Assim como no mundo real a prevenção ainda é a melhor ferramenta de segurança. As pessoas que “habitam” o mundo virtual devem entender que na realidade não existe computador 100% seguro. Contudo alguns cuidados podem reduzir significativamente a chance de alguém invadir seu computador capturar dados que são privativos. Inúmeros são os mecanismos de defesa. Desde manter a porta fechada, numa analogia ao mundo real, até dificultar o máximo possível o “trabalho” do invasor. Alguns programas são usados por empresas para monitorar suas redes internas, como o software LanEmpresa, fazem gerenciamento e monitoramento remoto de sites acessados, bate-papos, msn, orkut, teclas digitadas, telas, fotos, emails trocados, programas usados, impressões, imagens, inventário de tudo conversado, páginas na internet e gera relatórios!
O Editor


Pacotão de segurança: intranet, MSN roubado e dados em redes sociais.
Altieres Rohr ¹
Hoje as dúvidas envolvem a proteção de computadores em redes internas, ou intranets, como um criminoso pode roubar credenciais de acesso a contas de serviços na web e quais cuidados são necessários para não ter informações em redes sociais aproveitadas por hackers. Confira!

Programas conhecidos como Crawlers juntam dados de usuários.

Invasão de rede interna
Gostaria de saber se uma intranet também pode ser invadida por algum hacker, mesmo tendo um servidor proxy.
Foto: Svilen Milev
Enquanto há uma conexão com a rede externa, computadores podem ser acessados.

Redes internas de empresas podem ser invadidas mesmo que os computadores, por si só, não tenham conectividade externa diretamente. Isso pode acontecer de duas formas: ataque ao equipamento externo ou invasão diretamente do sistema interno.


Aos leitores que não conhecem o termo “intranet“, seu significado é um pouco turbulento, mas a coluna vai tratá-lo como “rede interna” ou “LAN”. É uma configuração normal em empresas, e até em redes domésticas. Como não é comum o provedor disponibilizar um endereço IP para cada computador, a rede interna fica conectada à internet apenas por um único ponto de acesso.

Em uma empresa com 500 máquinas, por exemplo, isso fica evidentemente complicado dar um IP externo para computador, ainda mais com a escassez de endereços IP.

A empresa (ou a rede doméstica) então utiliza roteadores ou proxies. Esses equipamentos ficam de intermédio entre a internet e as máquinas da empresa. O computador fica “fora” da internet, e apenas o proxy ou o roteador é que ficam realmente na rede.

Hoje, os softwares e os recursos de acesso à internet por meio desses intermediários estão tão avançados que apenas em situações muito específicas um usuário comum vai perceber que não está diretamente na internet.

Isso significa que o computador está sim conectado à internet, apenas de uma maneira indireta. Um hacker pode invadir o roteador ou o proxy e assim conseguir um caminho para a rede empresarial ou doméstica.

Mas o invasor nem precisa depender da invasão desses equipamentos. Um usuário conectado dessa forma tem acesso normal a sites de internet – exceto, é claro, nas empresas que bloqueiam algumas páginas – mas, principalmente, o usuário pode ler e-mails. Usando brechas em programas de e-mail ou engenharia social (enganação), um invasor pode convencer o funcionário a abrir um e-mail malicioso, comprometendo diretamente à rede interna.

Um criminoso inteligente consegue facilmente obter o controle total do computador infectado, mesmo ele estando com uma conexão limitada à internet. É claro que a empresa pode ter controles e softwares de segurança na rede que permitirão identificar que ocorreu uma invasão, mas isso é o que diferencia uma empresa que está preparada para ataques de outra que não está.

O computador da rede interna infectado pode até servir de proxy para o invasor, permitindo que ele acesse todos os dados da rede interna.

Resumindo, é possível invadir a rede interna e a empresa deve ter monitoramento da rede para detectar invasões. O que às vezes é desnecessário em computadores de redes internas é um firewall de entrada, já que o computador não terá tráfego de entrada. No mais, uma rede interna deve ser tão segurança quanto sistemas que estão na internet.

Contas roubadas

Acessaram minha conta de MSN e Orkut, trocaram minha senha, e depois me enviaram pra outro e-mail a nova senha. É possível descobrir de que máquina ou IP foi enviada a mensagem? De que maneira é possível roubar a senha do MSN de alguém?

Softwares maliciosos podem capturar senhas digitadas, mas há outros meios para roubar credenciais de acesso.

É possível descobrir o IP de onde a mensagem foi enviada, mas descobrir o computador verdadeiro de onde o e-mail partiu vai depender de uma análise mais completa e, provavelmente, de uma autorização judicial, ou seja, é preciso iniciar um processo para identificar o responsável.

Indivíduos mal-intencionados podem roubar senhas de MSN – ou de qualquer outro serviço – das seguintes formas:

1- Adivinhando a senha. Muitas pessoas usam senhas fáceis e comuns. Criminosos tentam as senhas, uma a uma, e conseguem. Outras pessoas revelam no Orkut sua “paixão” por algum artista, por exemplo, e usam aquele nome como senha.

2- Descobrindo as respostas secretas. Alguns serviços web não incentivam um uso inseguro do recurso de respostas secretas – usadas para recuperação de senha. O invasor pode adivinhar a resposta e trocar a senha. A invasão pode nem acontecer no MSN, mas em uma conta de e-mail e partir desse ponto. É normal fazer o registro em certos serviços e receber um e-mail com a senha usada. Um hacker pode achar esse e-mail na caixa de entrada e tentar em outros serviços, como o MSN.

3- Usando softwares maliciosos. Você pode estar infectada com um vírus ou ter usado um computador infectado, como na escola, faculdade, trabalho ou cibercafé. O programa captura a senha e a envia para o criminoso, permitindo que ele roube sua conta.

Pode haver outros meios, mas esses são os principais. Usar senhas fortes, evitar o uso de computadores públicos e manter o computador livre de vírus são práticas que irão impedir que sua senha seja roubada.

Crawler em redes sociais

A coluna comentou sobre a existência da possibilidade de programas, conhecidos como crawlers, varrerem redes sociais para juntar dados de seus usuários. Um software desse tipo precisa de um ponto de partida, e a coluna sugeriu as comunidades populares.

1- Gostaria de saber se eu poderia continuar nas comunidades do Orkut que tem seus perfis ocultos? E as com poucos membros?

2- Que tipos de dados são coletados pelos hackers e para quais fins específicos?

Primeiro software conhecido a agregar dados em redes sociais coletou 2,8 GB de nomes no Facebook.

Você não deve sair das comunidades populares das quais participa. Um crawler provavelmente vai achar seu perfil, mais cedo ou mais tarde, se ele for persistente. A lição aqui é que qualquer informação postada em uma rede social pode ser capturada e que há meios para isso e que, por esse motivo, você deve ter muito cuidado ao colocar seus dados na web.

Qualquer informação pode ser útil para um hacker, depende da criatividade dele e da intenção que ele tem. Ele pode usar suas comunidades para enviar um e-mail específico para você, por exemplo, contendo uma praga digital.

Ele pode usar as informações em sua rede social para tentar adivinhar suas senhas, ou se aproximar dos seus amigos.

É claro que certas pessoas são alvos mais interessantes para um hacker. Por exemplo, quem trabalha em bancos, executivos ou quem tem uma situação financeira favorável.

Mas o simples risco de ser alvo de um golpe não pode determinar todas as suas escolhas.

Faça uma avaliação: o que você perde divulgando uma informação? Qual o risco que você corre? Mas o que você ganha? Você quer encontrar pessoas em uma comunidade, participar? É realmente relevante estar naquela comunidade? Quais benefícios e problemas isso pode te trazer?

Se você for divulgar a informação, considere o uso de controles de privacidade. Defina quem pode e quem não pode ver seu telefone ou e-mail, por exemplo. Se não há um controle para a informação que você pretende divulgar, pense duas vezes se você realmente precisa colocá-la em seu perfil.

Com isso, você vai conseguir fazer um uso da rede social correndo poucos riscos e ainda colhendo benefícios de ter seu perfil na rede.

¹ Altieres Rohr/G1
Especialista em segurança de computadores. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tira dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários.

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Pacote na web reúne nomes de 100 milhões de usuários do Facebook

Especialista em segurança listou e analisou dados da rede social. Perfis estavam disponíveis no diretório público do Facebook.

O nome foi o suficiente para incentivar um especialista em segurança a criar um código capaz de extrair dados do Facebook. Ron Bowes só queria reunir nomes e analisá-los de forma agregada para descobrir os mais comuns, auxiliando ataques de roubos de senha que dependem de tentativa e erro. Além de criar o pacote, Bowes o colocou na internet, em um download facilmente disponível que contém 2,8 GBs de dados.

2,8 GBs de dados públicos agregados do Facebook apareceram em sites de torrent.

Um torrent contendo 2,8 GB de nomes de usuários do Facebook foi colocado em sites públicos na internet. O arquivo contém apenas nomes, mas levanta a possibilidade de que criminosos possam vasculhar a rede social para reunir todas as informações que os usuários colocam na rede social e que estão livremente acessíveis por todos os outros internautas.

O volume de informação equivalente ao texto de cerca de 2.800 livros. Além dos nomes, o pacote possui análise de dados agregados, como os nomes mais comuns, somente nomes únicos, e a quantidade de vezes que um mesmo nome ou sobrenome apareceu.

A ideia foi do especialista em segurança Ron Bowes. Bowes criou um pequeno código de programação – script, no termo técnico – que analisou a página de diretórios do Facebook. Com isso, o especialista conseguiu uma lista dos nomes de usuários do Facebook, o que permitiu descobrir quais os nomes e sobrenomes mais comuns no Facebook, por exemplo.

A lista foi criada para ser usada em outro programa de segurança, o Ncrack, que visa a quebrar a autenticação (usuário/senha) de serviços de rede. O ataque é conhecido como força bruta do tipo dicionário. Um ataque de força bruta consiste em tentar várias combinações de usuário e senha, até que uma funcione.

O método de dicionário utiliza palavras pré-selecionadas no lugar de combinações geradas automaticamente. A lista poderá servir como um dicionário para o Ncrack, segundo Bowes. Sabendo quais são os nomes mais comuns é possível tentar combinações de usuário/senha com maior probabilidade de acerto.

No The Pirate Bay, um dos maiores sites de torrent da internet, o arquivo com os dados registra 10 mil participantes, o que o torna um dos arquivos mais populares do site.

Nenhuma informação pessoal está na lista. Nem mesmo informações normalmente públicas como o site da internet ou a foto do perfil estão no arquivo. Os usuários que estão na lista já tinham seu nome no diretório do Facebook, e portanto decidiram tornar público seus perfis.

No entanto, a prova de que a informação pode ser coletada e usada no agregado é provavelmente algo que poucos teriam achado possível. Especialistas disseram à imprensa que os dados são uma prova do desconhecimento que cerca o uso das ferramentas de privacidade do Facebook.

Bowes diz que ainda poderia ter examinado os perfis dos amigos daqueles que estavam no diretório público do Facebook. Justificou: “pegar os amigos trará mais dados para processar, e não tenho como lidar com isso no momento. Eu gostaria de fazer isso no futuro, no entanto”. O blog de Rowes encontrava-se offline quando a reportagem foi fechada.

Altieres Rohr/G1

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Mais um que achava que poderia ganhar dinheiro cobrando por acesso ao conteúdo on line. Deu com os burros n’água!
Perdeu dinheiro e audiência.

Após começar a cobrar, site do ‘Times’ tem queda de 66% em visitas

Diminuição de audiência perdeu força após uma semana de restrição.

Medida é acompanhada por outros grupos editoriais, que podem copiá-la.

As visitas ao site do jornal inglês “The Times” caíram aproximadamente 66% desde que o grupo News International, seu proprietário, decidiu cobrar pelo acesso.

A informação foi divulgada pelo “Financial Times“, que lembra que a queda, no entanto, foi muito inferior aos 90% que os mais pessimistas previam.

A aposta do News International, propriedade do magnata australiano Rupert Murdoch, está sendo observada por grupos editoriais de todo o mundo.

Muitos projetam medidas similares para compensar a queda na venda de suas edições impressas e a redução na receita publicitária.

Segundo os números, elaborados pela Experian Hitwise, empresa que analisa o trânsito on-line, a queda mais significativa das visitas foi nas semanas anteriores ao início da cobrança, quando os leitores precisaram se registrar.

Nas cinco semanas entre 22 de maio e 26 de junho, o volume de visitas caiu 58%.

No mesmo período, a fatia do “Times” de todo o tráfego na web relacionado com a imprensa passou de 4,37% a 1,83%.

Uma semana depois do início da cobrança, a partir de 2 de julho, a queda perdeu força – foi para 33% do total de antes da cobrança -, embora a quantidade de visitas possa ter sido influenciada pelo início da Copa do Mundo.

G1/EFE

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As restrições à campanha eleitoral na internet estão definidas na resolução 22.718 do Tribunal Superior Eleitoral, art. 18: ‘A propaganda eleitoral na Internet somente será permitida na página do candidato destinada exclusivamente à campanha eleitoral.’ O legislador e/ou o intérprete desconhece o funcionamento mais elementar da web. É impossível fiscalizar a internet. Nada impede que alguém hospede um site, contra ou a favor de algum candidato, em um provedor na Tailândia, por exemplo, que está fora do alcance da justiça eleitoral brasileira.

O Editor


Uso da internet nas eleições traz desafios aos candidatos, afirma advogado
O uso da internet nas eleições a partir deste ano, aprovado na reforma eleitoral, apresenta pontos positivos, entre eles o aumento da transparência. A prática, no entanto, coloca também desafios, como ofensas aos candidatos e boca de urna digital, disse o especialista em direito digital Leandro Bissol.

“Vai aumentar a transparência nas eleições, pelo menos na parte de prestação de contas.

E, por outro lado, [aumenta] o controle do próprio eleitor na prestação dessas contas”, afirmou o advogado.

O uso da internet vai ampliar, de modo especial, a relação dos candidatos com o público na faixa de 16 a 24 anos, que é o principal canal de busca de informação pela web, de acordo com pesquisa recente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic).

“Quase 80% da faixa etária entre os 16 e 24 anos utilizam a internet”.

A pesquisa revela que 70% desse público usam rede social e 90% utilizam a ferramenta para buscar informações.

Para Bissol, com isso a internet deverá ser cada vez mais empregada pelos candidatos para “pegar o jovem eleitor”, principalmente aquele que está votando pela primeira vez.

“Qual é o veículo de comunicação que vai dar o maior impacto para ele? Com certeza, é a internet”.

Para os candidatos, haverá ganhos significativos. Enquanto no rádio e na televisão um deputado federal dispõe apenas de alguns segundos para falar aos eleitores solicitando o voto, na internet não há limite de tempo. O candidato pode expor seu projeto, dizer por que se considera apto para assumir o cargo que disputa.

“Vai ser um canal mais rico em informações e um debate mais aberto e próximo ao próprio candidato”, observou Bissol. Isso se aplica não só aos presidenciáveis, mas aos postulantes aos demais cargos.

Ele acredita que haverá muita boca de urna digital nas eleições deste ano.

Não há proibição na internet para a comunicação entre candidatos e eleitores, que poderão interagir, inclusive nos momentos imediatamente anteriores e posteriores à votação.

Em relação às ofensas a candidatos, o desafio que se coloca, segundo Leandro Bissol, é se existe na lei um item de direito de resposta, como ocorre nas mídias impressa e audiovisual. “Como fica o direito de resposta nesse canal eletrônico?”.

Esse exercício é previsto na Lei Eleitoral se a ofensa for tipificada. Mas, se a ofensa for em um blog, por exemplo, ainda não há definição sobre como ficaria o direito de resposta.

Bissol avaliou que como a campanha eleitoral começou de fato esta semana e não existe nenhum precedente nessa área, o Tribunal Superior Eleitoral terá de esperar que apareça um caso prático na internet para ver como irá viabilizar o direito de resposta na rede.

Em geral, a avaliação de Bissol é positiva sobre o uso da rede mundial de computadores nas eleições.

“A internet é um novo canal influenciador para as disputas políticas que vão se tornando cada vez mais acirradas”. O canal constitui ainda um importante instrumento para o engajamento dos eleitores na política, disse.

Folha de S. Paulo

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Copiando livros, gratuitamente, sem ter scanner

Dica para estudantes que precisam transforma imagens de páginas em texto.

Graças a serviços como o Scribd e o RapidShare, ficou muito mais fácil encontrar livros completos em formato PDF na web. Mas, muitas vezes, as obras vêm num formato que não permite copiar texto. A solução é fazer tudo na unha? Não. Aqui vai uma dica para os estudantes do Brasil.

Se você precisa copiar um trecho de algum livro ou PDF e está com preguiça de gastar os dedos digitando tudo, o serviço Free OCR foi feito para você. É, parece chavão, mas é isso mesmo. O rapaz que desenvolveu esse site temo coração muito grande.

Lá, você envia um arquivo de imagem com o texto (que pode ser de até 2 MB nos formatos PDF, JPG, GIF, TIFF e BMP) e aperta um botão. Na tela seguinte, você vê um campo de texto com o conteúdo transcrito, tudo certinho. Desse jeito, você pode tirar screenshots de sites com restrição à cópias ou pegar o celular e tirar uma bela foto do pedaço de texto que você precisa copiar.

Depois, é só fazer upload para o Free OCR e escolher o idioma original do texto. Sim, até acentuação e cedilhas são reconhecidas pelo serviço no caso de conteúdo escrito na língua de Machado de Assis. O resultado é rápido e eficaz. O resto é com você!

Juliano Barreto/INFO

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Robô de Guerra nas Estrelas fica manso no YouTube

O AT-AT em cena de ‘Star wars’.

Temido em ‘Star wars’, robô AT-AT vira cãozinho dócil em vídeo na web

Videomaker canadense faz paródia de ícone da saga de George Lucas.

Autor é o mesmo que fez vídeo com versão bebê do Homem de Ferro.

O impiedoso robô AT-AT da saga “Star wars”, de George Lucas, quem diria, já foi mais “fofo”.

Em vídeo assinado pelo cineasta amador Patrick Boivin , a máquina das forças terrestres imperiais revela seu lado dócil e age como um cãozinho, pedindo para passear, demarcando terrítório em um hidrante e até correndo fazendo necessidades.

Boivin é canadense e se diz autodidata em sua página. Segundo ele, a inspiração veio de um sonho de infância. “Quando eu era criança, sempre teve duas coisas que eu quis muito ter, mas nunca tive: um cachorro de verdade e um AT-AT”.

O cineasta é o mesmo que fez, recentemente, um vídeo que retratava um bebê na pele do Homem de Ferro. Publicada no último domingo (27), a paródia com a série cinematográfica de Lucas já teve mais de 94 mil exibições.

Na versão de Boivin, o AT-AT canino se envolve em missões bem mais prosaicas.

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Justiça de Connecticut investigará coleta de dados do Google.

o secretário de Justiça de Connecticut anunciou que conduzirá uma investigação de múltiplos Estados norte-americanos sobre a coleta pelo Google de dados de redes sem fio. A coleta foi feita por veículos que fotografam ruas para o serviço Street View da empresa.

O secretário Richard Blumenthal disse na segunda-feira que mais de 30 Estados dos EUA participaram de uma recente teleconferência sobre a questão.

Foi o mais recente desdobramento em uma controvérsia sobre defesa da privacidade que irrompeu em maio, com a notícia de que os veículos do Google Street View recolheram alguns dados pessoais que estavam sendo transmitidos por redes Wi-Fi.

A companhia já enfrenta uma investigação informal sobre o assunto pela Comissão Federal do Comércio (FTC) dos Estados Unidos e diversos inquéritos em outros países e processos judiciais coletivos.

“Meu gabinete liderará uma investigação multiestadual, com o envolvimento de número significativo de Estados, sobre a invasão muito perturbadora que o Google praticou contra a privacidade pessoal”, afirmou Blumenthal em comunicado.

“Os consumidores têm o direito e a necessidade de saber que informações, as quais podem incluir endereços de e-mail, dados sobre hábitos de navegação on-line e senhas da Web, foram recolhidas pelo Google, como e por que razão.”

Blumenthal diz que o Google vem colaborando, mas “as respostas que ofereceu até agora só serviram para gerar novas dúvidas”.

“Nossa investigação vai considerar se leis foram violadas e se mudanças nos estatutos federais e estaduais são necessárias”, afirmou.

O Google usa frotas de veículos em todo mundo para recolher imagens panorâmicas de ruas, já há alguns anos. As pessoas que usam o atlas online do Google em busca de endereços e informações muitas vezes podem visualizar fotos recolhidas pelo Street View.

O Google diz que utiliza dados sobre a localização de redes Wi-Fi para melhorar os serviços baseados em localização nos celulares inteligentes acionados por seu sistema operacional.

A empresa revelou que sua frota estava coletando dados de redes sem fio em abril, mas na ocasião disse que nenhuma informação pessoal dessas redes estavam envolvidas no caso.

Porém, depois de uma auditoria pedida pela Alemanha, o Google reconheceu em maio que estava recolhendo informações de maneira equivocada.

Folha de S.Paulo/Reuters

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Google reinventa seu índice de buscas

A Google anunciou o lançamento de seu sistema Caffeine, uma nova abordagem de seu modo de indexar a web, com ênfase em oferecer as páginas mais recentes da internet como resultados de busca.

Segundo a empresa, é uma máquina de busca 50% mais rápida que a anterior, e representa a maior coleção de conteúdo web já oferecida na História.

Diferentemente do sistema anterior, que se baseava num conceito de camadas, o Caffeine trabalha separando a web em pequenas porções e mantendo o índice-mestre do Google continuamente atualizado, em escala mundial.

Mais detalhes, na tradução de um post no blog oficial do Google, em http://bit.ly/cafgoo.

Carlos Alberto Teixeira/O Globo

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A internet como mídia de alcance universal está mudando alguns paradigmas do jornalismo tradicional.

Contudo é preciso conter a tentação de que textos simplistas são suficientes para complementar narrativas visuais.

Nem sempre uma imagem sobrevive sem uma explicação textual com maior densidade.

O Editor


A expressão jornalismo visual é quase uma redundância porque a maior parte do que lemos e vemos é percebido pelo nosso cérebro por meio do sentido da visão.

Mas a diferença se faz necessária por conta da idéia de que o texto não é uma imagem, o que é falso, mas acabou sendo validado pela prática das redações.

Tudo isto como um esclarecimento prévio à entrada no tema do post, que é o aumento acelerado do uso de imagens como canal para acesso a notícias e informação. O jornalismo que até agora era quase um sinônimo de texto começa a ser cada vez mais visual, graças principalmente à vertiginosa expansão de serviços online como o YouTube, Hulu e Vimeo.

Os primeiros a embarcar na nova onda do visual online foram os publicitários e marqueteiros que passaram a incorporar o vídeo como peça fundamental de qualquer publicidade na Web. Em 2009, nada menos que 187 bilhões de vídeos foram visualizados por usuários da rede em todo mundo e as previsões para 2010 já passam dos 200 bilhões.

Segundo pesquisas feitas pela empresa norte-americana ComScore, entre 70 a 80% dos usuários da internet no mundo inteiro já acessam regularmente vídeos, animações em 3D e infográficos publicados na internet. É uma tendência nova e surgida no bojo de inovações tecnológicas como a banda larga, processadores mais rápidos, memórias mais poderosas e sistemas de compactação de áudio e vídeo mais eficientes.

Isto está forçando os jornalistas a usar cada vez mais a narrativa visual como forma de transmitir notícias e informações. Acontece que a esmagadora maioria dos profissionais, aqui e no resto do mundo, está culturalmente formatada para produzir conteúdos em texto, mesmo que usem imagens.

A estrutura material e mental para produzir conteúdos jornalísticos em texto não é a mesma da narrativa visual. Um quadro mais detalhado das diferenças ainda está por ser desenvolvido, pois até mesmo o telejornalismo ainda se pauta basicamente pela mesma estrutura narrativa do jornalismo impresso.

A diferença mais óbvia, mas que nem sempre é respeitada, é a de que, no formato audiovisual, evita-se descrever o que as pessoas estão vendo. Além disso, o áudio e as imagens devem estar coordenados de forma a um complementar o outro. Mas na Web surgem dois novos elementos, que são a interatividade com o usuário e a estrutura não linear da narrativa online.

A combinação de todos estes fatores num ambiente multimídia conferiu características próprias e diferenciadas ao jornalismo praticado na Web. No início da história da internet, as limitações técnicas fizeram com que o texto predominasse, tanto que os noticiários eram uma mera transcrição da versão impressa em papel. Hoje, a generalização do uso da banda larga viabilizou as transmissões em tempo real, fazendo com que as imagens tirem cada vez mais espaço dos textos online, como o que você está lendo.

As técnicas de ensino de jornalismo nas faculdades ainda estão solidamente ancoradas na tradição textual impressa. Com isto, os profissionais autônomos, blogueiros e os cursos de especialização passaram a ocupar o espaço vago na experimentação de uma nova linguagem jornalística. Por enquanto é tudo muito empírico, especialmente no YouTube, onde predomina a preocupação meramente documental, quase sempre apoiada no excêntrico, paradoxal e espetacular.

Mas a saturação dos vídeos domésticos e amadores torna inevitável uma diferenciação e a abertura de espaços para material mais elaborado e com mais densidade informativa. Este diferencial pode ser alcançado por meio do uso mais intenso da interatividade com o usuário, tornando-o um parceiro no desenvolvimento da narrativa, bem como do emprego da narrativa não linear, que dá um caráter lúdico à montagem da história.

São virtudes especificas da Web que, aliadas à facilidade na manipulação e transmissão de imagens, permitirão aos jornalistas desenvolver narrativas noticiosas capazes de tornar ainda mais envolvente a imersão do público na informação.

Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

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PT quer trabalhar conteúdo na web para ajudar Dilma

Espaço da campanha eleitoral que ajudará a escolher o novo presidente da República, a internet será usada pelo PT para veicular conteúdos de militantes e simpatizantes que defendam posições simpáticas à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff.

A estratégia petista para a campanha eleitoral foi apresentada neste sábado, durante o 1º Seminário de Comunicação do PT Paulista, por Marcelo Branco, coordenador da campanha na internet da pré-candidata petista, que defendeu a ideia de que a aquisição de conteúdo é necessária para o “combate off line”, o debate no qual os argumentos definirão o voto do eleitor.

Segundo ele, a “guerra de comunicação” precisa ser organizada com argumentos.

- Precisamos entender a internet não só como um espaço para fazer a guerra de comunicação. Não queremos organizar as pessoas para que elas façam apenas a guerra de comunicação na rede.

O principal objetivo nosso na internet, e é por isso que a gente está indo aos estados falar para as pessoas, é organizar a nossa intervenção com argumentos, com desmentidos, com propostas políticas para o debate off line, para o debate no bairro, para o debate no local de trabalho, para o debate fora da internet – defendeu.

De acordo com Marcelo Branco, o criador do Campus Party, as eleições não serão decididas na internet, já que ainda não é possível saber o papel da web na campanha eleitoral, mas será fundamental para produção e reprodução de espaços de divulgação dos argumentos “no mundo off line”.

- Quando a gente abre uma comunidade no Orkut, é para que esses conteúdos sirvam de argumento para o cara fazer a campanha onde vai se decidir a eleição. A eleição não vai se decidir na internet. Claro que a internet vai ter um peso.

Quantos votos vão virar na internet? Como não temos métodos, é a primeira eleição, não dá pra dizer se são três, cinco. Não dá para saber o papel da internet nas eleições.

Agora a internet com certeza vai ajudar a nossa luta no mundo concreto do dia-a-dia.

Adauri Antunes Barbosa/O Globo

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O Brasil deveria ter outra Constituição; só que para a internet.

Na opinião do ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, essa seria uma das atitudes primordiais na questão do conteúdo que circula pela rede.

A ideia da “Constituição da internet” surgiu no seminário Marco Civil da Internet no Brasil, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Na ocasião, Barreto declarou que “poderemos contar, no Brasil, com uma Constituição da internet, como uma Constituição de 88, uma Constituição cidadã”.

O ministro disse que a web precisa de mais suporte.

E o primeiro passo para essa organização, segundo ele, é lidar com questões civis, como discutir as responsabilidades de quem usa a rede.

“A internet nasceu e se desenvolveu sob a liberdade. Não podemos tolher a internet do que lhe é mais peculiar, onde ela é mais genuína, a liberdade”, declarou.

Barreto também considerou que a internet passa por uma área nebulosa de insegurança jurídica: “vemos a judicialização dessas questões com decisões contraditórias, criando dificuldades jurídicas e não deixando claro o que pode e o que não pode ser feito”.

De acordo com o ministro, uma consulta pública realizada na Justiça de outubro a dezembro de 2009 para debater o anteprojeto que estabelece o marco civil da internet brasileira recebeu mais de 800 contribuições. “Até abril deste ano, recebemos mais de 35 mil visitas com mais 750 comentários”, confirmou.

Ele ressaltou ainda que o tema é muito amplo, mas o amadurecimento das ideias é fundamental antes se encaminhe o anteprojeto ao Legislativo. “O projeto chegará ao Congresso legitimado pelo debate social.”

Em contrapartida à iniciativa do ministro da Justiça, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes se disse preocupado com o excesso de judicialização no Brasil.

“Este já é um severo problema que nos afeta. Quanto de judicialização é necessária? Este é o único meio? Me preocupo com judicialização excessiva”, disse Mendes.

Para ele, a questão do marco regulatório precisa ser analisada sobriamente, com a ideia exata das funções competentes e do que se está falando.

“Não podemos cometer erros do passado”, completou.

blog AdNews/Com informações do Estado de S.Paulo

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Ainda há muito jogo a ser jogado até as eleições presidenciais. Enganam-se os que pensam que Ciro Gomes, com o currículo que possui, irá entregar o jogo antes do apito final.

Se para alguns Ciro persegue somente um projeto pessoal, para outros o cearense de Piracicaba foi encurralado no canto do tabuleiro pelas manobras de Lula. Mesmo sem uma tênue luz no fim do túnel certamente Ciro Gomes não encarna a raposa que ao não poder alcançar as uvas…

O Editor

PS. Zé Bêdêu, o derradeiro abestado crédulo da Praça do Ferreira em Fortaleza, continua sem entender a democracia brasileira, na qual um partido determina os rumos do candidato de outro partido.


No microblog, Ciro alonga sua agonia: “Sigo lutando”

Foto: Alan Marques/Folha
Noutros tempos, Ciro Gomes tinha sempre um trovão no bolso. Contrariado, estrondeava.

Hoje, sob questionamento de aliados e partidários, Ciro tem sempre à mão um texto para a internet.

A web tornou-se o palco da agonia de Ciro. Na última mensagem que pendurou no microblog, agradeceu:

“Muito obrigado pela força! Mais de três mil manifestações de apoio postadas no cirogomes.com. Sigo lutando!”

O PSB reúne sua Executiva na próxima terça (27). Na pauta, um tema único: o que fazer com Ciro? A maioria quer dar-lhe as costas.

Em seu penúltimo artigo, Ciro anotara que aceitaria a decisão, fosse qual fosse. O o que lhe resta.

Ciro começou a perder a candidatura presidencial ao cair na macumba da transferência do título eleitoral para São Paulo.

Para quem ambicionava o Planalto, errou o alvo. Ao deixar a impressão de que o Palácio dos Bandeirantes o contentaria, virou o alvo.

blog Josias de Souza

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