Será que a tendência de um eleitor pode mudar em função da pantomima dos debates televisivos? A estratégia de todos os participantes é a do cinismo explícito. Mentem nas promessas que não cumprirão se eleitos, mentem ao dizer que o adversário é que mente.

Suas (deles) ex-celências representam ridículos mamulengos, mal e porcamente manipulados por marqueteiros, habitantes de um universo surrealista.
O Editor


A mesma farsa de sempre
Promover debates entre Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva será sempre uma festa para as elites.
Para os mais críticos, uma farsa.

Porque apesar de divergências periféricas e até de farpas lançadas aqui e ali, os três pretendentes à presidência da República falam a mesma língua.

Exaltam o capitalismo, celebram a globalização, sustentam o modelo econômico da especulação financeira e da livre competição entre quantidades distintas e enaltecem a prática que vai tornando os ricos mais ricos e os pobres, mais pobres.

Do máximo que falam é da assistência social.

Mudar o mundo, mesmo, só Plínio de Arruda Sampaio, por isso excluído dos debates mais recentes.

Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa

, , , , , , , , , , , , , , , , ,

Brasil: da série “O tamanho do buraco”!
Veja que gracinha suas (deles) ex-celências são capazes de cometer com o mandato que os Tupiniquins lhes damos. Os inacreditáveis parlamentares assinam projeto de Lei para incluir cachaça entre os ítens da cesta básica!

Argh!




, , , , , , , , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (9 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...

Pro dia nascer melhor – 25/06/2010

, , ,

, , , , , , , ,

, , , , , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...

Pro dia nascer melhor – 19/05/2010

, , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (1 votos, média: 5,00 de 5)
Loading ... Loading ...

Isabela Nardoni. O show não pode parar

Quando se pensava que o assunto estava encerrado, que o circo seria desarmado e o que restariam eram os comentários da torcida, eis que os advogados do casal Nardoni anunciam que pretendem tentar novo julgamento.

A pretensão tem base numa lei já alterada, segundo a qual os condenados a penas de vinte anos ou mais de prisão tinham automaticamente direito a novo júri.

A lei foi mudada em agosto de 2008, cinco meses depois do crime que vitimou a menina Isabella. Os advogados dos acusados sustentam que a nova lei, que acabou com o benefício do novo julgamento, não pode ser aplicada a um caso ocorrido anteriormente. Outros advogados e juristas afirmam que o que deve ser considerado é a data do julgamento, não a data do acontecimento a ser julgado.

De qualquer modo, o julgamento que polarizou as atenções dos brasileiros durante a última semana ainda não acabou. Os advogados de defesa já requereram a anulação da sentença logo depois de dado o veredicto, mas ainda precisam fundamentar esse pedido e têm dois dias para pedir um novo júri.

Convicções definidas

Alexandre Nardoni, pai de Isabella, foi condenado a 31 anos e um mês de prisão, que podem se reduzir a dez anos. Anna Carolina Jatobá, madrasta da menina, foi condenada a 26 anos e oito meses.

Os jornais de segunda-feira (29/3) refletem a controvérsia doutrinária e já anunciam os futuros capítulos da novela em que se transformou o crime hediondo.

A defesa do casal Nardoni considera que o júri foi influenciado pelo chamado “clamor público” e vai alegar que o direito de defesa foi cerceado, na medida em que a polícia deixou de realizar algumas investigações pedidas pelos advogados.

O intenso noticiário dos últimos dois anos, principalmente a rapidez com que se consolidou na imprensa a versão de que o casal era culpado pela morte da menina, teria definido dois anos atrás as convicções dos jurados, alegam os advogados. Eles pretendem recorrer ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal daqui a um ano, esperando que nesse período os jornalistas esqueçam o caso.

A imprensa, definitivamente, entrou em simbiose com o sistema judicial.

A influência da mídia

O caso da menina Isabella mostrou que, quando querem, os diários conseguem fazer coberturas intensas. Nos cinco dias em que a atenção do público foi capitalizada pelo julgamento, os jornais souberam complementar com detalhes interessantes a cobertura exageradamente emocionalizada das emissoras de rádio e televisão.

E, no final, pôde-se constatar que a cobertura dos jornais, no fim de semana, acaba sendo superior à oferecida pelas duas mais influentes revistas semanais de informação, que não conseguiram dar a seus leitores muito mais do que aquilo que estava disponível na imprensa diária.

Época conseguiu ser mais objetiva do que Veja e tem o mérito de colocar em discussão o papel da imprensa nos julgamentos de casos de grande notoriedade. Veja dá o tom do emocionalismo já na capa, ao afirmar que, com a condenação do casal Nardoni, Isabella pode “descansar em paz”. Ou seja, dá curso a mistificações sobre a vida depois da morte, como se todos os seus leitores fossem adeptos do espiritismo.

Época, ao contrário, procura se manter mais próxima dos fatos do que da interpretação. E oferece uma interessante contribuição aos debates sobre o efeito da mídia no caso Nardoni. No começo de 2008, repórteres da revista acompanharam durante 50 dias as investigações de oito crimes de morte acontecidos num mesmo fim de semana em São Paulo. Apenas um crime foi esclarecido – e em tempo recorde: 48 horas.

O caso tinha acontecido no interior da mansão do empresário Ricardo Mansur, ex-dono das lojas Mappin. Época também demonstrou que os casos sem repercussão na imprensa sequer são investigados. E relata o drama da faxineira Gonçala Rosa de Freitas, que foi condenada a dez anos de prisão, acusada de haver provocado a morte da filha de dois meses de idade. Há claros indícios de que ela foi vítima de investigações apressadas e negligentes por parte da polícia.

A conclusão da revista Época: as luzes da exposição pública afetam o trabalho da polícia e da Justiça e mexem com os ânimos da população.

Luciano Martins Costa/Observatório da Imprensa

, , , , , , , , , , , ,

Para presidente da CNN, redes sociais são o novo desafio dos canais de notícias

Facebook e Twitter ‘ameaçam’ afastar público da TV, diz Jon Klein.

Além de expansão na web, canal aponta para serviços via celular.

O presidente da CNN, Jon Klein, procura meios para enfrentar a ‘ameaça’ representada pelas redes sociais.

O maior desafio para a Cable News Network, o canal de notícias americano mais conhecido pela sigla CNN, hoje, são as redes sociais como Facebook e Twitter e não novas emissoras dedicadas à informação 24 horas, admitiu o presidente de uma das mais respeitadas empresas de mídia do mundo, nesta quarta-feira (10).

“A competição que eu realmente temo são os sites de relacionamento social”, confessou Jon Klein, durante a conferência de mídia Bloomberg BusinessWeek 2010, realizada em Nova York. “Eles são uma alternativa que ameaça afastar as pessoas de nós”, acrescentou.

“As pessoas de quem você é amigo no Facebook ou que você segue no Twitter são fontes confiáveis de informação”, explicou Klein. “Você clica em links que elas te enviam e confia nelas”, acrescentou.

“Bem, nós queremos ser o nome mais confiável quando o assunto é notícia”, continuou. E por isso, “não queremos que as mil pessoas que você segue no Twitter sejam as fontes mais confiáveis para você”.

“É um desafio e nós temos que responder a ele”, afirmou Klein.

“Por isso, estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”, comparou o executivo, citando a rede de TV que é a maior concorrente da CNN.

Aspas

Estou muito mais preocupado com as 500 milhões de pessoas que estão no Facebook do que com os dois milhões que assistem à Fox”

O executivo disse ainda que a “missão” de sua emissora é trazer as redes sociais e outros usuários da internet a se conectar de alguma forma à CNN. Além de expandir seus domínios na rede com notícias e vídeo, a CNN está voltada também para serviços via celular, explicou Klein.

“Os serviços on-line são uma área em expansão para nós, os serviços via celular têm enorme potencial de crescimento e o serviço doméstico a cabo nos Estados Unidos já é uma área de desenvolvimento”, acrescentou. “Há muito espaço para onde expandir”, emendou.

“Estamos em muitos lugares e eu acho que este é o modelo que pode funcionar bem para nós”, afirmou. “Todo mundo no ramo da mídia busca ativamente por múltiplas fontes de lucro, isto não é segredo”, acrescentou.

Análises detalhadas

Para Klein, que assumiu o cargo de diretor de operações da CNN nos Estados Unidos em 2004, depois de trabalhar na rede CBS, com a explosão das novas mídias e da internet, estar no local de um acontecimento não é mais o suficiente.

“Simplesmente estar lá costumava ser grande coisa”, afirmou. “Hoje em dia, precisamos dar mais do que simplesmente chegar lá”, continuou.

“Aprofundar e fazer análises é mais complicado”, disse. “Exige mais capacidade mental, mais trabalho, pensar mais o trabalho, exige mais criatividade”, enumerou.

“As pessoas acompanham rapidamente o que acontece hoje”, afirmou. “Você precisa dar a elas mais detalhes sobre o que está acontecendo. E aí que nós vamos trabalhar para continuar a fazer a diferença”, concluiu.

G1

, , , , , , , , , , ,

A incógnita da internet no jogo político-eleitoral

Há um consenso entre os que estudam a internet de que ela terá uma grande influência na definição dos novos centros de poder que estão surgindo na sociedade contemporânea. Mas o que ninguém sabe é como este processo vai se desenrolar, quando os seus resultados aparecerão e de que forma.

Os processos eleitorais configuram momentos em que as pessoas tomam decisões que vão moldar o cenário político e por consequência uma nova geografia do poder no país ou na região. Como a internet já faz parte do contexto social contemporâneo, ela começa a provocar reações desencontradas tanto entre os conservadores como entre os liberais.

As pessoas tomam decisões a partir de mensagens captadas pelo sistema cognitivo individual que por sua vez está condicionado a contextos específicos, dando origem a percepções diferenciadas. As mensagens são transmitidas e recebidas dentro do processo da comunicação, transportadas pelos chamados meios de comunicação (jornal, radio, TV, internet, cinema, livros, publicidade, propaganda etc.).

A internet é um meio de comunicação que opera no contexto de redes sociais formadas por usuários que interagem de forma horizontal e descentralizada. Estas características levaram o sociólogo espanhol Manual Castells a afirmar que “numa sociedade em rede, a política é essencialmente a política da mídia”, ou seja ela é determinada pela política dos meios de comunicação.

É esta característica que está deixando os conservadores nervosos e beligerantes enquanto os liberais mostram-se perplexos e desorientados. A internet quebrou o controle quase absoluto que os conservadores tinham sobre os meios de comunicação e isto os está assustando muito. A multiplicação vertiginosa dos weblogs, a disseminação viral dos twitters e o crescimento constante das redes como Facebook, os colocam diante de situações não previstas e incontroláveis.

O controle da comunicação sempre foi junto com a força militar o binômio responsável pela hegemonia de um segmento social cujo poder é financiado pela acumulação de riquezas. Como os conservadores estão perdendo o controle da comunicação isto os está obrigando a rever o seu modelo de poder político. A recente crise no sistema financeiro mundial é um sintoma deste ajuste, que até agora ninguém sabe como vai terminar.

Por seu lado, os liberais, ainda não chegaram a um consenso sobre o modelo econômico que viabilizará os negócios digitais, a longo prazo. A ausência deste modelo fragiliza os seus questionamentos políticos porque mantém a dependência dos internautas em relação à economia convencional.

Politicamente, a geração internet mostra-se refratária às práticas e valores tradicionais tendendo ao nihilismo eleitoral. Mas esta atitude, embora rotulada como apolítica, é na verdade profundamente política, porque aponta para o surgimento de um contra-poder alimentado pela comunicação horizontal e descentralizada dentro da internet.

Os dilemas e incertezas dos que desconfiam da internet são claramente visíveis na imprensa brasileira, que se mostra integrada ao sistema de poder político hegemônico no país, sem dar-se conta de que existe um contra-poder em gestação, cujo perfil é totalmente distinto daquele que caracterizou a esquerda.

A cobertura das eleições presidenciais deste ano faz parte deste contexto midiático e tende a fortalecer a ideia de que só existe um poder político, o que é uma ficção. Existe um poder hegemônico, mas a internet está criando outro que funciona segundo regras próprias e que em sua maioria ainda não foram suficientemente materializadas. A única coisa que se sabe é que ele provavelmente será fragmentado e descentralizado.

Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

, , , , , , , , , , , , , , , , , ,

O jornalismo tradicional “dá tratos à bola” para sobreviver diante do avanço das novas mídias. As redes sociais, especialmente blogs e Twitters, além de ágeis, ganham credibilidade por não estarem submetidas às pressões dos interesses econômicos.

Cada ‘blogueiro’ ou ‘twitteiro’ é seu próprio editor, repórter e editorialista. O jornalismo praticado nos grandes grupos de comunicação não reflete mais os anseios da sociedade. Noticia somente o que lhes é conveniente e parecem desconhecer a revolução das mídias digitais, com suas enormes plataformas de relacionamentos, nas quais a mentira oficiosa tem vida curta.

Esses grupos tradicionais que controlavam até agora a formação da opinião pública, se vê agora caindo em descrédito. Para segurar espectadores para os telejornais, as novelas se estendem no pieguismo e demais programas apelam para noticiários do tipo ‘mundo cão’. No resumo; são diretamente responsáveis por manter essa oligarquia política que se mantém no poder por mais de meio século.

O Editor


Telejornalismo também paga o preço da crise na imprensa

Até agora os telejornais olhavam com um certo ar de superioridade em relação aos jornais impressos diante as dificuldades enfrentadas pelos profissionais do papel na luta para encontrar um novo modelo de negócios capaz de assegurar a sua sobrevivência diante da internet.

Mas o quadro parece estar mudando, e muito rapidamente. Nos últimos dois meses, algumas das mais importantes emissoras européias admitiram mudanças profundas em seus departamentos de jornalismo, ao mesmo tempo em que a NBC norte-americana anunciou um corte de 700 funcionários da área de telejornais, em conseqüência de uma redução de 800 milhões de dólares nas suas receitas publicitárias desde 2007.

Na Inglaterra, o executivo chefe da rede independente de televisão (ITV), Michael Grade, admitiu em depoimento ao parlamento britânico que sua rede não está mais interessada em notícias porque os gastos superam as receitas. Ele disse também que não pedirá mais ajuda pública para os programas jornalísticos regionais porque “eles são um saco sem fundo”. Grade foi ainda mais longe em seu pessimismo, trocando o cargo na principal emissora comercial inglesa por um emprego fora da TV.

Emissoras como a inglesa BBC e a alemã ARD (ambas controladas pelo governo) sempre colocaram os seus programas jornalísticos como os carros-chefes de uma programação que seus responsáveis definem como de interesse público e sem fins lucrativos. Os telejornais da BBC e da ARD, bem como de várias outras emissoras européias que recebem fundos estatais, não podem veicular publicidade comercial.

As emissoras públicas européias admitem, em privado, que também podem reduzir drasticamente os orçamentos de programas jornalísticos, segundo informações da newsletter Follow the Media. Mas a situação já se tornou dramática em países da Europa Central, o antigo bloco socialista do Leste europeu, onde pelo menos dez projetos de telejornalismo foram desativados por falta de dinheiro.

O projeto de televisão comunitária RE:TV, criado na Bulgária há dois anos com recursos de um multimilionário local, anunciou no início de dezembro que sairá do ar até o final do ano. O canal reunia uma equipe formada pelos melhores jornalistas búlgaros e produzia programas retransmitidos por quase todas as grandes emissoras européias.

A crise nos departamentos de jornalismo das televisões européias é mais séria do que se imagina, porque no Velho Mundo o telejornalismo é a âncora do resto da programação, ao contrário do que acontece com as emissoras comerciais. Emissoras como a BBC e a ARD usam o jornalismo independente como grande argumento para pedir fundos aos respectivos governos. Para elas, o jornalismo é uma espécie de ícone do interesse publico.

Mas não é só isto que está em jogo. Caso a perda de sustentabilidade financeira se agrave ainda mais, o jornalismo na televisão pode tornar-se ainda mais exposto aos interesses comerciais, como já é possível perceber na TV Globo, onde as chamadas “promoções da casa” ocupam cada vez mais espaço nas emissões noticiosas. O caso extremo é o noticiário esportivo, onde quase tudo o que sai no ar tem algum interesse comercial embutido.

A informação jornalística menos influenciada por interesses corporativos privados, até agora, estava marcada na televisão pela existência de canais públicos que funcionavam como inibidores da comercialização desenfreada do noticiário. No caso europeu, o fator predominante era a qualidade da informação gerada por uma BBC, por exemplo. Já em países como o Brasil, a simples existência de uma emissora pública, mesmo débil, já é suficiente para criar um parâmetro de comparação em matéria de noticiário.

Tudo isso indica que o público terá que se preocupar cada vez mais com o tipo de informação que receberá nos próximos anos, porque as emissoras privadas vão acabar sacrificando a qualidade em nome da sobrevivência financeira e as públicas terão cada vez mais dificuldade para arrancar verbas estatais capazes de manter a programação atual.

por Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

, , , , , , , , , , , , ,

Herbert Richers – o ‘pai’ da dublagem no Brasil


Fotos-Herbert-richers-Imagens-Produtor-dublagem-empresa-morreu

Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).

Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).

Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.

Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.

Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.
Twitter

No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.

G1

, , , , ,
1 Estrelas2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas ( Seja o primeiro a votar !!! )
Loading ... Loading ...

A Internet vai matando a TV…

Ao partir do Brasil, nos últimos dias, Chad Hurley, um dos pais do YouTube, deixou para trás um mantra estabelecido: a internet vai matar a TV. Uma pesquisa britânica indica uma das maneiras de como isso acontece.

A empresa de monitoramento de web Big Champagne mostrou num festival de televisão em Edimburgo que 55 milhões de pessoas no mundo já baixaram em seus computadores a série Heroes, sem nem querer saber de copyright.

51 milhões fizeram download de Lost. E a lista vai longe, com a série lanterninha, Smallville, em décimo lugar, com 19 milhões. A estimativa da Big Champagne é que o número de frequentadores de sites de torrents dobrou no último ano.

E ainda reclamam das redes de TV que colocam os seriados em seus próprios sites, numa tentativa de capturar a atenção dos internautas pelo menos ali…

Para ver a lista completa dos campeões de download não autorizados, vá direto à fonte: o Daily Telegraph.

blog da Sandra Carvalho

, , , , , , , ,
123