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Cerâmica – Josep Maria Subirachs

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Originalmente de Barcelona, ​​ele foi um dos Escultores espanhóis contemporâneos com mais prestígio internacional.

Entre 1942 e 1947, foi discípulo do escultor Enric Monjo, enquanto participava de aulas noturnas de desenho na Escola Superior de Belas Artes de Barcelona.

Anos mais tarde, Josep Maria Subirachs obteve uma bolsa do Cercle Maillol do Instituto Francês de Barcelona para estudar em Paris, onde entrou em contato com a vanguarda européia e Ele foi influenciado pelo escultor inglês Henry Moore.

Da Espanha para o mundo

Convidado pelo artista belga Luc Peire, ele se estabeleceu por um tempo na Bélgica, onde começou sua fama internacional, ao receber inúmeras encomendas do colecionador Rémy Vanhoidsenhoven.

Multifacetado, Josep Maria Subirachs destacou-se especialmente na escultura, mas também em outras técnicas, como pintura, desenho, gravura, pôster, tapeçaria, ilustração de livros, design de joias e cunhagem de moedas.

Ele também fez inúmeras cenografias para prestigiadas produções de teatro e balé.

Ele também trabalhou como professor de arte, escritor e colaborador de revistas e jornais, crítico de arte e palestrante em universidades e academias de todo o mundo.

Em sua longa carreira, ele experimentou correntes como o Mediterrâneo, expressionista, abstrato e nova figuração, caracterizada por formas geométricas, linhas retas e angulares, além de texturas rugosas.

Em seu trabalho, Josep Maria Subirachs sintetizou o domínio técnico e a pureza de materiais e texturas com o objetivo de comunicar e expressar uma linguagem simbólica e transcendental.

Embora tenha realizado inúmeras obras, a ópera de Subirachs foi a decoração escultórica da Fachada da Paixão do Templo Expiatório da Sagrada Família em Barcelona, ​​que ele realizou entre 1987 e 2009.

Sua paixão pela arte lhe rendeu distinções internacionais e nacionais, bem como a exibição de suas obras em todo o mundo.

Afetado pelo Parkinson, Josep Maria Subirachs parou de trabalhar em 2010, até finalmente faleceu em 7 de abril de 2014, em 87 anos.

Arte – Fotografias

Foto do dia – Fotografia de Louis Stettner Penn Station


Amith-Nag


Celso Oliveira


Cores da Índia


Eva Besnyö


Santosh Korthiwada


Stephane Couturier


Gordon Parks


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Ras Marley


Alexander Sliussarev


Vivian Maier


Marcelo Montecino


Andre Kertesz

Arte – Fotografias

Pentti Sammallahti


Josef Sudek


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Alexander Khimushin


Francesca Bontempi


Jana Stolzer


Benoit Courti


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Claire Mallet,Nu,s/d


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Trevor Grimshaw


Fotografia de Jack Devant


Bouquet Ozatay



Tamara Toumanova & Serge Lifar
Swan Lake, Sydney, 1939-1940
Fotografia de Max Dupain


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Anthony Asael


Milos Voji,1960


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Helen Levitt


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Igor Larin
Natalia OsIpova,Don Quixote


Sabine Weiss
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Edward Streichen


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Cécile Anasuma-Brice


Steve McCurry


Tiziana Compodoni



Nina Galdina

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A influência mútua que existe entre arte e matemática

Ilustração: Linoca Souza
Reprodução do Blog Ciência Fundamental, da Folha de S.Paulo:
Por Edgard Pimentel

O binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo

A matemática tem inspirado e favorecido a arte. Perspectiva, proporção e simetria, por exemplo, são fundamentais nas artes plásticas. E o cravo foi bem temperado com uma boa pitada matemática. As bandeirinhas de Volpi, os azulejos de Athos Bulcão, o cubismo… Mas, e o contrário? Será que a arte inspira a matemática?

Vem do outro lado do Atlântico uma evidência da conexão entre arte e matemática. Segundo Fernando Pessoa, “o binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo”, só que as pessoas não se dão conta disso. Aqui, a arte empresta seus ideais como uma seta que aponta para beleza do objeto matemático. Mas talvez se possa ir adiante.

Em 1954, o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM, International Congress of Mathematicians) ocorreu em Amsterdã. Do programa constava uma exposição de Escher, cuja obra tem caráter fortemente geométrico. Basta ver suas escadas finitas que parecem sempre subir. Ou o revestimento de um plano com uma única figura (e.g. um peixinho alado) por meio de transformações matemáticas, sem deixar nenhum espaço vazio. O peixinho é uma região fundamental para um grupo de simetria –transformações do peixinho que resultam nele próprio.

Naquele congresso, Escher teve a oportunidade de se aproximar de cientistas como os matemáticos Harold Coxeter e o vencedor do Nobel Roger Penrose, também físico. A troca de cartas com o primeiro o inspirou a finalizar as obras “círculos-limite”: uma mesma figura se replica no interior de um círculo, ficando cada vez menor à medida que se aproxima das bordas.

Mas o contrário também teria lugar: as obras do artista teriam motivado, ao menos em parte, Roger Penrose e seu pai, Lionel Penrose. Em um artigo de 1958, publicado no The British Journal of Psychology, pai e filho discutem ilusões de ótica e a percepção de formas impossíveis. Uma das duas referências do trabalho é o catálogo da exposição de Escher, aquela de 1954.Talvez Escher e seus “parças” sejam uma via de mão dupla para a inspiração entre arte e matemática.

Por outro lado, será que a matemática poderia responder a alguma pergunta importante da arte?

Datar uma obra que não tem registro cronológico é tarefa relevante para a história da arte. Ou entender se, e como, o estilo de um/a artista se alterou com o tempo. E a matemática pode ajudar a desvendar essas questões. Como? Tratando uma pintura como um objeto matemático, uma função. E decompondo essa função em unidades menores. O estudo dessas unidades menores é uma chave que destrava informações sobre o/a artista em questão.

Uma ferramenta muito eficiente nesse sentido são as ondaletas: funções muito especiais que, como o nome sugere, parecem ondinhas, pequeninas e bem-comportadas. E extremamente poderosa – a ponto de o formato JPEG depender delas. Quando uma pintura é analisada por meio de ondaletas, o resultado é um conjunto de números que carregam informações sobre a pintura.

Na década passada, os museus Van Gogh e Kröller-Müller puseram à disposição de um estudo multidisciplinar mais de cem fotografias de alta resolução das obras de Van Gogh. Combinando ondaletas com aprendizagem de máquina, um grupo de cientistas obteve informações surpreendentes. Eles encontraram evidências, por exemplo, de que o número de pinceladas de Van Gogh é maior no período em que ele está em Paris e não em Arles. Uma das pesquisadoras-líder daquele grupo era a matemática belga Ingrid Daubechies.

Em 2018, o ICM aconteceu no Rio de Janeiro. Na ocasião, Daubechies discorreu acerca do estudo das obras de Van Gogh e de outros problemas da arte que motivaram pesquisas matemáticas. Dentre eles, a pesquisadora falou dos desafios por trás da remoção de rachaduras em uma pintura, capaz de revelar um texto de Tomás de Aquino em uma peça dos irmãos Van Eyck.

Arte, matemática e ciência devem ter muito mais em comum do que nos salta aos olhos – afinal, são formas de elaboração do espírito humano. Tomara que haja cada vez mais gente que se dê conta disso.

Em batalha pelo patrimônio, México reivindica mais de 30 peças pré-colombianas que vão a leilão na França

Casa Christie’s oferecerá na próxima semana lotes com objetos das culturas asteca, maia e teotihuacana.

O México mantém sua luta para recuperar o patrimônio pré-colombiano exibido em acervos europeus, mas até agora obteve poucos resultados. Após tentar reaver o cocar de Montezuma, sob o poder de um museu austríaco, o país agora reivindica 33 objetos que a firma Christie’s leiloará no próximo dia 9 em Paris. O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) solicitou ao Ministério Público mexicano que tome medidas legais contra a venda das peças e à Secretaria de Relações Exteriores (SRE) que empreenda ações diplomáticas para recuperar os objetos. “Determinou-se que o catálogo do leilão inclui peças que correspondem a culturas originárias do México, razão pela qual fazem parte do patrimônio da nação”, disse o Instituto em nota.

As peças correspondem a uma série de coleções exibidas no último século em países da Europa. Há esculturas, vasilhas, máscaras, pratos e estatuetas das culturas asteca, maia, tolteca, totonaca, teotihuacana e mixteca, provenientes de diversos Estados mexicanos. A maioria foi esculpida em pedra ou feita de barro. A Christie’s chamou o leilão de Quetzalcóatl, Serpente Emplumada, oferecendo suas peças por valores iniciais que variam de 4.000 a 900.000 euros (26.400 a 5,93 milhões de reais). A Christie’s garantiu a autenticidade dos lotes divulgando os acervos aos quais pertenciam as peças do catálogo.

No leilão, destacam-se dois objetos com o maior lance inicial. Por um lado, está uma máscara de pedra teotihuacana de 15 centímetros, do período clássico (450-650 d.C.), que foi chamada de Quetzalcóatl e cujo lance inicial deve se situar entre 350.000 e 550.000 euros (entre 2,3 e 3,63 milhões de reais). A Christie’s informa que a máscara pertenceu a Pierre Matisse, filho mais novo do pintor francês Henri Matisse, e foi exibida em duas ocasiões: em 2012, no Museu Quai Branly-Jacques Chirac, em Paris, e em 2018, no Palazzo Loredan, em Veneza. Não se sabe como a peça chegou à Europa. “Chamam-na Quetzalcóalt provavelmente porque acreditam que assim se venderá melhor. Esta venda é pouco ética, ilegal e muito sórdida”, escreveu no Twitter o arqueólogo Michael E. Smith, da Universidade Estadual do Arizona (EUA).

Também há uma escultura de pedra de Cihuatéotl, a deusa das mulheres que morrem no parto, achada no sítio arqueológico de Zapotal, em Veracruz (sul do México). A estatueta de 87 centímetros pertenceu à cultura totonaca no período clássico (600-1000 d.C.). A casa de leilões pede como preço inicial da disputa entre 600.000 e 900.000 euros (4 a 5,93 milhões de reais). A peça foi achada com outros 13 exemplares em um altar de adoração. A Christie’s diz que foi exibida ao público em duas ocasiões, em 1976 e 1982, em Bruxelas.

Há alguns anos, o México iniciou uma cruzada para recuperar o patrimônio histórico que se encontra em acervos privados no mundo. A França constantemente reluta em devolver as peças ao Governo mexicano, e a secretária de Cultura do país latino-americano, Alejandra Frausto, argumentou que a legislação francesa é “muito hostil” e impede a recuperação do patrimônio mexicano.

Em setembro de 2019, a diplomacia mexicana procurou deter a luta de 95 objetos pré-hispânicos leiloados pela casa francesa Millon. A SRE, através da Embaixada em Paris, reivindicou as peças, sem sucesso. Um mês mais tarde, a casa Sotheby’s ofereceu 44 peças pré-hispânicas que também foram reclamadas pelo Governo mexicano. A legislação mexicana estabelece que os achados de objetos das culturas antigas em território mexicano pertencem à nação, mas, uma vez que saem do país de forma ilegal, as autoridades perdem seu rastro. Nem todos os casos terminaram sem solução —uma exceção foi o baixo-relevo de Xoc, achado em Paris em 2015, num leilão da firma Binoche et Giquello, e que foi devolvido ao México dois anos mais tarde.

A Capela Sistina como só Michelangelo havia visto, num livro de 115.000 reais

Seus criadores passaram cinco anos fazendo mais de 270.000 fotos digitais, em alta resolução, para oferecer todos os afrescos da sala do Vaticano em escala real e com um nível inédito de detalhes.

Nas palavras do próprio Michelangelo Buonarroti: “Minha alma não encontra escada para o céu, a menos que seja pela beleza da Terra.” Ele se referia ao seu trabalho na abóbada da Capela Sistina, que ocupou quase cinco anos de sua vida (1508 a 1512). “Após quatro anos de torturas e mais de 400 figuras de tamanho real, me senti tão velho e exausto quanto Jeremias. Tinha 37 anos e nem sequer meus amigos já reconheciam o ancião no qual eu havia me transformado”, disse o artista depois de concluir o trabalho.

Num espaço de mais de 1.000 metros quadrados e a 20 metros de altura, Michelangelo criou uma série de afrescos de arquitetura simulada onde incluiu o desenvolvimento das histórias do Gênesis com aquelas mais de 400 figuras em tamanho natural. Uma criação monumental, encomendada pelo papa Júlio II, que extrapolou as características próprias da arte renascentista, mas que ninguém pôde observar com o nível de detalhes criado pelo pintor, a não ser subindo com sua própria escada até o céu.

A editora Callaway Arts and Entertainment, em colaboração com os Museus Vaticanos e a editora italiana Scripta Maneant, subiu por essa escada num projeto fotográfico que exigiu mais tempo de trabalho que a própria obra de Michelangelo, cinco anos, e que oferece um olhar inédito da Capela Sistina em sua plenitude. Após vender todos os exemplares em italiano, a editora lança agora a versão em inglês.

Graças às mais novas tecnologias da fotografia digital, The Sistine Chapel apresenta em três volumes as imagens com alta resolução, tamanho natural e uma precisão de cor de 99,4% da abóbada de Michelangelo e dos afrescos pintados ao lado do altar por Sandro Botticelli, Perugino e Ghirlandaio, entre outros artistas do Renascimento, por ordem do papa Sisto IV. É uma das peças mais extravagantes do universo editorial, que custa 22.000 dólares (cerca de 115.000 reais), incluindo envio e manuseio.

Mais de 270.000 fotos digitais em alta resolução permitem reconstruir os afrescos em escala real e com uma precisão de cor de 99,4%, revelando detalhes que até hoje só Michelangelo pôde ver. CALLAWAY / EL PAÍS

“Acreditamos que se trate de uma compra por impulso, possivelmente a mais cara do mundo editorial”, reconheceu em nota o fundador da Callaway, Nicholas Callaway. Mas justificou: “Podemos dizer, sem exagerar, que este é o livro definitivo sobre a Capela Sistina.” A publicação pode ser reservada no site da Callaway, e parte dos lucros serão destinados aos Museus Vaticanos.

Com design tipográfico de Jerry Kelly, os textos são assinados por Antonio Paolucci, ex-diretor dos Museus Vaticanos e ex-diretor geral de Patrimônio Cultural de Toscana, que relata a história por trás das cenas de A Criação do Mundo, A Criação de Adão e Eva, O Pecado Original, O Sacrifício de Noé e O Dilúvio. Na opinião de seus criadores, no entanto, o que confere a The Sistine Chapel um valor de conservação são as mais de 270.000 imagens feitas para poder reproduzir as obras.

“A captura digital dos afrescos sobreviverá aos próprios livros”, afirma Callaway no comunicado. Em seu formato impresso, “trata-se de uma obra voltada aos historiadores da arte, estudantes, colecionadores e curadores, que poderão estudar as obras apresentadas com um detalhe sem precedentes.”

Eles poderão examinar, por exemplo, o profundo conhecimento da anatomia humana demonstrado pelas figuras de Michelangelo: arquitetônicas, gigantescas, robustas, enérgicas e muito elegantes, que evidenciavam ao mesmo tempo o momento histórico vivido pela Itália na época. “Os leitores”, acrescenta a diretora editorial da Callaway, Manuela Roosevelt, “poderão ver os afrescos como ninguém pôde fazer desde que foram pintados, já que os visitantes da Capela observam as obras a uma distância de mais de 20 metros, e em paredes nas quais quase não se podem apreciar os detalhes.”


Assim, a escala real permite apreciar do jogo de luzes no rosto da Sibila Délfica até o uso do pontilhismo no nariz da Virgem, representada na cena do Juízo Final, passando por cerca de 220 detalhes dos afrescos de Michelangelo e dos mestres italianos do século XV.

“Consideramos que os livros podem ser e são objetos de arte em si mesmos”, diz Callaway. E justamente desse modo é tratada esta edição de três volumes de 60 x 17,78 centímetros, somando 822 páginas encadernadas em capas de seda com impressões em lâminas de prata, ouro e platina. Os Museus Vaticanos restringiram a tiragem a 1.999 cópias (1.000 em italiano, 600 em inglês e as demais em russo e polonês). “Se você a inserir no âmbito das coisas únicas, ou se a colocar no contexto do mercado de arte, 20.000 euros não é uma obra de arte cara”, afirma Callaway.

Detalhes das imagens que podem ser vistas no livro ‘The Sistine Chapel’.

Arte – Fotografias

Beth Moon


Hans Pollner


Gjon Mili


Antonio Palmerini


Marc Ferrez – Bahia,1885


Hari Sulistiawan


Robert Rauschenberg,1949


Alfred Stieglitz


Ferrucio Francesco Leiss


Florence Henri


Erich Hartmann


Vladimir Clajivo Telepnev


Gilbert Garcin
La condition humaine,2010


Hengki Koentjoro


Sergei Smirnov


Silent World – Michael Kenna


Chris Killip


Davi Peixoto


Carol Beckwith – Angela Fisher Lovely
Dinka of South Sudan


Ernest Sebastlen


Florence Henri – Self Portrait,1938


Ilse Bing,1939


Louis Draper


Maarcelo Montecino


Adrian Limani


Pepi Merisio – Italy,1950


Raffaele Montepaone

Fotógrafo passa 6 meses viajando sozinho para fotografar povos indígenas da Sibéria

Os frutos da jornada de um homem usando a fotografia para imortalezar culturas remotas pelo mundo.

Recentemente, concluí uma aventura de 6 meses cruzando a Sibéria, acumulando 15.000 milhas ao volante de um SUV. Sua bela coleção de fotografias – completa com legendas – captura a notável diversidade dos “povos indígenas que vivem na Sibéria”. Caleb, Megan e Jim

A Rússia reconhece 40 diferentes povos indígenas que vivem na Sibéria, que vão desde Evenki, cuja população está espalhada em diferentes locais com milhares de milhares de distância, até o quase extinto Tazy, que Khimushin acredita ter fotografado pela primeira vez.

A maioria das estimativas oficiais da população estão erradas, tendendo a ficar mais altas do que a realidade. Enfrentando temperaturas extremas e populações cada vez menores, o fotógrafo australiano captura o orgulho que essas pessoas têm de suas culturas únicas.