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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 19/05/2017

Quarta-Feira de Cinzas T.S. Eliot¹ I Porque não mais espero retornar Porque não espero Porque não espero retornar A este invejando-lhe o dom e àquele o seu projeto Não mais me empenho no .empenho de tais coisas (Por que abriria a velha águia suas asas?) Por que lamentaria eu, afinal, O esvaído poder do reino […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 18/05/2017

Retrato de uma dama – III T.S. Eliot¹ Cai a noite de Outubro; regressando como outrora, Excepto por uma leve sensação de estar inquieto, Galgo os degraus e giro a maçaneta da porta E sinto como se houvesse subido de quatro as escadas. “Com que então viajas? E quando voltas? Ora, que pergunta mais tola! Dificilmente […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 15/05/2017

Retrato de uma dama T.S. Eliot¹ II Agora que florescem os lilases, Um vaso de lilases tem ela em seu quarto E um deles trança entre os dedos enquanto fala. “Ah, meu caro, não sabes, não sabes O que é a vida, tu, que a subjugas em tuas mãos” (Lentamente a retorcer o talo de […]

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T.S. Eliot – Poesia – Versos na tarde – 15/05/2017

Retrato de uma dama T.S. Eliot¹ I Entre a fumaça e a neblina de uma tarde de Dezembro, Aí tens montada a cena — como deverá ser vista — Assim: “Pertence a ti toda esta tarde”; E quatro círios na penumbra da sala, Quatro anéis de luz no teto a coroar nossas cabeças, Uma atmosfera […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 16/05/2017

Gerontion’s – Parte III T.S.Eliot¹ O tigre salta no ano novo. E nos devora. Enfim suponha Que a nenhuma conclusão chegamos, pois que deixei Enrijecer meu corpo numa casa de aluguel. Enfim suponha Que não dei à toa esse espetáculo E nem o fiz por nenhuma instigação De demônios ancestrais. Quanto a isto, É com franqueza […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 14/05/2017

Gerontion’s – Parte II T.S.Eliot¹ Após tanto saber, que perdão? Suponha agora Que a história engendra muitos e ardilosos labirintos, estratégicos Corredores e saídas, que ela seduz com sussurrantes ambições, Aliciando-nos com vaidades. Suponha agora Que ela somente algo nos dá enquanto estamos distraídos E, ao fazê-lo, com tal balbúrdia e controvérsia o oferta Que a […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 13/05/2017

Gerontion’s – Parte I T.S.Eliot¹   Thou hast nor youth nor age, But, as it were, an after dinner’s sleep, Dreaming on both. (William Shakespeare, Measure for Measure, “Não és jovem nem velho, / mas como, se após o jantar adormecesses,/ Sonhando que ambos fosses.”) Eis-me aqui, um velho em tempo de seca, Um jovem […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 12/05/2017

A canção de amor de J. Alfred Prufrock – Parte VI T.S.Eliot¹ Não! Não sou o Príncipe Hamlet, nem pretendi sê-lo. Sou um lorde assistente, o que tudo fará Por ver surgir algum progresso, iniciar uma ou duas cenas, Aconselhar o príncipe; enfim, um instrumento de fácil manuseio, Respeitoso, contente de ser útil, Político, prudente e […]

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T.S.Eliot – Poesia – Poemas – Versos na tarde – 11/05/2017

A canção de amor de J. Alfred Prufrock – Parte IV T.S.Eliot¹ E a tarde e o crepúsculo tão docemente adormecem! Por longos dedos acariciados, Entorpecidos . . . exangues . . . ou a fingir-se de enfermos, Lá no fundo estirados, aqui, ao nosso lado. Após o chá, os biscoitos, os sorvetes, Teria eu forças […]

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Bárbara Lia – Poesia – Versos na tarde – 07/05/2017

Flor escandalosa Bárbara Lia ¹ Meu pai sonhava o deserto E viveu ao lado do amor Rimbaud sonhava as areias Também reinventar o amor Rimbaud viveu no deserto Meu pai morreu de amor Meu pai surfava o mar de estrelas Com um teodolito da cor da destemperança – verde oliva que tende ao amarelo – […]

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Eduardo Alves da Costa – Versos na tarde – 05/05/2017

No Caminho com Maiakóvski Eduardo Alves da Costa ¹ Assim como a criança humildemente afaga a imagem do herói, assim me aproximo de ti, Maiakóvski. Não importa o que me possa acontecer por andar ombro a ombro com um poeta soviético. Lendo teus versos, aprendi a ter coragem. Tu sabes, conheces melhor do que eu […]

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Jorge Luiz Borges – Poesia – Versos na tarde – 02/05/2017

Sou Jorge Luiz Borges Sou o que sabe não ser menos vão Que o vão observador que frente ao mudo Vidro do espelho segue o mais agudo Reflexo ou o corpo do irmão. Sou, tácitos amigos, o que sabe Que a única vingança ou o perdão É o esquecimento. Um deus quis dar então Ao […]

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