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Brasil – Da série “Acorda Brasil” – Amazônia e as FARC

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O desmantelamento das Forças Armadas Brasileira, iniciado no governo de FHC, o sociólogo da entregação, vai permitindo que a Amazônia se transforme na “casa da mãe Joana”. Sempre existiram denúncias de movimentação dos terroristas das FARC em território brasileiro mas, até agora, não se tinha um depoimento mais contundente que atestasse o fato. Depoimento de um ex-refém do grupo, libertado ontem, confirma o que já se suspeitava.

Convém lembrar que o senhor Marco “top-top” Aurélio Garcia – aspone do apedeuta do planalto para assuntos intenacionais – é um dos signatários de uma tal Carta de São Paulo no qual as FARC são reconhecidas.

Uáu!
Confira na reportagem abaixo.

Farc passam pelo Brasil, diz ex-refém.
Do Jornal do Brasil

Mesmo procurando se afastar de qualquer participação direta na luta pela libertação de presos políticos pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o Brasil é uma das nações pelas quais os guerrilheiros colombianos transitam livremente, transportando reféns, e de onde também recebem provisões.

O ex-congressista Luis Eladio Pérez, libertado quarta-feira, revelou ontem que, durante os mais de seis anos que permaneceu em cativeiro, os rebeldes se movimentaram pelas divisas do país e chegaram a usar desodorantes e remédios brasileiros. O comando do Exército na Amazônia alegou que é impossível controlar a movimentação devido à extensão do território. O Itamaraty negou que o governo tenha doado suprimentos para a guerrilha.


Em entrevista por telefone à Caracol Radio, de Bogotá, Pérez disse que, em poder das Farc, esteve nas fronteiras do Brasil, Peru, Venezuela e Equador – nesta última, dormiu quando a guerrilha o transferiu das montanhas do Sul até as florestas do interior colombiano, para levá-lo para junto de outro grupo de seqüestrados.

– Usávamos botas de marca equatoriana, foram usados explosivos, munição equatorianas, desodorantes e alguns remédios brasileiros, cremes dentais e sabões venezuelanos – contou Pérez.

Controle

À frente do Comando Militar da Amazônia (CMA), responsável pelas fronteiras do Brasil com a Colômbia, o general Augusto Heleno Pereira afirmou que a fronteira possui 11 mil quilômetros, o que torna impossível controlar a passagem dos guerrilheiros.

– São 99% de selva densa, cuja infiltração pode ser feita por rios e em que é difícil distinguir a marcação da fronteira – informa Heleno, há seis meses no comando do CMA. – Para se ter uma idéia, a fronteira dos EUA com o México tem 2.500 quilômetros e, mesmo com todo o aparato tecnológico, os americanos não conseguem patrulhar toda extensão.

O general cogita a hipótese dos produtos serem comprados na própria Colômbia, exportados por via legal, porém revela que a cidade mais próxima da fronteira, São Gabriel da Cachoeira, com cerca de 50 mil habitantes, é “sabidamente” fonte de abastecimento para as Farc.

– Os guerrilheiros não atravessam a fronteira como guerrilheiros, e os postos na fronteira são temporários, como se fossem uma blitz – ressalta, dizendo desconfiar de que alguns colombianos à procura de atendimento médico na região sejam rebeldes – Uma vez na cidade, contudo, se misturam à população local, formada também por indígenas, colombianos, peruanos.

O comandante do CMA conta que revelou a presença de rebeldes em palestra aos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Casa Civil, Dilma Roussef.

A declaração de Pérez ocorre um dia depois das Farc ameaçarem iniciar uma campanha de seqüestros e ataques ao Panamá caso o governo do país não liberte até o dia 1° de março seis combatentes do grupo capturados no fim de semana passado. O general descarta a possibilidade do mesmo acontecer com brasileiros.

– O último confronto ocorreu por incidente, em 1991, quando deram de cara com o Exército na mata – lembra Heleno. – Tudo que acontece a gente fica sabendo, e não é de interesse deles abrir outra frente, criar outro problema.

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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