Simonetta Vespúcio, a Vênus de Botticelli

O seu rosto é um dos mais conhecidos do mundo, imortalizado nos quadros de Sandro Botticelli. No entanto, poucas pessoas conhecem a história ou mesmo o nome dela que, por sua beleza, era considerada pelos contemporâneos a deusa Vênus renascida.

O nascimento de Venus – Detalhe – Sandro Botticceli

Simonetta Vespucci em retrato feito por Sandro Botticelli, hoje em Berlim (Gemäldegalerie). Imagem: Wikipedia (domínio público).

Simonetta Cattaneo nasce em Gênova no ano de 1453. A família de banqueiros, embora de origem nobre, encontrava-se então em dificuldade econômica após a queda de Constantinopla (1453), cidade onde possuía importantes filiais. Por essa razão, quando Marco Vespucci (primo distante do explorador Américo Vespucci, que deu o nome de América ao nosso continente), membro de uma importante família de banqueiros de Florença, apaixonou-se perdidamente pela jovem e bela Simonetta, seu pai não hesitou em dá-la como esposa ao rico rapaz. Simonetta Vespucci tinha então 16 anos.

Estátua de Américo Vespucci – obra de Verocchio – navegador que deu o nome ao continente americano, na fachada da Galleria degli Uffizi. Foto: Goran Bogicevic / 123RF.

O jovem casal, recém-casado, muda-se para Florença, cidade natal da família Vespucci. Florença naqueles anos, sob o governo do também banqueiro Lourenço de Médici, vivia seu período de máximo esplendor cultural, atraindo artistas e estudiosos de toda a Itália, patrocinados pela munificência do próprio Lourenço.

Lourenço de Médici, senhor de Florença e importante mecenas do Renascimento. Retrato de Agnolo Bronzino, Galleria degli Uffizi. Imagem: Wikipedia (domínio público).

Sendo ambas ricas famílias de banqueiros de Florença, a relação entre os Médici e os Vespucci era de grande familiaridade, e Simonetta pôde assim passar a frequentar, junto ao seu marido, a refinada e luxuosa corte de Lourenço de Médici, dito o Magnífico.

Piazza dela Signoria, sede do governo de Lourenço o Magnífico. Foto: Jakobradlgruber / 123RF.

E foi daqui, a partir do rico ambiente da corte de Lourenço, que a fama de inigualável beleza de Simonetta tomou toda a cidade florentina. Muitos eram os poetas que a cantavam em seus versos, muitos eram os admiradores que competiam para ver, mesmo que por um só instante, a graça daquela que passou a ser chamada “Vênus de Florença”.

Dentre seus tantos admiradores havia também o jovem Giuliano de Médici, irmão mais novo de Lourenço o Magnífico e, portanto, segundo em importância na cidade. O rapaz era famoso entre os demais jovens da sua idade por sua coragem e valentia. Giuliano se apaixonou perdidamente por Simonetta, mas teve que viver seu sentimento apenas como um “amor cortês”, visto que a jovem era já casada e, para mais, com um membro da família Vespucci, aliada importante dos Médici.

Busto de Giuliano de Médici, irmão de Lourenço, com a armadura que usara no famoso torneio. Estátua de Andrea del Verrocchio, hoje nos Estados Unidos (National Gallery of Art). Imagem: Wikipedia (domínio público).

A paixão, porém, era tanta que em 1475, aos vinte e um anos, Giuliano resolve participar de um torneio a cavalo com os jovens mais corajosos da cidade na bela piazza Santa Croce, em pleno centro de Florença. O prêmio? Um emblema da deusa Atenas, cujo semblante era, na verdade, o da encantadora Simonetta Vespucci. O valente Giuliano sai vencedor do torneio e leva assim consigo, como prêmio, a imagem do belo rosto da amada.

Piazza Santa Croce em Florença, onde Giuliano venceu o famoso torneio. Foto: Uhland38 / 123RF.

Essa história de amor irrealizável não teve, todavia, um final feliz. Apenas um ano após o alvissareiro torneio no dia 26 de abril de 1476 Simonetta vinha a falecer, privando inesperadamente Florença da graça e do esplendor da sua jovem mais bela. Exatamente dois anos depois, igualmente no dia 26 de abril, morria também o jovem Giuliano, brutalmente assassinado durante uma missa na Igreja Santa Maria del Fiore em uma conspiração política que visava tirar os Médici do poder. De um só golpe Florença havia perdido seus dois jovens mais amados.

Igreja Santa Maria del Fiore, onde Giuliano de Médici foi brutalmente assassinado em uma conspiração. Foto: Brian Kinney / 123RF.

Mas Simonetta Vespucci possuía um outro célebre admirador, o qual garantiria que sua graça e encanto pudessem chegar até os dias de hoje: Sandro Botticelli, um dos maiores pintores da história de Florença e do mundo. A lembrança da beleza única de Simonetta e do sincero amor de Giuliano eram tão vivos em Botticelli que o pintor continuou a evocá-los em seus quadros mesmo anos após a morte dos jovens.

Vênus e Marte de Sandro Botticelli (National Gallery, Reino Unido). As feições dos deuses são as de Simonetta Vespucci e Giuliano de Médici. O quadro foi pintado em 1482, quatro anos após a morte de Giuliano e seis após a morte de Simonetta. Imagem: Wikipedia (domínio público).

No entanto, o quadro mais célebre de Botticelli, a sua obra-prima que tornou famosa em todo o mundo a beleza eterna de Simonetta Vespucci é O nascimento de Vênus, que está abrigado na Galleria degli Uffizi em Florença, cidade onde aquele fugaz amor ocorreu. Nele assistimos ao nascimento da deusa do amor e da beleza, Vênus, a qual surge das águas do mar por sobre uma concha, carregada pelo sopro dos ventos de primavera, fazendo renascer as flores e trazendo assim de volta a vida para a terra após o inverno:

O nascimento de Vênus de Sandro Botticelli, hoje na Galleria degli Uffizi. A deusa apresenta as feições de Simonetta, mesmo sendo o quadro pintado 9 anos após a sua morte. Imagem: Wikipedia (domínio público).

Não é difícil reconhecer nas feições da deusa da graça e do amor o semblante sem igual de Simonetta Vespucci. Uma beleza pura, singela, eterna, destinada a encantar para sempre o olhar de quem quer que a observe. Não deixe de contemplá-la, ainda que por alguns segundos, na sua passagem por Florença.

Por Yuri Borges Loyola

Artes Plásticas – Pinturas

Pablo Picasso
“A bebedora de absinto”,1901

Jacob Camille Pissarro
“Vase of Flowers,1902

Albrecht Dürer
Gravura em metal

André Derain (1880-1954)
“Le pont sur la Tamisa”,1906

Antonie Lodewijk Koster “Rijnsburg”, 1908

Andrew Wyeth – USA – Aquarela

Anita Malfatti – Brasil
The Lighthouse, 1915

Aristarkh Lentulov “Nizhny-Novgorod”
Rússia – 1882/1943

Arne Ekeland
Norwegian, 1908/1994

Almeida Prado – Brasil

Riccardo Mantero

Grafitti
autor desconhecido

Robin Maria Pedrera

Henri Matisse
Harmony in Yellow, 1927

Van Gogh
Café Table with Absinthe, 1887

Mikhaíl Lariônov
Soldado descansando,1911

Tatiana Iablonska, Manhã,1954

Xilogravura de Israel Asaluz

Léon Spilliaert – Bélgica
Self Portrait

Pintura de Cardoso Jr. 2020
Ceará

Alicia Scavino

Madonna e o menino: como a dupla divina inspirou artistas por séculos

Imagens da Madona e do Menino – um título que normalmente denota uma representação visual da Virgem Maria e de seu filho Jesus, estão entre os motivos mais elogiados da pintura.

Originalmente uma prática devocional antiga decorrente de crenças bíblicas, representar artisticamente essas figuras se tornou um tema central no cânone da história da arte.

Dada a sua longevidade, não é de admirar que a tradição tenha evoluído ao longo do tempo, culminando em uma série de obras que variam de ícones divinos a retratos realistas. Somente observando o papel do motivo ao longo da história é que é possível entender completamente seu significado – tanto na arte cristã quanto além.

Quem eram Maria e Jesus?

Segundo a crença cristã, Maria – uma judia galileana de Nazaré – foi escolhida por Deus para dar à luz seu único filho, Jesus. A Bíblia enfatiza o fato de que Maria era virgem, impregnada não por seu noivo, José, mas pelo Espírito Santo – um fenômeno que, segundo o Evangelho de Lucas, perplexa até a própria Maria.

“Como isso vai acontecer?” ela perguntou a Gabriel, um mensageiro arcanjo enviado por Deus para lhe contar as novidades. “Eu ainda sou virgem!” O anjo respondeu: “O espírito santo virá sobre você. . . e o poder do Altíssimo o obscurecerá. Por essa razão, o santo que nasceu de você será chamado Filho de Deus. ”

Maria concordou em levar, nascer e ressuscitar Jesus. Juntos, o casal está entre as figuras mais veneradas do cristianismo, não surpreendendo sua presença perpétua na arte.

A Madona e o Menino na História da Arte

ROMA ANTIGA

“Virgem e Menino com Balão, o Profeta”, na catacumba de Priscila, em Roma, no final do século II (Foto: Wikimedia Commons [Public Domain])

Como muitas outras tendências da história da arte, a Madonna (derivada do termo italiano para Nossa Senhora) e a tradição infantil remontam ao Antigo Império Romano.
O retrato visual mais antigo conhecido de Maria e do menino Jesus pode ser encontrado na Catacumba de Priscila, uma pedreira usada para enterros cristãos no final dos séculos 2 a 4. Esta catacumba é comemorada por suas antigas pinturas de parede e teto, incluindo uma coleção inspirada na Bíblia. Além das histórias do Antigo Testamento, incluindo a Encadernação de Isaac e o Juízo Final, os afrescos em sua Câmara Grega contam histórias do Novo Testamento – incluindo, é claro, o nascimento de Jesus.

A Catacumba de Priscila também provavelmente apresenta o retrato mais antigo conhecido de um anjo na história da arte. Juntos, esses “primeiros” o tornam um dos sites mais importantes da arte cristã.

BIZÂNCIO

Ícone da Virgem e Menino entronizados com santos e anjos no mosteiro de Santa Catarina, século VI (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Após sua estréia no afresco, Madonna e Child se materializaram como pinturas encáusticas (à base de cera) e tempera (à base de gema de ovo). Renderizados em painéis de madeira, esses ícones católicos romanos geralmente apresentam Maria e Jesus de rosto sombrio, sentados em um trono e ladeados por santos e anjos igualmente sérios. Eles eram predominantemente usados para adoração e estão entre as obras mais predominantes da arte bizantina.

EUROPA MEDIEVAL

Duccio, “Madonna e Criança”, ca. 1300 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Na Idade Média, os artistas adotaram a estética do ícone bizantino para criar seu próprio estilo de pintura em painel. Pintores italianos como Cimabue e Duccio criaram retratos temperados de Maria e Jesus, baseados no modelo bizantino – especialmente planos planos, poses sentadas e o uso de folha de ouro, um meio cuja popularidade diminuiu à medida que o Renascimento se aproximava.

BAIXO RENASCIMENTO ITALIANO

Filippo Lippi, “Madonna Com Criança e Dois Anjos”, ca. 1460-1465 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

No século XV, pintores e desenhistas italianos começaram a experimentar o realismo em seus trabalhos. Essa abordagem inaugurou o início do Renascimento, uma era de arte iluminada que durou de 1400 a 1490. Durante esse período, os artistas voltaram-se para os tempos antigos, culminando em um corpo de trabalho que evoca interesses clássicos. Enquanto muitas obras-primas do período – incluindo Primavera e O nascimento de Vênus por Botticelli – mantiveram o assunto mitológico preferido pelos artistas clássicos, algumas apresentam representações naturalistas de Maria (que parecia adotar poses mais engajadas) e Jesus (que começou a parecer mais bebê).

MÉDIO RENASCIMENTO

Jan van Eyck, “Madonna na Igreja” 1438 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Os ideais italianos gradualmente atravessaram o continente, culminando em um renascimento do norte. Sediado nos Países Baixos (Holanda e Bélgica), Alemanha, França e Inglaterra, esse movimento compartilha a preferência do Renascimento Italiano pela pintura realista. Em suas impressões sobre Madonna e Child, artistas como Jan Van Eyck e Robert Campin adotaram essa nova abordagem, resultando em trabalhos que mostram um senso avançado de perspectiva, métodos hábeis de pintura de figuras e um interesse radical em cenários terrestres.

Alto Renascimento

Rafael, “Madonna do Pintassilgo”. ca. 1505-1506 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Durante o Alto Renascimento (1490 a 1527), Michelangelo, Leonardo da Vinci, Rafael e outros artistas italianos levaram esse interesse renovado ao realismo a novas alturas. Não mais interessados em motivos mitológicos, eles mudaram seu foco para retratos encomendados, estudos anatômicos realistas e figuras bíblicas – incluindo Madonna e Criança cada vez mais pessoal e naturalista.

IMPÉRIO MUGHAL

“Folha Única da Virgem e do Menino”, 1600-1625 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

A Madonna e a Criança não apareceram apenas na arte ocidental – elas também serviram como musa na pintura de Mughal. Por que figuras cristãs clássicas apareceriam na arte indo-islâmica? De acordo com o Metropolitan Museum of Art, no século 16, “numerosos assuntos cristãos foram copiados por artistas indianos que trabalhavam nas bíblias, gravuras e pinturas ilustradas que foram levadas à corte de Mughal por missionários jesuítas e comerciantes europeus”. Além disso, as próprias figuras estão presentes de maneira proeminente no Alcorão e no próprio Islã; Acredita-se que Maria seja “acima de todas as mulheres da criação”, enquanto Jesus é visto como o penúltimo profeta e mensageiro de Allah.

FRANÇA NEOCLASSICA

William-Adolphe Bouguereau, “Madonna with Child”, 1899 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Essa iconografia permaneceu popular durante todo o período neoclássico, um movimento inspirado no senso de equilíbrio da arte clássica e no foco na figura humana. Enquanto pintores como William-Adolphe Bouguereau tentavam modernizar assuntos mais antigos – incluindo Madonna e Child, que ele imaginava figuras do século XIX em um ambiente estilizado -, seus contemporâneos já estavam elaborando interpretações cada vez mais avant-garde.

ARTE MODERNA E CONTEMPORÂNEA

Mary Cassatt, “Mãe e Filho (Oval Mirror)”, ca. 1899 (Foto: Wikimedia Commons [Domínio Público])

Na virada do século XIX, a impressionista Mary Cassatt, nascida nos Estados Unidos, subverteu sutilmente os critérios tradicionais de Madonna e Child com Mãe e Filho (The Oval Mirror). À primeira vista, esta peça encantadora se parece com muitos outros retratos maternos de Cassatt. O que diferencia a pintura, no entanto, são algumas referências particularmente discretas. “O olhar de adoração da mulher e o rosto doce e a posição contrária do menino sugerem imagens da Renascença Italiana da Virgem e do Menino”, explica o Metropolitan Museum of Art, “uma conexão reforçada pelo espelho oval que emoldura a cabeça do menino como uma auréola”.

Allan D’Arcangelo, “Madonna and Child”, 1963 (Foto: Wally Gobetz [CC BY-NC-ND 2.0])

Seguindo os passos de Cassatt, artistas modernos e contemporâneos adotaram e adaptaram o conceito de Madonna e Child. Em 1942, Marc Chagall criou A Madona da Vila, uma representação sonhadora de Maria e Jesus flutuando em uma fantasia. Em 1949, Salvador Dalí quebrou a familiar iconografia com A Madonna de Port Lligat. E em 1963, Allan D’Arcangelo deu um toque de pop art ao par com sua Madonna e Child, um retrato gráfico do “ícone” Jackie Kennedy e sua filha Caroline.
Além de mostrar seus próprios poderes criativos, esses artistas inovadores revelaram uma verdade importante sobre Madonna e Child: a iconografia milenar pode ser triunfantemente atemporal.

As Pinturas de Gustave Caillebotte

Gustave Caillebotte foi um pintor francês da segunda metade do século XIX.
Formou-se no curso de Direito em 1868.

Gustave Caillebotte nasceu na cidade de Paris
em 21 de fevereiro de 1848. Estudou na Escola de Belas Artes de Paris, aonde entrou em contato com vários pintores do Impressionismo.

É considerado um importante representante do Impressionismo francês nas artes plásticas.

Foi convocado para a Guarda Nacional e lutou na Guerra Franco-Prussiana.

Retratou, em suas pinturas, cenas cotidianas da vida urbana, com destaque para as pessoas e os cenários. Retratou também paisagens e cenas de interiores.

Atuou também como financiador das artes plásticas (mecenas), colecionador de arte, filatelista e projetista de iates.

Principais características do estilo artístico:
– Presença marcante, em suas obras, do realismo.
– Belo e marcante trabalho com a luminosidade nas telas.
– Usou, em grande parte de suas pinturas, a técnica de óleo sobre tela.
– Teve influência da fotografia e de pinturas japonesas.
– Usou também o recurso da perspectiva profunda e do ponto de vista alto.

Principais obras:

– Rua Parisiense, Dia Chuvoso (1877)
– Os jardins (1875)
– A ponte da Europa (1876)
– Baigneurs (1878)
– Homem jovem à sua janela (1875)
– Boulevard dos italianos (1880)
– Skiffs no Yerres (1877)
– Os raspadores de chão (1875)
– Homem em uma varanda (1880)
– Veleiros sobre o rio Sena em Argenteui (1892)

Artes Plásticas – Pinturas

Odilon Redon
Mariposas y flores 1910-14

Auguste Renoir
Sentiero nel bosco, 1875

Auguste Renoir Luncheon of the Boating Party,1882

Tamara de Lempicka

Hugo Navarro

Hugo Navarro

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Henri Fantin Latour – Artes Plásticas – Pintura

Henri Fantin-Latour foi um pintor francês mais conhecido
por suas representações delicadas
e agudamente observadas de flores,
naturezas-mortas e retratos de grupo.

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Embora associado aos impressionistas e Édouard Manet em particular, Fantin-Latour permaneceu um pintor acadêmico tradicional ao longo de sua carreira.

Nascido em 14 de janeiro de 1836 em Grenoble, na França, estudou na École des Beaux-Arts e copiava pinturas do Velho Mestre no Louvre.

As obras de Fantin-Latour estão nas coleções do Instituto de Arte de Chicago, no Hermitage Museum em São Petersburgo, no Metropolitan Museum of Art em Nova York, no Musée d’Orsay em Paris, no Rijksmuseum em Amsterdã e na Tate Gallery em Londres, entre outros.

Ele morreu em 25 de agosto de 1904 em Buré, França.