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Vinicius de Moraes – Versos na tarde – 27/06/2017

Poema Dos Olhos Da Amada Vinicius de Moraes ¹ Oh, minha amada Que os olhos teus São cais noturnos Cheios de adeus São docas mansas Trilhando luzes Que brilham longe Longe nos breus Oh, minha amada Que olhos os teus Quanto mistério Nos olhos teus Quantos saveiros Quantos navios Quantos naufrágios Nos olhos teus Oh, […]

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Maria Rainha da Escócia – Versos na tarde – 25/06/2017

Amo-te Maria I – Rainha da Escócia¹ Amo-te quanto em largo, alto e profundo Minh’alma alcança quando, transportada, sente, alongando os olhos deste mundo, os fins do ser, a graça entresonhada. Amo-te a cada dia, hora e segundo A luz do sol, na noite sossegada e é tão pura a paixão de que me inundo […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 31/05/2017

A Terra Desolada, 1922 T.S Eliot¹ IV. O Sermão do fogo II Tereu Cidade irreal, Sob a fulva neblina de um meio-dia de inverno O Senhor Eugênides, o mercador de Smyrna, A barba por fazer e o bolso cheio de passas coríntias C.I.F. Londres, documentos à vista Convidou-me em seu francês vulgar (demótico, eu diria) […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 25/05/2017

Quarta-Feira de Cinzas VI T.S. Eliot¹ VI Conquanto não espere mais voltar Conquanto não espere Conquanto não espere voltar Flutuando entre o lucro e o prejuízo Neste breve trânsito em que os sonhos se entrecruzam No crepúsculo encruzilhado de sonhos entre o nascimento e a morte ( Abençoai-me pai) conquanto agora Já não deseje mais […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 23/05/2017

Quarta-Feira de Cinzas V T.S. Eliot¹ V Se a palavra perdida se perdeu, se a palavra usada se gastou Se a palavra inaudita e inexpressa Inexpressa e inaudita permanece, então Inexpressa a palavra ainda perdura, o inaudito Verbo, O Verbo sem palavra, o Verbo Nas entranhas do mundo e ao mundo oferto; E a luz […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 19/05/2017

Quarta-Feira de Cinzas T.S. Eliot¹ I Porque não mais espero retornar Porque não espero Porque não espero retornar A este invejando-lhe o dom e àquele o seu projeto Não mais me empenho no .empenho de tais coisas (Por que abriria a velha águia suas asas?) Por que lamentaria eu, afinal, O esvaído poder do reino […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 18/05/2017

Retrato de uma dama – III T.S. Eliot¹ Cai a noite de Outubro; regressando como outrora, Excepto por uma leve sensação de estar inquieto, Galgo os degraus e giro a maçaneta da porta E sinto como se houvesse subido de quatro as escadas. “Com que então viajas? E quando voltas? Ora, que pergunta mais tola! Dificilmente […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 15/05/2017

Retrato de uma dama T.S. Eliot¹ II Agora que florescem os lilases, Um vaso de lilases tem ela em seu quarto E um deles trança entre os dedos enquanto fala. “Ah, meu caro, não sabes, não sabes O que é a vida, tu, que a subjugas em tuas mãos” (Lentamente a retorcer o talo de […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 15/05/2017

Retrato de uma dama T.S. Eliot¹ I Entre a fumaça e a neblina de uma tarde de Dezembro, Aí tens montada a cena — como deverá ser vista — Assim: “Pertence a ti toda esta tarde”; E quatro círios na penumbra da sala, Quatro anéis de luz no teto a coroar nossas cabeças, Uma atmosfera […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 16/05/2017

Gerontion’s – Parte III T.S.Eliot¹ O tigre salta no ano novo. E nos devora. Enfim suponha Que a nenhuma conclusão chegamos, pois que deixei Enrijecer meu corpo numa casa de aluguel. Enfim suponha Que não dei à toa esse espetáculo E nem o fiz por nenhuma instigação De demônios ancestrais. Quanto a isto, É com franqueza […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 14/05/2017

Gerontion’s – Parte II T.S.Eliot¹ Após tanto saber, que perdão? Suponha agora Que a história engendra muitos e ardilosos labirintos, estratégicos Corredores e saídas, que ela seduz com sussurrantes ambições, Aliciando-nos com vaidades. Suponha agora Que ela somente algo nos dá enquanto estamos distraídos E, ao fazê-lo, com tal balbúrdia e controvérsia o oferta Que a […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 13/05/2017

Gerontion’s – Parte I T.S.Eliot¹   Thou hast nor youth nor age, But, as it were, an after dinner’s sleep, Dreaming on both. (William Shakespeare, Measure for Measure, “Não és jovem nem velho, / mas como, se após o jantar adormecesses,/ Sonhando que ambos fosses.”) Eis-me aqui, um velho em tempo de seca, Um jovem […]

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