, quando ele chegou a Moscou.

Seis anos depois, Greenwald publica em seu The Intercept Brasil trocas de mensagens de autoridades ligadas à Lava Jato, uma reportagem que movimenta o mundo político no Brasil desde a noite de domingo (9).

O aplicativo por meio do qual autoridades como o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da operação, e o atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teriam trocado as mensagens? O Telegram, criado em 2013 justamente para, em tese, prover mais proteção a seus usuários.

Snowden criticou o aplicativo Telegram e recomendou o Signal.

Não se sabe se as conversas enviadas por uma fonte anônima ao Intercept foram obtidas a partir de uma invasão do aparelho de celular de Dallagnol, sua rede ou nuvem de seu celular (onde usuários costumam fazer back-ups constantes), a partir de uma invasão ao Telegram. Ou, ainda, se foram obtidas de outra maneira.

Em nota, a força-tarefa da Lava Jato afirmou que foram “obtidas cópias de mensagens e arquivos” e que seus membros “foram vítimas de ação criminosa de um hacker”. Também afirmou que sua atuação “é revestida de legalidade, técnica e impessoalidade”.

Segundo o Intercept, o site recebeu os arquivos “há algumas semanas”, antes da notícia de uma suposta invasão ao celular Moro. Na última semana, ele e outras autoridades ligadas à Lava Jato, como o desembargador federal Abel Gomes, divulgaram à imprensa que haviam sofrido tentativas de invasão de seus celular por hackers. Especificaram que as tentativas eram ligadas ao Telegram.

No mundo, “o Telegram se popularizou entre organizações e países não alinhados aos Estados Unidos depois das revelações de Snowden”, diz Alan Woodward, do centro de segurança cibernética da Universidade de Surrey, no Reino Unido. Ele ressalta que não há aplicativo de troca de mensagens “100% perfeito”.

Já no Brasil, o Telegram se popularizou como alternativa ao WhatsApp em ocasiões em que o aplicativo do Facebook, o mais usado para mensagens no país, caiu – em algumas ocasiões, por decisões judiciais. Além disso, o Telegram se vende em seu próprio site como “bem mais seguro que o WhatsApp”, ideia que se propagou.

Hackear o Telegram
À BBC News Brasil, um porta-voz do Telegram, Markus Ra, disse que nos seis anos da existência do aplicativo, “0 bytes” foram compartilhados com outras pessoas e que “nenhuma maneira de derrubar a criptografia do Telegram foi descoberta”.

Mas deu “dois prováveis cenários para o que pode ter acontecido no Brasil”, caso consideremos que a invasão foi no próprio Telegram:

1 – Os telefones foram comprometidos por meio de um malware (um software malicioso instalado no telefone que pode captar seus dados). “Nenhum aplicativo pode proteger seus dados se seu aparelho está comprometido”;

2 – Os telefones dos usuários foram comprometidos ou seus SMS interceptados para conseguir o código de login do Telegram.

Essa segunda opção significa que o Telegram pode ser acessado de outras formas: além do celular, também há possível acesso por tablets ou computadores comuns.

Para acessar o Telegram a partir do computador, por exemplo, o usuário digita seu número telefônico e pode escolher receber o código de acesso por um SMS. Qualquer um que conseguisse interceptar um SMS – como através dum malware – poderia então ter acesso às mensagens de Telegram do usuário.

O ‘default’ do Telegram não são conversas encriptadas de ponta a ponta; é preciso escolher essa opção
Para evitar isso, ajuda acionar a verificação em duas etapas, o que concede mais segurança ao uso do aplicativo (o caminho é “Configurações” -> “Privacidade e Segurança” -> “Verificação em duas etapas”).

Assim, o usuário do Telegram no computador tem de digitar não só a senha recebida por SMS, como também uma senha definida pelo próprio usuário. Isso provavelmente teria impedido o hackeamento do aplicativo dos procuradores, caso essa tenha sido a maneira escolhida para obter as mensagens.

No fim de maio, o Telegram informou que autoridades da Rússia tentaram hackear as mensagens de quatro jornalistas russos, e que essas tentativas foram impedidas pela verificação em duas etapas.

Criptografia de ponta a ponta
Também vale mencionar a criptografia de ponta a ponta.

O que significa esse recurso que os aplicativos de mensagem sempre divulgam ter?

Funciona assim: um usuário manda mensagem para outro. A criptografia embaralha a mensagem e só quem tem a chave, o destinatário da mensagem, pode abri-la. Não há um servidor no meio, e essa encriptação funciona quando a mensagem está em trânsito. Ou seja, o conteúdo das mensagens é protegido, por exemplo, das próprias empresas, que não têm acesso a elas. Só quem recebe as mensagens pode lê-las.

O WhatsApp e o Signal têm criptografia de ponta a ponta. No Telegram, porém, esse recurso não está ligado automaticamente. Só está disponível nos chamados “chats secretos” (é preciso selecionar “novo chat secreto” depois de selecionar a opção de “nova mensagem”).

Mas não ter acesso ao conteúdo das mensagens não significa que as empresas não tenham acesso a outros dados importantes, como os chamados metadados. O Telegram pode saber informações sobre quem está falando com quem, quando, por quanto tempo, embora não revele exatamente quais metadados armazena.

Esses dados que podem revelar informações importantes sobre usuários, principalmente se analisados em conjunto.

Além disso, o Telegram enfrenta críticas porque usa seu próprio protocolo de criptografia, e não um protocolo público, sem provas de sua segurança.

O próprio Snowden é contrário ao Telegram, e já escreveu várias vezes sobre isso. Recentemente, porém, elogiou a empresa por sua resistência na Rússia. Ali, o governo proibiu o aplicativo e pressionou para que libere o acesso às mensagens privadas dos usuários (é aqui que a criptografia de ponta a ponta entra como uma proteção ao usuário).

De qualquer forma, Snowden usa e recomenda outro aplicativo, o Signal, e já declarou achar o WhatsApp mais seguro que o Telegram. Mas o WhatsApp não está a salvo de hackers – há diversos relatos de usuários que tiveram seus aplicativos hackeados.

Em meados de maio, um grave bug no WhatsApp mostrou uma falha no aplicativo. Com apenas uma chamada perdida por meio do WhatsApp, um hacker poderia instalar um software chamado Pegasus, obter mensagens privadas e até ligar a câmera e o microfone do celular. Um up-grade de invasões por meio de links esquisitos que levam à instalação de malwares.

Mas, novamente, não se sabe se as supostas mensagens sobre a Lava Jato publicadas pelo Intercept foram publicadas a partir de uma invasão do Telegram.

Segundo Woodward, da Universidade de Surrey, “90% dos ataques hackers bem-sucedidos” são feitos por meio de malwares (instalação de softwares maliciosos no telefone), roubo de credencial/login de alguém ou roubo do back-up ou nuvem da vítima (o back-up das conversas do Telegram, porém, ficam em uma nuvem própria da empresa, não em back-ups de terceiros, como Apple ou Google).

Outro golpe conhecido é enganar a operadora, “roubando” o número telefônico do alvo e obtendo um número de verificação do WhatsApp ou Telegram.

“Hackers normalmente não tentam entrar pela porta da frente. Eles procuram por uma janela aberta”, diz Woodward.

Violência contra a mulher é violência contra a humanidade

A violência contra a mulher é violência contra a humanidade. Enganam-se os machistas ao relegarem o problema como afeto somente ao ambiente doméstico. Não existe democracia sem Direitos Humanos. Na realidade, a violência contra a mulher vai além da física. Além do mais a violência contra o ser humano fere valores, normas, condutas e convenções.

Cedo ou tarde, os indiferentes, omissos ou coniventes com esse “status quo” serão vítimas indiretas dessa barbárie doméstica, e praticada em diversos países como ato punitivo amparado por lei. Cabe ressaltar que a maioria dos homens não faz parte desse perfil machista.

É preciso não mais argumentar com a máxima, cruel, de que “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.” É preciso também derrubar o mito de que a violência contra a mulher, o que vem logo à mente, é a pura agressão física.
O Editor


Violência contra a mulher: eu me manifesto e você? Vai ficar olhando?
Por Marli Gonçalves *

Mulheres apedrejadas, esquartejadas, violentadas, exploradas, baleadas, surradas, torturadas, mutiladas, coagidas, reguladas, censuradas, perseguidas, abandonadas, humilhadas. Até quando a barbaridade inaceitável vai vigorar?

Eu me manifesto, sim, contra tudo que considero inaceitável. E não é de hoje. Desde pequena meto-me em encrencas por causa disso. Uma vez, tinha acho que uns 12 anos, e brincava na portaria do prédio quando ouvi um homem brigando com uma mulher do outro lado da calçada, ameaçando-a de morte, dando-lhe uns sopapos. Não tive dúvidas.[ad#Retangulos – Direita]

Atravessei, entrei pequenina no meio deles, gritando forte por socorro, o que o assustou e fez com que ele parasse as agressões. Para minha surpresa, ao olhar para os lados, vi que havia muitos adultos assistindo à cena, impassíveis.

Nunca me esqueci disso. Inclusive porque, quando voltei para casa, tomei uma bronca daquelas. Atraída pelos meus gritos, minha mãe tinha ido à janela, e assistiu. “E se ele estivesse armado e te matasse?” – ouvi. Creio que respondi que nunca ficaria quieta vendo aquela cena, onde quer que fosse, e que jamais seria resignada.

Dentro de minha própria casa já havia assistido a cenas que teriam ido para esse lado, não tivesse sido minha mãe uma guerreira baixinha e desaforada, ela própria vítima de um pai tão violento que não o aceitava nem em sua carteira de identidade, nem em sobrenome. Minha avó materna teria sido morta por um “acidente”, em que um motorista de ônibus, que por ele teria sido pago, acelerou quando ela descia. Caiu, bateu com a cabeça na sarjeta, morrendo horas depois, de hemorragia, na pequena cidade do interior de Minas.

Anos depois, senti em minha própria pele o desespero solitário da agressão, da humilhação, do medo. Em plena juventude e viço, em uma ligação amorosa complicada, de paixão e amor intenso que vi virar violência, agressão, loucura e insegurança, só saí viva porque mal ou bem sou de circo, e protegida pelos meus santos e anjos, daqui e do céu… Tentei não envolver ninguém, resolver, e quase virei primeira página policial. Tive a minha vida quase ceifada, ora por ameaça de facadas; ora por canos e barras de ferro, ora pela perda de todas as referências, ora pela coação verbal.

Os poucos e únicos amigos que ainda tentaram ajudar também entraram no rol da violência. E os (ex) amigos que viraram as costas, ou faziam-se de cegos, desses também me lembro bem; inclusive de alguns que conseguiam piorar a situação e pareciam gostar disso, insuflando. Ou se calando. Ou me afastando. Deve ser bonito ver o circo pegar fogo.

Desespero solitário, sim. Não há a quem recorrer. Polícia? Apoiam os homens. Delegacia da Mulher? Na época não existia, mas parece que sua existência só atenuou a dimensão do problema, que pode acontecer em qualquer lar, lugar, classe social. Lei? Veja aí a Lei Maria da Penha. Pensava já naquele tempo, meu Deus, e se eu ainda tivesse filhos para proteger, além de mim? Não poderia ter me livrado – concluo ainda hoje, pasma em ver como a situação anda, em pleno Século XXI. Hoje, acredito que curei minhas feridas, que não foram poucas, especialmente as emocionais.

Há semanas venho tentando defender, aqui do meu cantinho, a libertação da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, mais uma das mulheres iranianas cobertas da cabeça aos pés pelo xador, a vestimenta preta que é uma das versões mais radicais do véu muçulmano. Mas esse, a roupa, não é o maior problema dela e de outras iranianas. Viúva, dois filhos, em 2005 Sakineh foi presa pelo regime fundamentalista do Irã. Em 2007, julgada. A pena inicial foram 99 chibatadas. O crime, adultério! Sua pena final, a morte por apedrejamento.

Uma história que lembra a fascinante personagem bíblica de Maria Madalena, a moça que aguardava a morte por apedrejamento até ser salva por Jesus Cristo. Cristo provocou com uma frase que ficou célebre, e revelou-se futurista: “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra”.

Esses iranianos estão querendo matar Sakineh e outras a pedradas, e com pedras pequenas, para que sofram mais; talvez porque sejam, acreditam, muito puros? A sharia, lei islâmica, devia prever cortar dedos, língua, furar os olhos desses brucutus modernos, hitlers escondidos sob mantos religiosos, protegidos por petróleo e riquezas?

Não bastasse a novela de Eliza Samudio que, morta ou não, faltou ser chutada igual bola, e de tantas jovens, inclusive adolescentes, mortas pelos namoradinhos, a advogada que morreu no fundo da represa. Todo dia tem violência. No noticiário ou na parede do lado da sua, no andar de baixo, no de cima, na casa da frente.

Nem bem a semana terminou e outro caso internacional estava na capa da revista Time, com o propósito de pedir a permanência das tropas de ocupação no Afeganistão. Na foto, na capa, a imagem chocante da afegã Aisha, 18 anos, que teve o nariz e as orelhas decepados pelo Talibã. Foi a punição à sua tentativa de fugir de casa, de uma família que a maltratava. Agora, Aisha está guardada em lugar sigiloso, com escolta armada, paga pela ONG Mulheres pelas Mulheres Afegãs. Deve ser submetida a uma cirurgia para a reconstrução do rosto.

No Irã, ou melhor, globalmente, porque lá nada se cria, se estabeleceu a campanha “Um Milhão de Assinaturas exigindo mudanças de leis discriminatórias”, com protestos e abaixo-assinados, de grupos internacionais de mulheres e ativistas, organizações de direitos humanos, de universidades e centros acadêmicos e iniciativas de justiça social, que manifestam o apoio às mulheres iranianas para reformar as leis e conseguir o mesmo estatuto dentro do Irã legal do sistema.

O que há? O que está havendo? Mulher é menos importante? A realidade: em cerca de 50 pesquisas do mundo inteiro, de 10% a 50% das mulheres relatam ter sido espancadas ou maltratadas fisicamente de alguma forma por seus parceiros íntimos, em algum momento de suas vidas; 60% das mulheres agredidas no ano anterior à pesquisa o foram mais de uma vez; 20% delas sofreram atos muito fortes de violência mais do que seis vezes.

No Brasil, a violência doméstica é a principal causa de lesões em mulheres entre 15 e 44 anos; 20% das mulheres do mundo foram vítimas de abuso sexual na infância; 69% das mulheres já foram agredidas ou violadas.

No Nordeste, 20% das mulheres agredidas temem a morte caso rompam a relação; no geral, 1/3 das mulheres agredidas continuam a viver com os seus algozes. E continuam sendo agredidas. É pau, é pedra, é o fim do caminho.

Estudos identificam, ainda, uma lista de “provocadores” de violência: não obedecer ao marido, “responder” ao marido, não ter a comida pronta na hora certa, não cuidar dos filhos ou da casa, questionar o marido sobre dinheiro ou possíveis namoradas, ir a qualquer lugar sem sua permissão, recusar-se a ter relações sexuais ou suspeitar da fidelidade, entre eles.

Até quando ficaremos assistindo a esse filme? Chega. Foi como li a conclamação da amiga e uma das mais respeitáveis profissionais de comunicação do país, Lalá Aranha, em seu Facebook: “Não posso entender como em pleno século XXI as mulheres brasileiras são tão molestadas. Precisamos fazer algo neste sentido. Quem me acompanha?”

Adivinhem quem foi a primeira a responder? Eis, assim, aqui, também, minha primeira contribuição.

São Paulo, onde as pessoas se isolam, na aridez e grandeza de suas dimensões, mas ainda podem ter seus gritos ouvidos, 2010.

• (*) Marli Gonçalves, jornalista. Inconformada. Espevitada e livre, fiquei feliz quando outro dia me contaram que debaixo da pesada burca as mulheres andam completamente nuas. Será verdade?
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Fatos & Fotos – 11/12/2017

Vou às cores. Ao atelier trabalhar. Afinal, viver sem pintar e sem arte é imprudência.
Fui.José Mesquita,Acrílica e colagem sopre tela2017,#178ABS32,50x50cm,Preto,Black,Cinza,Gray L PL


Às panelas. Vamos?
Sinistro, ops!, mini$tro Odebrecht da Saúde vai pra casa todo fim de semana em jatinho da FAB.


“TCE dá prazo para Alckmin explicar concorrência de barragem com água imprópria para consumo․”
Seria pra fazer uma xepa com a ração do Doria?

Alckmin Geraldo,Blog do Mesquita


PSDBdoPT faz convenção e joga a candidatura do Lula – minha nossa. De novo nãããããão – no colo do PT.
“Ô povin burro sô!”


Sonho de consumo nesse Natal.

Brasil,Temer,Economia,Gás de cozinha,Blog do Mesquita


Trabuco, que nominho mais apropriado, minha nossa, presidente do Bradesco – esse banco deve “apenas” R$ 465 milhões à previdência, e a culpa do rombo é dos Tapuias – cotado para vice de Lula. Perfeito. Trabuco, tiro no pé.
Mas que suruba de m*rda é o Bananil.

General na ativa e em posto de comando critica o Temer.

Passo a ser Temer desde criancinha. O Temer foi eleito.
Contudo, expressa a Constituição Federal:
A Constituição Federal prevê no seu Art 5º, inciso IV que ” é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato”.
Pelo no dispositivo acima mencionado, o General é um cidadão brasileiro que tem o direito de expressar seu pensamento sobre o que acha como brasileiro. Ele não procedeu no anonimato, ele expressou o que sentiu como brasileiro.
Vou mais além, fez o que devia fazer, e muito mais por ser uma autoridade dentro de uma área de segurança estratégica do país, a qual tem grande responsabilidade.
A Lei nº 7524/86 é anterior a Constituição Federal e está aquém dela, até porque estamos velejando num país democrático, não podendo existir cabrestos.
Deu pra entender né?


Na insônia contumaz estava lendo o Sigmund, o Freud:
“Seriamos melhores se não pretendêssemos sermos tão bons.”


Às panelas. “Vambora”? Zumbis do Planato atacando.
1. Estão disponibilizando – meu Deus. A praga dos verbos terminados em “zar” – cinco ambulâncias para cada deputado que votar pela deforma da previdência;
2. R$500 milhões para as Centrais Sindicais que aderirem;
3. E quem não aceitar a negociata do MiShell nas bancadas de negócios do Congresso, perderá cargos;
4. Os “infiéis” serão expulsos dos partidos dos quais são cúmplices.


Frajola sem Piu Piu…
Eu vi um juiz, ora se vi!jUSTIÇA,bLOG DO mESQUITA

“Não aceito delações vinda de ursos. Essa é uma corte imparcial”

Estácio: Demissão em massa sem acordo com sindicato.

Ps. Não importa qual seu cargo e função. Caso você não seja patrão, você está na fila. Só questão de tempo e lugar.
Lembre-se para reensaiar a dancinha e comprar novas panelas.


Sem humor não dá para agüentar o tranco desse hospício.,Blog do Mesquita,Mentira,Temer,economia,Henrique Meirelles


Sinistro Embassaí do PSDBdoPT pede para “andar” e sai do governo.
Voto para a Desforma da Previdência na Câmara dos Depufedes Federosos está pagando mais.Zé Golfado o vomitador,Blog do Mesquita


Sou mesmo um abestado contumazEvo Morales,Michel Temer Adriano Machado,Reuters,Blog do Mesquita

Pois não é que eu pensava que o concubinato com “Ditadores” Bolivarianos fosse coisa do Lula e da Dilma?
Ou será que o MiShell está cancelando os negócios em torno do acordo do gasoduto construído pela Petrobras para trazer o gás boliviano pros Tapuias?
Aí sussurra um diabinho – Soros? – na parte posterior do meu pavilhão auditivo. Viram que erudição? Hahaha – “é a economia, estúpido!” E é? Então tá!

A silenciosa tomada de poder do ativismo digital

A silenciosa tomada de poder do ativismo digitalGetty Images

As redes sociais desencadearam a Primavera Árabe e deram origem ao fenômeno Trump. O escritor Oscar Howell-Fernández analisa em ‘A mão emergente’ os padrões do quinto poder

Adam Smith popularizou o termo mão invisível em sua obra-prima A riqueza das nações (1776). A teoria clássica recorre desde então a essa expressão para falar da suposta capacidade do mercado de se autorregular. Dois séculos depois, em A mão visível (1977), de Alfred D. Chandler, afirmava-se que a complexidade das organizações exigia uma hierarquia profissional e bem-estruturada.

O empreendedor e consultor Oscar Howell-Fernández (San José da Costa Rica, 1964) acaba de publicar um livro cujo título dá continuidade ao jogo de Smith e Chandler. Em A mão emergente (La mano emergente, no original em espanhol), o autor desenvolve o conceito homônimo. O termo faz alusão a esse tipo de ativismo digital cotidiano gerado pelo uso da Internet, que às vezes faz eclodir grandes mobilizações públicas (como a Primavera Árabe) e em outras se limita ao linchamento público de uma empresa ou pessoa cuja atuação não agradou determinado grupo.

A mão emergente, que bebe na efervescência das redes sociais, vem e vai. “Eu as comparo com os vagalumes, que têm um comportamento coordenado”, explica o autor. “O baile de luzes é disparado por certos sinais que alguns deles fazem, há um momento em que chegam a um ponto máximo e então se apagam”.

Uma luta pelo poder

A ilusão de progresso e riqueza criada por um enfoque no laissez-fairedesenfreado da economia e da política, diz o livro, junto com o surgimento de micropoderes e ativistas digitais no mundo online, deram lugar a uma situação de fim da autoridade que afeta multinacionais, governos e ONGs ao mesmo tempo. Isso mudou as regras do jogo político e empresarial de forma substancial. “A irrupção das redes sociais trouxe consigo a capacidade de chegar a milhares ou milhões de leitores a um custo muito baixo. Isso criou uma certa utopia da comunicação, segundo a qual o indivíduo não está restrito às 20 pessoas com quem consegue falar em um dia, mas tem muito mais possibilidades de ganhar presença também na esfera pública”, explica Howell-Fernández.

Assim nascem os micropoderes. “O poder na sociedade é compartilhado, e se você faz parte dele quer dizer que está tirando-o das empresas ou dos governos. Então há uma disputa para ver até onde se pode chegar como indivíduo. O uso de ferramentas digitais pelos governos é parte da estratégia para tentar recuperar terreno nessa discussão”, afirma. “As empresas estavam muito acostumadas a ter muito domínio da comunicação. Agora um grupo de ativistas pode gerar graves problemas de marca de forma relativamente fácil, e por isso perderam poder de influência. Uma forma de recuperar esse terreno é participar, fazer parte da conversa e compreender o que está ocorrendo”, explica.

Ativismo diário

O ativismo digital, afirma o autor, é uma forma poderosa de expressão e de ação social. “É uma representação mais ou menos exata de nossas preferências e de nossa atividade social que se desenvolve de maneira constante e diária online, diante de instituições públicas ou privadas, governamentais ou comerciais”, afirma em seu livro. Cada clique, cada comentários, cada like é um tipo de voto. Às vezes, esse magma de opiniões eclode em forma de protesto; no resto do tempo é uma fonte incrível de informação para os cientistas de dados.

O problema é que, apesar de o poder da mão emergente poder ser demolidor (as redes sociais acabaram com carreiras profissionais e causaram estragos em empresas), é pouco constante no tempo. Seu ímpeto acaba esgotando-se, como se acalmam as águas depois de uma tormenta. “Yochai Benkler diz em A riqueza das redes (Icaria, 2006) que, para que um projeto para o bem comum de Internet tenha sucesso, deve ter motivação e granularidade. A primeira é clara: se vejo que há um problema, me preocupo em solucioná-lo e participo. Mas a chave está na segunda: o tempo de investimento exigido nisso tem de ser suficientemente pequeno para que você não tenha a percepção de que está dando mais do que recebe. Essa sensação de que você dá muito é o que faz com que essas multidões e grupos de pressão entrem em colapso, porque sempre chega o momento em que a motivação ou a percepção de recompensa falham”, argumenta Howell-Fernández.

O ativismo digital está substituindo o convencional? Que a solidariedade de classe está caindo é um fato que qualquer sindicato pode corroborar. “A participação online não vai substituí-la, porque estamos falando de multidões anônimas com as quais é muito difícil construir um movimento social ou laços que perdurem. É preciso ter permanência, liderança, programa… As relações sociais online são tão frágeis que podem entrar em colapso a qualquer momento”, reflete o autor. 

O terremoto Trump

A Primavera Árabe demonstrou aos governos de todo o mundo que as redes sociais não são uma ferramenta a se menosprezar. Comprovaram que podem ser usadas para influenciar a opinião pública. E que funcionam. Para Howell-Fernández, ninguém foi tão longe no uso da desinformação (ele prefere este termo a pós-verdade) quanto Donald Trump, tanto durante a campanha eleitoral que o colocou na Casa Branca como já no comando dos EUA.

Barack Obama foi o primeiro candidato a se dar conta do poder das redes sociais. Usou-as para ganhar apoio e motivar doações de um ou dois dólares, e com isso obteve fundos impressionantes. “Trump mudou o foco: se as redes sociais têm esse poder, por que não usá-las para disseminar desinformação? De fato, acredita-se que a metade dos seguidores de Trump que retuitam tudo que diz são bots”, diz Howell-Fernández, em referência aos programas de computadores utilizados para simular reações humanas.

Desde que chegou ao poder, o republicano está encontrando obstáculos para implementar suas políticas. “Então o que faz é tentar pressionar a partir de seu apoio nas redes. É como quando um político que não consegue o que quer leva as pessoas à rua para dizer que tem apoio popular. Isso é o mesmo. Mas o que acontece se boa parte desse apoio não é real? Ou sequer é dos EUA?”
ElPais


Minha nossa! Anda fumando coentro estragado. Só pode.
Pede uma erva da boa ao Mujica “cunpaêro.”
“Lula critica investigações sobre corrupção e chega a colocar em xeque acusações contra Cabral e Garotinho”


Brasil da série só dói quando eu rio, ou, o que dá pra rir dá pra chorar.,Blog do Mesquita,Mentira,Temer,economia,Reformas

Fatos & Fotos – 25/11/2017

Ara San Juan – Argentina

Aos “bolsominos”,“Loudspeaker.svg Schutzstaffel” e demais que clamam por intervenções militares.
A Argentina saiu da ditadura, das torturas na Escola de Mecânica da Armada, mas a tortura não saiu da Argentina.
As autoridades da Armada Argentina esconderam de forma cruel dos parentes dos tripulantes do Submarino San Juan, que o mesmo havia explodido no primeiro dia em que desapareceu no Atlântico Sul. Um tortura inominável manter os parentes na angústia do incerto, e esperança durante mais de uma semana. Isso é crime contra a dignidade humana. Uma crueldade que transforma Stalin e Hitler em querubins.
Quando Dante escreveu que o inferno era formado por Nove Círculos, Dez Fosso e quatro Esferas, não imaginava que os militares argentinos colocariam os parentes dos tripulantes nas Portas do Inferno; “Ó, vós que entrais, abandonai toda a esperança.”Ara San Juan,Argentina,Blog do Mesquita,Submarino

A justiça do Bananil é uma tragédia.
Ao ministro Barroso Barroso não importa o que diz a lei, importa a historia, as experiências e preferências pessoais de quem julga.Justiça,Blog do Mesquita


Hahahahahahahaha!
A melancia – verde por fora e vermelha por dentro – freqüentou o mesmo curso de “Dialética do Absurdo” da Dilma e do Gil.Marina Silva,Blog do Mesquita


No Bananil nada está tão na m**da que não possa ficar pior.
Dias Toffoli – ex-PT, atual Temer – será o novo Presidente do STF! É do Baralho!
Aumenta assim, minha desmesurada e incontida admiração pelos otimistas.
Abaixo meu Auto-Retrato.Autorretrato,Pessimista,Blog do Mesquita


As universidades brasileiras resistem ao desmonte do liberalismo, do MiShell e ao nefasto “saber” do Banco Mundial.
Leiam.
A Universidade Federal de Minas Gerais está quase em mãos com a patente de uma molécula que cura vícios de crack e cocaína. Agora é pesquisa com humanos e depois produção em série. Que nos venha essa cura. Seria a reconstrução de tanta gente. Ah quem dera!


Indecente o silêncio da mídia sobre o GloboDutoFIFA, e inexplicável a imobilidade do MPF.Globo,FIFA,Teori,Blog do Mesquita


O cara passa a maior parte da vida sabendo que trabalha em uma fossa, recebendo salário dos Cavalos Marinhos, sabendo que está contribuindo para anestesiar e catequizar o povo, e de repente se mostra surpreso com a m**da?
Me poupe “nunseiquem” Cardoso Global.Blog do Mesquita,Falso,Parcial,Duas caras

Hahahaha! TSE no Twitter;

“A Justiça Eleitoral está em todo o Brasil.”
Hahahaha. Haaaaaaaahahahahahaha. Está morta. Morta!Temer,Padilha,Gilmar mendes,Blog do Mesquita


Fatos & Fotos – 21/11/2017

Viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiixi!
FIVADuto: Assassinado homem chave do esquema na Televisa do México.
A Televisa juntamente com a Globo faz parte dos grandes conglomerados de empresas de comunicação envolvidas no escândalo das Copas de Futebol.


Millor sobre o Congresso nacional:
“Isto sim é que é Congresso eficiente! Ele mesmo rouba, ele mesmo investiga, ele mesmo absolve.”
Vivo fosse trocaria Congresso por “G****”.
Só que agora dessa a “Vênus Platinada” não escapa, porque quando atinge o âmbito internacional, fica difícil de manipular.


Para provocar pesadelo.
MiShell “3%” Temer “cogita” ser candidato à reeleição em 2018.Temer,Blog do Brasil 3


CPI da Globo vai sair no Congresso

O k-suco ferveu para o lado da Globo, segundo a Veja.

De acordo com a publicação da Abril, o pagamento de propina para a Fifa visando a obtenção do direito de transmissão exclusiva de jogos renderá uma CPI no Congresso.Globo,Fifa,Blog do Mesquita


“Também há naus que não chegam mesmo sem ter naufragado.” Jorge de Lima


Dilma Rousseff, Globo e a Copa

Dessa a Dilma é inocente. Quem comprou a Copa de 2014 foi a GloboGlobo,Copa,2014


Agora na Av. Santos Dumont, Fortaleza,Ce., deu-me vontade de descer do meu carro e me dirigir ao carro da frente parado no semáforo – não fora o medo de levar um tiro – e dizer ao motorista, conforme adesivos, fã do “Reichfurer Br”;
Quer um Brasil sem corrupção?
1. Não jogue lixo na rua.
2. Ligue a p***a da seta.
Fiquei quietinho alimentando meu pessimismo crônico.


Só dói quando eu rioHumor,Blog do Mesquita,Duke,Fidelidade,Gilmar Mendes


A da vez:
O filho pergunta para a mãe:
– Mamãe, lá na Rio, ladrão rouba desde Garotinho?
– Não, meu filho. Rouba desde Cabral.
– Então eles têm mão grande?
– Não, meu filho!
– Tem Pezão ……


À moda do Bilac, o Olavo.
“Ora (direis) uma mala! Certo,
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para servir de prova, somente se forem baús inúmeros.”


Corrupção é pop;
Copa é pop;
Propina é pop. Tá na Globo!


“Não é a pornografia que é obscena, é a fome que é obscena”
Saramago,Blog do Mesquita

Fatos & Fotos – 18/11/2017

Humor,STF,Fux,Blog do Mesquita


“Vivo desassossegado, escrevo para desassossegar”
José Saramago


Esse é um país de cabeça pra baixo.
A vereadora – culpa dos eleitores de Niterói – do “piçol”, Talíria Petrone, usou sua (dela) prerrogativa de vereadora para solicitar aos vereadores durante a sessão da Câmara Municipal, 1 minuto de silêncio, para homenagear os sete criminosos mortos pela polícia na favela, ops!, “comunidade” do Salgueiro.
Como a petição não foi atendida, a vereadora ainda atacou a Polícia Militar, publicamente no plenário da Câmara.
É uma imoral inversão de valores. Os criminosos e seus representantes atuam dentro do poder legislativo, nas três esferas da Federação.Vereadora Talita,Niteroi,Blog do Mesquita


Arte – Lebadang – Cheval Noir, 1993Lebadang Cheval Noir 1993


A pergunta é;
Como é, e onde, o ISIS compra tantas Toyotas Hilux?ISIS,Blog do Mesquita,Terrorismo


Arte – Fotografia – Talbot Street, DublinTalbot Street,Dublim


Ferrari de Schumacher é vendida por US$ 7,5 mi em Nova York. O F1 que pilotou em 2001.Ferrari,Schumacher,Blog do Mesquita


Veículos,Off Road, Foto AFP Tabyldy KaydirbekopvVeículos,Off Road,Blog do Mesquita,AFP Tabyldy Kaydirbekopv


Fatima bernardes,Blog do Mesquita


Cartaz,Blog do Mesquita

Fatos & Fotos – 17/11/2017

Arte – Edward Hopper
Edward Hopper,Aret,Blog do Mesquita


Globo, Perjúrio, FIFA, CBF e quejandos.Moro,Marinho,Globo,Propina,Blog do Mesquita

Quer dizer que o tal de Buzarco vai depor em uma Corte Federal nos USA – repetindo: Corte Federal nos USA – faz aquele juramento com a mão sobre a Bíblia e aí mente pra “Carvalho”, e comete perjúrio? – Na Legislação dos EUA estão no mesmo nível de delitos graves; perjúrio, incesto, mutilação genital feminina, obstrução de justiça… O Buzarco é louco?
Da Globo à Fox News passando pelos mafiosos da CBF, todos desmentiram que conheçam sequer a palavra propina. Não é incrível esse mentiroso Buzarco? Hahahahaha. Bobinhos.
As denúncias contra Ricardo Teixeira, Del Nero, José Maria Marin e Rede Globo outros tais citados no processo, são tão sérias, que ontem um mafioso da AFA – a CBF da Argentina – Jorge Alessandro, cometeu suicídio se atirando na frente de um trem em Lanus, cidade da chamada Grande Buenos Aires.
 
Ps. 1 – Alô Dr.Moro e ilustres e destemidos membros da PGR e do MPF;
1) Quando a Lava Jato irá abrir inquérito para investigar a denúncia de que a Globo corrompeu agentes públicos e privados? A lei é para todos mesmo?
2) Alejandro Buzarco, delator da Globo, tinha relação contratual de 11 anos com a emissora via T & T S M;¹
3) Para levar toda a exclusividade nas transmissões de TV da Copa Libertadores, de 2015 a 2018, a Globo acertou pagar a T&T 50% do valor pago pelo Campeonato Paulista.
4) Que tal uma “conduçãozinha” coercitiva para ouvir os ilustres herdeiros do Cidadão Kane do Cosme Velho? Não precisa ser em Guarulhos. Basta no modesto Santos Dumont.
Ps. 2 – Shiiiiiiiii. Não espalhem, mas a quem acredite que esse “offside” será marcado pelo árbitro. Juro.
¹ A Globo comprava os direitos de transmissão da Libertadores da empresa Torneos Y Competencias, que era controlada pelo executivo Alejandro Burzaco, que acusou a emissora de pagar propina a cartolas sul-americanos; informação foi divulgada nesta quarta-feira, 15, pelo jornalista Rodrigo Mattos; a Torneos, empresa de Burzaco, era dona de parte da empresa T & T Sports Marketing BV, que adquiriu todos os direitos da Libertadores; documentos obtidos no caso ‘Panama Papers’ mostram que a Globo e a T & T mantinham relação contratual por 11 anos, de 2005 a 2016 quando foi rompido elo pelo escândalo na Conmebol; em média, a emissora pagou US$ 16 milhões por ano pela Libertadores, preço bem abaixo do padrão do mercado brasileiro pela competição.

Globo,Propina,Blog do Mesquita


Arte – Alberto Giacometti
Man Seated on the Divan while Reading the Newspaper,1952

Arte,Blog do Mesquita. “A l b e r t o - G i a c o m e t t i Man Seated on the Divan while Reading the Newspaper 1952–3

Diego, 1953

Arte,Blog do Mesquita. “A l b e r t o - G i a c o m e t t i Man Seated on the Divan while Reading the Newspaper 1952–3


PSDB,Brasil,Partidos Políticos,Tasso,Aécio,Serra,Doria,Alckimin,Blog do Mesquita

Fatos & Fotos – 16/11/2017

“Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.”

Santo Agostinho de Hipona – “O Africano”

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‘Exército é o mesmo de 1964, mas circunstâncias mudaram’, diz comandante sobre pedidos de intervenção militar

Em entrevista à BBC Brasil, por telefone, o próprio comandante classificou a situação dele como “inaudita”. Mas garante que a saúde mais fragilizada, que contrasta com a imagem de um soldado pronto para a guerra, não é, para ele, motivo para ele deixar o posto. O trabalho, diz ele, o ajuda a enfrentar a doença. Nos bastidores da caserna, porém, já se especula quem será seu sucessor.Villas Bôas se diz frustrado por não poder percorrer as unidades do Exército, mas garante que o exercício da função o ajuda a enfrentar a doença.

General Villas Boas em audiência no Senado
Após general revelar que enfrenta um doença degenerativa, especulações sobre sua sucessão escalaram | Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil

O general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, comandante-geral do Exército, é um dos responsáveis por assegurar a defesa do país. Ao mesmo tempo, é um homem que trava uma batalha pessoal com a própria saúde.

Em março deste ano, ele revelou, em um vídeo institucional divulgado no YouTube, estar enfrentando uma doença neuromotora degenerativa que afeta a musculatura. Cinco meses depois, com a mobilidade bastante restrita e a respiração mais ofegante, ele tem participado de eventos usando uma cadeira de rodas.

uestionado sobre os pedidos de intervenção militar que surgiram em certos setores nos últimos anos, o general Villas Bôas foi categórico em dizer que a própria sociedade brasileira é capaz de encontrar uma solução para a crise sem que isso ocorra. “O Brasil tem um sistema que dispensa a sociedade de ser tutelada”, declarou.

O comandante falou também sobre o emprego – e limitações – das Forças Armadas para conter a escalada da violência urbana. Para ele, que mais de uma vez já criticou o uso delas em ações para garantir a manutenção da lei e da ordem em cidades, o Exército nas ruas pode melhorar a sensação de segurança apenas de forma passageira.

E chamou ainda de “alarmistas” os críticos do exercício militar que o Exército fez na Amazônia com a participação de representantes de 20 países.

‘Comandar o Exército me fortalece’

Villas Bôas, de 66 anos, completou 50 anos de Exército.

Aos 16, entrou na Escola de Cadetes em Campinas, para em seguida ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras. Aspirante da turma de 1973, acumulou na carreira importantes postos de comando, como o da Amazônia, e funções mais políticas como a de adido-adjunto na Embaixada do Brasil na China e chefe da assessoria parlamentar do Exército.

Villas Boas numa solenidade oficial
General Villas Bôas tem aparecido em solenidades usando cadeira de rodas | Foto: Reprodução/Twitter

Foi promovido comandante em julho de 2011. Desde então, passou usar as redes sociais para se comunicar com dois públicos diferentes: os militares e entusiastas das Forças e também o público em geral. Ele próprio é ativo no Twitter, mas admite que não posta diretamente. “Mas sempre defino os temas e o espírito da mensagem.””Me fortalece e me anima”, diz, complementando, no entanto, “que não quer dar um caráter heroico ao que está acontecendo”.

O general afirma não ver razão para ir para a reserva e que desde que assumiu publicamente a doença tem recebido “muitas manifestações de solidariedade e apoio”.

‘Linha-dura’ na fila da sucessão do Exército

Após o comandante assumir a doença publicamente, as especulações sobre sua sucessão ganharam corpo.

Há quem acredite que ele esteja resistindo no cargo e enfrentando pressões internas para evitar que nomes mais “linha-dura” e ícones dos “intervencionistas” – como o general Antonio Hamilton Mourão, atual secretário de Economia e Finanças do Exército – assumam o comando da Força.

Foi Mourão quem, ao ser questionado sobre intervenção militar em uma palestra promovida pela maçonaria em Brasília em setembro, falou sobre impor uma ação caso a Justiça não aja contra a corrupção.

Exército patrulha Rio nas Olimpiadas de 2016
Emprego das Forças Armadas não resolve o problema da segurança pública, afirma comandante | Foto: Exército Brasileiro

Mourão, ao lado dos oficiais Juarez Aparecido de Paula Cunha, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, e Gerson Menandro, da representação brasileira na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), são os mais bem colocados no chamado “Almanaque do Exército”.

O termo refere-se a um ranking de posicionamento dos militares dentro da linha hierárquica, com base na colocação que eles obtêm no decorrer de sua formação e carreira. A posição dentro do almanaque, atualizado mais de uma vez por ano a cada ciclo de promoções, define a hierarquia mesmo entre militares no mesmo posto.

Aspirantes da turma de 1975, os três generais cotados para o lugar do atual comandante vão para a reserva em março do próximo ano.

Segundo Villas Bôas, o Exército tem “como praxe” nomear alguém ainda da ativa.

“Realmente não é uma praxe a escolha de oficiais da reserva para voltar para a Força e assumir o comando. A praxe tem sido sempre no sentido de escolher alguém ainda na ativa porque isso realmente fortalece a coesão”, explica.

Mas ele nega estar resistindo no cargo para barrar os colegas.

“Eu diria que especulações nesse sentido estão absolutamente desprovidas de fundamentação. Esses oficiais a que você se referiu, assim como os outros oficiais do Alto Comando do Exército, estão plenamente habilitados a assumir o comando e cumprir um papel tão bom ou melhor que o meu”, diz.

O comandante ressalta a proximidade com esses generais. “Eles estão entre os que mais trabalham pela manutenção da coesão e da institucionalidade do Exército.”

“Essa preocupação, sinceramente, não está presente”, completa.

Perfil para comandar

Dois homens do Exército patrulham o Rio
Para Villas Bôas, estilos diferenciados de liderança não permitem traçar perfil ideal para um comandante do Exército | Foto: Exército Brasileiro

Villas Bôas também nega ter entre seus nomes preferidos para assumir o comando do Exército o do general Fernando Azevedo e Silva, tido no meio militar como um moderado que desfruta de crédito com a tropa e, ao mesmo tempo, circula bem no meio político.

“O nome do general Fernando surge naturalmente porque ele é o chefe do Estado Maior do Exército. O chefe do Estado Maior é o principal executivo, aquele que implementa as diretrizes político estratégicas que eu, no caso como comandante, formulo. Ele acaba tendo uma visibilidade maior e até, talvez, uma ligação mais estreita comigo”, afirma.

“E ele é perfeitamente habilitado a assumir o comando do Exército, assim como os demais integrantes do Alto Comando. Isso não caracteriza uma preferência”, completa.

Questionado sobre o perfil de um comandante em tempos de crise política, turbulência econômica e apelos cada vez mais crescentes por intervenção, Villas Bôas diz não ser possível traçar características ideais.

“Com relação ao perfil ideal para comandante do Exército, não se pode traçar um perfil considerado ideal, já que os estilos de liderança são absolutamente individualizados. Cada pessoa estabelece seu estilo de liderança de acordo com as circunstâncias, com sua capacidade, com o ambiente e de acordo com os objetivos que ele estabelece. Não há como traçar um perfil para essa função.”

Veículos do Exército
‘Não cabe participar de uma dinâmica de caráter político e de caráter partidário’, diz Villas Bôas | Foto: Exército Brasileiro/Centro de Comunicação

Intervenção militar

Questionado sobre os apelos por intervenção militar agregarem complexidade à missão de comandar o Exército e a tropa de mais de 200 mil homens, Villas Bôas diz que não há nenhuma dificuldade interna e salienta a necessidade de ficar longe das disputas político-partidárias.

“O Exército está coeso e absolutamente consciente de que é uma instituição de Estado e de que não cabe participar de uma dinâmica de caráter político e de caráter partidário”, afirma.

Ele próprio cita 1964, ano em que os militares assumiram o comando do Brasil, para salientar quão diferentes eram as circunstâncias daquela época se comparadas com o momento atual.

“Sempre vêm lembranças relativas ao período de 1964… O Exército continua o mesmo daquele período, com os mesmos valores, os mesmos princípios, os mesmos objetivos, mas as circunstâncias mudaram muito”, diz.

Presidente Michel Temer cumprimenta Villas Boâs que está na cadeira de rodas
Antes de falar publicamente sobre a doença, comandante do Exército diz que comunicou o presidente Michel Temer | Foto: Beto Barata/PR

Segundo o comandante, aqueles foram tempos de Guerra Fria, em que até mesmo a coesão do Exército estava ameaçada. “O Exército estava na eminência de rachar.”

Hoje, afirma Villas Bôas, o país tem instituições amadurecidas. “Tanto que a gente vem nessa crise já há algum tempo e as instituições permanecem cada uma cumprindo as suas funções. O Brasil é um país complexo, tem um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada. Então ela própria, a sociedade, tem que encontrar os caminhos para a superação dessa crise.”

Solução para o problema da segurança pública

Além de se posicionar contra a necessidade de intervenção militar para resolver a atual crise, o comandante também tem uma visão crítica em relação ao uso das Forças Armadas para conter a violência urbana.

Apesar de considerar natural a expectativa de ver o Exército atuando para garantir segurança pública, Villas Bôas acredita que o problema é mais complexo – e exige muito mais que soldados nas ruas.

“Quero ressaltar que não se pode esperar que o emprego das Forças Armadas, no nosso caso o Exército, vai resolver o problema de segurança pública. Essa é uma problemática que tem raízes muito profundas e decorre de falência, de não funcionamento ideal de vários outros setores da atuação governamental ou até mesmo de responsabilidade da sociedade”, afirma.

“Aí vem o problema da educação e da disciplina social, das quais a nossa sociedade está carente. Vem o problema de falta de alternativa para a juventude e algo que lhes dê uma esperança no futuro.”

“Faço questão de ressaltar que o emprego das Forças Armadas simplesmente não vai resolver a problemática de segurança pública. Pode contribuir? Sim para a sensação de segurança da sociedade, mas isso é passageiro.”

Cena com simulação de atendimento a feridos
Exercício militar na Amazônia com a participação de 20 países simulou ações de caráter humanitário | Foto: Antonio Cruz/Ag. Brasil

‘Alarmistas’ sobre Amazônia

Villas Bôas respondeu às críticas dos que se manifestaram contra um exercício militar inédito, com participação de 20 países, incluindo os EUA, na Amazônia.

“Jamais, jamais tomaríamos uma iniciativa que pudesse colocar em risco a nossa, como você disse, soberania na Amazônia. Estamos realizando um exercício multinacional. É um exercício de caráter humanitário. Visa nos preparar para fazer face a problemas humanitários em áreas remotas com todas as dificuldades logísticas de acesso, por isso foi escolhida a Amazônia”, explica.

Segundo o comandante do Exército, a base montada durante a operação, que aconteceu entre os dias 6 e 13 de novembro, é temporária e será desmobilizada.

Avião do Força Aérea dos EUA
EUA participaram do exercício militar na Amazônia com aviões e observadores | Foto: Antonio Cruz/Ag. Brasil

“Há pessoas com caráter alarmista dizendo que vai permanecer uma base, e isso é absolutamente inverídico”, critica.

Ele diz que o exercício envolveu tropas brasileiras, peruanas e colombianas, além de observadores de outros 17 países, entre eles os EUA.

“Cada país possui um tipo de expertise que dependem das suas condições geográficas. Há países que têm problemas de terremoto, de incêndios florestais, outros problemas de inundação… Os EUA estão com a guarda-nacional e aviões que espargem água para o caso de incêndios florestais.”


O lado não contado da Proclamação da República.
“A República foi proclamada pelos banqueiros que tinham vontade de ocupar o da nobreza, e ter aqueles luxos e privilégios, mas que não conseguiram porque não tinham o sangue azul. Então, eles armaram a Proclamação para ocupar o espaço nobre e tiveram o cuidado de manter a mesma estrutura.”
In: “A República e sua proclamação” de Eduardo Marinho.Blog do Mesquita,Proclamação da República

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Mood Indigo – ELSA ARMENGOU
DICK OATTS SANT ANDREU JAZZ BAND

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Esse realmente é um país de cabeça pra baixo.

Jornalista publica artigo grafando que outrem “deve morrer”, e agora pede para si proteção policial. Incita violência e esperava aplausos?
Frouxo! Ouvi muito de minha mãe;
“Quem não pode com o pote não pega na rodilha”.Pote,Rodilha,Blog do Mesquita

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#ÉCoisadePreto

Pessoas públicas não devem cometer “atos falhos”. A crítica à qual estão sujeitos por tal, não é análise de mérito ou valoração do conteúdo, mas a simples constatação do caráter. O “ato falho” revela a verdadeira persona que há por trás da máscara pública.
Aos amigos e admiradores de tais, Freud tem muito a revelar.

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Éeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeegua!
Esse negócio de assédio está me deixando paranoico.
Somente faço compras, raras, em lojas que tenham atendentes homens. Caso não, gravo vídeo e áudio no celular, o diálogo quando a atendente for mulher, e não a olho no rosto. O mesmo também aos vendedores.
Pus em prática ontem na Livraria.
“Vôte! Eu hein Rosa?”; como dizia minha falecida mãe.

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Atendimento veterinário é prova de posse de imóvel
Minha nossa. Esse é um país de cabeça pra baixo.
No processo contra o Lula sobre a propriedade do Sítio de Atibaia, está apensado como prova um documento de uma Clínica Veterinária sobre o atendimento em uma cadela que foi mordida por uma cobra no referido sítio. Inacreditável.
Então, ex-celência, isso prova que o sítio é do Lula?
“Gizuis”. Como desperdicei tempo, 5 anos no Curso de Direito, e agora mais dois em uma pós graduação.
Pela dedução lógica das ex-celências, caso Lula morra afogado na praia do Triplex, ficará provado que o lunfa do agreste é o dono do oceano.
Agora isso é prova cabal.
Isso não é processo é um circo.Blog do Mesquita,Posse,Imóvel,LeieOrdem,Lula,Prova Judicial

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#ÉCoisadePretoAgostinho de Hipone,Blog do Mesquita

Louvação
Agostinho de Hipona, “O Africano”¹
 
Tarde Vos amei,
ó Beleza tão antiga e tão nova,
tarde Vos amei!
Eis que habitáveis dentro de mim,
e eu, lá fora, a procurar-Vos!
Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes.
Estáveis comigo e eu não estava Convosco!
Retinha-me longe de Vós
aquilo que não existiria,
se não existisse em Vós.
Porém, chamastes-me,
com uma voz tão forte,
que rompestes a minha Surdez!
Brilhastes, cintilastes,
e logo afugentastes a minha cegueira!
Exalastes Perfume:
respirei-o, a plenos pulmões, suspirando por Vós.
Saboreei-Vos
e, agora, tenho fome e sede de Vós.
Tocastes-me
e ardi, no desejo da Vossa Paz
 
¹Santo Agostinho de Hipona, “O Afrticano”
* Tagaste, Algéria – 13 de novembro de 354 d.C
* Hipona, Argélia – 28 de agosto de 430 d.C
Bispo e Filósofo Africano da etnia Berbere, Agostinho era um númida, um destes povos estranhos que habitam as planícies costeiras do norte da África, nem negro nem europeu, mas descendentes, como os bascos, de alguma raça antiga de colonizadores.
Ps. Para saber mais há que ler para não dizer besteiras.
Robert Payne, “Augustine: The Sensualist”
Robert Payne, “The Fathers of the Western Church”

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O Obscurantismos dos “Loudspeaker.svg Schutzstaffel” queimando boneca de Vodu da Filósofa Judith Butler – é uma delirante, mas aí já é outra discussão – já virou vexame internacional.
Os doidivanas teleguiados do Globalismo não entendem que ideologia de gênero e bruxas não existem.

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A vida de uma “escrava” brasileira

Tábata Viapiana/IstoÉ

A ministra de Direitos Humanos, Luislinda Valois, choca o País com suas mordomias, desvios e apelos descabidos

Crédito: SEPPIR-PR

LUISLINDA COM ASSESSORES EM NOVA YORK Viagens ao exterior são constantes no dia a dia da ministra que, desde a época de desembargadora, se acostumou ao circuito internacional (Crédito: SEPPIR-PR)

 
Foto carro: Jorge William

O processo de abolição da escravatura no Brasil foi gradual: começou com a Lei Eusébio de Queirós de 1850, seguida pela Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e finalizada pela Lei Áurea em 1888. Mas a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), não gosta de escalas. Ameaça recorrer diretamente à Princesa Isabel se continuar ganhando “apenas” R$ 33.700 por mês, enquanto a renda média do brasileiro é de R$ 1.226. É uma “escrava”, como ela mesmo se autoproclamou ao querer incorporar aos seus vencimentos mais R$ 30.471,10 que recebe como desembargadora aposentada do Tribunal de Justiça da Bahia. Só que escrava de luxo.

Vida de escravo é difícil, dizia a letra de Dorival Caymmi. Que o diga Luislinda. Além de ganhar salário que encosta no teto constitucional do funcionalismo, ou seja, só a nata dos servidores públicos pode desfrutar desse privilégio, a ministra leva uma vida de mordomias à custa do dinheiro público. Além dos R$ 33,7 mil por mês, a ministra tem direito a jatinhos da FAB para viagens profissionais, apartamento funcional em Brasília, carro com motorista e cartão corporativo. Ela ainda recebe diárias do governo federal, quando viaja. Só em 2017, foram mais de R$ 40 mil.

Isso tudo já a faz ocupar um confortável lugar no pico da pirâmide social, mas sua declaração de bens de 2014 é ainda mais eloqüente ao mostrar que a ministra está mais para Casa Grande do que senzala. Luislinda é proprietária de uma mansão no condomínio de luxo Porto Busca Vida Resort, localizado na praia privativa de Busca Vida, em Camaçari, na Bahia. Ela adquiriu o imóvel por R$ 750 mil. Hoje, o local está supervalorizado. Um terreno não sai por menos de R$ 1,5 milhão. Casas prontas, que variam de 300m2 a 1.100m2, custam entre R$ 3 milhões e 7,5 milhões. A ministra Luislinda também possui um apartamento em Salvador, comprado por R$ 330 mil, e outro em Curitiba, no alto da Glória, região nobre, adquirido por R$ 350 mil.

Pedido de recebimento de diárias por finais de semana não trabalhados e
cobrança de verba de R$ 10 mil da União por uma viagem que fez de graça
ao exterior entraram no rol de acusações contra a servidora “escrava”

Praia privada

Como é possível notar, está mais do que evidente a exploração a que a ministra de Direitos Humanos vem sendo submetida pelo Estado-feitor. Em junho passado, Luislinda cobrou do governo R$ 10.758,68 por uma viagem de cinco dias a Israel. A viagem foi paga pela Confederação Israelita do Brasil (Conib). Ou seja, ela viajou de graça e mesmo assim quis ressarcimento. Verba extra, dinheiro a mais. Sua assessoria diz que ela devolveu os valores no dia 28 de junho. Em julho, ela deu outro “aplique” nos cofres públicos: pediu o ressarcimento de despesas durante final de semana em Salvador, onde reside, sem ter tido compromissos oficiais. Ela não trabalhou no final de semana. Na verdade, ela viajou para a capital baiana no dia 27 de julho, uma quinta-feira, em avião da FAB, para representar o presidente da República na posse de um juiz do TRE da Bahia. Na sexta, a ministra visitou uma escola pública. Ficou em casa descansando no sábado e domingo, mas mesmo assim cobrou as diárias por todos os dias, no valor de R$ 1.985,19.

Ao pedir o aumento salarial, ela explicou que a alta soma se destina a cobrir despesas “necessárias” ao exercício do cargo, como roupas, sapatos, perfumes e maquiagens. “Como é que eu vou comer, beber e calçar?”, disse Luislinda. “É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação”, completou a ministra, que deve fazer Isabel se remexer no túmulo. Com a repercussão negativa do caso, ela voltou atrás, abrindo mão do pedido por mais benefícios, mas ao pedir um salário acima do teto do funcionalismo, Luislinda se desconectou da realidade. Definitivamente, o contribuinte brasileiro não merece ser escravizado pelos privilégios de uma ministra dos Direitos Humanos. Ela parece só olhar para os direitos dela.

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Complete a frase;
A justiça brasileira é

Mídia,Dória,Haddad,Blog do Mesquita

Fatos & Fotos – 15/11/2017

Holly Cole – Calling You

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Esse é um país de cabeça pra baixo.
Um cavalo foi preso em Sergipe por ter escoiciado um automóvel de uma senhora.
Continuam solto mesmo escoiciando os cofres públicos;
Lula, Renan,Temer, Aécio, Padilha, Moreira Franco,Romero Jucá, Eunício, Çerra, Aloysio Nunes, Maia, Collor, Narizinho, Meirelles,Sarney, FHC…Cavalo,Blog do Mesquita

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Judith Butler

O Obscurantismos dos “Loudspeaker.svg Schutzstaffel” queimando boneca de Vodu da Filósofa Judith Butler – é uma delirante, mas aí já é outra discussão – já virou vexame internacional.
Os doidivanas teleguiados do Globalismo não entendem que ideologia de de gênero e bruxas não existem.

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Marinhos,Blog do Mesquita

1)A Globo é delatada por pagar propinas.
2) A Globo investiga a si mesma e se declara inocente.
3) Somos imbecis.
Ps.1. Ontem escrevi que o #ÉCoisadePreto seria o menor problema da “Grobius.”
Ps.2. Alô PF, MPF e PGR; veremos condução coercitiva da família Marinho? Invasão da sede do Jardim Botânico? Devassa nas casas de José Roberto, João Roberto e Roberto Irineu?

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#ÉCoisadePreto
Luiz Gama – Salvador 1830/SP 1882: feito escravo aos 10 anos de idade, filho de pai branco e mãe negra, permaneceu analfabeto até aos 16 anos, liberto aos 17 anos, autodidata, estudou Direito, ativista político, poeta e jornalista. Tornou-se advogado dos escravos tendo conseguido a libertação de mais de 500 escravos pela via judicial.
Extrato do poema Orfeu:
Se queres, meu amigo,
No teu álbum pensamento
Ornado de frases finas,
Ditadas pelo talento;
Não contes comigo,
Que sou pobretão:
Em coisas mimosas
Sou mesmo um ratão.Luiz Gama,Escravo,#ÉCoisadePreto

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Uma vez que o “designer” Globeleza – tão criativo e tão imbecil – está propondo um novo modelo para a Bandeira do Brasil… Apresento outra das minhas modestas sugestões.
Uma elegia visual aos Patos.Bandeira,Brasil,Hans Donner,Blog do Mesquita

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Blog do Mesquita,Arte,Ilustrações,Angel Boligan

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“Os insetos picam, não por maldade, mas porque desse modo querem viver: ocorre o mesmo que os críticos; querem nosso sangue, mas não nossa dor.”
Nietzsche”

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Arte,Arthur Timótheo da Costa,Pinturas,Blog do Mesquita,Autoretrato

Arthur Timótheo da Costa – Autoretrato

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Divulgando que o Baratta dos ônibus do RJ., foi preso, antes que o Gilmar o solte.

*****Fotografia,Blog do Mesquita

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Como a mídia safada e seus servis manipulam a informação para distorcer corações e mentes. A desonestidade intelectual não tem limites. Jornalista não é justiceiro
O “repórter” Guga Chacra – ponta de lança na Globo News juntamente com o #ÉcoisadePreto da NWO – soltou no Twitter dele:
“Cerca de 60 mil pessoas participaram de manifestação nazista na Polônia defendendo uma Europa apenas para os brancos.”
O Consulado da Polônia nos USA rebateu:
[…]”A marcha, na verdade, era em comemoração ao Dia da Independência da Polônia (11 de novembro) e teve a presença ostensiva de grupos extremistas, mas não eram sua totalidade”.
Guga Chacra e outros tais representa aquilo que há de mais esc**to no país, distorce verdades, desonesto intelectualmente, tendencioso e parcial. É lamentável que tenhamos um jornalista desse naipe.

O socialismo globalista é a força política mais poderosa desde a queda do muro de Berlim, produzindo supressão das identidades nacionais e a concentração de poder. Importante não confundir globalização com globalismo. A globalização envolve a abertura de mercados e livre comércio entre nações independentes, o globalismo envolve a perda de identidade nacional em nome de um Estado único, de cunho socialista e concentrador de poder. A União Europeia é o grande ensaio desse arranjo.

Quando Guga Chacra escreve que “60 mil pessoas participaram de manifestação nazista”, ele sabe que isso é uma mentira. Mesmo um sujeito limitado tal ele o é, saberia que em país destruído pelo nazismo e pelo comunismo, nenhuma dessas ideologias teria grande apelo. Mais do que isso, essa simples afirmação é uma grave ofensa para os descendentes dos milhões de poloneses mortos ou violentados pelos nazistas durante a ocupação do país na Segunda Guerra.
Ps. 1 – Guga Chacra bloqueou o Twitter do Consulado da Polônia no seu(dele)Twitter.
Ps. 2 – É possível ver imagens da comemoração pelo link https://www.youtube.com/watch?v=RELTOCqUCrs

Guga Chacra,Polônia,Blog do Mesquita

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Uma vez que o “designer” Globeleza – tão criativo e tão imbecil – está propondo um novo modelo para a Bandeira do Brasil… Apresento outra das minhas modestas sugestões.
Uma elegia visual aos Patos.

Bandeira,Brasil,Patos,Blog do Mesquita