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Fatos & Fotos – 20/12/2017 quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Só dói quando eu rioGlobofifaduto,Blog do Mesquita 1


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STF tira de Sérgio Moro denúncias contra Cunha, Geddel e Rocha Loures

STF tira de Sérgio Moro denúncias contra Cunha, Geddel e Rocha LouresO Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por cinco votos a quatro, nesta terça-feira (19), retirar do juiz federal Sérgio Moro as denúncias contra políticos dos PMDB sem foro privilegiado, acusados junto com o presidente Michel Temer por organização criminosa. Estão no grupo o deputado cassado Eduardo Cunha (RJ), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (BA) e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PR). Os processos serão enviados para a Justiça Federal de Brasília, já que prevaleceu o entendimento de que o caso não tem conexão com o esquema de corrupção investigado na Petrobras, foco da Lava Jato.

Os três peemedebistas queriam manter as acusações no STF ou, pelo menos, garantir que as denúncias fossem enviadas para uma vara criminal do Distrito Federal, e não para a jurisdição de Moro.

O ministro Luiz Fux se declarou impedido e não votou nesse tópico, e Celso de Mello não participou da sessão.

“São fatos ocorridos no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados, na articulação política ilícita. Não são fatos diretamente ligados à questão só da Lava Jato, à Petrobras”, disse o ministro Alexandre de Moraes, o primeiro a votar pela retirada dos processos da Vara Federal de Curitiba, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância.

Os peemedebistas foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) junto com o presidente Michel Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, por organização criminosa. A tramitação da denúncia contra Temer e os ministros foi suspensa por decisão da Câmara dos Deputados. Depois disso, Fachin decidiu desmembrar o processo, enviando para a primeira instância as investigações contra os acusados sem foro privilegiado na Corte.

As defesas de Geddel, Cunha e Loures haviam entrado com recurso pedindo para eles a extensão da imunidade conferida a Temer, Padilha e Moreira Franco. No entanto, o STF manteve o entendimento do relator, Edson Fachin, de que seria “inviável” dar a outros acusados a imunidade garantida ao presidente pelo Artigo 86 da Constituição. “É algo absolutamente específico e singular ao presidente da República, não havendo possibilidade de se estender a coautores e partícipes”, afirmou Alexandre de Moraes nesta terça.

Também estão implicados nas investigações sobre a suposta organização criminosa do PMDB na Câmara o banqueiro André Esteves e os executivos Joesley Batista e Ricardo Saud, ambos do Grupo J&F.  Somente o caso do deputado André Moura (PSC-SE), que figura como investigado no processo, deve permanecer no STF. 

Em relação à outra denúncia feita contra Temer, também barrada na Câmara, por obstrução das investigações, foi mantido o envio à Justiça Federal de Brasília, determinado anteriormente por Fachin, da parte que envolve Joesley Batista, Ricardo Saud, Eduardo Cunha e Rodrigo Rocha Loures.

Com Agência Brasil


Mesquita no clima natalino, ou para não dizerem que não escrevo cartinhas singelas;
Querido ministro Gilmar “Activia” Mendes. Gostaria de ganhar de natal um “Habeas Corpus” com validade indeterminada e com efeito “Erga Omnes”.
Ficarei muito agradecido se meu modesto pedido for atendido.


“Dentro de cada começar mora um encanto que nos dá forças e nos ajuda a viver.” Hermann Hesse


LESA PÁTRIA TENTA ENGANAR A OPINIÃO PÚBLICA COM EXEMPLOS VINDOS DOS ESTADOS UNIDOS

 
MÁRIO AUGUSTO JAKOBSKIND
O lesa pátria Michel Temer está agora comparando a sua ascensão golpista com Presidentes dos Estados Unidos. Usando uma linguagem de farsante, o que não chega a surpreender se for feita uma análise aprofundada sobre o desempenho de seu governo e suas falações, o golpista que coloca em prática a sua “ponte para o futuro” disse em um encontro do seu partido que, “(…) se nos Estados Unidos se dissesse que quando o vice assume a Presidência face a um eventual impedimento do presidente, isto é um golpe, qualquer americano ficaria corado. Mas aqui não, havia uma certa desfaçatez”.
 
Só que o lesa pátria está mais uma vez querendo se legitimar pela mentira como Presidente golpista que é, e não completa o raciocínio para dizer que nos Estados Unidos o vice que eventualmente assume a Presidência executa um programa igual ao do Presidente eleito.
 
Os dois casos mais recentes, o primeiro depois do assassinato de John Kennedy assumiu Lyndon Johnson, que seguiu o programa do político assassinado, o do Partido Democrata. Posteriormente, Gerald Ford ocupou o lugar do renunciante Richard Nixon, que se envolveu em baixarias como no caso Watergate. O vice Ford, ao assumir a presidência seguiu o que foi apresentado na campanha.
 
Se um integrante do Partido do Presidente Democrata decidisse trair e executar o programa dos Republicanos, por exemplo, o que aconteceria?
 
E se eventualmente Donald Trump não completar o mandato, o vice decidisse seguir o programa do Partido Democrata deixando de lado as propostas dos Republicanos, podem imaginar o que aconteceria?
 
E o que fez o lesa pátria Temer colocando em prática a sua “ponte para o futuro” se não trair os eleitores que escolheram nas urnas uma proposta de governo diferente da executada atualmente, que na verdade é um retorno ao passado de Fernando Henrique Cardoso, repudiado nas urnas quatro vezes seguidas.
 
Mas o lesa pátria Michel Temer, mais uma vez tentando enganar a opinião púbica brasileira, demonstra que sua reverência aos Estados Unidos, cujo Departamento de Estado ajudou no golpe, está equivocada. Ao ocupar o governo colocou em prática um programa de governo rejeitado pelos eleitores brasileiros quatro vezes seguidas nas urnas. Se Johnson ou Ford fizessem o mesmo que o mentiroso lesa pátria Temer não teriam condições de seguir como Presidentes.
 
Essa é a verdade que Temer tenta esconder, porque tem consciência que só ocupa o posto que ocupa para executar a famigerada “ponte para o futuro”, uma proposta que por sinal não passa de um programa responsável pelo Brasil recuar pelo menos cem anos e de inteira satisfação dos golpistas, internos e externos, responsáveis pela sua ocupação do governo.
 
Não contente com tantas mentiras o lesa pátria teve reforço em suas palavras do ministro Moreira Franco e outros peemedebistas do gênero, que pensam que enganam ao proporem a retirada da letra (P) para que volte a ter a denominação de MDB. Esqueceram de mais uma vez dizer que na época da ditadura empresarial militar os golpistas de 1964 não permitiam outras siglas além da mencionada e mais a Arena.
 
Na primeira oportunidade, parte dos políticos da sigla MDB saíram para formar outros partidos, como PT e PDT, entre outros. No PMDB permaneceram políticos do gênero Romero Jucá e do próprio lesa pátria Michel Temer e receberam a adesão de Moreira Franco, egresso do então partido dos seguidores da ditadura, o PDS, hoje reunidos no DEM, maior parte de integrantes oriundos da Arena.
 
Nesta atual corrida para enganar incautos, o hoje DEM também já pensa em mudar de nome em uma tentativa de enganar eleitores com falta de memória. Atualmente, tanto o DEM, como o PMDB e demais partidos da chamada base aliada estão fazendo o possível e o impossível para aprovar em fevereiro próximo a tal contra reforma da Previdência. Nesse sentido, diariamente, tanto o lesa pátria Temer, como o aposentado do Banco de Boston e atual Ministro da Fazenda Henrique Meirelles falam e falam para tentar convencer políticos que pensam em voltar ao Congresso nas próximas eleições legislativas a votarem a favor do que vai favorecer na prática a Previdência privada. Os tais políticos preferem pensar duas vezes antes de tomar uma decisão que poderá atrapalhar os seus planos eleitorais. Mas a investida nas semanas que faltam para a votação será muito grande, inclusive de formas nada republicanas e que custam aos cofres públicos.
 
Nessa corrida para enganar os incautos está também o PSDB de Geraldo Alckmin que se diz fora do governo Temer, mas segue no apoio às reformas que estão levando o Brasil a andar para trás. O agrupamento quer aparecer como afastado do governo de um presidente rejeitado pela maioria absoluta do povo. E volta e meia aciona o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cujo governo executou um programa do tipo “ponte para o futuro”, que procurou de todas as formas entregar de mão beijada as riquezas nacionais e hoje se apresenta como “moderno”.
 
FHC, Temer, Rodrigo Maia, Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e ainda mais à direita Jair Bolsonaro são todos eles farinha do mesmo saco político do retrocesso que se volta basicamente contra trabalhadores, haja vista a reforma trabalhista e outras que fazem o Brasil andar para trás, aprovadas com o apoio da base aliada da qual não se exclui o PSDB.
 
Como os referidos partidos não se entendem até agora sobre quem será o candidato à Presidência preferencial em outubro de 2018, já estão se mobilizando para o aprofundamento do golpe que levou o lesa pátria ao governo e não escondem a possibilidade da adoção de um regime parlamentarista ou semi-presidencialista, com o objetivo de tirar o poder do eleito pelo povo.
 
Os golpistas não podem ouvir falar na possibilidade de tudo o que fizeram até agora ser submetido à apreciação popular com a eleição de um candidato que se opõe ao retrocesso e garanta que isso acontecerá.
 
Mário Augusto Jakobskind, é Professor, Jornalista, Escritor, vice-presidente na Chapa Villa-Lobos, arbitrariamente impedida de concorrer à direção da ABI (2016/2019) e Coordenador de História do IDEA, Programa de TV transmitido pela Unitevê – Canal Universitário de Niterói.

Que beleza! Que maravilha é o espírito natalino no Bananil!
Crivella embarcou com a família ontem para passar o Natal em Orlando. O Rio tá um caos, mas ele foi pra Disney e deixou os Patetas no Rio, aguardando as miçangas do réveillon em Copacabana.
Ps. E continua solto.


VIOLÊNCIA > BALA PERDIDA NO RIO DE JANEIRO
De quem é o dedo que aperta o gatilho?Visão aérea da favela Rocinha, no Rio de Janeiro, Brazil, em 2010. (Foto: chensiyuan/GNU Free Documentation License)

Por Carlos Wagner
Texto publicado originalmente no blog Histórias Mal Contadas.

Quem mata mais no Rio de Janeiro? As balas perdidas ou o desvio do dinheiro público da saúde, da educação, da segurança e de obras de infraestrutura, praticado pelos bandidos travestidos de deputados na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj)?

Para responder essas duas perguntas aos nossos leitores, temos que começar pelo que aconteceu na tarde de sexta-feira (17). Os deputados decidiram, por 39 votos contra 19, soltar da cadeia os seus colegas Jorge Piccini, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, presos pela força-tarefa da Operação Cadeia Velha, acusados de corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e outros crimes.

A prisão deles foi decidida pelo desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF 2). E atuação da Alerj no caso aconteceu com base em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). No mês passado, uma ação cautelar de um das turmas do STF afastou do cargo e proibiu que saísse à noite de sua casa o senador Aécio Neves (PSDB – MG), acusado de corrupção pela força-tarefa da Operação Lava Jato. A ação foi para votação no plenário do STF. A decisão foi que o cumprimento da cautelar teria de passar por uma votação no plenário do Senado. Os senadores votaram e devolveram o cargo a Aécio Neves. Com uma rapidez espantosa, os deputados cariocas usaram essa decisão do STF para libertar os seus três colegas, sendo que um deles, Piccini, é presidente da Alerj.

Isso foi o que aconteceu e noticiamos. Por ter acontecido no Rio de Janeiro, o cartão-postal do Brasil, nós, repórteres, temos condições de avançar além da noticia para informar aos nossos leitores fatos que ficam subentendidos nas entrelinhas das reportagens devido à estrutura rígida da notícia determinada pelo espaço disponível no noticiário – rádio, TVs, jornais (papel) e sites. Vamos lá. As balas perdidas, todos sabem de ontem elas vêm: do confronto entre os policiais militares e as quadrilhas ou dos tiroteios entre os bandidos na disputa pelas bocas de fumo. Só para ter uma ideia da gravidade do problema: em 2017, de janeiro até o dia 2 de julho, foram atingidas no Rio 632 pessoas por bala perdida, sendo que 67 foram a óbito, entre elas a menina Vanessa Vitória dos Santos, 11 anos, moradora do Complexo do Lins. O pano de fundo desse episódio tem um policial mal equipado, mal treinado e mal pago. E um bandido com uma arma que chegou as suas mãos graças aos contrabandistas de armamentos que circulam pela cidade. Sem medo de errar, nós aqui podemos fazer uma ligação direta dos fatos. Se somarmos a quantia de dinheiro público desviado nos últimos anos pelos deputados Piccini, Melo, Albertassi e o ex-governador do Estado Sérgio Cabral (PMDB – RJ), chegaremos a milhões de reais – os dados podem ser encontrados nas reportagens disponíveis na internet sobre as operações Lava Jato e Cadeia Velha. Dinheiro que fez falta na segurança pública. Então? De quem é o dedo que apertou o gatilho da arma que matou a menina Vanessa?

Hoje, no organograma dos criminosos do Rio Janeiro, os bandidos travestidos de políticos ocupam o lugar que eram dos bicheiros – os pioneiros do crime organizado no Brasil. Até a década de 90, os bicheiros eram tão poderosos que mantinham uma espécie de Estado paralelo. A decadência deles começou em 1993, quando a juíza Denise Frossard prendeu os 14 maiores bicheiros da cidade. Ela era da Justiça do Estado. Um ano antes da prisão, eu tinha feito uma reportagem sobre o poder dos bicheiros no Rio Grande do Sul. Alguns meses depois de a juíza ter prendido os bicheiros, eu conversei com ela em duas ocasiões: uma em Santana do Livramento, na fronteira gaúcha com o Uruguai, onde a magistrada estava fazendo palestras, e em outra vez falamos por telefone. A impressão que fiquei dela foi a de uma pessoa educada, bem informada e articulada e dona de uma mão pesada nas sentenças. O modo de agir do juiz federal Marcelo Bretas, que mandou Cabral para a cadeia, me lembra a maneira de trabalhar da juíza Denise Frossard.

Outro dano que o desvio do dinheiro público causou no Rio de Janeiro é hoje assunto dos relatórios dos serviços de inteligência do Brasil. A destruição de uma das festejadas iniciativas na área de segurança pública no Rio de Janeiro, que foram as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Por mais de uma década, a ação dessas unidades devolveu a cidadania aos moradores das favelas. A falta de recursos detonou as unidades e, com isso, os bandidos voltaram e estão dando as cartas nas favelas. No final dos anos 80, eu estive no Rio de Janeiro fazendo reportagens sobre o estouro da violência na cidade. A atual crise na segurança do Rio é diferente da que testemunhei. Hoje, os bandidos estão mais organizados e armados. A Polícia Militar, responsável pelo enfrentamento direto com os quadrilheiros, além de mal equipada, ainda tem os seus salários atrasados. Na época, os bicheiros tinham o poder na cidade e ganhavam dinheiro com os trocados que os cariocas apostavam no jogo do bicho. Hoje, os bandidos travestidos de políticos ganham milhões desviando o dinheiro público que faz falta para o cotidiano do carioca. Essa é a situação do Rio de Janeiro.

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Carlos Wagner é jornalista. Trabalhou como repórter investigativo no jornal Zero Hora de 1983 a 2014. Recebeu 38 prêmios de Jornalismo, entre eles, sete Prêmios Esso regionais. Tem 17 livros publicados, entre eles “País Bandido”.


Que beleza! Que maravilha é o Bananil!Copacabana,Blog do Mesquita,Réveillon

Copacabana terá queima de fogos com dinheiro do BNDES e Petrobras. BNDES já liberou R$2 Milhões pra queimar o dinheiro, ops!, fogos dos otários. A Petrobras irá torrar os ganhos com os aumentos dos combustíveis, também para o “panis et circenses”. Fosse na Argentina, estariam queimando os políticos. Por isso que os “hermanos” que estão nas ruas de Buenos Aires protestando contra as reformas na previdência do Macri – esse fela é o Temer dos pampas – gritam a plenos pulmões; “Aquí no es Brasil ni somos macaquitos”.
Já aqui, os Bananosos, iremos às praias, sem pão, mas com circo.

“Ô” raça sem raça.


“Ow” comédia! Essa nem o Bananil conseguirá superar.
Na Suécia as gloriosas e inteligentes femininas nórdicas aprovaram uma estranha legislação. Não é piada. É sério.
“Relações dependerão de autorização por escrito para evitar estupro”. “…A partir de 2018, os homens devem, de preferência, pegar por escrito a concordância de sua parceira, namorada ou mesmo esposa para que as relações sexuais entre ambos sejam legítimas e não passíveis de se transformarem em um processo criminal por estupro.”
O cara irá ao motel acompanhado de um tabelião e carimbo para reconhecimento da firma. Hahahahahaha.
É do “cascalho”. Né não?
Ps. Por aqui, “euzinho”, por garantia, não entro em um elevador quando houver somente uma pessoa de qualquer sexo no elevador. Sei lá!
Minha sábia vó já ensinava que “seguro morreu de velho”.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharelando em Direito. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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