As mulheres possíveis no Ministério do Governo de Dilma Rousseff


As mulheres de Dilma, a caminho do poder

A presidente eleita Dilma Rousseff assumiu publicamente como compromisso fazer um gesto simbólico para estimular a participação das mulheres na política:
promete ampliar a participação feminina na equipe de primeiro escalão do governo.

Teremos mais ministras na era Dilma, mas elas sairão de onde, já que são escassos os quadros femininos nos partidos aliados?

A solução pode estar em escolhas técnicas na própria administração pública.

São as seguintes as mais cotadas para integrar a equipe do novo governo:


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MARTA SUPLICY – Eleita senadora, não se descarta a possibilidade de a ex-ministra do Turismo reassumir a pasta, que ganha grande visibilidade em função dos preparativos para a Copa e para a Olimpíada.

Sabe-se que a ex-prefeita de São Paulo almeja maior visibilidade que a tribuna do Senado pode potencialmente lhe dar, para cacifar-se politicamente em busca de outro cargo executivo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

IDELI SALVATTI – A senadora, combativa ex-líder do PT, derrotada na disputa pelo governo de Santa Catarina, tem boa chance de ser acomodada no governo. Pode assumir na Secretaria das Mulheres.

MANUELA D’ÁVILA – A musa da Câmara, deputada reeleita com votação expressiva pelo PCdoB do Rio Grande do Sul, pode completar a cota do partido aliado no governo, no lugar do colega de legenda, Orlando Silva, do Ministério do Esporte.

CLARA ANT – Ex-coordenadora da campanha de Dilma é nome forte para o novo ministério. Responsável até antes da campanha pela agenda de Lula, tem trânsito livre e excelentes relações no Planalto e no PT.

Pode trabalhar diretamente com a nova presidente, como chefe de gabinete, por exemplo.

MARIA DAS GRAÇAS FOSTER – Mantém relações de amizade e confiança com Dilma, que respeita sua competência à frente da Diretoria de Gás e Energia da Petrobrás. Pode ser nome para o ministério de Minas e Energia, pasta que Dilma pretende controlar pessoalmente.

MÍRIAN BELCHIOR – Técnica próxima a Dilma, que chegou a ser cotada para a Casa Civil, vaga que acabou com Erenice Guerra. Dilma se arrepende de tê-la preterido em favor de Erenice, que acabou virando foco da maior crise da campanha. Mírian foi secretária-executiva do PAC, programa que é marca da gestão de Dilma no ministério.

Habilitou-se para função técnica de peso, no ministério ou em estatal.

blog da Christina Lemos

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