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Sylvia Plath – Biografias

Sylvia Plath Nascimento 27 de outubro de 1932 Jamaica Plain, Massachusetts Morte 11 de fevereiro de 1963 (30 anos) Primrose Hill, Londres Nacionalidade Estados Unidos Estadunidense Mãe: Aurelia Plath Pai: Otto Emil Plath Cônjuge Ted Hughes (1955-1962, 2 filhos) Ocupação Poetisa, romancista e contista Prêmio Pulitzer de Poesia (1982) Nem todas as obras de Plath […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde – 19/04/2017

Canção de Amor da Jovem Louca Sylvia Plath¹ Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro Ergo as pálpebras e tudo volta a renascer (Acho que te criei no interior da minha mente) Saem valsando as estrelas, vermelhas e azuis, Entra a galope a arbitrária escuridão: Cerro os olhos e cai morto o mundo […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde – 31/03/2014

Espelho Sylvia Plath ¹ Sou prata e exato. Eu não prejulgo. O que vejo engulo de imediato Tal qual é, sem me embaçar de amor ou desgosto. Não sou cruel, tão somente veraz — O olho de um deusinho, de quatro cantos. O tempo todo reflito sobre a parede em frente. É rosa, com manchas. […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde – 16/02/2014

Eu sou vertical Sylvia Plath ¹ Mas não que não quisesse ser horizontal. Não sou árvore com minha raiz no solo Sugando minerais e amor materno Para a cada março refulgir em folha, Nem sou a beleza de um canteiro Colhendo meu quinhão de Ohs e me exibindo em cor, Desconhecendo que me despetalo em […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde – 14/02/2014

Tédio Sylvia Plath ¹ Folhas de chá, frustrando anseios de desastre, Propõem futuros nos quais nada ocorrerá malgrado a palma de sua mão e seu bocejo, Nem a cigana vê perigo ainda a vencer. Estéril toda ameaça, o cavaleiro ingênuo não sabe de dragões e acha ogres obsoletos, enquanto, hoje blasées, princesas consideram ridículo enfrentar […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

Espelho Sylvia Plath ¹ Sou prata e exato. Eu não prejulgo. O que vejo engulo de imediato Tal qual é, sem me embaçar de amor ou desgosto. Não sou cruel, tão somente veraz — O olho de um deusinho, de quatro cantos. O tempo todo reflito sobre a parede em frente. É rosa, com manchas. […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

As Pedras Sylvia Plath ¹ Esta é a cidade onde se remendam os homens. Eu deito sobre uma grande bigorna. A achatada abóbada azul Voou feito o chapéu duma boneca Quando eu caí fora da luz. Ingressei No estômago da indiferença, armário sem fala. A mãe dos pilões me reduziu. Tornei-me um grânulo tranquilo. As […]

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Sylvia Plath – Versos na trade

Ariel Sylvia Plath ¹ Estancamento no escuro E então o fluir azul e insubstancial De montanha e distância. Leoa do Senhor como nos unimos Eixo de calcanhares e joelhos!… O sulco Afunda e passa, irmão Do arco tenso Do pescoço que não consigo dobrar. Sementes De olhos negros lançam escuros Anzóis… Negro, doce sangue na […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

A chegada da caixa de abelhas Sylvia Plath ¹ Encomendei esta caixa de madeira Clara, exata, quase um fardo para carregar. Eu diria que é um ataúde de um anão ou De um bebê quadrado Não fosse o barulho ensurdecedor que dela escapa. Está trancada, é perigosa. Tenho de passar a noite com ela e […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

Ariel Sylvia Plath ¹ Estancamento no escuro E então o fluir azul e insubstancial De montanha e distância. Leoa do Senhor como nos unimos Eixo de calcanhares e joelhos!… O sulco Afunda e passa,irmão Do arco tenso Do pescoço que não consigo dobrar. Sementes De olhos negros lançam escuros Anzóis… Negro, doce sangue na boca, […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

Palavras Sylvia Plath¹ Golpes De machado na madeira, E os ecos! Ecos que partem A galope. A seiva Jorra como pranto, como Água lutando Para repor seu espelho Sobre a rocha Que cai e rola, Crânio branco Comido pelas ervas. Anos depois, na estrada, Encontro Essas palavras secas e sem rédeas, Bater de cascos incansável. […]

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Sylvia Plath – Versos na tarde

Eu sou vertical Sylvia Plath¹ Mas não que não quisesse ser horizontal. Não sou árvore com minha raiz no solo Sugando minerais e amor materno Para a cada março refulgir em folha, Nem sou a beleza de um canteiro Colhendo meu quinhão de Ohs e me exibindo em cor, Desconhecendo que me despetalo em breve. […]

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