De olho nos descontos

Twitter aproxima clientes de suas marcas preferidas e ainda ajuda a encontrar as melhores pechinchas e economizar nas compras, com direito a promoções

O Twitter virou aliado de quem recorre a portais de comparação de preços para pesquisar pela Internet ofertas e características de produtos. Estudo da Intel aponta que 64% dos internautas pesquisam na rede antes de comprar pessoalmente. Usando o Twitter, cujo conteúdo é criado coletivamente, o consumidor pode encontrar descontos exclusivos e saber de queimas de estoque.

As dicas aliviam o bolso e estreitam a relação entre a marca e o consumidor. Um dos pioneiros é o perfil @oleitorvoraz, da editora Ediouro, que desde junho de 2008 oferece livros a quem participa com criatividade das promoções.

Perfis como o @ShoppingTijuca apontam lojas em liquidação, shows e ofertas exclusivas. Lojas que fazem sucesso na Web como a @americanascom, @pontofrio e @canalshoptime têm público cativo e atuante. Com milhares de seguidores, elas criam ofertas exclusivas para os seguidores repetirem, além de divulgar descontos e concursos dos sites.

Os descontos estão em todo tipo de estabelecimento. Para ganhar entradas de cinema, siga o @blockbuster_br, @botafogopraia ou @grupoestacao. Para conseguir ingressos para boates e casas de show, vá ao perfil do @grupomatriz.

SOB MEDIDA

Quem quer desconto na padaria, precisa anotar a senha divulgada no Twitter do @farinhapura, que também avisa quando sai pão quentinho. O publicitário Jorge Aldrovandi é um dos clientes cativos da Farinha Pura. Ele acompanha o perfil e troca a senha por descontos e produtos. “Acho uma forma sensacional de aproximar lojista e cliente. Moro perto e aproveito sempre”, conta.

Tamara Menezes/O Dia

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Internet. Vendas online cresce 27%

Vendas pela internet cresceram 27% no 1º semestre, mostra pesquisa

Maior venda de eletrodomésticos elevou valor médio das compras.

Faturamento bruto total foi de R$ 4,8 bilhões nos primeiros 6 meses do ano.

As vendas realizadas pela internet apresentaram crescimento de 27% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2008, com um faturamento bruto total de R$ 4,8 bilhões, de acordo com dados da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit.

O valor médio das compras realizadas em sites da rede mundial de computadores foi de R$ 323 no período, o que representa uma alta de 5%. O crescimento da comercialização de eletrodomésticos – por conta da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – e de artigos de informática contribuiu para o aumento do valor das compras realizadas pelo consumidor via internet, segundo a e-bit.

A participação da B2W – formada pela fusão de Submarino e Americanas.com – atingiu 35,7% no segundo trimestre de 2009, uma queda de 4,6 pontos porcentuais em relação ao mesmo período do ano passado, conforme a e-bit. No primeiro semestre, a fatia da líder de mercado foi de 36%, ante 41,5% dos primeiros seis meses de 2008.

Além da entrada de novas empresas na rede – com destaque para Wal-Mart e Casas Bahia – e o fortalecimento das operações de concorrentes como Ponto Frio e Extra.com, a e-bit atribui a menor participação da B2W ao aumento da presença de pequenas e médias empresas no segmento.

Para o segundo semestre, período que responde por 55% do faturamento do setor, a e-bit prevê a manutenção do crescimento das vendas. A previsão é que as receitas das empresas de comércio eletrônico atinjam R$ 5,8 bilhões nos últimos seis meses do ano, o que levaria o total de 2009 a R$ 10,6 bilhões, um crescimento de 28% em relação ao ano passado.

Segundo a e-bit, os livros e assinaturas de revistas e jornais lideraram as vendas em quantidade de pedidos no primeiro semestre, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos.

Agência Estado

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É um caminho sem volta, irreversível!!!

Segundo a ForeSee Results, a média de satisfação dos internautas com o e-commerce ficou em 90 pontos, de 100 possíveis.

A maioria dos internautas pesquisados se mostrou muito mais satisfeita com as compras online do que com as compras físicas. É o que mostra uma pesquisa da ForeSee Results sobre o índice de satisfação dos consumidores norte-americanos com as lojas físicas e virtuais. Segundo o estudo, a média de satisfação dos internautas com o e-commerce ficou em 90 pontos de 100 possíveis. Já com o comércio tradicional, o índice de satisfação ficou em 72 pontos, de 100 possíveis.

Os dois varejistas online com notas mais altas de satisfação, segundo a ForeSee, são a Amazon.com e a Netflix, com 84 pontos de satisfação. Outros varejistas que viram suas notas aumentarem consideravelmente foram a Walmart, Staples, HP.com e a Target. No geral, as cinco melhores lojas online foram as da Amazon.com, Netflix, QVC.com, Apple, e Barnes and Noble.

Com a economia norte-americana em recessão, a satisfação do consumidor é um fator ainda mais importante. Segundo o estudo, as chances de um cliente voltar aos mesmos lojistas online são 65% maiores se ele ficou satisfeito com sua última compra. Como fazer compras em lojas tradicionais está quase se transformando em uma maratona, são cada vez maiores as chances de as compras online tomarem a preferência das pessoas na hora de escolher os presentes de Natal.

da Info

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Comércio eletrônico e as lojas de fabricantes

Com uma expectativa de aumento de vendas online de 47% neste fim de ano, os fabricantes de eletrônicos apostam no sucesso das vendas online. A superlotação de shoppings e o caos do trânsito, são um estímulo para que as pessoas façam as compras pela internet.

As lojas próprias de eletrônicos

Quer saber quais são os produtos que vão chegar aos mercados nos próximos meses? Já dá para testar alguns deles nas lojas próprias dos fabricantes de eletroeletrônicos, que mostram novidades que nem estão à venda no País (ou estão à venda de forma muito limitada). É o caso do televisor com tela de diodo orgânico emissor de luz (Oled, na sigla em inglês), tecnologia usada normalmente para telas pequenas, em aparelhos como celulares. A TV tem 11 polegadas (foto), tela com três milímetros de espessura, custa US$ 2,5 mil nos Estados Unidos e está em exposição na loja Sony Style, do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo.

“Essa televisão é um objeto de desejo”, afirmou Paulo Jaen, gerente de Negócios Diretos da Sony. Muitos consumidores vêem o produto e querem comprar. A Sony inaugurou sua primeira loja em abril, em São Paulo, e a segunda, em Brasília, começou a funcionar no mês passado. “Como negócio, o resultado das lojas é muito pequeno”, reconheceu Jaen. “O importante é reforçar a presença da marca e conhecer melhor o consumidor.”

A Sony vende os produtos em suas lojas, enquanto outros fabricantes, como a Panasonic e a Samsung, usam seus estabelecimentos para mostrar os produtos, sem vendê-los. “Se não vendêssemos, não conseguiríamos conhecer a experiência completa do consumidor, que inclui o pós-venda”, disse o gerente da Sony. As concorrentes que não vendem argumentam que não querem competir com os parceiros comerciais.

A Samsung criou a sua loja do Shopping Morumbi, em São Paulo, há três anos, sendo pioneira neste movimento no Brasil. “Nós usamos a loja-conceito como laboratório”, disse Carlos Werner, responsável pela Diretoria de Marketing da Samsung. “Prestamos muita atenção no que o consumidor diz para a gente.” Ele citou como exemplo os televisores brancos, que foram colocados primeiro na loja, para testar o interesse do cliente, antes de serem lançados comercialmente. “Se houver muito interesse em algum produto exposto, podemos até importá-lo, vendendo-o através de um dos parceiros.”

blog do Renato Cruz
Mais informações no Estado de hoje, 14/12 (“Loja própria mostra a tecnologia do futuro“, p. B13).

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Dicas de segurança ao comprar pela web.

Para o sucesso de suas transações, é preciso observar critérios de segurança, ler termos de troca e verificar credibilidade.

No período de compras natalinas, que começou no sábado (15/11) e vai até o dia 24 de dezembro, o comércio eletrônico brasileiro deve faturar 1,35 bilhão de reais, segundo a projeção da consultoria e-bit.

E já que comprar pela internet é hábito de 7 milhões de brasileiros, de acordo com a Visa, é preciso ter atenção ao usar o comércio eletrônico para garantir os presentes na árvore de Natal.

Antes de sair às compras online, o e-consumidor precisa ter seu sistema munido de antivírus e firewall atualizados, lembra o diretor da F-Secure no Brasil, Gabriel Menegatti. O diretor técnico da Ciashop, Maurício Trezub, esclarece ainda que a responsabilidade de proteção e atendimento eficiente é dividida entre a loja e o comprador.

Confira abaixo 10 dicas para o sucesso de suas compras online neste Natal:

1. Pesquisar o histórico da empresa
Os clientes que compraram na loja deixam suas impressões pela internet, lembra Trezub. “As pessoas dizem como foi o atendimento e reclamam se houve um problema. Este é o melhor parâmetro para decisão da compra”, aponta.

Em uma avaliação com 34 lojas online brasileiras, o Pro Teste aprovou apenas três, no ano passado.

Trezub sugere o acesso a sites como o Reclame Aqui na busca de opiniões sobre a loja virtual. Outra atitude, sugerida por Menegatti, é ligar para a loja.

“É bom para você checar se ela existe fisicamente. Além disso, você pode pegar o CNPJ da empresa pelo ‘registro.br’ e descobrir se está ativo, inativo ou cancelado, pelo site da Receita Federal – isso mostrará se você lida com um golpista ou não”, afirma.

2. Busque por selos de qualidade
Além de pesquisar sobre a idoneidade da loja das formas citadas acima e em órgãos de defesa do consumidor, Menegatti aconselha o internauta a correr por selos de qualidade.

Trezub explica que estes selos de credibilidade, para serem recebidos, “passam por avaliação em uma série de critérios antes de ter o status de loja qualificada”.

A consultoria e-bit oferece ‘medalhas’ às lojas virtuais – ouro, prata e bronze -, enquanto sites de comparação de preços como o Buscapé também avaliam as lojas de e-commerce segundo as respostas positivas dos usuários, diz o diretor.

3. Verifique a segurança da loja
É claro que, durante uma transação online, é preciso verificar se ela é feita em ambiente seguro. Os especialistas lembram que a URL deve passar de ‘http://’ para ‘https://’. O ‘s’ adicional significa que aquele ambiente é seguro, enquanto um cadeado no pé direito do site mostra que aquela sessão é criptografada.

O usuário pode, por um clique duplo no cadeado, exibir o certificado que comprova a identidade do site.

4. Ler políticas de privacidade, troca e devolução
Não quer ser importunado por promoções e e-mail marketing após o Natal? Menegatti recomenda, então, que você leia a política de privacidade das empresas onde compra. Geralmente, no cadastro, já é possível escolher por ‘opt-in’ ou ‘opt-out’ – receber ou não ofertas da loja e seus parceiros.

“Além disso, você pode comprar uma coisa e receber outra. Então leia a política de troca de mercadorias, assim você saberá o que fazer”, explica.

Trezub alerta que a leitura é necessária também para que o usuário entenda como o processo ocorrerá em caso de erro de entrega ou defeito. “A Lei exige que as empresas tenham políticas bem expressas no site. Ou seja, pode ser que a loja cobre o frete para a devolução de um produto, ou não – é preciso explicar quem paga o que”, diz.

Por fim, em períodos como o Natal, os serviços postais e de transportadoras têm maior volume de serviço. Sendo assim, “as possibilidades de atrasos e erros são maiores”, pondera Trezub. Portanto, ler é prevenir.

5. Prefira lojas com várias opções de pagamento
É possível perceber a credibilidade de uma loja online quando chega a hora de pagar pelas compras – ali, você deve encontrar várias formas de pagamento e diversas bandeiras de cartão de crédito, afirma Menegatti.

“As empresas são auditadas para a verificação de sua segurança antes de oferecerem estas opções”, diz o diretor da F-Secure. “Se você comprar em lojas novas e com preços arrasadores que só oferecem pagamento por boleto bancário, pode ser que pague e não receba o produto.”

6. Busque por pagamento ‘intermediado’
Os ‘intermediários financeiros’ do Brasil são o Pagamento Seguro e o Pagamento Digital. “Usando estes serviços, o lojista manda o produto para o cliente e só após seu recebimento, o usuário avisa o serviço, que libera seu dinheiro para a loja”, explica Trezub.

De um modo geral, estas lojas, por mais que sejam menores ou novas, podem ser consideradas confiáveis, já que o serviço as examina minuciosamente antes de adotá-las como parceiras. Menegatti resume que “as plataformas garantem o pagamento e recebimento”. E todos saem satisfeitos.

7. Imprima os dados da compra
Esta ação é óbvia, mas nem todos a adotam. Salve e imprima todos os dados de sua transação, recomenda Menegatti. E isso inclui e-mails trocados com o suporte. “Isso servirá para você iniciar uma reclamação ou processo caso seja necessário.”

8. Procure por oferta de acompanhamento do pedido
No boom de vendas no fim do ano, o processo fica desorganizado. É interessante, então, preferir lojas que ofereçam este serviço. Para Menegatti, é muito fácil ocorrer um erro na hora de despachar o produto.

Mas fique tranquilo, pois “empresas com foco em e-commerce têm este serviço”, diz Menegatti.

9. Evite lan houses e PCs dos amigos
Você sabe quando foi a última vez que um computador público atualizou seus aplicativos, antivírus e firewall? Menegatti questiona, ainda: você sabe se “a máquina está limpa?”. Se a resposta é não, você entendeu a mensagem.

10. Ignore os phishings
Em datas comemorativas, os espertalhões se aproveitam da possível ingenuidade dos usuários.

“Esta é uma questão tenebrosa. Você não está cadastrado no site de uma loja e recebe a oferta de um notebook por 300 reais”, exemplifica Trezub. Para ter certeza, entre no site da loja, digitando a URL na barra de endereços, e confira se a promoção existe.

Menegatti pede também que os internautas desconfiem de ofertas milagrosas, pois aquele produto pode ser falsificado ou roubado. “Pode ser uma empresa de fachada que pega seu dinheiro e some. Além disso, a loja pode estar sonegando impostos e, se você precisar de uma troca em alguns meses, o estabelecimento pode ter sido autuado pela Receita Federal e você não conseguirá”, expõe.

Fonte: PC World

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Grandes redes varejistas apostam na internet

A internet deverá ser o grande concentrador de investimentos das grandes redes varejistas nos próximos meses. É que deverá ser lançado, com previsão ainda para 2008, o portal de vendas on-line da Wal-Mart no Brasil (a maior rede varejista do mundo). Ele deve seguir o modelo de sua original norte-americana, que vende de tudo pela rede.

A concorrência deverá ficar acirrada com a entrada das redes nordestinas Insinuante e Lojas Maia. A baiana  Insinuante está investindo R$ 1 milhão em sua operação on-line, que começou em agosto ainda numa versão piloto, somente atendendo aos internautas de Salvador. A paraibana Lojas Maia, por sua vez, aplica R$ 500 mil em seu projeto de e-commerce, mas ainda não começou a realizar vendas no site, que foi completamente reformulado há dois meses.

O Carrefour, que prepara seu portal desde 2007, e as Casas Bahia também prometem entrar na briga, ambas já preparam seus sites de e-commerce e previam já entrar em operação este ano.

Será que eles estão esperando o fim de ano para lucrar com o crescimento observado em 2007?

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