Mais um órgão de mídia que vai remar contra a maré. O sucesso do Google é exatamente praticar o inverso. Não tentar prender o usuário entre os muros da exclusividade. O Google redireciona todo mundo que faz busca, para o destino desejado. Não tenta manter o usuário fornecendo conteúdo além do que foi buscado.
Assim forma uma plataforma de links, onde todos ganham. O usuário fica satisfeito pelo resultado da busca e essa busca realimenta o Google que se torna mais preciso e completo. Aí, o círculo se refaz.
O Editor
Jornal inglês pretende implantar tarifa em abril de 2010, em vez de junho, como anunciado; editor quer combater “cultura do grátis”.
O jornal britânico “The Times” planeja cobrar por conteúdo digital já a partir de meados de abril de 2010, informou seu editor James Harding durante um evento da indústria em Londres, nesta terça-feira (17/11).
Duas semanas atrás, o controlador do jornal, Rupert Murdoch, havia dito que a cobrança era esperada para junho.
A revelação foi feita por Harding durante sua participação na mesa redonda “Visão de 2020 – O futuro é nosso”, em congresso promovido pela Sociedade de Editores, na Inglaterra.
Cultura do grátis
“Nós precisamos superar a cultura do grátis”, disse Harding. “Nós já vimos o que a cultura do grátis fez à indústria da música. Isso Não pode acontecer com as notícias.”
Sobre o modelo de tarifa a ser adotado, Harding adiantou que a ideia é aproximar-se do preço do exemplar em banca, para acesso válido por 24 horas, com a alternativa da assinatura convencional.
Como estratégia de apoio, o “The Times” disse que prestará mais atenção aos assinantes fiéis, mediante a oferta de assinaturas com desconto e serviços de entrega diferenciados.

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