A incógnita da internet no jogo político-eleitoral

Há um consenso entre os que estudam a internet de que ela terá uma grande influência na definição dos novos centros de poder que estão surgindo na sociedade contemporânea. Mas o que ninguém sabe é como este processo vai se desenrolar, quando os seus resultados aparecerão e de que forma.

Os processos eleitorais configuram momentos em que as pessoas tomam decisões que vão moldar o cenário político e por consequência uma nova geografia do poder no país ou na região. Como a internet já faz parte do contexto social contemporâneo, ela começa a provocar reações desencontradas tanto entre os conservadores como entre os liberais.

As pessoas tomam decisões a partir de mensagens captadas pelo sistema cognitivo individual que por sua vez está condicionado a contextos específicos, dando origem a percepções diferenciadas. As mensagens são transmitidas e recebidas dentro do processo da comunicação, transportadas pelos chamados meios de comunicação (jornal, radio, TV, internet, cinema, livros, publicidade, propaganda etc.).

A internet é um meio de comunicação que opera no contexto de redes sociais formadas por usuários que interagem de forma horizontal e descentralizada. Estas características levaram o sociólogo espanhol Manual Castells a afirmar que “numa sociedade em rede, a política é essencialmente a política da mídia”, ou seja ela é determinada pela política dos meios de comunicação.

É esta característica que está deixando os conservadores nervosos e beligerantes enquanto os liberais mostram-se perplexos e desorientados. A internet quebrou o controle quase absoluto que os conservadores tinham sobre os meios de comunicação e isto os está assustando muito. A multiplicação vertiginosa dos weblogs, a disseminação viral dos twitters e o crescimento constante das redes como Facebook, os colocam diante de situações não previstas e incontroláveis.

O controle da comunicação sempre foi junto com a força militar o binômio responsável pela hegemonia de um segmento social cujo poder é financiado pela acumulação de riquezas. Como os conservadores estão perdendo o controle da comunicação isto os está obrigando a rever o seu modelo de poder político. A recente crise no sistema financeiro mundial é um sintoma deste ajuste, que até agora ninguém sabe como vai terminar.

Por seu lado, os liberais, ainda não chegaram a um consenso sobre o modelo econômico que viabilizará os negócios digitais, a longo prazo. A ausência deste modelo fragiliza os seus questionamentos políticos porque mantém a dependência dos internautas em relação à economia convencional.

Politicamente, a geração internet mostra-se refratária às práticas e valores tradicionais tendendo ao nihilismo eleitoral. Mas esta atitude, embora rotulada como apolítica, é na verdade profundamente política, porque aponta para o surgimento de um contra-poder alimentado pela comunicação horizontal e descentralizada dentro da internet.

Os dilemas e incertezas dos que desconfiam da internet são claramente visíveis na imprensa brasileira, que se mostra integrada ao sistema de poder político hegemônico no país, sem dar-se conta de que existe um contra-poder em gestação, cujo perfil é totalmente distinto daquele que caracterizou a esquerda.

A cobertura das eleições presidenciais deste ano faz parte deste contexto midiático e tende a fortalecer a ideia de que só existe um poder político, o que é uma ficção. Existe um poder hegemônico, mas a internet está criando outro que funciona segundo regras próprias e que em sua maioria ainda não foram suficientemente materializadas. A única coisa que se sabe é que ele provavelmente será fragmentado e descentralizado.

Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

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O jornalismo tradicional “dá tratos à bola” para sobreviver diante do avanço das novas mídias. As redes sociais, especialmente blogs e Twitters, além de ágeis, ganham credibilidade por não estarem submetidas às pressões dos interesses econômicos.

Cada ‘blogueiro’ ou ‘twitteiro’ é seu próprio editor, repórter e editorialista. O jornalismo praticado nos grandes grupos de comunicação não reflete mais os anseios da sociedade. Noticia somente o que lhes é conveniente e parecem desconhecer a revolução das mídias digitais, com suas enormes plataformas de relacionamentos, nas quais a mentira oficiosa tem vida curta.

Esses grupos tradicionais que controlavam até agora a formação da opinião pública, se vê agora caindo em descrédito. Para segurar espectadores para os telejornais, as novelas se estendem no pieguismo e demais programas apelam para noticiários do tipo ‘mundo cão’. No resumo; são diretamente responsáveis por manter essa oligarquia política que se mantém no poder por mais de meio século.

O Editor


Telejornalismo também paga o preço da crise na imprensa

Até agora os telejornais olhavam com um certo ar de superioridade em relação aos jornais impressos diante as dificuldades enfrentadas pelos profissionais do papel na luta para encontrar um novo modelo de negócios capaz de assegurar a sua sobrevivência diante da internet.

Mas o quadro parece estar mudando, e muito rapidamente. Nos últimos dois meses, algumas das mais importantes emissoras européias admitiram mudanças profundas em seus departamentos de jornalismo, ao mesmo tempo em que a NBC norte-americana anunciou um corte de 700 funcionários da área de telejornais, em conseqüência de uma redução de 800 milhões de dólares nas suas receitas publicitárias desde 2007.

Na Inglaterra, o executivo chefe da rede independente de televisão (ITV), Michael Grade, admitiu em depoimento ao parlamento britânico que sua rede não está mais interessada em notícias porque os gastos superam as receitas. Ele disse também que não pedirá mais ajuda pública para os programas jornalísticos regionais porque “eles são um saco sem fundo”. Grade foi ainda mais longe em seu pessimismo, trocando o cargo na principal emissora comercial inglesa por um emprego fora da TV.

Emissoras como a inglesa BBC e a alemã ARD (ambas controladas pelo governo) sempre colocaram os seus programas jornalísticos como os carros-chefes de uma programação que seus responsáveis definem como de interesse público e sem fins lucrativos. Os telejornais da BBC e da ARD, bem como de várias outras emissoras européias que recebem fundos estatais, não podem veicular publicidade comercial.

As emissoras públicas européias admitem, em privado, que também podem reduzir drasticamente os orçamentos de programas jornalísticos, segundo informações da newsletter Follow the Media. Mas a situação já se tornou dramática em países da Europa Central, o antigo bloco socialista do Leste europeu, onde pelo menos dez projetos de telejornalismo foram desativados por falta de dinheiro.

O projeto de televisão comunitária RE:TV, criado na Bulgária há dois anos com recursos de um multimilionário local, anunciou no início de dezembro que sairá do ar até o final do ano. O canal reunia uma equipe formada pelos melhores jornalistas búlgaros e produzia programas retransmitidos por quase todas as grandes emissoras européias.

A crise nos departamentos de jornalismo das televisões européias é mais séria do que se imagina, porque no Velho Mundo o telejornalismo é a âncora do resto da programação, ao contrário do que acontece com as emissoras comerciais. Emissoras como a BBC e a ARD usam o jornalismo independente como grande argumento para pedir fundos aos respectivos governos. Para elas, o jornalismo é uma espécie de ícone do interesse publico.

Mas não é só isto que está em jogo. Caso a perda de sustentabilidade financeira se agrave ainda mais, o jornalismo na televisão pode tornar-se ainda mais exposto aos interesses comerciais, como já é possível perceber na TV Globo, onde as chamadas “promoções da casa” ocupam cada vez mais espaço nas emissões noticiosas. O caso extremo é o noticiário esportivo, onde quase tudo o que sai no ar tem algum interesse comercial embutido.

A informação jornalística menos influenciada por interesses corporativos privados, até agora, estava marcada na televisão pela existência de canais públicos que funcionavam como inibidores da comercialização desenfreada do noticiário. No caso europeu, o fator predominante era a qualidade da informação gerada por uma BBC, por exemplo. Já em países como o Brasil, a simples existência de uma emissora pública, mesmo débil, já é suficiente para criar um parâmetro de comparação em matéria de noticiário.

Tudo isso indica que o público terá que se preocupar cada vez mais com o tipo de informação que receberá nos próximos anos, porque as emissoras privadas vão acabar sacrificando a qualidade em nome da sobrevivência financeira e as públicas terão cada vez mais dificuldade para arrancar verbas estatais capazes de manter a programação atual.

por Carlos Castilho/Observatório da Imprensa

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Fotos-Herbert-richers-Imagens-Produtor-dublagem-empresa-morreu

Ele vai ser velado na capela 1 do Cemitério Memorial do Carmo.
O corpo do produtor de cinema deve ser cremado no sábado (21).

Morreu nesta sexta-feira (20) o produtor de cinema Herbert Richers. Conhecido pela frase “versão brasileira Herbert Richers”, dita nos filmes dublados na TV, o produtor vai ser velado esta tarde no Memorial do Carmo, na Zona Portuária do Rio, e será cremado no sábado (21).

Ele estava internado desde o último dia 8 na Clínica São Vicente, na Zona Sul da cidade. Ele sofria de problemas nos rins.

Herbert tinha 86 anos e nasceu em Araraquara, no interior de São Paulo e começou a produzir filmes em meados dos anos 50. Foram cerca de 60 filmes ao longo de sua carreira.

Ainda nos anos 50 fundou a empresa que leva seu nome e começou na distribuição de filmes. Mais tarde, ela se transformou numa das pioneiras na dublagem Brasil e ainda hoje é uma das maiores no ramo no país.
Twitter

No Twitter, o diretor José Bonifácio de Oliveira, o Boninho, fez uma homenagem ao produtor. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira… Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

A morte de Richers também foi comentada na internet pelo apresentador Luciano Huck.

G1

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Ao partir do Brasil, nos últimos dias, Chad Hurley, um dos pais do YouTube, deixou para trás um mantra estabelecido: a internet vai matar a TV. Uma pesquisa britânica indica uma das maneiras de como isso acontece.

A empresa de monitoramento de web Big Champagne mostrou num festival de televisão em Edimburgo que 55 milhões de pessoas no mundo já baixaram em seus computadores a série Heroes, sem nem querer saber de copyright.

51 milhões fizeram download de Lost. E a lista vai longe, com a série lanterninha, Smallville, em décimo lugar, com 19 milhões. A estimativa da Big Champagne é que o número de frequentadores de sites de torrents dobrou no último ano.

E ainda reclamam das redes de TV que colocam os seriados em seus próprios sites, numa tentativa de capturar a atenção dos internautas pelo menos ali…

Para ver a lista completa dos campeões de download não autorizados, vá direto à fonte: o Daily Telegraph.

blog da Sandra Carvalho

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Computador TK85 – USA – 1980

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TV Kuba Komet – Alemanha 1960
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TV Keracolor Sphere – Inglaterra 1960Objetos,Tecnologia,Computadores,TV Keracolor Sphere

TV Crosleys – Inglaterra 1948Objetos,Tecnologia,Computadores,TV Crosleys 1948

TV GE – USA 1948Objetos,Tecnologia,Computadores,TV GE 1948

TV Falkirk – Inglaterra 1926Objetos,Tecnologia,Computadores,TV Falkirk 1926

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foto-ministro-helio-costa-comunicacao

 Ao participar da abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiofusão, anteontem (19) o ministro das Comunicações, Hélio Costa, fez uma declaração provocativa que desviou, por instantes, o foco do evento.

A fim de anunciar a consulta pública para a definição do padrão digital de rádio, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, na capital federal, o político disse que o jovem brasileiro precisa tirar o foco da internet. Ou melhor, distribuir sua atenção em outros meios de comunicação.

“Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na internet. Tem que assistir mais rádio e televisão”, disse o ministro, conforme informaram sites noticiosos, como o Monitor Mercantil Digital.

E ele justifica isso pelo baixo faturamento do setor de rádio e TV. Segundo Hélio Costa, o setor de telecomunicação fatura R$ 110 bilhões por ano, sendo que somente R$ 1 bilhão está no rádio e R$ 12 bilhões vem das TVs. “O resto vocês sabem muito bem onde está”, pontuou.

Voltando ao tema principal, o ministro disse que se uma decisão sobre o rádio digital não for tomada ainda em 2009, a situação das rádios caminhará para “uma situação de insolvência”.

da Info

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Assistir a vídeos em alta qualidade é um dos tópicos mais falados e desejados nos últimos tempos. Mas muitas pessoas desconhecem as conexões de vídeo da própria TV. São vários os padrões de conexões de vídeo, e pode ter certeza que há uma boa diferença em relação à qualidade da imagem. Então, confira aqui o ranking das conexões de vídeo disponíveis nos aparelhos de TV e veja qual se encaixa no seu aparelho:

RF (coaxial) - quase todas as TVs e videocassetes possuem esse plug, mas é o que oferece pior qualidade de imagem e som.

RCA - é composto por 3 plugs: o amarelo é para o vídeo; o branco para o canal esquerdo de áudio, e o vermelho, para o canal direito do áudio. Indicado para quem quer ligar o DVD ou videocassete à TV.

S-Vídeo - é o que possui uma saída redondinha e oferece mais linhas de resolução que o RCA.

Vídeo componente - não é muito encontrado em aparelhos domésticos. Este tipo de conexão usa três cabos: um verde, um azul e um vermelho. Cada um transmite um padrão de cor, o que torna a imagem bem melhor.

VGA - é uma boa opção para conectar sua TV a aparelhos que entregam vídeos em alta qualidade. A única deficiência é que ainda entrega sinais analógicos.

HDMI - este é o supra-sumo dentre todos desta lista. O mesmo cabo transmite áudio e vídeo digitais, e isso faz dele o único cabo que realmente consegue te entregar uma qualidade full HD.

do Olha Digital

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Decisão só vale após a publicação no Diário Oficial.
Cobrança já havia sido proibida, mas liminar mantinha permissão.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu nesta quinta-feira (16) proibir as TVs pagas de cobrar mensalidades pelo ponto extra. A proibição foi aprovada por três votos a dois pela agência -considerando o voto do conselheiro Pedro Jaime Ziller, que não está mais na Anatel, mas adiantou sua posição em reunião anterior. A decisão só começa a valer após a publicação no Diário Oficial, o que deve acontecer na próxima semana.

A cobrança pelo ponto extra já havia sido proibida pela agência no ano passado, mas uma liminar da Justiça manteve a permissão para a cobrança até que a Anatel esclarecesse o teor dessa decisão.

Segundo o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, as operadoras de TV paga só poderão cobrar pela instalação do ponto extra, pelo aparelho que decodifica o sinal e por reparos neste aparelho. Ele destacou que a cobrança não pode acontecer na forma de mensalidade, mas sim “por evento.”

Sardenberg explicou que pode haver parcelamentos desses pagamentos, como o aluguel do aparelho ou mesmo a diluição em alguns meses do preço do reparo ou da instalação. “Pode-se chegar à situação de contribuição mensal para amortizar esses custos”, afirmou.

Ele disse que a agência irá fiscalizar caso encontre abusos na ação das operadoras, com tentativas de manter a cobrança de mensalidades pelo ponto extra. “A Anatel não fixa preços, mas acompanha a evolução dos temas e, em caso de abuso, a Anatel interferirá”, disse Sardenberg.

O presidente da Anatel disse não acreditar que haverá aumento nas mensalidades na TV paga. A agência enfatiza que os custos da empresa com a instalação e os reparos poderão ser cobrados pelas empresas, o que, na visão dos conselheiros, cobre as despesas das operadoras.

O G1 tentou falar com a assessoria de imprensa da Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), mas não obteve sucesso. A reportagem deixou recado com a esposa do presidente da associação, Alexandre Annenberg, e na caixa postal da assessoria do órgão.

do G1

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Estudo do Ibope entrevistou jovens brasileiros de 15 a 19 anos de idade.
Atividades físicas e leituras ‘offline’ são as atividades menos populares.

Uma pesquisa feita pelo Ibope com 390 jovens internautas de 15 a 19 anos de idade mostra que, depois da escola, o que eles mais fazem é usar o computador – em média, mais de quatro horas por dia.

De acordo com a pesquisa, os jovens passam, por dia, 4h36m no computador e 2h54m fazendo a lição de casa. Música e televisão vêm em seguida, com 2h30m e 2h12m, respectivamente. No final da lista estão as atividades físicas (1h48m) e leituras fora do computador (1h42m).

Para a educadora Sílvia Colello, o computador e a internet podem ser ótimas ferramentas de desenvolvimento para o jovem, mas depende de como ele as utiliza. O importante, segundo ela, é manter o equilíbrio.

“É o caso daquele jovem que fica muito no computador, o pai chamar, conversar, trazer os livros… ‘vamos estudar, vamos fazer um esporte’. Aí, se ele ficar um pouquinho no computador, não tem problema”, explica.

do G1

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Segundo um estudo da Microsoft, concluído no início deste mês, a audiência da Internet na Europa deverá ultrapassar a audiência da TV em Junho de 2010.

Um dos responsáveis por essa mudança são os investimentos em publicidade online, que na Europa são muito maiores que em qualquer outra parte do mundo. Com o crescente aumento da audiência da web por lá, é bem provável que as verbas destinadas ao meio online aumentem ainda mais.
microsoft

Segundo a MS, desde 2004, conexões de banda larga em toda a Europa aumentaram em quase 95%, passando de 44 milhões de lares em 2005 para mais de 85 milhões atualmente. Na realidade, as ligações atuais à Internet em banda larga na região já ultrapassam as dos EUA, representando 83% de todas as ligações à rede, em comparação com 70% na América.

A explosão da aceitação da banda larga combinada ao ritmo frenético de inovação tecnológica levará a uma grande mudança no comportamento dos consumidores, afirmou o estudo.
Veja aqui o estudo completo do aumento da audiência na internet em 2010.

do Olhar Digital

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Um estudo encomendado pela NeoEdge Networks , empresa de publicidade em videogames, concluiu que anúncios em vídeo nos jogos surtem mais efeito que na TV.

Resultados preliminares do estudo, divulgados pelo TechCrunch, indicam que o público tende a lembrar mais das marcas e ter mais impressões positivas delas quando expostos a vídeos dentro dos jogos de videogame.

Segundo a consultoria eMarketer, os anúncios dentro de videogames devem movimentar US$ 650 milhões em 2012.

A previsão ainda é conservadora. Outras consultorias apostam que o segmento pode faturar até US$ 1,8 bilhão em 2010.

Empresa de peso, como o Google e a Sony, já anunciaram estratégias para oferecer publicidade dentro dos games.

O Google estendeu o seu programa de links patrocinados adwords para o universo dos jogos. Já a Sony apostou em anúncios gráficos para jogos do PS3 – colocados em outdoors, placas e outros espaços virtuais dentro dos games.

da Info

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Olhe essa!

Pais reclamam de apresentadora infantil deficiente no Reino Unido

Notícias,Fotografia de apresentadora de TV na Inglaterra, Deficiente físicoCerrie Burnell, 29, que nasceu sem a mão e o antebraço direitos, apresenta desde janeiro dois programas no canal CBeebies, dedicado a crianças com até 5 anos de idade.

A estréia de uma apresentadora portadora de deficiência física em um dos canais infantis da BBC gerou polêmica no Reino Unido depois que pais reclamaram que ela estaria “assustando seus filhos”.

Sua participação gerou um debate no site do canal infantil e em websites britânicos especializados em dicas para pais e mães.

Em um dos comentários mais polêmicos, um pai disse temer que sua filha tivesse pesadelos com a apresentadora.

Apoio

Segundo a BBC, desde que as reclamações vieram à tona –nove ao todo–, a emissora recebeu muito mais mensagens de apoio à presença de Burnell.

O diretor do CBeebies, Michael Carrington, defendeu a escolha da apresentadora, dizendo que ela é “simpática e natural”.

“É uma tarefa difícil ter de entreter milhões de crianças todos os dias e, com o tempo, pais, mães e crianças vão adorá-la como nós a adoramos”, afirmou.

Entidades de defesa dos direitos dos deficientes físicos do Reino Unido também manifestaram sua revolta com as reclamações.

“Acostumada”

A apresentadora, que é mãe de uma menina de 4 meses, disse que está acostumada a ser parada na rua por crianças que perguntam sobre sua deficiência.

“Tudo o que elas querem é uma explicação. Querem saber: ‘O que é isso?’, ‘O que aconteceu?’, ‘Por que você é diferente?’. Uma vez satisfeita a curiosidade, elas esquecem e partem pra outra”, afirmou Burnell.

Ela disse esperar que sua aparição na TV mostre às crianças pequenas o que elas podem conquistar na vida por mérito próprio, mas reconheceu que cabe aos pais decidir como abordar o assunto da deficiência com os filhos.

“Eu nunca me meteria na maneira como cada família trata do problema das deficiências físicas e mentais. É algo que cabe a cada pai e mãe. Mas creio que a minha atuação no CBeebies é uma ótima oportunidade para que as famílias falem do assunto”, afirmou.

da BBC Brasil

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